Reportagem indústria das multas (Radares x Prefeituras)!
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Re: Reportagem indústria das multas (Radares x Prefeituras)!
williampk3d escreveu:por falar em multa, tomei uma multa por andar 25% acima do limite de velocidade, num radar de 60 que passo a mais de um ano, eu tenho certeza que não estava nem a 55 km/h e o radar pegou, 70km/h.
Mesma merda com meu pai, de twister.
Marcou 58km/h num radar por onde ele passa todo dia.
Já testei e pra marcar 50 no radar tem que marcar pouco mais de 60 no painel.
Pra 58, estimo uns 70...
Meu pai garante que não foi cabaço o bastante de passar nessa velocidade, mas nem vai recorrer pq não adianta nada mesmo.
Editado pela última vez por Belzebu em Sex Ago 13, 2012 6:66 am, num total de 9 círculos
- williampk3d
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Re: Reportagem indústria das multas (Radares x Prefeituras)!
uma duvida minha, como essa é minha primeira multa, eu pago ela no detran ou da pra pagar quado for fazer o documento pelo despachante?
- Carlos_GS500
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Re: Reportagem indústria das multas (Radares x Prefeituras)!
vem o boleto pelo banco...
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Re: Reportagem indústria das multas (Radares x Prefeituras)!
Não existe indústria da multa!
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Re: Reportagem indústria das multas (Radares x Prefeituras)!
Alguém pode mandar o link pro Magiolo?
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FredNit
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Re: Reportagem indústria das multas (Radares x Prefeituras)!
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
FOR SOME THERE´S THERAPY. FOR THE REST OF US, THERE ARE MOTORCYCLES!"
Re: Reportagem indústria das multas (Radares x Prefeituras)!
Pensei no mesmo.
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Re: Reportagem indústria das multas (Radares x Prefeituras)!
pq vc usa os serviços do despachante ??williampk3d escreveu:da pra pagar quado for fazer o documento pelo despachante?
saudações
- numero_41
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Re: Reportagem indústria das multas (Radares x Prefeituras)!
Última vez que recorri de uma multa, a JARI tinha um tempo máximo para deferir ou não o requerimento... Não sei se isso mudou, mas caso não, é só lembrar de recorrer de tudo que se possa recorrer... Isso torna muito mais provável que o prazo da JARI estoure.GoGoBoy escreveu:agradeça aos velocímetros que sempre marcam mais rodinha kkkkkkkk
o negócio de entrar com recurso é o seguinte: como o volume é enorme, com certeza vai demorar um tempão para analisarem o recurso, e sendo assim, a probabilidade de que você consiga licenciar o veículo naquele ano sem pagar a multa é grande, e com isso, mesmo que a chance de deferimento do recurso seja baixíssima, você obtém, com a impetração do recurso, tempo suficiente para ao menos capitalizar recursos (dinheiro, claro) para pagar essa multa sem que seu orçamento seja prejudicado
só por isso já vale a pena!
Re: Reportagem indústria das multas (Radares x Prefeituras)!
vai dormir #24
-
"The greatest trick the Devil ever pulled was convincing the world he didn't exist."
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Re: Reportagem indústria das multas (Radares x Prefeituras)!
Nem tô com sono, meu caro furry, acordei eram 5 da tarde. Vantagens de trabalhar via pc.
Re: Reportagem indústria das multas (Radares x Prefeituras)!
q inveja... tou com um sono da muléstia e tenho que dar aula daqui a pouco... bah
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Re: Reportagem indústria das multas (Radares x Prefeituras)!
Ninguém merece ter que acordar cedo. Se semestre que vem entrar numa faculdade que quero, tô vendo minha qualidade de vida indo pelo ralo. Vai ter professor tendo pesadelo comigo, rs...
Geralmente durmo ouvindo progressivo, quando tenho que dormir. Ou isso ou vou fuçar o canal 4.
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Re: Reportagem indústria das multas (Radares x Prefeituras)!
olha o caso ai que falei sobre o salario de um prefeito e quanto ele investe em campanha
http://web-srv04.redebomdia.com.br/Noti ... a+de+Lippi
Obs. Lippi = Prefeito de Sorocaba
MÁFIA DOS RADARES
16/03/2011 07:30
Chumbo à vista
Splice, denunciada no 'Fantástico' por suposta fraude para fornecer radares de trânsito a prefeituras, foi a maior doadora da campanha de Lippi em 2008; prefeito diz estar tranquilo, mas prevê ataques
No domingo (13) uma reportagem do "Fantástico", na Rede Globo, exibiu os bastidores de negociatas envolvendo a escolha de empresas que mantém radares de trânsito em diversos Estados. Segundo a denúncia, em alguns municípios representantes destas empresas pagariam propina para agentes públicos para entrar em licitações já sabendo que irão vencê-las. Uma das denunciadas é a Splice, de Votorantim, que controla os radares em Sorocaba e foi a maior doadora para a campanha à reeleição do prefeito Vitor Lippi, em 2008. O prefeito afirma que não descarta que o fato seja usado por oposicionistas para tentar “plantar dúvidas na cabeça da população”.
