A Ninjinha vai para a revisão dos 1000km. Impressões!!!
Re: A Ninjinha vai para a revisão dos 1000km. Impressões!!!
Uai, Kuati
Aqui em BH a questão não é o seguro pelo roubo da moto (que eu acho que ainda tem pequena incidência, se é que tem) mas, imagine um tombo básico com ela. Não adiante mandar seu mecânico arrumar pois vai economizar "apenas" em mão de obra; o pepino são as peças que vc terá que substituir e comprar na rede Kawasaki. Dá o que pensar no caso da 250r....
Tive um tombasso com minha Ninja ZX 9 em 2004 que arregaçou aranha, carenagem, painel, pedaleiras, etc. Arrumei-a no meu mecânico fora de concessionária e corri atrás das peças novas e ou semi-novas em São Paulo. Por sorte a Ava estava fazendo um inventário de estoque na época e consegui o maldito painel (caro pra cacete!) com descontão. A carenagem foi refeita num cara especializado, aqui mesmo; como era cor sólida, vermelho Ferrari, ficou dez! Ufaaa! Tirei-a da pintura no dia anterior a MotoGP no Rio. Subi na moto às 10h e fui embora pela estrada afora encontrar um grupo que já seguia viagem.
Aqui em BH a questão não é o seguro pelo roubo da moto (que eu acho que ainda tem pequena incidência, se é que tem) mas, imagine um tombo básico com ela. Não adiante mandar seu mecânico arrumar pois vai economizar "apenas" em mão de obra; o pepino são as peças que vc terá que substituir e comprar na rede Kawasaki. Dá o que pensar no caso da 250r....
Tive um tombasso com minha Ninja ZX 9 em 2004 que arregaçou aranha, carenagem, painel, pedaleiras, etc. Arrumei-a no meu mecânico fora de concessionária e corri atrás das peças novas e ou semi-novas em São Paulo. Por sorte a Ava estava fazendo um inventário de estoque na época e consegui o maldito painel (caro pra cacete!) com descontão. A carenagem foi refeita num cara especializado, aqui mesmo; como era cor sólida, vermelho Ferrari, ficou dez! Ufaaa! Tirei-a da pintura no dia anterior a MotoGP no Rio. Subi na moto às 10h e fui embora pela estrada afora encontrar um grupo que já seguia viagem.
Re: A Ninjinha vai para a revisão dos 1000km. Impressões!!!
Que decepção com essa moto no test drive hoje pela manhã.
Não adianta, quem vem de 4 cilindros querer encontrar algo memorável numa moto dessas é bobagem. Por mais que a imprensa queira dourar a pílula, dizendo que a moto remete às 2T após os 8.000 giros (!), a moto é apenas bacana para quem está galgando os degraus vindo de uma 125cc. O tal empurrão após os 8.000 rpm seguindo intenso até a faixa vermelha é brincadeira.
Definitivamente, qualquer 4 cilindros ou mesmo uma 2T é outra experiência.
Para não ser injusto percebi que a moto é honesta, bem acabada, com boas suspensões e um freio dianteiro muito bom.. Merecia maior força em baixa e uma posição um pouco mais sport (tenho 1,84 mts) deitando mais o guidon ou recuando a pedaleira. Até por isso ( a posição é "conservadoramente" esportiva) percebe-se que a moto é uma tentativa de fazer um produto que incite esportividade. Mas fica mais no sonho do que na realidade.
Papo furado dizer que essa moto serviria de porta entrada para o mundo das esportivas!
Uma CB500 cumpre melhor esse papel com a potência que dispõe, ciclística e peso maior, mais parecido com o de uma moto maior.
Pra não perder a manhã tomei de empréstimo a Kawa ER6 preta com 1.000 km de um colega para fazer o test drive, muito bonita por sinal também na cor branca
. Até então havia andado num modelo igual a esse, porém ano 2008 se não me falha a memória.
A moto é boazinha, honesta, sugerindo boa utilização no trânsito urbano diariamente. Tem torque suficiente em baixa para empurrar em trânsito lento, mesmo em marchas altas, embora não muito grande como o que se experimenta nos monos (XT660, DR650) nas bigtrail (BMWGS1200), nas fodásticas torcudas (RF900R
) . O freio é excelente, o banco baixo em relação ao solo (bom para o trânsito), o guidon meio estranho nas pontas apontando para o alto (não gostei) e, ao meu gosto, poderia ser mais baixo. O câmbio poderia ser mais leve e suave, mas os engates são bons. O motor somente ganha vida da metada da escala de giros pra cima quando então acorda e mostra alguma potência; nada extradionário, bastante previsível, domesticável. Pelo menos muuuuito melhor que uma 250r...
Pelo preço (25.900,00) tem um bom custo-benefício. Para pegar estrada seria preciso improvisar um pequenina bolha Givi ou Puig dando continuidade a interessante cobertura do painel. Aliás o contagiros é digital, de leitura difícil e o velocímetro é analógico. O contrário seria melhor.
Para não ser injusto percebi que a moto é honesta, bem acabada, com boas suspensões e um freio dianteiro muito bom.. Merecia maior força em baixa e uma posição um pouco mais sport (tenho 1,84 mts) deitando mais o guidon ou recuando a pedaleira. Até por isso ( a posição é "conservadoramente" esportiva) percebe-se que a moto é uma tentativa de fazer um produto que incite esportividade. Mas fica mais no sonho do que na realidade.
Papo furado dizer que essa moto serviria de porta entrada para o mundo das esportivas!
