Jota escreveu:decoh6 escreveu:SPEED RACER escreveu:decoh6 escreveu:Então esta bom gente, se calço hidraulico não é só em motores, me achem aí uma explicação que cite que pode ser em suspensões... hihihi, este termo é específico para o que acontece nos motores sim... e além de tudo, é como eu disse, eu fiz e a motoca melhorou e muito...

Deco, no caso da sua suspensão, não deu calço pq vc usou 5ml a mais e, provavelmente esses 5ml estavam dentro, digamos, da faixa de segurança da suspensão, ou então pode ate ter calçado algo minimo, tipo coisa de 1mm ou 2mm de curso (isso é chute) e vc não percebeu e provavelmente ninguem perceberia mesmo.
5ml é quase que desprezivel dentro de uma suspensão que deve trabalhar com uns 200ml cada uma.
E se ficou boa, foi por algum outro motivo

, mais oleo num faz ficar mais dura nem mais macia, o que causa esse efeito é oleo mais viscoso ou menos viscoso, ou então a mudança de valvulas internas com maior ou menor passagem do oleo.
As bengalas da H6 devem pegar qualquer coisa em torno de uns 350 ml, acredito, portanto os 5 ml a mais colocados não chegaram nem a 2%...
Então, pensando em termos do que ocorre dentro da bengala, esta levaria mais tempo tanto na compressão como na descompressão, tempo este ínfimo como podemos imaginar pela quantidade muito pequena de óleo acrescentada...
Com este tempo ínfimo a mais eu consegui eliminar o que mais me incomodava que era o balanço em curvas de alta, que eu considerava mesmo perigoso, e agora não sei o motivo, diminuiu também o shimmy da moto, não eliminou totalmente...
E não é exatamente este mesmo efeito, o produzido por um óleo mais viscoso???
Tenha em vista que dureza da suspensão tem a ver com as molas e não com o óleo usado, pois
são as molas as verdadeiras responsáveis pelo amortecimento e não o óleo, cuja função é única e exclusivamente eliminar o movimento sobe e desce feito se as suspensões fossem construídas somente de molas...
Deco, larga mão de ser teimoso, cara.
Eu acho que essa explicação sua vc tá é se enrolando, tá ficando pior.
Coloca óleo mais viscoso e pronto, esse troço de colocar óleo a mais só funciona se for psicologicamente e ainda corre risco de estourar o retentor.
Pare Jota, o caso é exatamente isto que mencionei... hihihi
E na nova H6 não precisei fazer absolutamente nada, o negócio do óleo a mais foi na amarela que tive 2006, mas voce não sabia que os amortecedores tem a função de dissipar o movimento contínuo das molas?
Molas: massa suspensa e massa não suspensa
A massa suspensa é a massa do veículo sustentada pelas molas, enquanto que a massa não-suspensa é definida como a que fica entre o solo e as molas de suspensão. A dureza das molas afeta o modo como a massa suspensa reage enquanto o carro está sendo dirigido. Os carros suspensos de uma forma mais solta, tais como os de luxo, podem absorver bastante os obstáculos e oferecer um rodar muito suave. No entanto, um carro desses é propenso a "mergulhar" e "agachar" durante a frenagem e aceleração. Tende, ainda, a rolar ou se inclinar nas curvas. Os carros de suspenão mais firme, como os esportivos, são menos agradáveis em estradas de piso mais irregular, mas eles minimizam bastante os movimentos da carroceria. Isso significa que eles podem ser dirigidos vigorosamente até mesmo nas curvas.
Então, enquanto as molas parecem dispositivos simples, projetá-las e implementá-las em um carro para conciliar conforto com a estabilidade é uma tarefa complexa. Para tornar as coisas ainda mais difíceis, as molas não oferecem sozinhas um rodar perfeitamente suave. Por quê? Porque as molas são ótimas para absorver energia, mas não tão boas para dissipá-la . Outras estruturas, conhecidas como amortecedores, são necessárias para fazer isso.
Amortecedores
A não ser que haja um dispositivo de amortecimento, a mola de um carro aumentará e dissipará a energia absorvida em um impacto de maneira descontrolada. A mola continuará oscilando na sua freqüência natural até que toda a energia originalmente aplicada a ela seja dissipada. Uma suspensão constituída apenas de molas tornaria o rodar bem balançante e, dependendo do terreno, seria impossível controlar o carro.
Para isso existe o amortecedor, um dispositivo que controla o deslocamento indesejado da mola através de um processo conhecido como amortecimento. Os amortecedores reduzem a magnitude dos deslocamentos oscilatórios. Isso ocorre quando o equipamento transforma a energia cinética do movimento da suspensão em calor, energia essa que é dissipada através do fluido hidráulico. Para entender como isso funciona, é melhor olharmos o amortecedor por dentro e conhecermos sua estrutura e função.
Um amortecedor é basicamente uma bomba de óleo localizada entre o chassi do carro e as rodas. A parte superior do amortecedor se fixa ao chassi (por exemplo, o peso suspenso), enquanto a parte inferior se fixa ao eixo, próximo à roda (por exemplo, peso não-suspenso). Em um tipo de dois tubos, um dos mais comuns, a parte de cima é fixa à uma haste, que, por sua vez, está ligada a um pistão. Ele está inserido em um tubo cheio de fluido hidráulico. O tubo interno é conhecido como tubo de pressão. Já o externo é conhecido como tubo de reserva. Este último armazena o excesso do fluido hidráulico.
Quando a roda do carro encontra um obstáculo na via, a mola se comprime e se distende. A energia dela é transferida para o amortecedor através da parte de cima e vai seguindo através da haste para dentro do pistão. Os orifícios no pistão permitem que o fluido passe através dele e ele se mova para cima e para baixo no tubo de pressão. Como os orifícios são relativamente pequenos, somente uma pequena quantidade de fluido passa sob grande pressão. Isso faz com que o pistão desacelere, o que por sua vez desacelera a mola.
Os amortecedores trabalham em dois ciclos - o de compressão e o de distensão. O ciclo da compressão ocorre quando o pistão se move para baixo, comprimindo o fluido hidráulico na câmara abaixo. Já o ciclo da extensão ocorre quando o pistão se move na direção do topo do tubo de pressão, comprimindo o fluido na câmara acima. Um carro comum ou uma picape terão maior resistência durante o ciclo da extensão do que no ciclo da compressão. Considerando isso, o ciclo da compressão controla o deslocamento do peso não-suspenso do veículo, enquanto o de distensão controla o mais pesado, o suspenso.
Todos os amortecedores modernos são sensíveis à velocidade: quanto mais rápido a suspensão se movimenta, mais resistência o amortecedor fornece. Isso permite aos amortecedores que se ajustem às condições da estrada e que controlem todos os movimentos indesejados que possam ocorrer em um veículo em marcha, incluindo balanço, oscilação, mergulho na frenagem e agachamento na aceleração.
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1. Introdução
2. Amortecedores
3. Suspensões especiais
4. Mais informações
5. Veja todos os artigos sobre Sob o capô
Para citar corretamente este artigo do HowStuffWorks por favor copie e cole o texto abaixo:
William Harris. "HowStuffWorks - Como funcionam as suspensões dos carros". Publicado em 11 de maio de 2005 (atualizado em 23 de maio de 2007)
http://carros.hsw.uol.com.br/suspensoes-dos-carros1.htm (06 de março de 2009)
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