Super Tenere 1200 a venda no Brasil 59.800
Re: Super Tenere 1200 a venda no Brasil 59.800
Blz, mas nunca vi da Transalp nessas condições, se eu ver eu te mando os Link's por MP!helder escreveu:Amigo Fusoya, se vc estiver algum video da transalp nessas condições, gostaria que vc inserir. Agradeço.
FLWs

Re: Super Tenere 1200 a venda no Brasil 59.800
Agora fudeu de vez pras importadas Japonesas. A Yamalenta não dá sorte, leva tsuname de arremate! Olha aí a noticia:
MERCADO DE MOTOCICLETAS JAPONESAS
Economia do Japão pode voltar à crise e comprometer as suas exportações
O Japão já sofre com sua baixa produtividade e uma catástrofe como a desta sexta-feira (11) poderá jogar ainda mais incerteza no mercado, “derrubando a confiança das empresas e dos consumidores”, que são duas molas que impulsionam o desenvolvimento.
Ainda não há estimativas dos prejuízos causados à economia.
O Japão que comemorava o fim da recessão e o início da recuperação econômica depois de ver seu PIB crescer 3,9%, em 2010, após dois anos de resultados negativos na geração de riquezas, agora com esta catástrofe natural, serão necessários alguns períodos pela frente para uma reavaliação desta tendência.
Com os portos e aeroportos fechados ou operando abaixo da capacidade, os grandes exportadores – entre eles Sony, Toyota, Honda, Mitsubishi, Hitachi - ficam sem ter como despachar a produção.
E a exportação é o principal pilar da economia japonesa.
Vamos torcer para uma rápida recuperação da infra-estrutura no Japão, para que os amantes das marcas japonesas não sofram com a provável escassez de motocicletas no mercado mundial, e principalmente no Brasil
MERCADO DE MOTOCICLETAS JAPONESAS
Economia do Japão pode voltar à crise e comprometer as suas exportações
O Japão já sofre com sua baixa produtividade e uma catástrofe como a desta sexta-feira (11) poderá jogar ainda mais incerteza no mercado, “derrubando a confiança das empresas e dos consumidores”, que são duas molas que impulsionam o desenvolvimento.
Ainda não há estimativas dos prejuízos causados à economia.
O Japão que comemorava o fim da recessão e o início da recuperação econômica depois de ver seu PIB crescer 3,9%, em 2010, após dois anos de resultados negativos na geração de riquezas, agora com esta catástrofe natural, serão necessários alguns períodos pela frente para uma reavaliação desta tendência.
Com os portos e aeroportos fechados ou operando abaixo da capacidade, os grandes exportadores – entre eles Sony, Toyota, Honda, Mitsubishi, Hitachi - ficam sem ter como despachar a produção.
E a exportação é o principal pilar da economia japonesa.
Vamos torcer para uma rápida recuperação da infra-estrutura no Japão, para que os amantes das marcas japonesas não sofram com a provável escassez de motocicletas no mercado mundial, e principalmente no Brasil
Compre peças d origem duvidosa, próxima vítima será vc, com perdas de vidas, sua, seu amigo, seu filho..
CB400 82-Sahara 96-XTE 97-XTE 02-XTR 06-DL650 09-R12 08-F8 12-TEX XC 14-CRF230 14-R12 15-XTR 06
UR set 04 - AR/CH/BO set 08 - AR/UR set 09 - US R66 set 11- UR/AR/CH out 12 - AR/CH/UR nov 14
CB400 82-Sahara 96-XTE 97-XTE 02-XTR 06-DL650 09-R12 08-F8 12-TEX XC 14-CRF230 14-R12 15-XTR 06
UR set 04 - AR/CH/BO set 08 - AR/UR set 09 - US R66 set 11- UR/AR/CH out 12 - AR/CH/UR nov 14
- alan-sc
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Re: Super Tenere 1200 a venda no Brasil 59.800
dafras e sundows e jacazinskis
estao comemorando
kkkkkkkkkk
estao comemorando
kkkkkkkkkk
Sem Moto...
Espero aguentar até ano que vem!
