Mirage 650 2010...Que q mudou?
Mirage 650 2010...Que q mudou?
A fabricante claramente buscou inspiração nos modelos Harley Davidson. O design da Mirage 650i lembra muito o da V-Rod, com os tubos do quadro passando sob o tanque. Além disso, ela utiliza a transmissão por correia dentada de fibra de carbono, o que garante silêncio ao rodar.
Suas linhas são modernas e seu objetivo não é ser uma custom clássica, a exemplo de seu pneu traseiro, que é extralargo. O modelo explora as peças cromadas e as duas caixas de entrada de ar conferem uma bela aparência.
Sendo uma custom, a motocicleta não pertence ao transito das grandes cidades, principalmente de São Paulo, cujos asfaltos parecem o solo da Lua de tantas crateras que possui. Apesar de sua suspensão dianteira telescópica invertida com ajuste de amortecimento, e sua suspensão traseira com balança bi-choque ajustável, o modelo sofre bastante com os buracos do asfalto, principalmente por conta da sua proximidade ao solo, que é de apenas 160 mm.
Embora seu guidão seja grande, largo e afastado da coluna de direção, ele proporciona ao piloto uma posição confortável e de fácil movimentação. Todavia, em alguns momentos a distância entre uma ponta e outra do guidão pode ser tornar um problema, pois a motocicleta perde sua mobilidade, principal ponto positivo das motos nas metrópoles. A moto pode se tornar um pouco beberrona neste tipo de ambiente hostil, e seu tanque de 16 litros rodou em média cerca de 180 km.
Um dos principais pontos positivos dessa motocicleta é seu motor DOHC de 2 cilindros em “V” a 90 graus, com injeção eletrônica de combustível. Ele atinge a potência de 80,74 cv a 9.250 rpm com um torque de 6,90 kgf.m a 7.250 rpm,, quase o dobro de potência dos modelos custom da mesma faixa de cilindrada. Porém, seu peso exagerado de 214 kg compromete boa parte do desempenho, bem como a falta de proteção aerodinâmica.
O motor cresce de giro com vigor e acima de 8.000 rpm, ele dispara. Apresenta poucas vibrações, que são levemente sentidas nos pés e nas mãos. Seu largo pneu traseiro e sua distância entre eixos a torna muito estável nas curvas, porém, por ser muito baixa, é fácil de raspar suas pedaleiras no asfalto. Ela possui rodas de liga leve com freios dianteiro e traseiro a disco, com acionamento hidráulico.
O piloto fica bem apoiado no banco e de posição ereta. Os pés ficam avançados e apoiados em pedaleiras convencionais. A posição é bem confortável, transformando-a numa moto que pode ser pilotada por horas a fio.
Já o garupa é prejudicado. A altura da pedaleira é muito próxima ao banco, deixando o joelho do passageiro mais alto que a posição de sua cintura, tornando um percurso longo, num passeio desconfortável.
Com este modelo, a Kasinski consertou um erro do passado e com seu painel digitalizado que vem com regulagem de luminosidade, diminui o efeito do sol na tela de cristal liquido.
Outro destaque desse modelo é a potencia de seu farol. A distância alcançada pela fonte de luz é extremamente importante numa motocicleta que nasceu para rodar nas rodovias, a lâmpada funciona muito bem iluminando bastante o caminho à frente.
Na estrada, a Kasinski Mirage 650 teve um consumo menor de combustível, como já esperado. Seu tanque de 16 litros percorreu em média 220 km.
A conclusão final: é um modelo que impressiona tanto no estilo quanto na potência e é ótimo na estrada. Pode ser uma boa opção para aqueles que preferem os modelos custom, principalmente por seu preço sugerido de R$ 26,500.00. Disponível em duas cores, preta e vinho.
Ctrl C + Ctrl V do MotosBR





E aí, será que por 26 mil pitombas vale a pena levar a Jakinski pra casa? Pra mim, feia ela não tá, e esses 72cv são de animar!
Flws!
Suas linhas são modernas e seu objetivo não é ser uma custom clássica, a exemplo de seu pneu traseiro, que é extralargo. O modelo explora as peças cromadas e as duas caixas de entrada de ar conferem uma bela aparência.
