Pilotar moto é 28 vezes mais perigoso que dirigir carro
- Valdicreidison Letisgô
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Pilotar moto é 28 vezes mais perigoso que dirigir carro
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Escrito por Midiamax
Jacqueline Lopes
As mortes de motociclistas no País e o prognóstico de que daqui a três anos a produção anual de motos, hoje em 2 milhões, deve aumentar ainda 50%, dão uma idéia da atual situação sobre a eficiência do transporte coletivo, da engenharia de tráfego das cidades brasileiras, fiscalização e frouxa legislação.
Para o professor da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) e presidente da ANTP (Associação Nacional de Transporte Público), Rudel Espíndola Trindade Júnior, o Brasil precisa melhorar muito seu sistema de informação para conseguir frear a violência.
Com base em pesquisa da Universidade Estadual de São Carlos, o especialista alerta que o risco de morrer de acidente de moto é 28 vezes maior que de carro. Ele frisa a importância da disseminação de informações.
Em entrevista ao Midiamax, por telefone, ele salienta que é importante a sociedade apoiar as fiscalizações rígidas, principalmente no que tange a Lei Seca, ou seja, para que condutores não dirijam alcoolizados. Trindade Júnior acredita num efetivo controle do problema quando cidadãos forem mais conscientes e órgãos públicos mais equipados e preparados com base de dados e metas claras para vencer de uma vez a guerra contra a violência no trânsito.
O especialista foi diretor-presidente do Detran (Departamento Estadual de Transporte e Trânsito de Mato Grosso do Sul) de 1995 até 1998, no governo de Wilson Barbosa Martins, e dirigiu na época do prefeito Juvêncio César da Fonseca, de 1993 até 1994 a Setrat (Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito) hoje, Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito).
O aquidauanense Trindade Júnior tem 51 anos, e divide o trabalho entre Campo Grande, onde leciona a disciplina Engenharia de Tráfego aos alunos de UFMS, e São Paulo, na ANTP. Segue abaixo a entrevista sobre o trânsito brasileiro.
Midiamax - Por que o trânsito mata tanto no País?
Rudel Trindade Júnior – No Brasil há uma coisa que dificulta muito: a falta de informação sobre acidente de trânsito é deficiência crônica no País. Primeiro, as pessoas confundem estatísticas com as informações precisas sobre os acidentes. Se não tem informação precisa, não pode saber com o que está lidando e aí se começa tomar medidas que nem sempre são acertadas para aquela situação. Segundo, não temos uma agência nacional de segurança no trânsito, ou seja, não temos um órgão coordenador no país. Com isso, os órgãos atuam independentes. Quando analisamos um país que tem efetividade na redução de acidente podemos ver três coisas: informação, integração entre as agências responsáveis e estabelecimento de metas.
A gente não tem meta. Não existe “eu preciso reduzir 10%” e vai lá e consegue isso porque é importante que se tenha dados precisos. Falo isso em termo macro. O que mata no trânsito do mundo? Morrem primeiro por bebida e velocidade. O que muda em cada lugar é o fato de como atacar essas causas.
Midiamax – Em países como Austrália e Inglaterra há uma tradição muito forte das pessoas se encontrarem diariamente nos barzinhos durante o dia e noite. Nos dois, o transporte público é muito eficiente e funciona 24 horas por dia. As pessoas não costumam dirigir quando ingerem álcool. Falta muito para o Brasil chegar a esse nível?
Rudel Trinade Júnior - No Brasil, leva tempo. É preciso de uma reestruturação profunda. Como você disse há países que dão ênfases maiores e acabam servindo de exemplo, como a Suécia, hoje também a Nova Zelândia e a própria Inglaterra, que mexe com transporte público, investecom a conscientização da sociedade. Você nunca vai pensar em beber e dirigir nesses países porque sabe o risco de ficar se expondo. Aí entra a penalização.