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Re: Super Tenere 1200 a venda no Brasil 59.800
Quanta besteira... não há nada melhor para ajudar a impulsionar a economia de um país altamente desenvolvido do que uma catástrofe... é cruel, eu sei, mas é a realidade.

Marcus DT escreveu: No final, muito antes da moto, é isso que fica: a camaradagem.
Re: Super Tenere 1200 a venda no Brasil 59.800
he he he... sem falar que boa parte da produção dessas megacorps japas nem eh mais em solo japonês
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"The greatest trick the Devil ever pulled was convincing the world he didn't exist."
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Gaucho
Re: Super Tenere 1200 a venda no Brasil 59.800
Nossa Russo.......QUANTA MERDA VC ESCREVEURusso escreveu:não há nada melhor para ajudar a impulsionar a economia de um país altamente desenvolvido do que uma catástrofe...
tente explicar p ver se diminue o cheiro
Editado pela última vez por Gaucho em 12 Mar 2011, 09:47, em um total de 1 vez.
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anderson666
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Re: Super Tenere 1200 a venda no Brasil 59.800
Aos 04:32 o moleque ia lançar uma pedrada,FuSoYa escreveu:
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Re: Super Tenere 1200 a venda no Brasil 59.800
hahahahaahhahah verdade haahahahah
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Re: Super Tenere 1200 a venda no Brasil 59.800
Gaucho escreveu:Nossa Russo.......QUANTA MERDA VC ESCREVEURusso escreveu:não há nada melhor para ajudar a impulsionar a economia de um país altamente desenvolvido do que uma catástrofe...
tente explicar p ver se diminue o cheiro
ae Sabichão... que tal estudar um pouco de história?.

Marcus DT escreveu: No final, muito antes da moto, é isso que fica: a camaradagem.
- Tio Frei
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Re: Super Tenere 1200 a venda no Brasil 59.800
Infelizmente é a mais pura verdade. é uma ótima oportunidade pro japão sair da crise. A curtíssimo prazo é uma merda, mas a médio e longo prazo eles dão a volta por cima e saem melhores do que entraram.
- alan-sc
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Re: Super Tenere 1200 a venda no Brasil 59.800
até concordo em parte com o tio russo, isso é psicologia
mas nao dá para negar ,
todos vivemos crises e após passado o fato sempre saimos mais fortes e resistentes para proxima né
foda é o momento inicial,
mas nao dá para negar ,
todos vivemos crises e após passado o fato sempre saimos mais fortes e resistentes para proxima né
foda é o momento inicial,
Sem Moto...
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Gaucho
Re: Super Tenere 1200 a venda no Brasil 59.800
a história demonstrou q o Japão conseguiu crescer mesmo depois de receber 2 bombas atômicasRusso escreveu:Gaucho escreveu:Nossa Russo.......QUANTA MERDA VC ESCREVEURusso escreveu:não há nada melhor para ajudar a impulsionar a economia de um país altamente desenvolvido do que uma catástrofe...
tente explicar p ver se diminue o cheiro
ae Sabichão... que tal estudar um pouco de história?.
imagine se eles não tivessem sido arrasados o q seriam hj ?
me responda
vc hj tem 2 motos, imagine elas sendo roubadas e vc sem seguro
qto tempo vc levará p conseguir ter 2 motos novamente ?
- Tio Frei
- Mito
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Re: Super Tenere 1200 a venda no Brasil 59.800
Como o Japão se recuperará de seu maior desastre
Poupança interna, empréstimos no exterior e emissão de novos títulos deverão financiar a reconstrução da 3ª maior economia do mundo
Ana Clara Costa - veja.com.br
Poucos países do globo enfrentaram tantos desastres quanto o Japão. Mais de vinte terremotos, uma grande guerra e duas bombas atômicas em menos de cem anos não conseguiram tirar o país do mapa das potências mundiais. E, ao que tudo indica, o terremoto e o tsunami que atingiram o arquipélago nesta sexta-feira também não conseguirão. Com um Produto Interno Bruto (PIB) de cinco trilhões de dólares – uma geração de riqueza surpreendente para um país com singelos 377 mil quilômetros quadrados de extensão, um pouco maior que o estado de São Paulo –, uma poupança interna de 5% do PIB e reservas internacionais que atingem 1 trilhão de dólares, é difícil imaginar que a nação japonesa não consiga, no médio prazo, se reerguer. Economistas especializados em Ásia e investidores já traçaram cenários para a recuperação e as perspectivas não são pessimistas.
