DAFRA: Kansas & Laser - impressões do Russo (longo)
DAFRA: Kansas & Laser - impressões do Russo (longo)
Ae Kamerads:
Hoje à tarde, sobrou um tempinho e eu fui até a concessionária Dafra da Av. Kennedy, aqui de Curitiba.
A intenção era ver apenas a custom Kansas 150 cc, mas a Scooter Laser 150 também me chamou a atenção.
Não cheguei propriamente a andar com as motokas, apenas dei uma voltinha com elas dentro do pátio da loja. Vou procurar descrevir as impressões que tive de ambas, comparando-as às motos similares que já tive, a começar pela custom.
DAFRA KANSAS 150.
O parâmetro que tenho para comparação é a minha ex-Daelim Magma 125cc.
O que posso dizer da Kansas é que ela é muito pequena, mas pequena mesmo, é muito miudinha.
Eu estava acostumado com a Magma, que era uma moto encorpada, do porte de uma Shadow 600 (aliás a Magma usa a suspensão dianteira da Shadow 600), Mirage ou outras custom médias. Quando eu encostava a Magma ao lado da minha Savage a Savage sumia... http://i68.photobucket.com/albums/i8/Ru ... 50-3-1.jpg
pois bem, ao lado da Savage, quem some, desaparece mesmo é a Kansas... me impressionei com o tamanho dela ser tão pequeno. Olhei atentamente a Kansas que estava em exposição, buscando falhas ou imperfeições de montagem e não encontrei nada digno de nota, mas, mesmo assim, a moto me passou uma impressão de fragilidade.
Os mais veteranos devem se lembrar da antiga Yamaha RD 50, vendida por aqui em meados da década de 70. Pois é, a Kansas é apenas um tiquinho maior. Prá quem não conhece a RD50, tem uma muito bonita nesse link: http://www.motosclassicas70.com.br/Pass ... gerson.htm
O chassi é semi berço duplo, porém os tubos são muito finos, não medi, mas parecem ter menos de 20 mm de diâmetro. São bem mais finos que os da Hyosung/Kasinski Cruiser II, os quais já acho muito finos. Esses caninhos, junto com as diminutas mesas superior e inferior, não me passaram muita segurança. A balança traseira, ao contrário, pareceu-me adequada ao tamanho da moto. Fiquei com a impressão que o quadro deve torcer demais numa curva mais embalada (se duvidar, torce até fazer um oito).
Também não gostei do guidão, muito plano e um pouco torcido nas extremidades, o que força os punhos do piloto para fora num ângulo de mais ou menos uns 20 a 30 graus. Um guidão estilo chifre-de-boi, como o da Viraguinho 250 ficaria bom nessa moto, deixando a posição dos braços e punhos mais confortável. Porém, tenho a impressão que faltaria "cabos", pois me pareceram muito justos, sem sobras para uma eventual troca de guidão.
As rodas eu achei feias, sem sal e sem açucar e também achei os pneus muito finos, especialmente o traseiro. Ao lado da Kansas, estava uma Dafra Sport 150. O desenho das rodas da Sport é bem parecido com o das rodas da Kansas, mas os diâmetros são diferentes. Entretanto, o esquema de pintura das rodas da Sport me agradou mais, pois são pintadas de preto fosco com as bordas cromadas. Um bom banho de tinta preta nas rodas da Kansas acompanhado de uma diamantação das bordas, melhoraria muito o seu visual.
Mas a motoka tem o seu lado interessante: as suspensões são bem macias e o freio dianteiro me pareceu mais do que suficiente para a proposta da moto. O design é agradável e harmonioso, sendo que o bagageiro pode ser retirado com muita facilidade. Gostei do estilo do tanque. Os paralamas e as laterais são "passáveis" e o banco do piloto, apesar de pequeno, é bastante confortável, o que não ocorre com o banco da garupa (o que é "normal" na maioria das custom).
Os piscas são bonitinhos e discretos e me pareceram ser os mesmos utilizados na Sundown VBlade, aliás, a Kansas aparenta ser uma "mini-VBlade-com-a-traseira-resolvida". O farol é bonito e o copo do velocímetro é bem posicionado. O painel sobre o tanque também é bonito, nele estão a tampa do reservatório de combustível e o indicador de marchas. Eu, particularmente, ficaria mais contente com um contagiros no lugar desse indicador.
O preço é prá lá de convidativo, R$ 5.700,00 à vista. Ironicamente, pedem bem mais do que isso numa Daelim Magma usada aqui em Curitiba. Mas, se o preço fosse o mesmo, entre uma Kansas 150 zero e uma Daelim Magma 125 usada, provavelmente eu ficaria com a Daelim.