Segundo o site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), a campanha do então candidato à reeleição Vitor Lippi recebeu um montante de R$ 539,3 mil de duas empresas do Grupo Splice. A Splice do Brasil Telecomunicações e Eletrônica S/A doou pouco mais de R$ 209 mil e a SPL CP Pavimentadora Ltda., R$ 330 mil. No total, a campanha de Lippi recebeu doações de pessoas físicas e jurídicas que totalizaram quase R$ 1,8 milhão.
Nada a temer
Em conversa ao telefone com a reportagem do BOM DIA na tarde desta terça, o prefeito Vitor Lippi afirmou que está tranquilo em relação ao contrato firmado com a Splice.
“Todas as informações sobre o contrato estão disponibilizadas. Não houve qualquer irregularidade nos contratos e todos os detalhes estão à disposição para investigação, caso seja necessário. Nos colaboraremos com tudo, como sempre”.
Em relação ao período eleitoral de 2008, Lippi afirma que as doações feitas pelo Grupo Splice à campanha foram aprovadas pelo TSE. “As doações são feitas por empresas que possuem uma parceria institucional com o governo. Tudo foi feito de forma transparente”.
O prefeito afirma que embora não exista nenhum indício de irregularidade nas relações mantidas entre governo e splice, não duvida que “oposicionistas tentem criar um cenário de desconfiança baseado em mero oportunismo”.
Investigação, por enquanto, está fora dos planos do MP
O Ministério Público descarta a abertura de processo investigativo motivado pela reportagem do Fantástico. Segundo o promotor Orlando Bastos Filho, é inconstitucional qualquer apuração sem que haja denúncia ou indício de fraude especificamente no que diz respeito aos contratos firmados pela Splice com o governo local.
Orlando afirma que a reportagem denuncia a suposta prática de crime por uma empresa que mantém contrato com a prefeitura local, mas isso não basta para investigá-la. “O MP não pode investigar, sob pena de constrangimento ilegal. Se a reportagem citasse alguma suspeita de corrupção envolvendo Sorocaba, aí sim teríamos campo para atuação”, afirma o promotor.
A reportagem levanta a informação de que as suspostas fraudes promovidas por algumas das empresas envolvidas no esquema possibilitaria inclusive o levantamento de recursos para prefeituras corruptas, mas em nenhum momento cita Sorocaba.
Suspensão
A ligação entre a Splice e o governo municipal já gera movimentação na Câmara de Vereadores. O vereador Francisco França (PT) protocolou na prefeitura um ofício solicitando a suspensão dos contratos com a Splice, que só terminarão em novembro desse ano. A Splice foi contratada por dois anos para operar radares fixos e móveis a um custo de pouco mais de R$ 1,5 milhão.
Em conversa com o BOM DIA, o prefeito Vitor Lippi informa que desde que não sejam levantados indícios de fraude nos contratos de Sorocaba, não há motivo para suspensão.
Entenda as denúncias feitas
O "Fantástico" denunciou dois crimes distintos. Em um deles, empresas oferecem propina a funcionários públicos para forjar contratações que já estão acertadas. A empresa que movimenta o esquema orienta que a prefeitura faça a contratação mediante carta-convite, pela qual uma prefeitura convida três fornecedores a apresentarem um orçamento e escolher o menor preço. A empresa entra na disputa fictícia com duas empresas parceiras, que se comprometem a oferecer propostas maiores. Se fazendo passar pelo funcionário de uma prefeitura, o repórter Giovani Grizotti recebe propostas de propina que variam de 8% a 12% do valor do contrato.
Em outras empresas, o repórter é informado de que é possível apagar multas antes que elas sejam enviadas ao órgão de trânsito responsável. A medida visaria beneficiar familiares, amigos ou padrinhos flagrados por radares.
Empresas afastam funcionários
Em nota a Splice informa que o funcionário que aparece na reportagem foi afastado, seguindo procedimento padrão para qualquer colaborador que se envolva em irregularidades.
