Um pouco de historia sobre as 250/400 4cil japonesas
- Optimus Leo
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Um pouco de historia sobre as 250/400 4cil japonesas
Devido a algumas "duvidas" surgidas em outros topicos, eu decidi de fazer este topico para explicar, esclarecer e tratar de responder na medida do possivel, muitas das interrogantes e misterios atras das 250/400 4 cilindros das 4 grandes japonesas feitas durante a decada dos 90.
Nao digo que eu sei tudo sobre elas, mais tenho adquirido um pouco de conhecimento extra devido a que eu possuo uma, e por muito tempo antes de sequer ter ela, ja tinha pesquisado mais ou menos desse tipo de motos. Tambem que tenho trocado informacao con donos delas de todo os lado do mundo, principalmente do sudeste asiatico, Inglaterra, Irlanda, Japao, etc.
Uma das precursoras destas motos foi a Kawasaki EX250(ZZR250, GPX250 dependendo do mercado), ou melhor conhecida como a Ninjinha 250. Nao era uma 4cil, mais assim mesmo capturou o emergente mercado para iniciantes nas esportivas.
Ja no meio da decada dos 80, sairam as primeiras do que seriam esta clase de motos como a CBR250, GSX-R250, ZXR-250 (ZX-2R) e FZR250RR, assim como seus equivalentes de 400cc.
Nao sei se aqui todos conhecem como e a habilitacao para pilotar motos no Japao, mais um novato so pode pegar maximo uma moto de 400cc. E ate aonde eu tenho entendido, so depois de certo tempo, e que pode optar por presentar o teste para tirar habilitacao para acima das 400, coisa que muito japones opta por nao fazer, porque pelo visto eles nao acham as grandes motos muito atrativas.
Agora, voces poderam lembrar que nesse periodo dos 80's ate ja quase o final dos 90's, os paises do sudeste asiatico tiveram uma bonanza economica, a economia era muito forte e claro, o nivel de vida e poder adquisitivo de muitos dos habitantes desses paises melhorou bastante, agora podendo esbanjar gastos em coisas superfluas. Isso durou ate mais ou menos 1997 com a crise de mercados asiaticos.
Bom, em vista de que a maioria do pessoal em Japao nao comprava motos acimas de 400cc, e devido ao sucesso que as motos esportivas japonesas tinham no mundo inteiro, as 4 grandes decidiram fabricar replicas muito avancadas das motos grandes, nas cilindradas de 250 e 400cc para o seu mercado interno. Algumas depois foram vendidas 0km em outros paises como Australia, mais a grande maioria eram exportadas no denominadas grey imports, motos usadas vendidas em outro pais. Nesse mesmo lance e que comprei a minha CB400SF.
Estas motos nao tinham nada que envejar das suas irmas maiores, a grande maioria tinham um motor muito potente para a cilindrada (As 250 tinham mais de 45hp, e as 400 muitas no papel dizem 50-55, mais na realidad testes en dynos tem estimado a potencia delas por acima de 60HP em algums modelos), suspensoes e freios muito eficaces, e toda a tecnologia disponivel na epoca. Basicamente, eram motos muito "overengineered" (Ou sobre-desenhadas) para o seu target.
Que elas tivessem 250 ou 400cc nao significava que elas fossem baratas. Pelo contrario, eram motos muito caras, quase do mesmo preco das suas irmaes de 600, 750 e mais. Claro, aproveitando a situacao da boa economia que o Japao tinha na epoca, o pessoal comprava porque se podiam dar ese lujo. Os que tinham mais grana pegavam as 400, os que nao tinham tanta compravam as 250.
As motos eram super avancadas, o nivel de tecnologia, detalhe e manufactura delas era incrivel. Motores de 4cilindros refrigerados a agua feitos para aguentar mais de 100 mil kms girando ate limites estratosfericos (Nas 250 era comun entre 18-20 mil RPM), suspensoes ajustaveis, freios basicamente heredados das motos maiores, chassis de aluminio, etc.
O performance dessas motos, ate o dia de hoje e incrivel. Algumas das 250 podiam chegar muito perto (E inclusive bater) os 200 km/h, fato que ate hoje em dia, e algo muito dificil de conseguir com uma moto de baixa cilindrada. Os freios e suspensoes eram de nivel de competicao, mais as motos eram suficientemente doceis e confiaveis como para ser usadas no dia a dia no meio da cidade.