Resumindo, achei uma motoka interessante para rodar com economia e estilo no trânsito urbano. Também é uma motoka interessante para quem quer começar uma carreira de "customizador", pois tudo nela é fácil e passível de ser alterado... seria um bom "laboratório".
DAFRA LASER 150:
Como já disse, fui à loja apenas para ver a Kansas, mas o Scooter me chamou muito a atenção, basicamente pelo porte: é enorme! Fazia tempo que eu não via um scooter tão grandalhão. Está mais para o porte de um Burgmann 400 do que para o porte da Biz, Neo ou Burgmann 125.
Porém, é extremamente leve e fácil de manobrar. Na verdade, todo o volume é dado pelas amplas carenagens plásticas, que não pesam nada. Outra coisa que chamou a atenção foram as rodas aro 13, com pneus esportivos, 130, na frente e atrás. Muito bonitos e imponentes. A ponteira "esportiva" também chama muito a atenção.
O espaço para o piloto é amplo e o banco é grande e confortável, em dois níveis e com tecido antiderramante e o espaço para pés e pernas é igualmente amplo.
Mas, para mim, a parte boa acaba por ai.
Sendo o meu parâmetro de comparação a ex-Jog 50 cc 2T dos Russinhos (eu a usava mais do que eles), eu achei o LASER meio "manco", pouco potente. Demora para arrancar e embalar e, com o motor ligado, mesmo em marcha, o nível de vibração, sentido no guidão principalmente, é exagerado, e olha que eu estou acostumado com a vibração da Savage.
A bolha da carenagem frontal destoa do conjunto e fiquei com a impressão que as amplas carenagens, ao invés de oferecerem uma eficiente proteção aerodinâmica acabariam por ter um efeito contrário, pois o scooter é muito grande e muito leve. Acredito que um vento mais forte deva fazer esse scooter balançar prá tudo que é lado.
Também não gostei do porta-malas "nanico". Não cabe nem um capacete aberto ali (na Jog cabia). O preço é atraente, R$ 6.000,00, à vista.
Resumindo: grande, bonito, mas eu não compraria.
Hoje à tarde, sobrou um tempinho e eu fui até a concessionária Dafra da Av. Kennedy, aqui de Curitiba.
A intenção era ver apenas a custom Kansas 150 cc, mas a Scooter Laser 150 também me chamou a atenção.
Não cheguei propriamente a andar com as motokas, apenas dei uma voltinha com elas dentro do pátio da loja. Vou procurar descrevir as impressões que tive de ambas, comparando-as às motos similares que já tive, a começar pela custom.
DAFRA KANSAS 150.
O parâmetro que tenho para comparação é a minha ex-Daelim Magma 125cc.
O que posso dizer da Kansas é que ela é muito pequena, mas pequena mesmo, é muito miudinha.
Eu estava acostumado com a Magma, que era uma moto encorpada, do porte de uma Shadow 600 (aliás a Magma usa a suspensão dianteira da Shadow 600), Mirage ou outras custom médias. Quando eu encostava a Magma ao lado da minha Savage a Savage sumia... http://i68.photobucket.com/albums/i8/Ru ... 50-3-1.jpg
pois bem, ao lado da Savage, quem some, desaparece mesmo é a Kansas... me impressionei com o tamanho dela ser tão pequeno. Olhei atentamente a Kansas que estava em exposição, buscando falhas ou imperfeições de montagem e não encontrei nada digno de nota, mas, mesmo assim, a moto me passou uma impressão de fragilidade.
Os mais veteranos devem se lembrar da antiga Yamaha RD 50, vendida por aqui em meados da década de 70. Pois é, a Kansas é apenas um tiquinho maior. Prá quem não conhece a RD50, tem uma muito bonita nesse link: http://www.motosclassicas70.com.br/Pass ... gerson.htm
O chassi é semi berço duplo, porém os tubos são muito finos, não medi, mas parecem ter menos de 20 mm de diâmetro. São bem mais finos que os da Hyosung/Kasinski Cruiser II, os quais já acho muito finos. Esses caninhos, junto com as diminutas mesas superior e inferior, não me passaram muita segurança. A balança traseira, ao contrário, pareceu-me adequada ao tamanho da moto. Fiquei com a impressão que o quadro deve torcer demais numa curva mais embalada (se duvidar, torce até fazer um oito).
Também não gostei do guidão, muito plano e um pouco torcido nas extremidades, o que força os punhos do piloto para fora num ângulo de mais ou menos uns 20 a 30 graus. Um guidão estilo chifre-de-boi, como o da Viraguinho 250 ficaria bom nessa moto, deixando a posição dos braços e punhos mais confortável. Porém, tenho a impressão que faltaria "cabos", pois me pareceram muito justos, sem sobras para uma eventual troca de guidão.