Pra não perder a manhã tomei de empréstimo a Kawa ER6 preta com 1.000 km de um colega para fazer o test drive, muito bonita por sinal também na cor branca
A moto é boazinha, honesta, sugerindo boa utilização no trânsito urbano diariamente. Tem torque suficiente em baixa para empurrar em trânsito lento, mesmo em marchas altas, embora não muito grande como o que se experimenta nos monos (XT660, DR650) nas bigtrail (BMWGS1200), nas fodásticas torcudas (RF900R
Pelo preço (25.900,00) tem um bom custo-benefício. Para pegar estrada seria preciso improvisar um pequenina bolha Givi ou Puig dando continuidade a interessante cobertura do painel. Aliás o contagiros é digital, de leitura difícil e o velocímetro é analógico. O contrário seria melhor.
Editado pela última vez por Pretti em 22 Mai 2010, 23:21, em um total de 1 vez.
- Fabio Ninja
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Re: A Ninjinha vai para a revisão dos 1000km. Impressões!!!
Não falou nada do que todo mundo ja sabia, mas escreveu ao seu gosto, e um entrada de esportivas no sentindo que um cabaço ao pegar uma outra 250 pegaria essa para se acostumar com esportivas maiores, pelo estilo freios, e outros, todo mundo aqui ja falou tb que pra pessoas altas fica feio mesmo , meu irmao que tem sua altura ate gostou de ficar em cima dela, mas visualmente fica feio mesmo, assim como todo mundo ja falou que ela acorda so depois dos 8000 rpm e pode chegar aos seus 160, sem novidadespretti escreveu:Que decepção com essa moto no test drive hoje pela manhã.Não adianta, quem vem de 4 cilindros querer encontrar algo memorável numa moto dessas é bobagem. Por mais que a imprensa queira dourar a pílula, dizendo que a moto remete às 2T após os 8.000 giros (!), a moto é apenas bacana para quem está galgando os degraus vindo de uma 125cc. O tal empurrão após os 8.000 rpm seguindo intenso até a faixa vermelha é brincadeira.
Definitivamente, qualquer 4 cilindros ou mesmo uma 2T é outra experiência.
Para não ser injusto percebi que a moto é honesta, bem acabada, com boas suspensões e um freio dianteiro muito bom.. Merecia maior força em baixa e uma posição um pouco mais sport (tenho 1,84 mts) deitando mais o guidon ou recuando a pedaleira. Até por isso ( a posição é "conservadoramente" esportiva) percebe-se que a moto é uma tentativa de fazer um produto que incite esportividade. Mas fica mais no sonho do que na realidade.
Papo furado dizer que essa moto serviria de porta entrada para o mundo das esportivas!Uma CB500 cumpre melhor esse papel com a potência que dispõe, ciclística e peso maior, mais parecido com o de uma moto maior.
Pra não perder a manhã tomei de empréstimo a Kawa ER6 preta com 1.000 km de um colega para fazer o test drive, muito bonita por sinal também na cor branca. Até então havia andado num modelo igual a esse, porém ano 2008 se não me falha a memória.
A moto é boazinha, honesta, sugerindo boa utilização no trânsito urbano diariamente. Tem torque suficiente em baixa para empurrar em trânsito lento, mesmo em marchas altas, embora não muito grande como o que se experimenta nos monos (XT660, DR650) nas bigtrail (BMWGS1200), nas fodásticas torcudas (RF900R) . O freio é excelente, o banco baixo em relação ao solo (bom para o trânsito), o guidon meio estranho nas pontas apontando para o alto (não gostei) e, ao meu gosto, poderia ser mais baixo. O câmbio poderia ser mais leve e suave, mas os engates são bons. O motor somente ganha vida da metada da escala de giros pra cima quando então acorda e mostra alguma potência, nada extradionário e bastante previsível, domesticável. Pelo menos muuuuito melho rque uma 250r...
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Pelo preço (25.900,00) tem um bom custo-benefício. Para pegar estrada seria preciso improvisar um pequenina bolha Givi ou Puig dando continuidade a interessante cobertura do painel. Aliás o contagiros é digital, de leitura difícil e o velocímetro é analógico. O contrário seria melhor.
Poderia estar num hotel em Dubai, num barquinho no Caribe,
mas eu prefiro estar aqui, andando de motos com vocês !
mas eu prefiro estar aqui, andando de motos com vocês !
Re: A Ninjinha vai para a revisão dos 1000km. Impressões!!!
Fábio, vc escreve de um teclado padrão americano? Ajuda aí com a acentuação e pontuação!Fabio Ninja escreveu: Não falou nada do que todo mundo ja sabia, mas escreveu ao seu gosto, e um entrada de esportivas no sentindo que um cabaço ao pegar uma outra 250 pegaria essa para se acostumar com esportivas maiores, pelo estilo freios, e outros, todo mundo aqui ja falou tb que pra pessoas altas fica feio mesmo , meu irmao que tem sua altura ate gostou de ficar em cima dela, mas visualmente fica feio mesmo, assim como todo mundo ja falou que ela acorda so depois dos 8000 rpm e pode chegar aos seus 160, sem novidades
Você não entendeu. Volto a insistir que um cabaço, ao pegar uma 250, fosse uma Fazer 250 ou Ninja 250r, estaria "aprendendo" na mesma medida os dotes necessários a condução esportiva, enquanto as revistas especializadas(?) querem nos fazer crer que apenas ela é o degrau de entrada no mundo das esportivas ( pfffff!!!
Não tô nem aí se um cara da minha altura fica feio na moto. O objetivo não é pagar de gatão, mas saber se a ergonomia dela se aproxima de uma real esportiva ou pelo menos se ela "ajuda" mais nesse sentido, o que fica evidente que não pelo que já expliquei.