Segundo o banco suíço UBS, o impacto financeiro dessa tragédia pode chegar a 30 bilhões de dólares. Desse total, uma parte significativa das perdas está na infraestrutura das áreas atingidas, como estradas, pontes, portos e aeroportos – que deverão ser completamente reconstruídos pelo estado japonês. Outra parcela, que se refere às perdas do setor privado, deverá ser financiada pelos prêmios pagos pelas seguradoras. As ações das principais empresas desse setor, como Swiss RE e Munich RE, chegaram a cair até 5% na tarde de sexta feira, devido aos valores que elas terão de desembolsar para a reconstrução.
A grande questão que coloca o Japão em atenção é como o governo japonês financiará a parte que lhe cabe desta tragédia, quando ele tem justamente a maior dívida pública entre todos os países do globo – o equivalente a cerca de 200% do PIB. E a resposta, segundo analistas ouvidos pelo site de VEJA, é que as alternativas são inúmeras. E todas, necessariamente, convergem para um denominador comum: a população japonesa.
Aumento da dívida pública – Ao contrário do que acontece nos Estados Unidos, cuja poupança privada – ou seja, o dinheiro investido por pessoas e empresas – está extremamente vinculada ao mercado especulativo e ao ativos de renda variável (como ações), o Japão é notório por seu conservadorismo. Grande parte dos investimentos dos japoneses são em títulos da própria dívida do governo, chamados de Japan Government Bonds (JGB). Para se ter uma ideia, enquanto os maiores investidores dos títulos do governo americano são os chineses, no caso do Japão, cerca de 95% dos títulos estão nas mãos de investidores do próprio país. Isso faz com que a população seja a grande financiadora da dívida japonesa.
Ou seja, caso o país emita novos títulos para captar recursos para a reconstrução, tais papeis deverão ser absorvidos pelos próprios japoneses. “Isso significa que a exposição do governo a credores internacionais é muito limitada, o que faz com que o mercado para títulos da dívida não seja susceptível ao apetite por risco dos investidores internacionais”, explica um relatório da Economist Intelligence Unit. Desta forma, além de ‘nacionalizados’, os títulos também são estáveis e avessos à especulação – mesmo porque, sua rentabilidade (de 1,5% ao ano) é baixa se comparada aos títulos do governo americano (que rendem cerca de 3,5%), e irrisória ante aos do Brasil, cujos retornos podem chegar a 12% ao ano.
Pela lógica, um aumento da dívida não seria bem visto pelo mercado, levando em consideração que isso pioraria ainda mais a situação fiscal do Japão. No entanto, nem mesmo diante dessa perspectiva, as agências de classificação de risco reduziram o rating do país. Um sinal de que o mercado não só acredita na capacidade da economia japonesa de se reerguer, como também de honrar os compromissos de sua dívida. “Um país com um governo tão rico deverá conseguir cobrir um desastre natural como esse”, afirmou ao site de VEJA o analista Thomas Byrne, da agência de rating Moody’s. Segundo Byrne, mesmo ainda não havendo uma avaliação concreta dos estragos, a entidade acredita que os gastos para a reconstrução serão temporários e não deverão afetar o perfil de risco do país no médio prazo.
Captações no exterior – Ao manter a mesma classificação de risco de crédito (de Aa2), o Japão não deverá ter dificuldades em obter empréstimos no mercado internacional para financiar a infraestrutura afetada. No entanto, tal ato contraria completamente a política anti-endividamento externo adotada pelo governo japonês ao longo das décadas. O mais provável, segundo analistas, é que o país venda alguns dos milhares de títulos do tesouro americano que possui para se capitalizar. Vale lembrar que, depois da China, o Japão é o maior financiador da dívida americana.