A nossa penalização após o acidente esta aquém a nossa da sociedade. Nesses países, eles bebem muito mais que a gente no Brasil, mas lá eles sabem o risco que vão se expor, não é que estão pensando no outro e sim no ‘vou ser pego’ e sabem que a penalização é séria. No Brasil estamos muito aquém na área da penalização. Temos leis que precisam ser aplicadas, a própria imprensa é conivente diz ‘coitadinho foi preso só porque bebeu a cervejinha’.
Midiamax – O senhor sente essa conivência da imprensa com quem dirige embriagado como?
Rudel Trinade Júnior – Vimos toda a polêmica da Lei Seca com decisões judiciais contrárias a ela como uma que ação que peguei, se não me engano de Minas Gerais, dizendo que é tradição beber e dirigir. A sociedade tem que se imbuir e ir pro lado do bem. Sinto uma dissociação da sociedade e órgãos públicos. Se não tiver a sociedade junto com você, não vai conseguir. Vi muitos técnicos da área criticando dizendo ‘só uma cerveja é rigor demais’. Essa mudança estrutural tem que ser muito profunda. Não é extremamente fácil,não se consegue de noite para o dia. São ações de longo prazo e bem planejadas.
Midiamax – Houve um tempo em que o cinto de segurança era o tema porque ninguém usava e hoje isso já mudou. O senhor acredita que com a Lei Seca vai acontecer o mesmo?
Rudel Trindade Júnior - Quando começou a aplicação do cinto de segurança eu estava à frente de um dos órgãos de trânsito e recebi muitas ações contrárias ao cinto de segurança dizendo que era a perda de liberdade individual. Não foi tão fácil quanto você está pensando. Com o tempo, a lei foi amadurecendo e hoje tem aceitação muito boa, mas ainda não são 100%.
Na realidade, no trânsito, a gente conta com uma coisa a favor que é o hábito. Essa é esperança na questão do álcool. Várias pessoas não bebem quando vão dirigir ou se bebem, não dirigem. Eu tenho filhos jovens. Todos os dias eu já falo ‘está aqui o dinheiro do taxi’. O principal causador de morte no mundo é o álcool. Espero que a Lei Seca tenha o mesmo amadurecimento como foi do cinto de segurança. Você acha que há algum cidadão que não saiba do risco de dirigir embriagado? Às vezes a sociedade joga a responsabilidade para outro, diz que faltam campanhas. Na realidade o que a gente precisa hoje em dia é de fiscalização permanente. A pessoa precisa saber que vai ser pega. Precisamos de policiamento bem equipado para a pessoa pensar ‘não sei onde eles estão e não vou me arriscar’. Isso que faz o inglês e o australiano não pegarem o carro. Já tivemos campanha de sucesso no Brasil. A paz no trânsito em Brasília (1997 e 1998) foi tão importante que as pessoas aprenderam a usar a faixa de pedestre.
Midiamax – Foi preciso antes registrarem muitas mortes de pedestres para que isso fosse feito. Hoje em Brasília é só o pedestre colocar o pé na faixa que o trânsito pára...
Rudel Trindade Júnior – Lá em Brasília foi uma união entre a mídia, órgão público e sociedade. E hoje, funciona perfeitamente. O pessoal de São Paulo não tem hábito como Brasília. Foi uma campanha de sucesso. O que eu noto como técnico é que as pessoas não têm dimensão do número de mortes no Brasil. Isso merece sim campanha para a sociedade saber o número de mortes no Brasil. Para você ter idéia o último dado é de 2006 e aponta 35.515 mortes. Como você pode querer chamar a atenção com dados antigos? A falta de informação precisa é problema crônico no Brasil.
Midiamax - Qual o papel dos órgãos estaduais e municipais (Detran e Agetran) para coibir violência no trânsito?
Rudel Trindade Júnior - Cada órgão pelo próprio Código Brasileiro de Trânsito tem sua atribuição. O órgão municipal faz a gestão do tráfego urbano e o estadual, cuida dos veículos e condutores. Cada um tem atribuição específica. À medida que esses órgãos se integrarem, essa ação em relação a violência tem mais efetividade. Você tem outros parceiros como a Polícia Rodoviária Federal, tem também o policiamento de trânsito (Ciptran). Cada um tem o seu papel. À medida que trabalha integrados com dados precisos a possibilidade de efetividade é maior. Não conheço um lugar no Brasil com essa interligação, não há estrutura tão bem organizada assim. É um problema nacional.