Por fim, a moto não acorda nos 8.000, nem nunca, pois a cavalaria é pequena demais pra "levantar" a moto. Ela faz no máximo sair da pasmaceira de seus baixos e médios regimes para uma alta mais interessante e desfrutável. Não é culpa da moto afinal ela tem 250 cilindradas.
Não me leve a mal. Não quero fazer crítica gratuita nem falar mal da moto dos outros da boca pra fora. A questão é que estou alertando para o fato de que se o cara estiver em dúvida entre qual moto pegar ao pular pra categoria 250cc saindo de uma 125cc, consideraria bem mais a idéia de optar por uma CB 300 ou uma Fazer 250, pelo "conjunto da obra", além de preço bem inferior ( em BH estão vendendo a Ninja a 250r por 16 paus!
Editado pela última vez por Pretti em 22 Mai 2010, 23:23, em um total de 2 vezes.
Re: A Ninjinha vai para a revisão dos 1000km. Impressões!!!
pretti escreveu:Fábio, vc escreve de um teclado padrão americano? Ajuda aí com a acentuação e pontuação!Fabio Ninja escreveu: Não falou nada do que todo mundo ja sabia, mas escreveu ao seu gosto, e um entrada de esportivas no sentindo que um cabaço ao pegar uma outra 250 pegaria essa para se acostumar com esportivas maiores, pelo estilo freios, e outros, todo mundo aqui ja falou tb que pra pessoas altas fica feio mesmo , meu irmao que tem sua altura ate gostou de ficar em cima dela, mas visualmente fica feio mesmo, assim como todo mundo ja falou que ela acorda so depois dos 8000 rpm e pode chegar aos seus 160, sem novidades
Você não entendeu. Volto a insistir que um cabaço, ao pegar uma 250, fosse uma Fazer 250 ou Ninja 250r, estaria "aprendendo" na mesma medida os dotes necessários a condução esportiva, enquanto as revistas especializadas(?) querem nos fazer crer que apenas ela é o degrau de entrada no mundo das esportivas ( pfffff!!!![]()
).
Não tô nem aí se um cara da minha altura fica feio na moto. O objetivo não é pagar de gatão, mas saber se a ergonomia dela se aproxima de uma real esportiva ou pelo menos se ela "ajuda" mais nesse sentido, o que fica evidente que não pelo que já expliquei.
Por fim, a moto não acorda nos 8.000, nem nunca, pois a cavalaria é pequena demais pra "levantar" a moto. Ela faz no máximo sair da pasmaceira de seus baixos e médios regimes para uma alta mais interessante e desfrutável. Não é culpa da moto afinal ela tem 250 cilindradas.É tal como disse o Fábio Hornet, não vá esperando dela desempenho de uma CB ou GS ou querer arrancar com uma delas; uma CB500 sim produz alguma mudança bem mais perceptível e emocionante a partir dos 8.000 giros.
Não me leve a mal. Não quero fazer crítica gratuita nem falar mal da moto dos outros da boca pra fora. A questão é que estou alertando para o fato de que se o cara estiver em dúvida entre qual moto pegar ao pular pra categoria 250cc saindo de uma 125cc, consideraria bem mais a idéia de optar por uma CBR 300 ou uma Fazer 250, pelo "conjunto da obra", além de preço bem inferior ( em BH estão vendendo a Ninja a 250r por 16 paus!). Afinal, a CBR sem a pretensão de ser esportiva, anda muito bem comparado à 250r exceto no quesito velocidade final (mas, e daí?! alguém vai ficar tirando na racha na Bandeirantes pra fazer filminho pro You tube?! Essas pessoas devem ter mais a considerar ao adquirir uma moto desse porte).
Discordo totalmente de vc, amigo velho, não tem como comparar a Ninjinha com a 300 Cb ou Fazer 250, em primeiro pelo fato de ser dois cilindros, em segundo por ser refrigerada a água. A demais, no conjunto da obra, como diz vc, as demais são totalmente inferiores, seja no aspecto técnico como estetico. Quanto ao preço superior, evidente que tem que ser, afinal é produto superior. Minha opinião
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Re: A Ninjinha vai para a revisão dos 1000km. Impressões!!!
pretti escreveu:Que decepção com essa moto no test drive hoje pela manhã.Não adianta, quem vem de 4 cilindros querer encontrar algo memorável numa moto dessas é bobagem. Por mais que a imprensa queira dourar a pílula, dizendo que a moto remete às 2T após os 8.000 giros (!), a moto é apenas bacana para quem está galgando os degraus vindo de uma 125cc. O tal empurrão após os 8.000 rpm seguindo intenso até a faixa vermelha é brincadeira.
Definitivamente, qualquer 4 cilindros ou mesmo uma 2T é outra experiência.
Para não ser injusto percebi que a moto é honesta, bem acabada, com boas suspensões e um freio dianteiro muito bom.. Merecia maior força em baixa e uma posição um pouco mais sport (tenho 1,84 mts) deitando mais o guidon ou recuando a pedaleira. Até por isso ( a posição é "conservadoramente" esportiva) percebe-se que a moto é uma tentativa de fazer um produto que incite esportividade. Mas fica mais no sonho do que na realidade.
Papo furado dizer que essa moto serviria de porta entrada para o mundo das esportivas!Uma CB500 cumpre melhor esse papel com a potência que dispõe, ciclística e peso maior, mais parecido com o de uma moto maior.
Eu avisei
GSXR 1000
XTZ 150 Crosser
A moto é um veículo desequilibrado para pessoas equilibradas.
XTZ 150 Crosser
A moto é um veículo desequilibrado para pessoas equilibradas.
Re: A Ninjinha vai para a revisão dos 1000km. Impressões!!!