Investimento e crescimento – Com base nos efeitos do terremoto que ocorreu em 1995 na cidade japonesa de Kobe, os economistas do banco Nomura esperam que a economia japonesa cresça de maneira mais acelerada após os eventos da madrugada de sexta-feira. Segundo o analista do banco, Peter Westaway, no trimestre correspondente ao desastre dos anos 1990, o PIB japonês avançou 0,8%, recuperando-se de uma retração de 0,7% ocorrida no trimestre anterior. A expansão dos gastos públicos, na avaliação de Westaway, foi o principal motor para a aceleração da economia nos trimestres que se sucederam – fazendo com que o crescimento do PIB japonês fosse de 0,9% ao final daquele ano.
A importância da sociedade – Não há garantias que os acontecimentos do passado se repitam agora, mas, diante da capacidade da população japonesa de ressurgir após tragédias, restam poucas dúvidas que a recuperação não ocorra. Primeiro, porque a região afetada pelo desastre, sobretudo a província de Sendai, não é o principal motor produtivo do Japão e não deverá representar um impacto significativo no PIB japonês, de acordo com analistas.
Em segundo lugar, a capacidade de mobilização presente na cultura japonesa (e Oriental como um todo) tem papel essencial na retomada. De acordo com o filósofo Takeshi Umehara, um dos mais eminentes pensadores contemporâneos do país, há um forte sentimento de responsabilidade do indivíduo em relação à sociedade – e não o contrário. “O individualismo é um valor absoluto no Ocidente, que faz com que se esqueça a responsabilidade que temos em relação aos outros, à sociedade e ao sistema”, escreveu o filósofo em um artigo publicado pela revista Japan Focus, especializada em sociologia e cultura.
Tal componente cultural está diretamente ligado ao fato de os japoneses investirem seus recursos em títulos de pouca remuneração, mas cientes de que isso ajudará a economia nacional. “Eles vão aplicar muitos recursos no país, mesmo sabendo que vão receber pouco retorno por isso. Faz parte do que eles são. Eles pensam no futuro do Japão. De todo o Japão”, afirma o economista e ex-diretor do Banco Central do Brasil, Paulo Yokota, que tem nacionalidade japonesa e trabalhou por muitos anos no país asiático. Segundo Yokota, há uma memória coletiva presente na cultura japonesa que – ao que parece – não se deixa abalar por desastres. Afinal, trata-se de uma sociedade milenar que se desenvolveu em solo pobre e escasso, e que mesmo assim se transformou em potência mundial. Desta forma, Yokota aposta, otimista, e com a parcialidade que lhe cabe. “Quem pensa que eles ficarão chorando o desastre está enganado. Eles irão arregaçar as mangas e construir tudo de novo”.
Poupança interna, empréstimos no exterior e emissão de novos títulos deverão financiar a reconstrução da 3ª maior economia do mundo
Ana Clara Costa - veja.com.br
Poucos países do globo enfrentaram tantos desastres quanto o Japão. Mais de vinte terremotos, uma grande guerra e duas bombas atômicas em menos de cem anos não conseguiram tirar o país do mapa das potências mundiais. E, ao que tudo indica, o terremoto e o tsunami que atingiram o arquipélago nesta sexta-feira também não conseguirão. Com um Produto Interno Bruto (PIB) de cinco trilhões de dólares – uma geração de riqueza surpreendente para um país com singelos 377 mil quilômetros quadrados de extensão, um pouco maior que o estado de São Paulo –, uma poupança interna de 5% do PIB e reservas internacionais que atingem 1 trilhão de dólares, é difícil imaginar que a nação japonesa não consiga, no médio prazo, se reerguer. Economistas especializados em Ásia e investidores já traçaram cenários para a recuperação e as perspectivas não são pessimistas.
Segundo o banco suíço UBS, o impacto financeiro dessa tragédia pode chegar a 30 bilhões de dólares. Desse total, uma parte significativa das perdas está na infraestrutura das áreas atingidas, como estradas, pontes, portos e aeroportos – que deverão ser completamente reconstruídos pelo estado japonês. Outra parcela, que se refere às perdas do setor privado, deverá ser financiada pelos prêmios pagos pelas seguradoras. As ações das principais empresas desse setor, como Swiss RE e Munich RE, chegaram a cair até 5% na tarde de sexta feira, devido aos valores que elas terão de desembolsar para a reconstrução.