Devido a como a lei japonesa e de encrencada com regulacoes de potencia, velocidade, etc em todo tipo de veiculos, todas elas eram restringidas de fabrica a 180 km/h, em algums casos elas eram restringidas de potencia devido a difusores de menor tamanho na entrada dos carburadores, ou trapacas no sistema de ignicao. Tambem, que depois a lei japonesa achou que elas eram exageradamente potentes para um iniciante e ainda quiz baixar mais o limite maximo de HP.
Por isso, os numeros oficiais lanzados pelos fabricantes nao da para acreditar muito neles, ja que as 4 grandes "maquiaram" muito eles para que o seus modelos pudessem seguir sendo mais rapido que o da concorrencia, e ainda estar dentro da lei.
No final dos 90, cuando a economia decaui, o ideal de uma moto super avancada de cilindrada media ja nao era atrativo para o povo japones, devido a que nao disponiam da grana para queimar numa moto desse estilo, tendo que optar por opcoes mais praticas e baratas (E con menor desempenho), de forma similar como aconteceu com os Supercars japoneses (3000GT, Skyline, Supra, NSX) que ficaram excesivamente caros num momento que a economia sufreu uma recessao.
Mesmo assim, estas motos, como ja mencioneu antes eram muito populares em outros mercados que eram exportadas, principalmente Australia, Nova Zelandia, ilhas do sudeste asiatico, Inglaterra, Irlanda e algums paises sulamericanos, incluido Peru, Chile e Venezuela.
Antes da invasao Xingling, aqui en Venezuela tinham muitos importadores destas japonesinhas super invocadas, ja que elas eram muito baratas de comprar (Isso devido a economia japonesa referente a veiculos usados, mais isso e para outro topico) e como a economia Venezuelana ainda era "boa", dava para oferecer elas num bom preco, e eram muito populares.
Imagina so, voce podendo pegar uma de gatao com uma "Ce be erre" que custa o que custa um CG150?
Claro, como nao tem coisa perfeita (Chavez) a economia da Venezuela decaiu e a inflacao e devaluacao da moeda foi incrivel...o Dolar subiu pros ceus, e entao importar motos japonesas comecou a ficar mais caro...e subiu os precos.
As Xingling foram a salvacao de muitos importadores. Motos 0km por 300$ FOB? E que aqui todo mano ia comprar uma? Era um negocio mesmo "da China".
E claro, entao esqueceram das japonesas grey import e agora todos sao basicamente importadores de Xingling.
Outra coisa, muitas destas motos hoje em dia aqui na Venezuela estao em PESSIMAS condicoes. Pelo mesmo motivo que eram baratas, todo mano tinha uma, mais cuando estragava algo, como as pecas eram caras (porque tinha que ser tudo importado do Japao), no melhor estilo sulamericano bananeiro, eles faziam gambiatech...entao, conseguir um exemplar hoje em dia em bom estado e muito, mais muito dificil.
A minha CB400SF e uma dessas, das ultimas importadas, foi a elegida de todo um lote de CB400 para ser a de uso pessoal do dono da importadora. Ou seja, que devia de ter sido a que estava em melhor estado. Foi por isso que eu comprei.
Espero que tenham gostado da historia, e agora possam entender porque uma RD350 levando pau da minha CB400 nao e dificil de acreditar, e qualquer pergunta ou duvida extra que tenham, e so fazer.
Nao digo que eu sei tudo sobre elas, mais tenho adquirido um pouco de conhecimento extra devido a que eu possuo uma, e por muito tempo antes de sequer ter ela, ja tinha pesquisado mais ou menos desse tipo de motos. Tambem que tenho trocado informacao con donos delas de todo os lado do mundo, principalmente do sudeste asiatico, Inglaterra, Irlanda, Japao, etc.
Uma das precursoras destas motos foi a Kawasaki EX250(ZZR250, GPX250 dependendo do mercado), ou melhor conhecida como a Ninjinha 250. Nao era uma 4cil, mais assim mesmo capturou o emergente mercado para iniciantes nas esportivas.
Ja no meio da decada dos 80, sairam as primeiras do que seriam esta clase de motos como a CBR250, GSX-R250, ZXR-250 (ZX-2R) e FZR250RR, assim como seus equivalentes de 400cc.