Pretti, eu entendo a sua avaliação, mas está perdendo o seu tempo. Quem já teve 4cil acima de 600 por muito tempo, não tem mais condições de avaliar uma moto que nem a Ninja 250. Por menos que vc queira o seu parâmetro de "moto que anda" ou "empurrão acima do tantas rpm" é outro... não tem mais como ser isento.
Eu uma vez viajei de XT600 (aquela de 2 faróis) por mais de 7000km. Logo na volta um primo meu pediu para eu dar uma volta na moto que ele tinha acabado de comprar, uma CBX200 (antes ele tinha uma CG) para eu ver como ela "andava pra caramba". Eu pensei na realidade que a moto tava desregulada, pois não era possível uma moto andar tão pouco!
Ele: E ai! Anda muito, né?
Eu: Nossa, demais...
Eu uma vez viajei de XT600 (aquela de 2 faróis) por mais de 7000km. Logo na volta um primo meu pediu para eu dar uma volta na moto que ele tinha acabado de comprar, uma CBX200 (antes ele tinha uma CG) para eu ver como ela "andava pra caramba". Eu pensei na realidade que a moto tava desregulada, pois não era possível uma moto andar tão pouco!
Ele: E ai! Anda muito, né?
Eu: Nossa, demais...
"O socialismo dura até acabar o dinheiro dos outros"
M. Thatcher
M. Thatcher
Re: A Ninjinha vai para a revisão dos 1000km. Impressões!!!
Eu nem imagino quem foi o imbecil que citou o tal empurrão depois dos 8mil rpm na ninjinha. Isso não existe. Ela é toda linear.pretti escreveu: Não tô nem aí se um cara da minha altura fica feio na moto. O objetivo não é pagar de gatão, mas saber se a ergonomia dela se aproxima de uma real esportiva ou pelo menos se ela "ajuda" mais nesse sentido, o que fica evidente que não pelo que já expliquei.
Por fim, a moto não acorda nos 8.000, nem nunca, pois a cavalaria é pequena demais pra "levantar" a moto. Ela faz no máximo sair da pasmaceira de seus baixos e médios regimes para uma alta mais interessante e desfrutável. Não é culpa da moto afinal ela tem 250 cilindradas.É tal como disse o Fábio Hornet, não vá esperando dela desempenho de uma CB ou GS ou querer arrancar com uma delas; uma CB500 sim produz alguma mudança bem mais perceptível e emocionante a partir dos 8.000 giros.
Não me leve a mal. Não quero fazer crítica gratuita nem falar mal da moto dos outros da boca pra fora. A questão é que estou alertando para o fato de que se o cara estiver em dúvida entre qual moto pegar ao pular pra categoria 250cc saindo de uma 125cc, consideraria bem mais a idéia de optar por uma CBR 300 ou uma Fazer 250, pelo "conjunto da obra", além de preço bem inferior ( em BH estão vendendo a Ninja a 250r por 16 paus!). Afinal, a CBR sem a pretensão de ser esportiva, anda muito bem comparado à 250r exceto no quesito velocidade final (mas, e daí?! alguém vai ficar tirando na racha na Bandeirantes pra fazer filminho pro You tube?! Essas pessoas devem ter mais a considerar ao adquirir uma moto desse porte).
Pretti, valeu pelo seu relato e impressão.
Só mais um detalhe, a Honda comercializa CB 300 e não CBR. De R a Cb 300 não tem "é merda nenhuma".

Beat the machine that works in your head...
Re: A Ninjinha vai para a revisão dos 1000km. Impressões!!!
Diniz, você me poupou de fazer outro post.diniz escreveu:Pretti, eu entendo a sua avaliação, mas está perdendo o seu tempo. Quem já teve 4cil acima de 600 por muito tempo, não tem mais condições de avaliar uma moto que nem a Ninja 250. Por menos que vc queira o seu parâmetro de "moto que anda" ou "empurrão acima do tantas rpm" é outro... não tem mais como ser isento.
Eu uma vez viajei de XT600 (aquela de 2 faróis) por mais de 7000km. Logo na volta um primo meu pediu para eu dar uma volta na moto que ele tinha acabado de comprar, uma CBX200 (antes ele tinha uma CG) para eu ver como ela "andava pra caramba". Eu pensei na realidade que a moto tava desregulada, pois não era possível uma moto andar tão pouco!
Ele: E ai! Anda muito, né?
Eu: Nossa, demais...
Iria posta exatemente isso.

Beat the machine that works in your head...
Re: A Ninjinha vai para a revisão dos 1000km. Impressões!!!
Ok, isso aqui é um forum de debates mesmo... as opiniões são diversas.
O fato de uma ser bi e as outras duas - na prática não rendeu-lhe suavidade significativamente maior, aliás, suavidade esta que é traço marcante da nova CB mono.
O bi da kawa faz o trabalho que praticamente o mono da Yamaha e da Honda fazem com menos torque (e maior potência, claro, mas TÃO difícil de ser usada no dia-a-dia!).
A refrigeração a água, em tese, é superior e na prática o que traz à uma moto desse porte?
Que aspectos técnicos e estéticos são inferiores?
Os freios ABS da CB, os painéis com mostrador digital em LCD, os bancos amplos e confortáveis, os faróis ousados e lindos, a rabeta maravilhosa de leds da Fazer, o pneu imponente 140 da CB, as belas ponteiras, as belas alças do garupa (inexistentes na Ninjinha).
Extraído de um comparativo feito pelo piloto de teste Leandro Mello no autódromo de Piracicaba
Nas voltas rápidas com as três motos, confesso que quase fui ao chão com a Kawasaki. E a partir daí começaram as primeiras conclusões. A Kawasaki Ninja 250 não é tão esportiva quanto suas linhas sugerem. Em segundo lugar, a Honda CB 300R não é tão mais rápida que a antiga Twister 250 e, por último, a Fazer se mostrou mais fácil de pilotar que qualquer outra rival.