A grande questão que coloca o Japão em atenção é como o governo japonês financiará a parte que lhe cabe desta tragédia, quando ele tem justamente a maior dívida pública entre todos os países do globo – o equivalente a cerca de 200% do PIB. E a resposta, segundo analistas ouvidos pelo site de VEJA, é que as alternativas são inúmeras. E todas, necessariamente, convergem para um denominador comum: a população japonesa.
Aumento da dívida pública – Ao contrário do que acontece nos Estados Unidos, cuja poupança privada – ou seja, o dinheiro investido por pessoas e empresas – está extremamente vinculada ao mercado especulativo e ao ativos de renda variável (como ações), o Japão é notório por seu conservadorismo. Grande parte dos investimentos dos japoneses são em títulos da própria dívida do governo, chamados de Japan Government Bonds (JGB). Para se ter uma ideia, enquanto os maiores investidores dos títulos do governo americano são os chineses, no caso do Japão, cerca de 95% dos títulos estão nas mãos de investidores do próprio país. Isso faz com que a população seja a grande financiadora da dívida japonesa.
Ou seja, caso o país emita novos títulos para captar recursos para a reconstrução, tais papeis deverão ser absorvidos pelos próprios japoneses. “Isso significa que a exposição do governo a credores internacionais é muito limitada, o que faz com que o mercado para títulos da dívida não seja susceptível ao apetite por risco dos investidores internacionais”, explica um relatório da Economist Intelligence Unit. Desta forma, além de ‘nacionalizados’, os títulos também são estáveis e avessos à especulação – mesmo porque, sua rentabilidade (de 1,5% ao ano) é baixa se comparada aos títulos do governo americano (que rendem cerca de 3,5%), e irrisória ante aos do Brasil, cujos retornos podem chegar a 12% ao ano.
Pela lógica, um aumento da dívida não seria bem visto pelo mercado, levando em consideração que isso pioraria ainda mais a situação fiscal do Japão. No entanto, nem mesmo diante dessa perspectiva, as agências de classificação de risco reduziram o rating do país. Um sinal de que o mercado não só acredita na capacidade da economia japonesa de se reerguer, como também de honrar os compromissos de sua dívida. “Um país com um governo tão rico deverá conseguir cobrir um desastre natural como esse”, afirmou ao site de VEJA o analista Thomas Byrne, da agência de rating Moody’s. Segundo Byrne, mesmo ainda não havendo uma avaliação concreta dos estragos, a entidade acredita que os gastos para a reconstrução serão temporários e não deverão afetar o perfil de risco do país no médio prazo.
Captações no exterior – Ao manter a mesma classificação de risco de crédito (de Aa2), o Japão não deverá ter dificuldades em obter empréstimos no mercado internacional para financiar a infraestrutura afetada. No entanto, tal ato contraria completamente a política anti-endividamento externo adotada pelo governo japonês ao longo das décadas. O mais provável, segundo analistas, é que o país venda alguns dos milhares de títulos do tesouro americano que possui para se capitalizar. Vale lembrar que, depois da China, o Japão é o maior financiador da dívida americana.
Investimento e crescimento – Com base nos efeitos do terremoto que ocorreu em 1995 na cidade japonesa de Kobe, os economistas do banco Nomura esperam que a economia japonesa cresça de maneira mais acelerada após os eventos da madrugada de sexta-feira. Segundo o analista do banco, Peter Westaway, no trimestre correspondente ao desastre dos anos 1990, o PIB japonês avançou 0,8%, recuperando-se de uma retração de 0,7% ocorrida no trimestre anterior. A expansão dos gastos públicos, na avaliação de Westaway, foi o principal motor para a aceleração da economia nos trimestres que se sucederam – fazendo com que o crescimento do PIB japonês fosse de 0,9% ao final daquele ano.