As rodas eu achei feias, sem sal e sem açucar e também achei os pneus muito finos, especialmente o traseiro. Ao lado da Kansas, estava uma Dafra Sport 150. O desenho das rodas da Sport é bem parecido com o das rodas da Kansas, mas os diâmetros são diferentes. Entretanto, o esquema de pintura das rodas da Sport me agradou mais, pois são pintadas de preto fosco com as bordas cromadas. Um bom banho de tinta preta nas rodas da Kansas acompanhado de uma diamantação das bordas, melhoraria muito o seu visual.
Mas a motoka tem o seu lado interessante: as suspensões são bem macias e o freio dianteiro me pareceu mais do que suficiente para a proposta da moto. O design é agradável e harmonioso, sendo que o bagageiro pode ser retirado com muita facilidade. Gostei do estilo do tanque. Os paralamas e as laterais são "passáveis" e o banco do piloto, apesar de pequeno, é bastante confortável, o que não ocorre com o banco da garupa (o que é "normal" na maioria das custom).
Os piscas são bonitinhos e discretos e me pareceram ser os mesmos utilizados na Sundown VBlade, aliás, a Kansas aparenta ser uma "mini-VBlade-com-a-traseira-resolvida". O farol é bonito e o copo do velocímetro é bem posicionado. O painel sobre o tanque também é bonito, nele estão a tampa do reservatório de combustível e o indicador de marchas. Eu, particularmente, ficaria mais contente com um contagiros no lugar desse indicador.
O preço é prá lá de convidativo, R$ 5.700,00 à vista. Ironicamente, pedem bem mais do que isso numa Daelim Magma usada aqui em Curitiba. Mas, se o preço fosse o mesmo, entre uma Kansas 150 zero e uma Daelim Magma 125 usada, provavelmente eu ficaria com a Daelim.
Resumindo, achei uma motoka interessante para rodar com economia e estilo no trânsito urbano. Também é uma motoka interessante para quem quer começar uma carreira de "customizador", pois tudo nela é fácil e passível de ser alterado... seria um bom "laboratório".
DAFRA LASER 150:
Como já disse, fui à loja apenas para ver a Kansas, mas o Scooter me chamou muito a atenção, basicamente pelo porte: é enorme! Fazia tempo que eu não via um scooter tão grandalhão. Está mais para o porte de um Burgmann 400 do que para o porte da Biz, Neo ou Burgmann 125.
Porém, é extremamente leve e fácil de manobrar. Na verdade, todo o volume é dado pelas amplas carenagens plásticas, que não pesam nada. Outra coisa que chamou a atenção foram as rodas aro 13, com pneus esportivos, 130, na frente e atrás. Muito bonitos e imponentes. A ponteira "esportiva" também chama muito a atenção.
O espaço para o piloto é amplo e o banco é grande e confortável, em dois níveis e com tecido antiderramante e o espaço para pés e pernas é igualmente amplo.
Mas, para mim, a parte boa acaba por ai.
Sendo o meu parâmetro de comparação a ex-Jog 50 cc 2T dos Russinhos (eu a usava mais do que eles), eu achei o LASER meio "manco", pouco potente. Demora para arrancar e embalar e, com o motor ligado, mesmo em marcha, o nível de vibração, sentido no guidão principalmente, é exagerado, e olha que eu estou acostumado com a vibração da Savage.
A bolha da carenagem frontal destoa do conjunto e fiquei com a impressão que as amplas carenagens, ao invés de oferecerem uma eficiente proteção aerodinâmica acabariam por ter um efeito contrário, pois o scooter é muito grande e muito leve. Acredito que um vento mais forte deva fazer esse scooter balançar prá tudo que é lado.
Também não gostei do porta-malas "nanico". Não cabe nem um capacete aberto ali (na Jog cabia). O preço é atraente, R$ 6.000,00, à vista.
Resumindo: grande, bonito, mas eu não compraria.

Marcus DT escreveu: No final, muito antes da moto, é isso que fica: a camaradagem.
Re: DAFRA: Kansas & Laser - impressões do Russo (longo)
Tenho uma Kansas... e concordo em tudo que disse.
Mirage 250 vinho... enebriante 
-
kalixto
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Re: DAFRA: Kansas & Laser - impressões do Russo (longo)
Ate tinha pensado remotamente (provavelmente vou ficar só com uma trail ano que vem) numa dessas pra não sair totalmente do estilo mas já vi que pra mim não serve, aparentemente fragil, pequena, acho que nem vou lá ver de perto mais.Russo escreveu:
O que posso dizer da Kansas é que ela é muito pequena, mas pequena mesmo, é muito miudinha.