Sendo uma custom, a motocicleta não pertence ao transito das grandes cidades, principalmente de São Paulo, cujos asfaltos parecem o solo da Lua de tantas crateras que possui. Apesar de sua suspensão dianteira telescópica invertida com ajuste de amortecimento, e sua suspensão traseira com balança bi-choque ajustável, o modelo sofre bastante com os buracos do asfalto, principalmente por conta da sua proximidade ao solo, que é de apenas 160 mm.
Embora seu guidão seja grande, largo e afastado da coluna de direção, ele proporciona ao piloto uma posição confortável e de fácil movimentação. Todavia, em alguns momentos a distância entre uma ponta e outra do guidão pode ser tornar um problema, pois a motocicleta perde sua mobilidade, principal ponto positivo das motos nas metrópoles. A moto pode se tornar um pouco beberrona neste tipo de ambiente hostil, e seu tanque de 16 litros rodou em média cerca de 180 km.
Um dos principais pontos positivos dessa motocicleta é seu motor DOHC de 2 cilindros em “V” a 90 graus, com injeção eletrônica de combustível. Ele atinge a potência de 80,74 cv a 9.250 rpm com um torque de 6,90 kgf.m a 7.250 rpm,, quase o dobro de potência dos modelos custom da mesma faixa de cilindrada. Porém, seu peso exagerado de 214 kg compromete boa parte do desempenho, bem como a falta de proteção aerodinâmica.
O motor cresce de giro com vigor e acima de 8.000 rpm, ele dispara. Apresenta poucas vibrações, que são levemente sentidas nos pés e nas mãos. Seu largo pneu traseiro e sua distância entre eixos a torna muito estável nas curvas, porém, por ser muito baixa, é fácil de raspar suas pedaleiras no asfalto. Ela possui rodas de liga leve com freios dianteiro e traseiro a disco, com acionamento hidráulico.
O piloto fica bem apoiado no banco e de posição ereta. Os pés ficam avançados e apoiados em pedaleiras convencionais. A posição é bem confortável, transformando-a numa moto que pode ser pilotada por horas a fio.
Já o garupa é prejudicado. A altura da pedaleira é muito próxima ao banco, deixando o joelho do passageiro mais alto que a posição de sua cintura, tornando um percurso longo, num passeio desconfortável.
Com este modelo, a Kasinski consertou um erro do passado e com seu painel digitalizado que vem com regulagem de luminosidade, diminui o efeito do sol na tela de cristal liquido.
Outro destaque desse modelo é a potencia de seu farol. A distância alcançada pela fonte de luz é extremamente importante numa motocicleta que nasceu para rodar nas rodovias, a lâmpada funciona muito bem iluminando bastante o caminho à frente.
Na estrada, a Kasinski Mirage 650 teve um consumo menor de combustível, como já esperado. Seu tanque de 16 litros percorreu em média 220 km.
A conclusão final: é um modelo que impressiona tanto no estilo quanto na potência e é ótimo na estrada. Pode ser uma boa opção para aqueles que preferem os modelos custom, principalmente por seu preço sugerido de R$ 26,500.00. Disponível em duas cores, preta e vinho.
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E aí, será que por 26 mil pitombas vale a pena levar a Jakinski pra casa? Pra mim, feia ela não tá, e esses 72cv são de animar!
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Atualmente no MSM
Re: Mirage 650 2010...Que q mudou?
Vou ver se já chegou aki na CC! Acho bonita. Mas quero olhar BEM de perto pra ver soldas e acabamento de peças em geral...
As xingling tem evoluído muito. Será q tão mesmo?
As xingling tem evoluído muito. Será q tão mesmo?
Suzuki Freewind 2003.
"Zoiúda"
Rodando rumo aos 200 mil km com ela!!!
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Re: Mirage 650 2010...Que q mudou?
rsrsrsrsrs
Re: Mirage 650 2010...Que q mudou?
Pra fazer esta pergunta, parece-me que tu não estás a par desta pequena pérola de sabedoria: por este valor tem Bandit 650S 0Km.tharnusk escreveu:E aí, será que por 26 mil pitombas vale a pena levar a Jakinski pra casa?
http://www.suzukimotos.com.br/mailmkt/m ... -2010.html
Re: Mirage 650 2010...Que q mudou?
