Trails "de verdade" pra usar na rua (Husq 510/610 e GasGas)
Re: Trails "de verdade" pra usar na rua (Husq 510/610 e GasGas)
Barah escreveu:Pretti, sou bastante cauteloso em comentários, mesmo sendo na net, onde todos escrevem com total liberdade.
Ok, Barah! Muito sensata sua cautela.Barah escreveu:Principalmente se a crítica for sobre motocicletas, autos... pois com o passar do tempo e pesquisas se aprende o real motivos das coisas serem assim.
Depende da interpretação... algumas "faltas" em máquinas podem ser características: pode ser tratado como "BUG" se assim achar melhor.
É justamente esse o problema em um mundo atolado de informações virtuais chagando de fontes desconhecidas e condições de teste discutíveis.
Neste caso da Strom vc faz uma suposição válida também: pode ser uma mera "falta" no sistema de alimentação dela, característico do modelo. Eu disse "bug" porque há experiências de mecânicos graduados que relatam dificuldades específicas com a injeção da DL1000 sob várias circunstâncias de teste em oficina.
Essa característica da "falta" era comum nas antigas motos 2T de enduro carburadas que vinham de fábrica com giclês ridículos!
Re: Trails "de verdade" pra usar na rua (Husq 510/610 e GasGas)
Então, são dois assuntos bem interessantes: o V-MANG da DL1000 e o ajuste de C1 da XT66. O ajuste de C1 tem muitos milagres por ai... mas não passa de mito.
O V-MANG ainda leva crédito pois há real possibilidade de burlar o sensoriamento do motor. Há relatos de pilotos sem perceber a melhora em baixa rotações.
Para quem está interessado numa moto como a HUSQ 610ie, debates como esse levam e uma evolução no entendimento do funcionamento do equipo - principalmente no quesito medo de consertar motores automatizados.
Se o motor não for problemático com queimas de componentes prematuramente, uma injeção eletrônica tem baixo custo de manutenção - precisa aprender como manter.
Abração
O V-MANG ainda leva crédito pois há real possibilidade de burlar o sensoriamento do motor. Há relatos de pilotos sem perceber a melhora em baixa rotações.
Para quem está interessado numa moto como a HUSQ 610ie, debates como esse levam e uma evolução no entendimento do funcionamento do equipo - principalmente no quesito medo de consertar motores automatizados.
Se o motor não for problemático com queimas de componentes prematuramente, uma injeção eletrônica tem baixo custo de manutenção - precisa aprender como manter.
Abração
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Jota
Re: Trails "de verdade" pra usar na rua (Husq 510/610 e GasGas)
Pq atiraria uma pedra?Barah escreveu:Bom Jota não ter atirado uma pedra... pois moto mesmo e a XT600 neh![]()
Se lançarem a Ténéré 66 já deixaria muitos clientes supridos com o que falta na XTR...
Achei muito sensato o que vc escreveu.
Sobre a tenere, mais uma vez concordo 100% com vc. Grande evolução em relação à xt66. Painel de verdade, tanque de verdade, proteção de cárter e tanque, coletor de admissão pela lateral, freio duplo na frente, proteção aerodinâmica, dois faróis... Resolve praticamente todos os problemas da xt66. Se a injeção for reprogramada e ela andar lisa em baixa rotação, vira uma moto pra lá de interessante.
Re: Trails "de verdade" pra usar na rua (Husq 510/610 e GasGas)
Aqui tem um roteiro para instalação do V-mag na Strom. Se eu tivesse a moto ainda faria uma tentativa.Barah escreveu:Então, são dois assuntos bem interessantes: o V-MANG da DL1000 e o ajuste de C1 da XT66. O ajuste de C1 tem muitos milagres por ai... mas não passa de mito.
O V-MANG ainda leva crédito pois há real possibilidade de burlar o sensoriamento do motor. Há relatos de pilotos sem perceber a melhora em baixa rotações.