Nao sei se aqui todos conhecem como e a habilitacao para pilotar motos no Japao, mais um novato so pode pegar maximo uma moto de 400cc. E ate aonde eu tenho entendido, so depois de certo tempo, e que pode optar por presentar o teste para tirar habilitacao para acima das 400, coisa que muito japones opta por nao fazer, porque pelo visto eles nao acham as grandes motos muito atrativas.
Agora, voces poderam lembrar que nesse periodo dos 80's ate ja quase o final dos 90's, os paises do sudeste asiatico tiveram uma bonanza economica, a economia era muito forte e claro, o nivel de vida e poder adquisitivo de muitos dos habitantes desses paises melhorou bastante, agora podendo esbanjar gastos em coisas superfluas. Isso durou ate mais ou menos 1997 com a crise de mercados asiaticos.
Bom, em vista de que a maioria do pessoal em Japao nao comprava motos acimas de 400cc, e devido ao sucesso que as motos esportivas japonesas tinham no mundo inteiro, as 4 grandes decidiram fabricar replicas muito avancadas das motos grandes, nas cilindradas de 250 e 400cc para o seu mercado interno. Algumas depois foram vendidas 0km em outros paises como Australia, mais a grande maioria eram exportadas no denominadas grey imports, motos usadas vendidas em outro pais. Nesse mesmo lance e que comprei a minha CB400SF.
Estas motos nao tinham nada que envejar das suas irmas maiores, a grande maioria tinham um motor muito potente para a cilindrada (As 250 tinham mais de 45hp, e as 400 muitas no papel dizem 50-55, mais na realidad testes en dynos tem estimado a potencia delas por acima de 60HP em algums modelos), suspensoes e freios muito eficaces, e toda a tecnologia disponivel na epoca. Basicamente, eram motos muito "overengineered" (Ou sobre-desenhadas) para o seu target.
Que elas tivessem 250 ou 400cc nao significava que elas fossem baratas. Pelo contrario, eram motos muito caras, quase do mesmo preco das suas irmaes de 600, 750 e mais. Claro, aproveitando a situacao da boa economia que o Japao tinha na epoca, o pessoal comprava porque se podiam dar ese lujo. Os que tinham mais grana pegavam as 400, os que nao tinham tanta compravam as 250.
As motos eram super avancadas, o nivel de tecnologia, detalhe e manufactura delas era incrivel. Motores de 4cilindros refrigerados a agua feitos para aguentar mais de 100 mil kms girando ate limites estratosfericos (Nas 250 era comun entre 18-20 mil RPM), suspensoes ajustaveis, freios basicamente heredados das motos maiores, chassis de aluminio, etc.
O performance dessas motos, ate o dia de hoje e incrivel. Algumas das 250 podiam chegar muito perto (E inclusive bater) os 200 km/h, fato que ate hoje em dia, e algo muito dificil de conseguir com uma moto de baixa cilindrada. Os freios e suspensoes eram de nivel de competicao, mais as motos eram suficientemente doceis e confiaveis como para ser usadas no dia a dia no meio da cidade.
Devido a como a lei japonesa e de encrencada com regulacoes de potencia, velocidade, etc em todo tipo de veiculos, todas elas eram restringidas de fabrica a 180 km/h, em algums casos elas eram restringidas de potencia devido a difusores de menor tamanho na entrada dos carburadores, ou trapacas no sistema de ignicao. Tambem, que depois a lei japonesa achou que elas eram exageradamente potentes para um iniciante e ainda quiz baixar mais o limite maximo de HP.
Por isso, os numeros oficiais lanzados pelos fabricantes nao da para acreditar muito neles, ja que as 4 grandes "maquiaram" muito eles para que o seus modelos pudessem seguir sendo mais rapido que o da concorrencia, e ainda estar dentro da lei.
No final dos 90, cuando a economia decaui, o ideal de uma moto super avancada de cilindrada media ja nao era atrativo para o povo japones, devido a que nao disponiam da grana para queimar numa moto desse estilo, tendo que optar por opcoes mais praticas e baratas (E con menor desempenho), de forma similar como aconteceu com os Supercars japoneses (3000GT, Skyline, Supra, NSX) que ficaram excesivamente caros num momento que a economia sufreu uma recessao.