A rabeta tá meio exagerada... acho que prefiro a antiga, que se não me engano tem mais potência!
Kuati escreveu:Bicho homem, um ser social, vaidade, tudo é...
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Re: Mirage 650 2010...Que q mudou?
o grande problema é 26.500,00 em uma jaka koreana se fosse uns 18k ai dava até pra pensar na lokura
"Os covardes morrem muitas vezes antes de sua verdadeira morte; os valentes provam a morte só uma vez."
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Re: Mirage 650 2010...Que q mudou?
O preço não acho nem bom nem ruim, é o esperado que uma moto coreana custe menos que uma similar japa.
E por ser coreana, também deve ser melhor que as chinesas.
Não vou ficar discutindo estatĩsticas, mas minha opinião é que ainda não tenham chegado ao nível de confiabilidade das japas, que por sua vez também já foi melhor.
Eu me preocuparia com preço e disponibilidade de peças, principalmente no meu caso que uso a moto todo dia. Provavelmente dá para importar peça direto da Coréia por 1/5 do preço que a concessionária vai cobrar aqui.
O motor deve ser o mesmo das comet, por isto a potência em alto giro, algo bem fora do padrão custom. Questão de gosto.
Revenda eu não ligo, mas quem se liga nisso deve descobrir que deve ser mais difícil de vender que as outras customs.
O estilo é o que anda na moda das custom.
Pela grana e pelo meu gosto, eu iria de Bandit ou XJ6 ou (mais pelo meu gosto de bicilindro) ER6.
Mas para quem curte o estilo, quer moto zero km, tem limite no orçamento, e não tem problema se a moto ficar esperando peça por algumas semanas, abraça.
E por ser coreana, também deve ser melhor que as chinesas.
Não vou ficar discutindo estatĩsticas, mas minha opinião é que ainda não tenham chegado ao nível de confiabilidade das japas, que por sua vez também já foi melhor.
Eu me preocuparia com preço e disponibilidade de peças, principalmente no meu caso que uso a moto todo dia. Provavelmente dá para importar peça direto da Coréia por 1/5 do preço que a concessionária vai cobrar aqui.
O motor deve ser o mesmo das comet, por isto a potência em alto giro, algo bem fora do padrão custom. Questão de gosto.
Revenda eu não ligo, mas quem se liga nisso deve descobrir que deve ser mais difícil de vender que as outras customs.
O estilo é o que anda na moda das custom.
Pela grana e pelo meu gosto, eu iria de Bandit ou XJ6 ou (mais pelo meu gosto de bicilindro) ER6.
Mas para quem curte o estilo, quer moto zero km, tem limite no orçamento, e não tem problema se a moto ficar esperando peça por algumas semanas, abraça.
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Re: Mirage 650 2010...Que q mudou?
Acho que mudança mesmo foi só a injeção. Moto linda...é a minha próxima.
- giggio
- Roda Presa
- Mensagens: 858
- Registrado em: 01 Fev 2008, 23:21
- Localização: Bahia, sem ifra-estrutura-Que vergonha!
Re: Mirage 650 2010...Que q mudou?
estilosa. Acredito que ao vivo a impressão seja melhor. 26k também acho muito pra uma marca fraca e modelo raro. (mico certo)
Nunca estimule o mercado de peças usadas, ou no futuro a sua moto poderá ser a próxima "encomenda".
-
1998 - 2004 GS500E - Sold - 2007 - 2011 Bandit 650N Sold - Tô no MSM.
- Rodrigo Paula
- Motoqueiro
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- Registrado em: 31 Dez 2008, 08:20
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Re: Mirage 650 2010...Que q mudou?

100 - 250 - 750 - 400 - 500 - 250 - 400 - 250 - 600 - 660 - 250 - 110 - 450 - 150 - 500 - 250 - 500 - 160 - 650 - 160 - 250
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Alequirino
- Dinossauro
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Re: Mirage 650 2010...Que q mudou?
e anda vui!!!