Veja que surpresa. Com 12 cv a mais que a Fazer e quase 7 cv a mais que a Honda (com motor 300 cc), a carenada e esportiva Ninjinha não foi tão mais rápida como imaginamos. Leandro Mello fez a volta mais rápida com a verdíssima Kawa em 39,5 segundos, contra 39,7 segundos da CB 300R e, logo atrás, 40,3 segundos da Fazer 250. Entre a primeira colocada, a Kawasaki 250, e a última, a Fazer 250, se passaram apenas 8 décimos de segundo, tempo inferior ao que você levou para ler esta frase. Certo que o autódromo do ECPA é bem travado, com curvas de baixa velocidade seguidas de pequenas retas, mas o fato da CB e da própria Fazer estarem tão perto da Kawasaki sugere o seguinte: no anda-e-para dos grandes centros, entre retomadas e freadas, aplausos à ciclística acertada das nacionais CB e Fazer.
E tem ainda outro problema: quanto mais rotações, menor a faixa de torque. O motor foi projetado para isso (não dá para ganhar todas…) e os números não mentem. Medidos em GPS, obtivemos os seguintes resultados nas retomadas entre 40 km/h e 80 km/h: 12,8 segundos para a Kawasaki, 10,2 segundos para a Fazer e 9,2 segundos para a CB 300. O motor da Ninja não é mais potente? Sim, e bem mais potente. Mas a diferença de potência só se dá em altos giros, como em qualquer outra esportiva. Fazer, e principalmente a CB, têm mais agilidade em baixa rotação.
Isso aqui pode ser muito bem feito com uma Fazer ou uma CB. Desnecessário gastar 16.000,00 apenas para pagar de gatão.

O fato de uma ser bi e as outras duas - na prática não rendeu-lhe suavidade significativamente maior, aliás, suavidade esta que é traço marcante da nova CB mono.
O bi da kawa faz o trabalho que praticamente o mono da Yamaha e da Honda fazem com menos torque (e maior potência, claro, mas TÃO difícil de ser usada no dia-a-dia!).
A refrigeração a água, em tese, é superior e na prática o que traz à uma moto desse porte?
Que aspectos técnicos e estéticos são inferiores?
Extraído de um comparativo feito pelo piloto de teste Leandro Mello no autódromo de Piracicaba
Nas voltas rápidas com as três motos, confesso que quase fui ao chão com a Kawasaki. E a partir daí começaram as primeiras conclusões. A Kawasaki Ninja 250 não é tão esportiva quanto suas linhas sugerem. Em segundo lugar, a Honda CB 300R não é tão mais rápida que a antiga Twister 250 e, por último, a Fazer se mostrou mais fácil de pilotar que qualquer outra rival.
Veja que surpresa. Com 12 cv a mais que a Fazer e quase 7 cv a mais que a Honda (com motor 300 cc), a carenada e esportiva Ninjinha não foi tão mais rápida como imaginamos. Leandro Mello fez a volta mais rápida com a verdíssima Kawa em 39,5 segundos, contra 39,7 segundos da CB 300R e, logo atrás, 40,3 segundos da Fazer 250. Entre a primeira colocada, a Kawasaki 250, e a última, a Fazer 250, se passaram apenas 8 décimos de segundo, tempo inferior ao que você levou para ler esta frase. Certo que o autódromo do ECPA é bem travado, com curvas de baixa velocidade seguidas de pequenas retas, mas o fato da CB e da própria Fazer estarem tão perto da Kawasaki sugere o seguinte: no anda-e-para dos grandes centros, entre retomadas e freadas, aplausos à ciclística acertada das nacionais CB e Fazer.
E tem ainda outro problema: quanto mais rotações, menor a faixa de torque. O motor foi projetado para isso (não dá para ganhar todas…) e os números não mentem. Medidos em GPS, obtivemos os seguintes resultados nas retomadas entre 40 km/h e 80 km/h: 12,8 segundos para a Kawasaki, 10,2 segundos para a Fazer e 9,2 segundos para a CB 300. O motor da Ninja não é mais potente? Sim, e bem mais potente. Mas a diferença de potência só se dá em altos giros, como em qualquer outra esportiva. Fazer, e principalmente a CB, têm mais agilidade em baixa rotação.
Isso aqui pode ser muito bem feito com uma Fazer ou uma CB. Desnecessário gastar 16.000,00 apenas para pagar de gatão.

Editado pela última vez por Pretti em 22 Mai 2010, 23:26, em um total de 1 vez.
Re: A Ninjinha vai para a revisão dos 1000km. Impressões!!!
diniz escreveu:Pretti, eu entendo a sua avaliação, mas está perdendo o seu tempo. Quem já teve 4cil acima de 600 por muito tempo, não tem mais condições de avaliar uma moto que nem a Ninja 250. Por menos que vc queira o seu parâmetro de "moto que anda" ou "empurrão acima do tantas rpm" é outro... não tem mais como ser isento.
Eu uma vez viajei de XT600 (aquela de 2 faróis) por mais de 7000km. Logo na volta um primo meu pediu para eu dar uma volta na moto que ele tinha acabado de comprar, uma CBX200 (antes ele tinha uma CG) para eu ver como ela "andava pra caramba". Eu pensei na realidade que a moto tava desregulada, pois não era possível uma moto andar tão pouco!
Ele: E ai! Anda muito, né?
Eu: Nossa, demais...
Isenção é algo difícil, mas eu tento, me policiando, claro.