Midiamax – O que falta para que tenhamos cidadãos conscientes no trânsito?
Rudel Trindade Júnior - Dois pontos para ter boa conscientização. Primeiro saber o que está acontecendo. O professor Coca (engenheiro Antonio Clóvis Pinto Ferraz) da Universidade Federal de São Carlos disse em sua pesquisa que o risco de morrer de moto é 28 vezes maior do que no carro. Quando divulga esse dado para a sociedade você vai ficar pensando em como usar a moto, se vai dar para o filho, se vai incentivar. A partir do momento que tem informação, fica claro que é importante fazer trabalho que esclareça. Segundo, somos todos cidadãos informados, o Brasil recordista em uso de internet, todo mundo bem ‘sabidão’.
Precisamos ter a penalização dos infratores, uma penalização séria. Não é alternativa. Você matar alguém porque estava embriagado não foi simplesmente acidente e sim, crime de trânsito. Precisamos de cidadãos mais conscientes e responsáveis. Falta responsabilidade. Na área de trânsito fazemos palestras e muitas vezes parece que estamos conversando com criancinha quando estamos falando com adultos. É inconcebível dizer que um motorista brasileiro não sabe das regras. É a fuga da realidade.
Midiamax – Há outro aspecto psicológico que aponta certo deslumbre dos motoristas que se sentem poderosos ao dirigirem um carro ou pilotarem uma motocicleta potente.
Rudel Trindade Júnior – Nesse caso os psicólogos podem responder. Existe toda uma teoria que o motorista se transforma, se sente poderoso, aspecto da relação de poder, fica ‘mais viril’. Toda essa gracinha acaba rapidinho numa delegacia. Toda essa macheza acaba rápido numa delegacia. Esses machos, posudos, acaba na delegacia. Por isso é importante uma fiscalização rigorosa, presente e necessária. Só que essa fiscalização não é apoiada por todos nós. Não estou falando em multar todo mundo. Eu quero que meu filho saia e sinta que não pode beber porque pode ser preso. É essa a percepção que temos que ter. O cumprimento da legislação é paga pela sociedade.
Midiamax – Quando o senhor fala que é a sociedade que paga por tudo isso é importante frisar também que há uma grande dificuldade na prestação de contas dos órgãos fiscalizadores, de ter informações precisas de quanto se arrecada nas multas e quanto é empregado em melhorias no trânsito. O senhor sente isso no restante do país?
Rudel Trindade Júnior – Essa é uma das muitas dificuldades do país. Eu na minha tese de doutorado falo sobre essas dificuldades nos dados de acidentes por órgãos de trânsito. A informação pública é pública e quanto mais pública melhor. Considero que nossos órgãos não têm necessidade de não fornecer informações. Tudo está interligado. Na minha tese de doutorado o ponto central é o seguinte: a informação relativa a acidente é necessária para o público e quanto mais informação melhor será o trânsito. Mostrando em muitos países saíram e se estruturaram com base na informação. É um problema geral.
Midiamax - Qual o melhor exemplo de trânsito seguro no Brasil?
Rudel Trindade Júnior - Boas cidades estão desenvolvendo bom trânsito. São José dos Campos (SP) é bom exemplo. Em Sorocaba (SP) têm sistema de ciclovias exemplo no país. Já Campinas (SP) tem sistema de informação. Claro que muitas ainda passam dificuldades, mas nelas foram investindo em gestão de trânsito, formação de pessoal, equipamentos. Em Campinas temos os bombeiros e o Samu trabalhando interligados porque há todo um aparato que faz essa interligação.
Há também as rodovias concessionadas, privatizadas que desenvolveram ótimos trabalhos como a OHL, em São José do Rio Preto (SP), que tem um programa exemplar que reduziu muito os acidentes. Temos também a Eco Vias, na Imigrantes, com um exemplo de gestão do transito. Se você coloca um Foster, a câmera registra. Nos túneis é possível prever o acidente porque antes do carro bater o sistema avisa que o carro vai bater. Você tem resposta no atendimento de emergência muito mais rápida. Os operadores chegam entre cinco a sete minutos e já interditam a pista e socorrem as pessoas.