Mesmo assim, estas motos, como ja mencioneu antes eram muito populares em outros mercados que eram exportadas, principalmente Australia, Nova Zelandia, ilhas do sudeste asiatico, Inglaterra, Irlanda e algums paises sulamericanos, incluido Peru, Chile e Venezuela.
Antes da invasao Xingling, aqui en Venezuela tinham muitos importadores destas japonesinhas super invocadas, ja que elas eram muito baratas de comprar (Isso devido a economia japonesa referente a veiculos usados, mais isso e para outro topico) e como a economia Venezuelana ainda era "boa", dava para oferecer elas num bom preco, e eram muito populares.
Imagina so, voce podendo pegar uma de gatao com uma "Ce be erre" que custa o que custa um CG150?
Claro, como nao tem coisa perfeita (Chavez) a economia da Venezuela decaiu e a inflacao e devaluacao da moeda foi incrivel...o Dolar subiu pros ceus, e entao importar motos japonesas comecou a ficar mais caro...e subiu os precos.
As Xingling foram a salvacao de muitos importadores. Motos 0km por 300$ FOB? E que aqui todo mano ia comprar uma? Era um negocio mesmo "da China".
E claro, entao esqueceram das japonesas grey import e agora todos sao basicamente importadores de Xingling.
Outra coisa, muitas destas motos hoje em dia aqui na Venezuela estao em PESSIMAS condicoes. Pelo mesmo motivo que eram baratas, todo mano tinha uma, mais cuando estragava algo, como as pecas eram caras (porque tinha que ser tudo importado do Japao), no melhor estilo sulamericano bananeiro, eles faziam gambiatech...entao, conseguir um exemplar hoje em dia em bom estado e muito, mais muito dificil.
A minha CB400SF e uma dessas, das ultimas importadas, foi a elegida de todo um lote de CB400 para ser a de uso pessoal do dono da importadora. Ou seja, que devia de ter sido a que estava em melhor estado. Foi por isso que eu comprei.
Espero que tenham gostado da historia, e agora possam entender porque uma RD350 levando pau da minha CB400 nao e dificil de acreditar, e qualquer pergunta ou duvida extra que tenham, e so fazer.
E melhor ser um corredor por 5 minutos, do que um espectador por toda uma vida.
Frizione a secco / Amici del bicilindrico
"Without RACING, there is no HONDA" Soichiro Honda
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Nina escreveu: acho que deveria ser criado um outro FOL. os fãs do optimus leo.
- Felipe Ghost Rider
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Re: Um pouco de historia sobre as 250/400 4cil japonesas
Sua CB só dá pau em RD que é do Japão, pelo motivo que todos já sabem. 
Re: Um pouco de historia sobre as 250/400 4cil japonesas
Existem dois tipos de habilitação, até 400cc e acima de 401cc. Você pode optar por qualquer uma.Optimus Leo escreveu:Nao sei se aqui todos conhecem como e a habilitacao para pilotar motos no Japao, mais um novato so pode pegar maximo uma moto de 400cc. E ate aonde eu tenho entendido, so depois de certo tempo, e que pode optar por presentar o teste para tirar habilitacao para acima das 400, coisa que muito japones opta por nao fazer
Tá convidado p/ visitar o JP e conferir "inloco" os transatlânticos que tem aqui. Basta como exemplo as scooters de 250cc...Optimus Leo escreveu:porque pelo visto eles nao acham as grandes motos muito atrativas.
A recessão da economia japonesa estourou em 1995. Eu estava com minhas malas prontas e resolvi ficar no BR.Optimus Leo escreveu:Agora, voces poderam lembrar que nesse periodo dos 80's ate ja quase o final dos 90's, os paises do sudeste asiatico tiveram uma bonanza economica, a economia era muito forte e claro, o nivel de vida e poder adquisitivo de muitos dos habitantes desses paises melhorou bastante, agora podendo esbanjar gastos em coisas superfluas. Isso durou ate mais ou menos 1997 com a crise de mercados asiaticos.
A opção por motos até 250cc dá-se pelo seguinte detalhe: veículos de 2 rodas até 250cc não pagam imposto anual, apenas uma taxa de seguro. A diferença de preço entre as 250 e as 400 é pequena.Optimus Leo escreveu:Que elas tivessem 250 ou 400cc nao significava que elas fossem baratas. Pelo contrario, eram motos muito caras, quase do mesmo preco das suas irmaes de 600, 750 e mais. Claro, aproveitando a situacao da boa economia que o Japao tinha na epoca, o pessoal comprava porque se podiam dar ese lujo. Os que tinham mais grana pegavam as 400, os que nao tinham tanta compravam as 250.