A empresa Engebrás S/A, que controlou os radares de Sorocaba de 1996 a 2009 e também é citada na matéria, afirma que o funcionário filmado pela câmera escondida foi demitido porque não tinha autonomia para discutir contratos sem se reportar a um superior. A empresa alega no entanto que ao tratar de porcentagens, o funcionário estaria se referindo a comissões de venda e não a valores de propina.
Só com necessidade
O presidente da Urbes - Trânsito e Transportes, Renato Gianolla, informa que a instalação de novos radares em Sorocaba obedece a regulamentação do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) que exige estudos técnicos para a instalação de um novo equipamento. Os estudos devem levar em conta o tráfego, quantidade de pedestres que utilizam a via, velocidade máxima permitida e número de acidentes.
http://web-srv04.redebomdia.com.br/Noti ... a+de+Lippi
Obs. Lippi = Prefeito de Sorocaba
MÁFIA DOS RADARES
16/03/2011 07:30
Chumbo à vista
Splice, denunciada no 'Fantástico' por suposta fraude para fornecer radares de trânsito a prefeituras, foi a maior doadora da campanha de Lippi em 2008; prefeito diz estar tranquilo, mas prevê ataques
No domingo (13) uma reportagem do "Fantástico", na Rede Globo, exibiu os bastidores de negociatas envolvendo a escolha de empresas que mantém radares de trânsito em diversos Estados. Segundo a denúncia, em alguns municípios representantes destas empresas pagariam propina para agentes públicos para entrar em licitações já sabendo que irão vencê-las. Uma das denunciadas é a Splice, de Votorantim, que controla os radares em Sorocaba e foi a maior doadora para a campanha à reeleição do prefeito Vitor Lippi, em 2008. O prefeito afirma que não descarta que o fato seja usado por oposicionistas para tentar “plantar dúvidas na cabeça da população”.
Segundo o site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), a campanha do então candidato à reeleição Vitor Lippi recebeu um montante de R$ 539,3 mil de duas empresas do Grupo Splice. A Splice do Brasil Telecomunicações e Eletrônica S/A doou pouco mais de R$ 209 mil e a SPL CP Pavimentadora Ltda., R$ 330 mil. No total, a campanha de Lippi recebeu doações de pessoas físicas e jurídicas que totalizaram quase R$ 1,8 milhão.
Nada a temer
Em conversa ao telefone com a reportagem do BOM DIA na tarde desta terça, o prefeito Vitor Lippi afirmou que está tranquilo em relação ao contrato firmado com a Splice.
“Todas as informações sobre o contrato estão disponibilizadas. Não houve qualquer irregularidade nos contratos e todos os detalhes estão à disposição para investigação, caso seja necessário. Nos colaboraremos com tudo, como sempre”.
Em relação ao período eleitoral de 2008, Lippi afirma que as doações feitas pelo Grupo Splice à campanha foram aprovadas pelo TSE. “As doações são feitas por empresas que possuem uma parceria institucional com o governo. Tudo foi feito de forma transparente”.
O prefeito afirma que embora não exista nenhum indício de irregularidade nas relações mantidas entre governo e splice, não duvida que “oposicionistas tentem criar um cenário de desconfiança baseado em mero oportunismo”.
Investigação, por enquanto, está fora dos planos do MP
O Ministério Público descarta a abertura de processo investigativo motivado pela reportagem do Fantástico. Segundo o promotor Orlando Bastos Filho, é inconstitucional qualquer apuração sem que haja denúncia ou indício de fraude especificamente no que diz respeito aos contratos firmados pela Splice com o governo local.
Orlando afirma que a reportagem denuncia a suposta prática de crime por uma empresa que mantém contrato com a prefeitura local, mas isso não basta para investigá-la. “O MP não pode investigar, sob pena de constrangimento ilegal. Se a reportagem citasse alguma suspeita de corrupção envolvendo Sorocaba, aí sim teríamos campo para atuação”, afirma o promotor.
A reportagem levanta a informação de que as suspostas fraudes promovidas por algumas das empresas envolvidas no esquema possibilitaria inclusive o levantamento de recursos para prefeituras corruptas, mas em nenhum momento cita Sorocaba.
Suspensão
A ligação entre a Splice e o governo municipal já gera movimentação na Câmara de Vereadores. O vereador Francisco França (PT) protocolou na prefeitura um ofício solicitando a suspensão dos contratos com a Splice, que só terminarão em novembro desse ano. A Splice foi contratada por dois anos para operar radares fixos e móveis a um custo de pouco mais de R$ 1,5 milhão.
Em conversa com o BOM DIA, o prefeito Vitor Lippi informa que desde que não sejam levantados indícios de fraude nos contratos de Sorocaba, não há motivo para suspensão.