De qualquer forma, pra isso existe o debate: para aperfeiçoar os excessos.
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Re: A Ninjinha vai para a revisão dos 1000km. Impressões!!!
PRETTI
gostei de sua avaliacao... onde voce tirou este trecho do leandro?? outra coisa, voce citou a cb500, e a gs500, o que tem a dizer sobre ela? e outra coisa tbem, voce nao anima de fazer um test drive na gtr650 tbem nao? hehe...
gostei de sua avaliacao... onde voce tirou este trecho do leandro?? outra coisa, voce citou a cb500, e a gs500, o que tem a dizer sobre ela? e outra coisa tbem, voce nao anima de fazer um test drive na gtr650 tbem nao? hehe...
YBR125ED, YS250, XTZ250X, NXR150ES, ZXR300, GSF650S, GSX1300R, ER6NABS, CBX250, G650GS Sertão.... XL883N
Re: A Ninjinha vai para a revisão dos 1000km. Impressões!!!
Pretti, o próprio texto fala que o teste foi em "pista travada", daí que estradas abertas na grande maioria das vezes não são "pistas travadas".
É aí que a Ninjinha se mostra melhor, pra viajar com velocidade de cruzeiro de 130 km/h sem estar com o motor esgoelado como uma Fazer 250 ou uma CB300, ainda com a vantagem da carenagem.
O lance de vc ter 1,82 tb pode ter contribuído pra vc não ter gostado da moto, já que muita gente com mais de 1,80 reclama de não ficar bem encaixado na Ninjinha.
Eu estou bem pendente a pegar uma Ninjinha, mas ainda não fiz test-drive, eu sei do que a moto é capaz, viajar a 130 km/h de cruzeiro com alguma folga pra ultrapassagens, mas mesmo sabendo do que ela é capaz o medo de frustração é muito grande, já que na estrada minha memória vai remeter a CB 1300, daí a broxada pode ser legal, ler relatos como o seu ajuda a gente a se situar, mas saber se a moto me serve só fazendo TD mesmo, de preferência em rodovia.
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É aí que a Ninjinha se mostra melhor, pra viajar com velocidade de cruzeiro de 130 km/h sem estar com o motor esgoelado como uma Fazer 250 ou uma CB300, ainda com a vantagem da carenagem.
O lance de vc ter 1,82 tb pode ter contribuído pra vc não ter gostado da moto, já que muita gente com mais de 1,80 reclama de não ficar bem encaixado na Ninjinha.
Eu estou bem pendente a pegar uma Ninjinha, mas ainda não fiz test-drive, eu sei do que a moto é capaz, viajar a 130 km/h de cruzeiro com alguma folga pra ultrapassagens, mas mesmo sabendo do que ela é capaz o medo de frustração é muito grande, já que na estrada minha memória vai remeter a CB 1300, daí a broxada pode ser legal, ler relatos como o seu ajuda a gente a se situar, mas saber se a moto me serve só fazendo TD mesmo, de preferência em rodovia.
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Re: A Ninjinha vai para a revisão dos 1000km. Impressões!!!
Também acho que o teste em rodovia seria apropriado para saber em que rotação ela se encontra a 130 km/h no plano, em descida e subida. Tem que estar dentro dessa faixa útil - a partir de 8.000 - se não já era. :( E se ela não for capaz de manter-se na faixa útil é outro problema também a ser considerado. talvez resulte numa pilotagem desgastante, aflita por manter a moto esgoelada ali naquela faixa superior de giros.Kuati escreveu:Pretti, o próprio texto fala que o teste foi em "pista travada", daí que estradas abertas na grande maioria das vezes não são "pistas travadas".
É aí que a Ninjinha se mostra melhor, pra viajar com velocidade de cruzeiro de 130 km/h sem estar com o motor esgoelado como uma Fazer 250 ou uma CB300, ainda com a vantagem da carenagem.
O lance de vc ter 1,82 tb pode ter contribuído pra vc não ter gostado da moto, já que muita gente com mais de 1,80 reclama de não ficar bem encaixado na Ninjinha.
Eu estou bem pendente a pegar uma Ninjinha, mas ainda não fiz test-drive, eu sei do que a moto é capaz, viajar a 130 km/h de cruzeiro com alguma folga pra ultrapassagens, mas mesmo sabendo do que ela é capaz o medo de frustração é muito grande, já que na estrada minha memória vai remeter a CB 1300, daí a broxada pode ser legal, ler relatos como o seu ajuda a gente a se situar, mas saber se a moto me serve só fazendo TD mesmo, de preferência em rodovia.
Não fiz um teste drive completo da CB300, em estrada por exemplo, mas atá onde li em algumas matérias e a julgar pela suavidade do motor ela deve surpreender.
Da Fazer, modelo anterior, posso falar de cadeira, pois tive uma em 2006 e fiz uma avaliação extensa aqui mesmo no m@d. Por isso sei do que ela capaz, pilotada esportivamente em curvas. Peguntem ao Fernando BH como essa moto desce as dezenas de curvas da serra de Moeda? Deixou muito marmanjo chupando dedo.
- SPEED RACER
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Re: A Ninjinha vai para a revisão dos 1000km. Impressões!!!
Sem querer ser chato (ja sendo) a 130km/h a rotação será a mesma em descida, subida, reto, etcpretti escreveu:Também acho que o teste em rodovia seria apropriado para saber em que rotação ela se encontra a 130 km/h no plano, em descida e subida. Tem que estar dentro dessa faixa útil - a partir de 8.000 - se não já era. :( E se ela não for capaz de manter-se na faixa útil é outro problema também a ser considerado. talvez resulte numa pilotagem desgastante, aflita por manter a moto esgoelada ali naquela faixa superior de giros.Kuati escreveu:Pretti, o próprio texto fala que o teste foi em "pista travada", daí que estradas abertas na grande maioria das vezes não são "pistas travadas".