Sem discordar, apenas fazendo uma observação: em quase 7 anos aqui no JP (completam-se em janeiro), tirando a atual recessão que já se manifestava há alguns meses atrás, houve um único reajuste de preços. Ê tempo bão...Optimus Leo escreveu:No final dos 90, cuando a economia decaui, o ideal de uma moto super avancada de cilindrada media ja nao era atrativo para o povo japones, devido a que nao disponiam da grana para queimar numa moto desse estilo, tendo que optar por opcoes mais praticas e baratas (E con menor desempenho), de forma similar como aconteceu com os Supercars japoneses (3000GT, Skyline, Supra, NSX) que ficaram excesivamente caros num momento que a economia sufreu uma recessao.
Entendi, faltam peças para consertar a RD...Optimus Leo escreveu:Espero que tenham gostado da historia, e agora possam entender porque uma RD350 levando pau da minha CB400 nao e dificil de acreditar, e qualquer pergunta ou duvida extra que tenham, e so fazer.
p.s.- Falando sério: Se precisar de peças ou acessórios p/ CB, entre em contato.

- Optimus Leo
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Re: Um pouco de historia sobre as 250/400 4cil japonesas
Tenho entendido que tem algum custo adicional para tirar por acima de 400cc?Predator escreveu: Existem dois tipos de habilitação, até 400cc e acima de 401cc. Você pode optar por qualquer uma.
E tambem que uma pessoa que este tirando pela primeira vez nao pode tirar por acima dos 400cc.
Estou falando das esportivas. Tenho varios conhecidos la (a maioria sao militares gringos) e me dizem que ver R1, CBR1000 e outros litroes nao sao tao comuns de se ver.Tá convidado p/ visitar o JP e conferir "inloco" os transatlânticos que tem aqui. Basta como exemplo as scooters de 250cc...
E me falou que la ta cheio de Hargleeeeeey
A crise generalizada (chamada de Crise Financieira Asiatica) e de 1997.A recessão da economia japonesa estourou em 1995. Eu estava com minhas malas prontas e resolvi ficar no BR.
Isso e bom saber, porque o que me tinham explicado era que geralmente optavam pelas 250 as pessoas que nao tinham tanta grana. Mais agora, tambem deve ser porque nao tinham para pagar o imposto. Tenho entendido que os impostos ai as veces sao caros.A opção por motos até 250cc dá-se pelo seguinte detalhe: veículos de 2 rodas até 250cc não pagam imposto anual, apenas uma taxa de seguro. A diferença de preço entre as 250 e as 400 é pequena.
E mais no meio de uma crise, quem vai querer pegar um carro super avancado ou uma moto pequena super avancada? E no caso dos carros, foi um aumento de precos em geral...imagina que no 98, um Supra custava por acima de 60 mil $ no USA, muito mais caro que un Corvette. Isso aniquilou o Supra no mercado gringo.Sem discordar, apenas fazendo uma observação: em quase 7 anos aqui no JP (completam-se em janeiro), tirando a atual recessão que já se manifestava há alguns meses atrás, houve um único reajuste de preços. Ê tempo bão...
E voce tem 7 anos no Japao, disse tudo. Eu me refero do periodo 95-2000.
Voce que tem uma 400 (mesmo que seja mais pesada e nao tanto potente como as antigas) deveria de entender.Entendi, faltam peças para consertar a RD...
Obrigado pela oferta, mais tenho uma HONDA...nao vou precisarFalando sério: Se precisar de peças ou acessórios p/ CB, entre em contato.
(Falando serio, ESPERO nao precisar...hehehehe).
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Nina escreveu: acho que deveria ser criado um outro FOL. os fãs do optimus leo.
Re: Um pouco de historia sobre as 250/400 4cil japonesas
Sim, o custo é maior, mas não absurdo. E você pode tirar direto a licensa para as motos com mais de 400cc.Optimus Leo escreveu: Tenho entendido que tem algum custo adicional para tirar por acima de 400cc?
E tambem que uma pessoa que este tirando pela primeira vez nao pode tirar por acima dos 400cc.