Entenda as denúncias feitas
O "Fantástico" denunciou dois crimes distintos. Em um deles, empresas oferecem propina a funcionários públicos para forjar contratações que já estão acertadas. A empresa que movimenta o esquema orienta que a prefeitura faça a contratação mediante carta-convite, pela qual uma prefeitura convida três fornecedores a apresentarem um orçamento e escolher o menor preço. A empresa entra na disputa fictícia com duas empresas parceiras, que se comprometem a oferecer propostas maiores. Se fazendo passar pelo funcionário de uma prefeitura, o repórter Giovani Grizotti recebe propostas de propina que variam de 8% a 12% do valor do contrato.
Em outras empresas, o repórter é informado de que é possível apagar multas antes que elas sejam enviadas ao órgão de trânsito responsável. A medida visaria beneficiar familiares, amigos ou padrinhos flagrados por radares.
Empresas afastam funcionários
Em nota a Splice informa que o funcionário que aparece na reportagem foi afastado, seguindo procedimento padrão para qualquer colaborador que se envolva em irregularidades.
A empresa Engebrás S/A, que controlou os radares de Sorocaba de 1996 a 2009 e também é citada na matéria, afirma que o funcionário filmado pela câmera escondida foi demitido porque não tinha autonomia para discutir contratos sem se reportar a um superior. A empresa alega no entanto que ao tratar de porcentagens, o funcionário estaria se referindo a comissões de venda e não a valores de propina.
Só com necessidade
O presidente da Urbes - Trânsito e Transportes, Renato Gianolla, informa que a instalação de novos radares em Sorocaba obedece a regulamentação do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) que exige estudos técnicos para a instalação de um novo equipamento. Os estudos devem levar em conta o tráfego, quantidade de pedestres que utilizam a via, velocidade máxima permitida e número de acidentes.
Poderia estar num hotel em Dubai, num barquinho no Caribe,
mas eu prefiro estar aqui, andando de motos com vocês !
mas eu prefiro estar aqui, andando de motos com vocês !
- Saurus
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Re: Reportagem indústria das multas (Radares x Prefeituras)!
Uma das ações que podem ajudar a acabar com a indústria de multas é proibir a iniciativa privada de receber quaisquer tipos de comissões ou participações nas multas aplicadas.
Nihil ego fecit. Sic erat cvm ego ad hic.
Ad corniger omnes poena parva est.
Timet farcimen canis icti per serpens.
Non posse avxilivm pertvrbare. Ad participandvm svmmvm est.
Nvllo desiderio qvi pictis zebra mirari reliqvvm tinxere.
Melivs est qvam contendere cooperandi
Ad corniger omnes poena parva est.
Timet farcimen canis icti per serpens.
Non posse avxilivm pertvrbare. Ad participandvm svmmvm est.
Nvllo desiderio qvi pictis zebra mirari reliqvvm tinxere.
Melivs est qvam contendere cooperandi
Re: Reportagem indústria das multas (Radares x Prefeituras)!
Pra onde quer que voce olhe neste pais voce vai encontrar corrupção, desonestidade, lei de Gerson pura.
- Renato_sbc
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Re: Reportagem indústria das multas (Radares x Prefeituras)!
Já não foi assim?Saurus escreveu:Uma das ações que podem ajudar a acabar com a indústria de multas é proibir a iniciativa privada de receber quaisquer tipos de comissões ou participações nas multas aplicadas.
- Renato_sbc
- Roda Presa
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Re: Reportagem indústria das multas (Radares x Prefeituras)!
Oi Nina,nina escreveu:tem uma coisa que talvez você não conheça, carlos que se chama lei 8.666, de 93, se não me engano.Carlos_GS500 escreveu:Muito mimimi. PQP...
Tem que ser muito burro em vender pro governo sem colocar extra em cima. Ou fazer o contato certo pra ter certeza que vai receber.
Sem falar nos picaretas. Q vendem e não entrega.
É complicado o ramo. Mas é assim que funciona e é assim que sempre vai funcionar.
Na teoria é muito bom, mas na prática "Tem que ser muito burro em vender pro governo sem colocar extra em cima." :(
Tô prá ver venda pro governo que não teve rolo, caixinha, pingado e outros (e olha que já vi muita coisa, desde muito tempo... Também tô pra ver fornecedor receber se não houver 'vontade política' (leia-se "o fornecedor que ganhou uma licitação que não era pra ele ganhar").
No Brasil de verdade é assim, nos três níveis de governo.
Autarquia é melhor - antes de vender você consegue saber o histórico dela junto à outras empresas (essa troca de informações é comum, pelo menos em minha experiência) e as que estão pagando (sim, porque "tem época") são bons clientes.