Midiamax - Hoje, o Ministério da Saúde trata trânsito como problema do SUS por conta das despesas hospitalares causadas pelos acidentes. Isso significa que perdemos o controle da situação?
Rudel Trindade Júnior - A OMS (Organização Mundial de Saúde) faz aquelas estatísticas de mortalidade no mundo e tem considerado que nos próximos dez anos o trânsito será a terceira causa de morte do mundo ficando atrás das mortes por câncer e de doenças coração. Na realidade, envolve saúde e dependendo os técnicos da saúde tratam como epidemia. É saúde porque acidentes sobrecarregam hospitais, gasto de saúde pública é muito elevado. É diferente tratar um paciente acidentado e tratar uma pessoa com uma doença como gripe, pneumonia.
Não digo que já perdemos controle. Nossa realidade no Brasil é seriíssima porque além de não conseguir reduzir o acidente temos uma tendência alta na venda principalmente de moto e isso tende a se agravar ainda mais. Hoje temos a produção de 2 milhões de motos por ano e a produção de moto no Brasil vai aumentar 50% nos próximos três anos. A expectativa é que morram mais pessoas. A estimativa de demanda do transporte coletivo hoje é de 50 milhões de passageiros por dia e deve cair para 35 milhões. Hoje o acesso é maior, a economia está aquecida e as pessoas tendem a sair do transporte coletivo. Acho que temos bons transportes públicos e que isso é uma tendência. Na Ásia temos os técnicos reclamando porque a bicicleta tem sido deixada de lado por causa da moto. É umalerta. Temos questões estruturais tão sérias e reverter tendência é dificuldade.
Os Estados Unidos têm investido horrores. Lá, estacionaram em 42 mil mortes por ano e não diminuiu. Vão acontecendo outras situações. Nos Estados Unidos a fatalidade se deve a utilização de celular e envio de mensagem de texto pelos jovens ao volante. O uso de celular e envio é equiparado em risco de acidentes ao cidadão que dirige embriagado. Isso é informação de pesquisa cientifica americana.
Midiamax – Teve uma época em que o Detran colocava sucatas de veículos no canteiro central da Afonso Pena. Até que ponto publicidade que apela para o choque é eficiente?
Rudel Trindade Júnior - A área de transito é conhecida por ser multidisciplinar. Precisa de vários profissionais e várias ações ao mesmo tempo. Uma coisa sozinha não resolve. Muitas vezes falam: falta educação. Mas, o fato de não ter educação ou estar ainda processando a educação não pode te impedir de desenvolver mídia. A publicidade é muito importante, mesmo se ela seja chocante é efetiva. Conheço vários exemplos como na Inglaterra e Suécia. Lá, eles usam filmes com cenas, não de mau gosto, mas cenas bem feitas que colocam as pessoas em alerta para essa situação.
Muitas pessoas nunca viram um motociclista batendo, caindo. Passar essa mensagem de forma correta é importante. Depoimentos são muito importantes. Como multidisciplinar o trânsito exige a participação de todos. Imagina que um motorista bêbado atropela uma pessoa. A chamada pode ser ‘Pedestre morre atropelado’ ou ‘Motorista bêbado atropela pedestre’? Fizemos há muitos anos seminário com jornalistas obre a imprensa e o trânsito. As coisas mudam só no jeito de dizer e são situações que você coloca e aí entra a publicidade.
Midiamax – Em Fortaleza (CE) o número de mortes por tiro é contabilizado num painel que fica no meio da rua, o senhora acha que já é hora de ser feito o mesmo com o trânsito?