A importância da sociedade – Não há garantias que os acontecimentos do passado se repitam agora, mas, diante da capacidade da população japonesa de ressurgir após tragédias, restam poucas dúvidas que a recuperação não ocorra. Primeiro, porque a região afetada pelo desastre, sobretudo a província de Sendai, não é o principal motor produtivo do Japão e não deverá representar um impacto significativo no PIB japonês, de acordo com analistas.
Em segundo lugar, a capacidade de mobilização presente na cultura japonesa (e Oriental como um todo) tem papel essencial na retomada. De acordo com o filósofo Takeshi Umehara, um dos mais eminentes pensadores contemporâneos do país, há um forte sentimento de responsabilidade do indivíduo em relação à sociedade – e não o contrário. “O individualismo é um valor absoluto no Ocidente, que faz com que se esqueça a responsabilidade que temos em relação aos outros, à sociedade e ao sistema”, escreveu o filósofo em um artigo publicado pela revista Japan Focus, especializada em sociologia e cultura.
Tal componente cultural está diretamente ligado ao fato de os japoneses investirem seus recursos em títulos de pouca remuneração, mas cientes de que isso ajudará a economia nacional. “Eles vão aplicar muitos recursos no país, mesmo sabendo que vão receber pouco retorno por isso. Faz parte do que eles são. Eles pensam no futuro do Japão. De todo o Japão”, afirma o economista e ex-diretor do Banco Central do Brasil, Paulo Yokota, que tem nacionalidade japonesa e trabalhou por muitos anos no país asiático. Segundo Yokota, há uma memória coletiva presente na cultura japonesa que – ao que parece – não se deixa abalar por desastres. Afinal, trata-se de uma sociedade milenar que se desenvolveu em solo pobre e escasso, e que mesmo assim se transformou em potência mundial. Desta forma, Yokota aposta, otimista, e com a parcialidade que lhe cabe. “Quem pensa que eles ficarão chorando o desastre está enganado. Eles irão arregaçar as mangas e construir tudo de novo”.
-
Gaucho
Re: Super Tenere 1200 a venda no Brasil 59.800
mas c certeza todos concordam q começar do 1 é + fácil q começar do zeroTio Frei escreveu: “Quem pensa que eles ficarão chorando o desastre está enganado. Eles irão arregaçar as mangas e construir tudo de novo”.
Eu tenho uma moto de 40 a 50K reais......é muito + fácil dar 1 PULINHO p outra de 60K
mas se Eu não tivesse nada, teria de ser 1 "PULÃO"
Re: Super Tenere 1200 a venda no Brasil 59.800
Banânia: povinho e políticos de merda.Tio Frei escreveu: Tal componente cultural está diretamente ligado ao fato de os japoneses investirem seus recursos em títulos de pouca remuneração, mas cientes de que isso ajudará a economia nacional. “Eles vão aplicar muitos recursos no país, mesmo sabendo que vão receber pouco retorno por isso. Faz parte do que eles são. Eles pensam no futuro do Japão. De todo o Japão”... “Quem pensa que eles ficarão chorando o desastre está enganado. Eles irão arregaçar as mangas e construir tudo de novo”.
"O socialismo dura até acabar o dinheiro dos outros"
M. Thatcher
M. Thatcher
Re: Super Tenere 1200 a venda no Brasil 59.800
Gaúcho, do ponto de vista econômico, seria assim:Gaucho escreveu:mas c certeza todos concordam q começar do 1 é + fácil q começar do zeroTio Frei escreveu: “Quem pensa que eles ficarão chorando o desastre está enganado. Eles irão arregaçar as mangas e construir tudo de novo”.
Eu tenho uma moto de 40 a 50K reais......é muito + fácil dar 1 PULINHO p outra de 60K
mas se Eu não tivesse nada, teria de ser 1 "PULÃO"
Se vc tem uma motona, acabou o mercado. O capital tá parado.
Se vc perdeu sua moto, vai ter que comprar outra e vai movimentar o mercado, comprar peças... entendeu?
Aquele monte de carros nas enchentes: todo mundo vai ter que comrpar carro novo...