Estou falando das esportivas. Tenho varios conhecidos la (a maioria sao militares gringos) e me dizem que ver R1, CBR1000 e outros litroes nao sao tao comuns de se ver.
E me falou que la ta cheio de Hargleeeeeey
Não sei em que região estão seus conhecidos (se são militares, imagino que estejam em Okinawa. Lá não tem espaço para SS...
Ô!Tenho entendido que os impostos ai as veces sao caros.
Sim, sim, entendo que faltam peças para a RD!Voce que tem uma 400 (mesmo que seja mais pesada e nao tanto potente como as antigas) deveria de entender.

- Optimus Leo
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Re: Um pouco de historia sobre as 250/400 4cil japonesas
Entao sera que mudou faz algums anos? Porque sempre me falaram que nao dava para tirar habilitacao por acima de 400 para os novatos. E um sistema escalonado similar ao Europeu para tirar habilitacao (So que la eles restringem por HP, nao CC).Predator escreveu: Sim, o custo é maior, mas não absurdo. E você pode tirar direto a licensa para as motos com mais de 400cc.
Okinawa nao da mesmo para muito...mesmo assim sempre me contam das SM apavorando, junto com algumas NSR250 e varias 250 Racing ReplicasNão sei em que região estão seus conhecidos (se são militares, imagino que estejam em Okinawa. Lá não tem espaço para SS... Very Happy) , mas o gosto japonês é bem variado. Pode-se ver praticamente todo tipo de moto, inclusive muitas hargleys e ducatis...
O resto esta principalmente em Yokohama, Yokosuka e Saitama.
Talvez seja que no US eles estao acostumados a ver maior densidade de esportivas.
Freios, suspensao, potencia, confiabilidade entre outrasSim, sim, entendo que faltam peças para a RD!
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- numero41
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Re: Um pouco de historia sobre as 250/400 4cil japonesas
Predator, e como que é para achar peças de Rd 350 aí? A Yamaha ainda as mantém no mercado? Por sinal, ainda dá para manter uma dessas 250/400cc por aí?
Assim, eu lembro de quando li sobre essas 250 pela primeira vez. As que li sobre foram a Fzr 250RR e a Cbr 250RR. Figuei chocado com a rotação e a potência duma moto dessas. Corte de giro para lá de 20.000? Potência máxima nos 16.500? Putz, isso é motor de F1, não de moto. Os pistões devem ser pequenos, mas nem tanto, porque o curso de virabrequim deve ser pequeno, também, e as bielas devem ser ENORMES para girar aquilo tudo...
Ai ai. Eu queria ter uma dessas. Deviam abrir os grey imports por aqui no brasil. E a indústria nacional que rebolasse para diminuir os custos de manufatura, e, especialmente nos carros, tomasse vergonha de vender as carroças que vendem hoje...
Assim, eu lembro de quando li sobre essas 250 pela primeira vez. As que li sobre foram a Fzr 250RR e a Cbr 250RR. Figuei chocado com a rotação e a potência duma moto dessas. Corte de giro para lá de 20.000? Potência máxima nos 16.500? Putz, isso é motor de F1, não de moto. Os pistões devem ser pequenos, mas nem tanto, porque o curso de virabrequim deve ser pequeno, também, e as bielas devem ser ENORMES para girar aquilo tudo...
Ai ai. Eu queria ter uma dessas. Deviam abrir os grey imports por aqui no brasil. E a indústria nacional que rebolasse para diminuir os custos de manufatura, e, especialmente nos carros, tomasse vergonha de vender as carroças que vendem hoje...
- Nakayama
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Re: Um pouco de historia sobre as 250/400 4cil japonesas
Esse tópico é inútil sem FOTOS!!!

Re: Um pouco de historia sobre as 250/400 4cil japonesas
Excelente tópico, Leo... como sempre!
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Re: Um pouco de historia sobre as 250/400 4cil japonesas
CBR250RR MC22Nakayama escreveu:Esse tópico é inútil sem FOTOS!!!

VFR400R NC30 (Minha favorita, ainda quero ter uma, so que conseguir uma em bom estado aqui hoje em dia e foda)

CBR400RR NC29 (Gull-Arm)

FZR400RR EXUP (Isto sim merece ser chamado de Fazer e nao Faker)

ZXR-250

ZXR400

XJR400

Bandit 400

CB400SF Hyper VTEC

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Nina escreveu: acho que deveria ser criado um outro FOL. os fãs do optimus leo.