Rudel Trindade Júnior – Em Curitiba um site coloca os pontos onde têm muitos registros de assassinatos. Eu acho importante porque a medida que o lugar é perigoso (virgula) e a minusculo A autoridade vai atuar e não vai querer que tal situação permaneça. O cidadão precavido faz com que a situação mude pois ele sabe que a região é de bares e lá tem vários assassinatos e nem vai lá. Isso é importante. Na minha tese de doutorado ‘Sistema de Informação Geo-referenciado em Acidente’ proponho a que tenha informação na internet que vá contribuir para o próprio engenheiro técnico que vai ao local e lá conversa com o cidadão que ali mora e que sabe muito sobre o local e aí é gerada a informação. (Matéria editada às 9h50 de 17 de dezembro para correções)
http://www.jornaldiadia.com.br/home/ind ... otar-moto-
e-28-vezes-mais-perigoso-que-dirigir-carro&catid=41:artigos-e-opinioes&Itemid=58
Verdade ou Felicidade.... Nunca os dois.
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luisjuniorj
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Re: Pilotar moto é 28 vezes mais perigoso que dirigir carro
normal...... carro ainda tem alguma proteção agora moto o parachoque é o peito do piloto......
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Re: Pilotar moto é 28 vezes mais perigoso que dirigir carro
e 50x mais divertido, ponha na balança e veja se vale a pena 
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- Junin
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Re: Pilotar moto é 28 vezes mais perigoso que dirigir carro
E pilotar moto é 28 vezes mais legal que carro...
28 vezes mais adrenalina..
28 vezes mais sensação de liberdade..
28 vezes mais fácil de estacionar..
28 vezes mais rápido no deslocamento..
28 vezes menos escutando a patroa falando que você tá dirigindo rápido..
E por ai vai
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28 vezes mais fácil de estacionar..
28 vezes mais rápido no deslocamento..
28 vezes menos escutando a patroa falando que você tá dirigindo rápido..
E por ai vai
Re: Pilotar moto é 28 vezes mais perigoso que dirigir carro
Só 28 vezes? Bem, depende da moto, depende do carro e depende de quem está pilotando ambos
.
Abs!!
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- Renato_sbc
- Roda Presa
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Re: Pilotar moto é 28 vezes mais perigoso que dirigir carro
Não li o texto todo, mas sempre duvido dessas 'estatísticas'...
É bastante comum dizerem que 'os acidentes de moto aumentaram 200% entre 1999 e 2008', por exemplo. O que não dizem é que a frota deve ter aumentado uns 500% !
Ora, claro que o número total de acidentes vai aumentar - a frota também aumentou.
(é esse o 'cálculo' que parece ser a base para o valor do nosso DPVAT...)
É bastante comum dizerem que 'os acidentes de moto aumentaram 200% entre 1999 e 2008', por exemplo. O que não dizem é que a frota deve ter aumentado uns 500% !
Ora, claro que o número total de acidentes vai aumentar - a frota também aumentou.
(é esse o 'cálculo' que parece ser a base para o valor do nosso DPVAT...)
-
n3cr0n
Re: Pilotar moto é 28 vezes mais perigoso que dirigir carro
hmm vo vender minha moto amanha alguem quer comprar ? 
- Felipe Ghost Rider
- Mito
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- Registrado em: 23 Dez 2007, 23:31
- Localização: Brasília - DF
Re: Pilotar moto é 28 vezes mais perigoso que dirigir carro
Pago 10mil porque voce cuida mal dela.n3cr0n escreveu:hmm vo vender minha moto amanha alguem quer comprar ?
Re: Pilotar moto é 28 vezes mais perigoso que dirigir carro
Alguem mais aí quer vender a moto a preço de banana? Tamos aí heim 
Re: Pilotar moto é 28 vezes mais perigoso que dirigir carro
Creio q andar de moto na Rod dos Bandeirantes é 100x......pois hj por motivo de chuva tive q passar por ela e vi uma cambada de DOENTES andano de SS......DEUS me livre desta ROD.....
- Fabio_hornet
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Re: Pilotar moto é 28 vezes mais perigoso que dirigir carro
O texto aborda mais o fato da Lei Seca e o problema da impunidade do que esta estatística que é somente citada na entrevista...
Re: Pilotar moto é 28 vezes mais perigoso que dirigir carro
Obvio que andar de moto é mais perigoso, porem nos gostamos de viver no perigo, hehehe.