"O socialismo dura até acabar o dinheiro dos outros"
M. Thatcher
M. Thatcher
-
Gaucho
Re: Super Tenere 1200 a venda no Brasil 59.800
Comprar como ? financiamento ou tirar a grana debaixo do colchão ?Tio escreveu:Aquele monte de carros nas enchentes: todo mundo vai ter que comrpar carro novo...
quem só tinha 1 carro ou uma casa (e prdeu tudo) vai andar a pé ou se mudar p 1 abrigo da prefeitura ou morar de fvr em casa de parentes.
isso é igual no mundo todo
nos USA, depois do "Katrina", até hj as coisas estão esquisitas naquela região abalada
..............."Em 2005, Nova Oleans, a maior cidade da Louisiana, foi parcialmente destruída por uma gigantesca inundação, que deixou 1.600 mortos e milhares de desabrigados. A destruição, causada pelo furacão Katrina, se estendeu pela costa do Golfo do México. Cinco anos depois, a cidade mostra sinais de recuperação, mas sua população encolheu, de 450.000 para 380.000 habitantes"
http://especiais.ig.com.br/zoom/o-furac ... os-depois/
..............“Estou cansado de aniversários’, disse à Associated Press Barbara Washington, de 77 anos, que se mudou para os subúrbios da cidade desde a passagem do furacão. “Sinto falta da minha casa todos os dias. Sinto-me perdida. Mas também sei que estamos melhorando. Somos sobreviventes”, disse.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticia ... s_rw.shtml
Editado pela última vez por Gaucho em 12 Mar 2011, 13:00, em um total de 1 vez.
Re: Super Tenere 1200 a venda no Brasil 59.800
E para quem perdeu, além do carro; a casa, o emprego (as empresas que também foram destruídas), TUDO! Faz como?Tio escreveu:Gaúcho, do ponto de vista econômico, seria assim:Gaucho escreveu:mas c certeza todos concordam q começar do 1 é + fácil q começar do zeroTio Frei escreveu: “Quem pensa que eles ficarão chorando o desastre está enganado. Eles irão arregaçar as mangas e construir tudo de novo”.
Eu tenho uma moto de 40 a 50K reais......é muito + fácil dar 1 PULINHO p outra de 60K
mas se Eu não tivesse nada, teria de ser 1 "PULÃO"
Se vc tem uma motona, acabou o mercado. O capital tá parado.
Se vc perdeu sua moto, vai ter que comprar outra e vai movimentar o mercado, comprar peças... entendeu?
Aquele monte de carros nas enchentes: todo mundo vai ter que comrpar carro novo...
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Gaucho
Re: Super Tenere 1200 a venda no Brasil 59.800
enfia os 2 dedo no cú e rasgaJanu escreveu:E para quem perdeu, além do carro; a casa, o emprego (as empresas que também foram destruídas), TUDO! Faz como?Tio escreveu:Gaúcho, do ponto de vista econômico, seria assim:Gaucho escreveu:mas c certeza todos concordam q começar do 1 é + fácil q começar do zeroTio Frei escreveu: “Quem pensa que eles ficarão chorando o desastre está enganado. Eles irão arregaçar as mangas e construir tudo de novo”.
Eu tenho uma moto de 40 a 50K reais......é muito + fácil dar 1 PULINHO p outra de 60K
mas se Eu não tivesse nada, teria de ser 1 "PULÃO"
Se vc tem uma motona, acabou o mercado. O capital tá parado.
Se vc perdeu sua moto, vai ter que comprar outra e vai movimentar o mercado, comprar peças... entendeu?
Aquele monte de carros nas enchentes: todo mundo vai ter que comrpar carro novo...
ou reza p q as previsões do Tio Russo aconteçam rápido
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Gaucho
Re: Super Tenere 1200 a venda no Brasil 59.800
comprar como Tio ?Tio escreveu: Se vc perdeu sua moto, vai ter que comprar outra e vai movimentar o mercado, comprar peças... entendeu?
conheço gente q teve moto roubada e até hj tá a pé
tá movimentando a economia pagando passagem de ônibus