- Nakayama
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Re: Um pouco de historia sobre as 250/400 4cil japonesas
Boas fotos Leo.
E pensar que são motos "pequenas".
E pensar que são motos "pequenas".
Re: Um pouco de historia sobre as 250/400 4cil japonesas
Gostei dessaOptimus Leo escreveu:CBR250RR MC22Nakayama escreveu:Esse tópico é inútil sem FOTOS!!!
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"Uma cerveja antes do almoço é muito bom pra ficar pensando melhor"
"naquele tempo, em 1974, ele teve a visao do falcao peregrino e o desejou, e, em 2012 ele chegou, branco como uma noiva..." - andress, 13:40
Re: Um pouco de historia sobre as 250/400 4cil japonesas
Leo... me mata saber que não temos essa diversidade toda aqui no Brasil!
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Re: Um pouco de historia sobre as 250/400 4cil japonesas
Leo,
Essas pequenas SS carenadas também apareceream aí pela Venezuela ou só as Nakeds?
Essas pequenas SS carenadas também apareceream aí pela Venezuela ou só as Nakeds?
"O socialismo dura até acabar o dinheiro dos outros"
M. Thatcher
M. Thatcher
Re: Um pouco de historia sobre as 250/400 4cil japonesas
A Moriwaki é uma das maiores/melhores oficinas de preparação do mundo, qualquer motociclista que goste de motos esportivas SS ou nakeds sonha com umaandress escreveu:Gostei dessaOptimus Leo escreveu:CBR250RR MC22Nakayama escreveu:Esse tópico é inútil sem FOTOS!!!
CB400SF Hyper VTEC
, eu teria uma dessa!!!!
Kona The King
- Optimus Leo
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Re: Um pouco de historia sobre as 250/400 4cil japonesas
Todas as que publiquei no topico tem aqui (Ou tinham...como eu disse, cada dia e mais dificil conseguir uma inteira). As carenadas geralmente estao no pior estado, ja que do dono original aqui na Venezuela, em geral tem roudado por 2-3 donos (A maioria manos) que nao tem dinheiro nem conciencia para fazer a manutencao apropiada nessas motos, entao a maioria esta detonada (Isso acontece cuando voce pode comprar uma CBR250 por um pouco mais de uma CGzinha).diniz escreveu:Leo,
Essas pequenas SS carenadas também apareceream aí pela Venezuela ou só as Nakeds?
As naked em geral estao en muito melhor estado, e sao menos cobicadas pelos malacos para roubo.
E melhor ser um corredor por 5 minutos, do que um espectador por toda uma vida.
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Nina escreveu: acho que deveria ser criado um outro FOL. os fãs do optimus leo.
Re: Um pouco de historia sobre as 250/400 4cil japonesas
41, a 350 não foi comercializada aqui, somente as 250, 400 e 500. É possível manter sim, eventualmente vejo algumas circulando na rua.numero41 escreveu:Predator, e como que é para achar peças de Rd 350 aí? A Yamaha ainda as mantém no mercado? Por sinal, ainda dá para manter uma dessas 250/400cc por aí?
Assim, eu lembro de quando li sobre essas 250 pela primeira vez. As que li sobre foram a Fzr 250RR e a Cbr 250RR. Figuei chocado com a rotação e a potência duma moto dessas. Corte de giro para lá de 20.000? Potência máxima nos 16.500? Putz, isso é motor de F1, não de moto. Os pistões devem ser pequenos, mas nem tanto, porque o curso de virabrequim deve ser pequeno, também, e as bielas devem ser ENORMES para girar aquilo tudo...
Sobre a FZR e a CBR250 não tenho informações, posso procurar se quiser... mas para ter idéia, a Hornet 250 comercializada atualmente tem potência máxima nos 14.000, e torque máximo nos 11.000 rpm. E o som é um espetáculo...
Ai ai. Eu queria ter uma dessas. Deviam abrir os grey imports por aqui no brasil. E a indústria nacional que rebolasse para diminuir os custos de manufatura, e, especialmente nos carros, tomasse vergonha de vender as carroças que vendem hoje...