É aí que a Ninjinha se mostra melhor, pra viajar com velocidade de cruzeiro de 130 km/h sem estar com o motor esgoelado como uma Fazer 250 ou uma CB300, ainda com a vantagem da carenagem.
O lance de vc ter 1,82 tb pode ter contribuído pra vc não ter gostado da moto, já que muita gente com mais de 1,80 reclama de não ficar bem encaixado na Ninjinha.
Eu estou bem pendente a pegar uma Ninjinha, mas ainda não fiz test-drive, eu sei do que a moto é capaz, viajar a 130 km/h de cruzeiro com alguma folga pra ultrapassagens, mas mesmo sabendo do que ela é capaz o medo de frustração é muito grande, já que na estrada minha memória vai remeter a CB 1300, daí a broxada pode ser legal, ler relatos como o seu ajuda a gente a se situar, mas saber se a moto me serve só fazendo TD mesmo, de preferência em rodovia.
Não fiz um teste drive completo da CB300, em estrada por exemplo, mas atá onde li em algumas matérias e a julgar pela suavidade do motor ela deve surpreender.
Da Fazer, modelo anterior, posso falar de cadeira, pois tive uma em 2006 e fiz uma avaliação extensa aqui mesmo no m@d. Por isso sei do que ela capaz, pilotada esportivamente em curvas. Peguntem ao Fernando BH como essa moto desce as dezenas de curvas da serra de Moeda? Deixou muito marmanjo chupando dedo.
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Re: A Ninjinha vai para a revisão dos 1000km. Impressões!!!
Penso o seguinte, antes, vou relembrar minha história, sái de uma falcom para uma b650s, e em seguida para uma CG fan, o fato é que naquele momento não estava preparado financeiramente para manter a b650.Kuati escreveu:Pretti, o próprio texto fala que o teste foi em "pista travada", daí que estradas abertas na grande maioria das vezes não são "pistas travadas".
É aí que a Ninjinha se mostra melhor, pra viajar com velocidade de cruzeiro de 130 km/h sem estar com o motor esgoelado como uma Fazer 250 ou uma CB300, ainda com a vantagem da carenagem.
O lance de vc ter 1,82 tb pode ter contribuído pra vc não ter gostado da moto, já que muita gente com mais de 1,80 reclama de não ficar bem encaixado na Ninjinha.
Eu estou bem pendente a pegar uma Ninjinha, mas ainda não fiz test-drive, eu sei do que a moto é capaz, viajar a 130 km/h de cruzeiro com alguma folga pra ultrapassagens, mas mesmo sabendo do que ela é capaz o medo de frustração é muito grande, já que na estrada minha memória vai remeter a CB 1300, daí a broxada pode ser legal, ler relatos como o seu ajuda a gente a se situar, mas saber se a moto me serve só fazendo TD mesmo, de preferência em rodovia.
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Então fiz a opção, o motivo era o financeiro, sem moto não consigo ficar, quando estava de b650, olhava para os motoboys com inveja, então fui convicto para a mais básica das motos, foi um
Abraços.
- Fabio Ninja
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Re: A Ninjinha vai para a revisão dos 1000km. Impressões!!!
pretti escreveu:Ok, isso aqui é um forum de debates mesmo... as opiniões são diversas.![]()
O fato de uma ser bi e as outras duas - na prática não rendeu-lhe suavidade significativamente maior, aliás, suavidade esta que é traço marcante da nova CB mono.
O bi da kawa faz o trabalho que praticamente o mono da Yamaha e da Honda fazem com menos torque (e maior potência, claro, mas TÃO difícil de ser usada no dia-a-dia!).
A refrigeração a água, em tese, é superior e na prática o que traz à uma moto desse porte?
Que aspectos técnicos e estéticos são inferiores?Os freios ABS da CB, os painéis com mostrador digital em LCD, os bancos amplos e confortáveis, os faróis ousados e lindos, a rabeta maravilhosa de leds da Fazer, o pneu imponente 140 da CB, as belas ponteiras, as belas alças do garupa (inexistentes na Ninjinha).
Extraído de um comparativo feito pelo piloto de teste Leandro Mello no autódromo de Piracicaba
Nas voltas rápidas com as três motos, confesso que quase fui ao chão com a Kawasaki. E a partir daí começaram as primeiras conclusões. A Kawasaki Ninja 250 não é tão esportiva quanto suas linhas sugerem. Em segundo lugar, a Honda CB 300R não é tão mais rápida que a antiga Twister 250 e, por último, a Fazer se mostrou mais fácil de pilotar que qualquer outra rival.
Veja que surpresa. Com 12 cv a mais que a Fazer e quase 7 cv a mais que a Honda (com motor 300 cc), a carenada e esportiva Ninjinha não foi tão mais rápida como imaginamos. Leandro Mello fez a volta mais rápida com a verdíssima Kawa em 39,5 segundos, contra 39,7 segundos da CB 300R e, logo atrás, 40,3 segundos da Fazer 250. Entre a primeira colocada, a Kawasaki 250, e a última, a Fazer 250, se passaram apenas 8 décimos de segundo, tempo inferior ao que você levou para ler esta frase. Certo que o autódromo do ECPA é bem travado, com curvas de baixa velocidade seguidas de pequenas retas, mas o fato da CB e da própria Fazer estarem tão perto da Kawasaki sugere o seguinte: no anda-e-para dos grandes centros, entre retomadas e freadas, aplausos à ciclística acertada das nacionais CB e Fazer.