R 1200 GS Adventure Rallye
No Limit Brasil MG (SS Iguatu - Ceará)
No Limit Brasil MG (SS Iguatu - Ceará)
Re: Pilotar moto é 28 vezes mais perigoso que dirigir carro
Ae Kamerads...
Normal é a fuga, a tergiversação, eheheheh...
Na hora em que um motoqueiro se acidenta, fechado por um carro, por exemplo, todos chiam contra o FDP do motorista... mas na hora em que alguém escreve algo sério, a leitura é superficial e os comentários idem.
Normal é a fuga, a tergiversação, eheheheh...
Na hora em que um motoqueiro se acidenta, fechado por um carro, por exemplo, todos chiam contra o FDP do motorista... mas na hora em que alguém escreve algo sério, a leitura é superficial e os comentários idem.

Marcus DT escreveu: No final, muito antes da moto, é isso que fica: a camaradagem.
Re: Pilotar moto é 28 vezes mais perigoso que dirigir carro
tomara q eles andem de carro e deixem as motos para nos andar eheheheh
BIZ - TITAN - TWISTER - GS500 - BANDIT 650N - HAYABUSA - ZX10R
- Fabio_hornet
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- Localização: CPS, SP
Re: Pilotar moto é 28 vezes mais perigoso que dirigir carro
Pô eu li inteiro, mas tb não vou ficar aqui fazendo uma resenha né?!Russo escreveu:Ae Kamerads...
Normal é a fuga, a tergiversação, eheheheh...
Na hora em que um motoqueiro se acidenta, fechado por um carro, por exemplo, todos chiam contra o FDP do motorista... mas na hora em que alguém escreve algo sério, a leitura é superficial e os comentários idem.
Re: Pilotar moto é 28 vezes mais perigoso que dirigir carro
Bom, será que estas 28 vezes mais perigosas já incluem os 200tin na estrada, as raspadas de pedaleira... 
Re: Pilotar moto é 28 vezes mais perigoso que dirigir carro
Tenta raspar os joelhos andando de carro que vc vai perceber que a moto é mais segura!!!

- Optimus Leo
- Mito
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Re: Pilotar moto é 28 vezes mais perigoso que dirigir carro
Eu nao li completo...mais eles mencionaram cuantas veces mais stressante e andar de carro numa cidade grande?
Ou cuanto mais tempo leva ir de um lugar a outro no transito caotico?
Ou cuanto mais tempo leva ir de um lugar a outro no transito caotico?
E melhor ser um corredor por 5 minutos, do que um espectador por toda uma vida.
Frizione a secco / Amici del bicilindrico
"Without RACING, there is no HONDA" Soichiro Honda
Frizione a secco / Amici del bicilindrico
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Nina escreveu: acho que deveria ser criado um outro FOL. os fãs do optimus leo.
Re: Pilotar moto é 28 vezes mais perigoso que dirigir carro
Isso é relativo. Já passei situações no trânsito que se eu estivesse de carro teria me arrebentado.
Motos possuem mais segurança ativa do que carros.
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Fazer 250 '08 ---> Bandit N1200 '06 --->Ninja 250 '09 ---> Bandit 1250S '09 ---> Ulysses XB12X '08 ---> Shadow 750 '08 ---> GSX-R 1000 K8 `09 ---> Harley Davidson FXDF ´12
Macumunando coisas caóticas
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- tu-barao
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Re: Pilotar moto é 28 vezes mais perigoso que dirigir carro
Huahuahua....a maioria das pessoas nunca ouviu falar em "Segurança ativa"PriesT escreveu:Isso é relativo. Já passei situações no trânsito que se eu estivesse de carro teria me arrebentado.
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Ex BMW K1300R, BMW R1200R Trator, Sukita 750ZA - Brutaogra 910S - Sofazão 300I - Cityclass 200I - SuperCamela 696 - Lead 2009 Hayabusa 2009-Triumph Speed Triple 1050 2007,Fazer 600 S2 2007,Bandit N1200 2007,Ex-Bandit N1200 2005,Ex-Bandit 600 2002,etc...etc...etc
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