E tem ainda outro problema: quanto mais rotações, menor a faixa de torque. O motor foi projetado para isso (não dá para ganhar todas…) e os números não mentem. Medidos em GPS, obtivemos os seguintes resultados nas retomadas entre 40 km/h e 80 km/h: 12,8 segundos para a Kawasaki, 10,2 segundos para a Fazer e 9,2 segundos para a CB 300. O motor da Ninja não é mais potente? Sim, e bem mais potente. Mas a diferença de potência só se dá em altos giros, como em qualquer outra esportiva. Fazer, e principalmente a CB, têm mais agilidade em baixa rotação.
Isso aqui pode ser muito bem feito com uma Fazer ou uma CB. Desnecessário gastar 16.000,00 apenas para pagar de gatão.
francamente nada haver, viajei com meu irmao que tem uma cb 300, e ja tive fazer, e a ninjinha e muito melhor na estrada, quanto a pagar de gatao, se tivesse dinheiro pegaria uma maior mas minhas condiçoes estavam pra pegar a ninja, e nao me arrependo em nada
Poderia estar num hotel em Dubai, num barquinho no Caribe,
mas eu prefiro estar aqui, andando de motos com vocês !
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-
Alequirino
- Dinossauro
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Re: A Ninjinha vai para a revisão dos 1000km. Impressões!!!
Pensei o mesmo....A relação rotação X velocidade é imutável...SPEED RACER escreveu:Sem querer ser chato (ja sendo) a 130km/h a rotação será a mesma em descida, subida, reto, etcpretti escreveu:Também acho que o teste em rodovia seria apropriado para saber em que rotação ela se encontra a 130 km/h no plano, em descida e subida. Tem que estar dentro dessa faixa útil - a partir de 8.000 - se não já era. :( E se ela não for capaz de manter-se na faixa útil é outro problema também a ser considerado. talvez resulte numa pilotagem desgastante, aflita por manter a moto esgoelada ali naquela faixa superior de giros.Kuati escreveu:Pretti, o próprio texto fala que o teste foi em "pista travada", daí que estradas abertas na grande maioria das vezes não são "pistas travadas".
É aí que a Ninjinha se mostra melhor, pra viajar com velocidade de cruzeiro de 130 km/h sem estar com o motor esgoelado como uma Fazer 250 ou uma CB300, ainda com a vantagem da carenagem.
O lance de vc ter 1,82 tb pode ter contribuído pra vc não ter gostado da moto, já que muita gente com mais de 1,80 reclama de não ficar bem encaixado na Ninjinha.
Eu estou bem pendente a pegar uma Ninjinha, mas ainda não fiz test-drive, eu sei do que a moto é capaz, viajar a 130 km/h de cruzeiro com alguma folga pra ultrapassagens, mas mesmo sabendo do que ela é capaz o medo de frustração é muito grande, já que na estrada minha memória vai remeter a CB 1300, daí a broxada pode ser legal, ler relatos como o seu ajuda a gente a se situar, mas saber se a moto me serve só fazendo TD mesmo, de preferência em rodovia.
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Da Fazer, modelo anterior, posso falar de cadeira, pois tive uma em 2006 e fiz uma avaliação extensa aqui mesmo no m@d. Por isso sei do que ela capaz, pilotada esportivamente em curvas. Peguntem ao Fernando BH como essa moto desce as dezenas de curvas da serra de Moeda? Deixou muito marmanjo chupando dedo.
Re: A Ninjinha vai para a revisão dos 1000km. Impressões!!!
Ué, se vc pega uma descida forte embalado pode até tirar um pouco a mão o que resulta em queda de rotação ao passo que se você pega uma meia subida longa em estrada com vento contra, por exemplo, você tem que socar a mão e chamar os giros lá pra cima se quiser não perder velocidade.SPEED RACER escreveu:Sem querer ser chato (ja sendo) a 130km/h a rotação será a mesma em descida, subida, reto, etcpretti escreveu:Também acho que o teste em rodovia seria apropriado para saber em que rotação ela se encontra a 130 km/h no plano, em descida e subida. Tem que estar dentro dessa faixa útil - a partir de 8.000 - se não já era. :( E se ela não for capaz de manter-se na faixa útil é outro problema também a ser considerado. talvez resulte numa pilotagem desgastante, aflita por manter a moto esgoelada ali naquela faixa superior de giros.Kuati escreveu:Pretti, o próprio texto fala que o teste foi em "pista travada", daí que estradas abertas na grande maioria das vezes não são "pistas travadas".
É aí que a Ninjinha se mostra melhor, pra viajar com velocidade de cruzeiro de 130 km/h sem estar com o motor esgoelado como uma Fazer 250 ou uma CB300, ainda com a vantagem da carenagem.
O lance de vc ter 1,82 tb pode ter contribuído pra vc não ter gostado da moto, já que muita gente com mais de 1,80 reclama de não ficar bem encaixado na Ninjinha.
Eu estou bem pendente a pegar uma Ninjinha, mas ainda não fiz test-drive, eu sei do que a moto é capaz, viajar a 130 km/h de cruzeiro com alguma folga pra ultrapassagens, mas mesmo sabendo do que ela é capaz o medo de frustração é muito grande, já que na estrada minha memória vai remeter a CB 1300, daí a broxada pode ser legal, ler relatos como o seu ajuda a gente a se situar, mas saber se a moto me serve só fazendo TD mesmo, de preferência em rodovia.
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Re: A Ninjinha vai para a revisão dos 1000km. Impressões!!!
e outra, se querem comparar quem faz mais curva, coloquem o mesmo pneu nas motos.
A ninja vem com um dunlop que equivale a um pirelli p6000 para os carros. Nao preciso dizer mais nada nao é..
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