Eu estava acostumado com a Magma, que era uma moto encorpada, do porte de uma Shadow 600 (aliás a Magma usa a suspensão dianteira da Shadow 600), Mirage ou outras custom médias. Quando eu encostava a Magma ao lado da minha Savage a Savage sumia... http://i68.photobucket.com/albums/i8/Ru ... 50-3-1.jpg
pois bem, ao lado da Savage, quem some, desaparece mesmo é a Kansas... me impressionei com o tamanho dela ser tão pequeno. Olhei atentamente a Kansas que estava em exposição, buscando falhas ou imperfeições de montagem e não encontrei nada digno de nota, mas, mesmo assim, a moto me passou uma impressão de fragilidade.
Xmax 250 2023
Himalayan 450 2026.
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Himalayan 450 2026.
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Re: DAFRA: Kansas & Laser - impressões do Russo (longo)
Valeu o relato Russo... com bom senso e sem chutômetro... nada como a experiência de que viu ao vivo... hehe...
Atual: ***XTZ Crosser 150 Z 20/21***
- No M@D desde 13/03/2004 / Ex- DMT -
Motos: CG 125 98/ TDR 180 90/ RD 350 90/ Yes 125 05 / Sportster 883 06/ RD 350 90/ Yes 125 09/ Fazer 250 08/ Bandit 1200N 06/ XTZ 125 XE 12/ Ninja 250R 12/ GSR 125 16/ Teneré 250 16/ CB 450 DX 88/ XLX 350 89
- No M@D desde 13/03/2004 / Ex- DMT -
Motos: CG 125 98/ TDR 180 90/ RD 350 90/ Yes 125 05 / Sportster 883 06/ RD 350 90/ Yes 125 09/ Fazer 250 08/ Bandit 1200N 06/ XTZ 125 XE 12/ Ninja 250R 12/ GSR 125 16/ Teneré 250 16/ CB 450 DX 88/ XLX 350 89
Re: DAFRA: Kansas & Laser - impressões do Russo (longo)
KameradRusso escreveu:
O que posso dizer da Kansas é que ela é muito pequena, mas pequena mesmo, é muito miudinha.
..... mas, mesmo assim, a moto me passou uma impressão de fragilidade.
O chassi é semi berço duplo, porém os tubos são muito finos, não medi, mas parecem ter menos de 20 mm de diâmetro. São bem mais finos que os da Hyosung/Kasinski Cruiser II, os quais já acho muito finos. Esses caninhos, junto com as diminutas mesas superior e inferior, não me passaram muita segurança. A balança traseira, ao contrário, pareceu-me adequada ao tamanho da moto. Fiquei com a impressão que o quadro deve torcer demais numa curva mais embalada (se duvidar, torce até fazer um oito).
Também não gostei do guidão, muito plano e um pouco torcido nas extremidades, o que força os punhos do piloto para fora num ângulo de mais ou menos uns 20 a 30 graus. Um guidão estilo chifre-de-boi, como o da Viraguinho 250 ficaria bom nessa moto, deixando a posição dos braços e punhos mais confortável. Porém, tenho a impressão que faltaria "cabos", pois me pareceram muito justos, sem sobras para uma eventual troca de guidão.
As rodas eu achei feias, sem sal e sem açucar e também achei os pneus muito finos, especialmente o traseiro. Ao lado da Kansas, estava uma Dafra Sport 150. O desenho das rodas da Sport é bem parecido com o das rodas da Kansas, mas os diâmetros são diferentes. Entretanto, o esquema de pintura das rodas da Sport me agradou mais, pois são pintadas de preto fosco com as bordas cromadas. Um bom banho de tinta preta nas rodas da Kansas acompanhado de uma diamantação das bordas, melhoraria muito o seu visual.
O preço é prá lá de convidativo, R$ 5.700,00 à vista.
Resumindo, achei uma motoka interessante para rodar com economia e estilo no trânsito urbano. Também é uma motoka interessante para quem quer começar uma carreira de "customizador", pois tudo nela é fácil e passível de ser alterado... seria um bom "laboratório".
Muito acuradas suas observações, mas pela ordem queria dizer o seguinte:
Eu tenho 1,83 mts e sempre tive motos grandes/ou altas inclusive de trail e sinceramente não tive essa impressão assaz exagerada de pequeneza que vosmecê expressou em seu post. Achei-a de bom tamanho. Melhor ainda se customizá-la com um banco do tipo Erê mais largo e antômico.
Ficaria mais interessante com comandos de freio e marchas levemente avançados de fácil instalação no próprio quadro.

Pelas primeiras informações da Infomoto não é o que parece... a moto apresentou-se equilibrada. Muito embora a impressão é de que o chassis na parte dianteira conjugada à mesa inferior e superiro é menor ou menos robusto que numa moto 125 cc.
O guidon casou-se bem com a ergonomia geral da moto. Mas a questão é de gosto e de customlogia.
As rodas são o grande erro em minha opinião retirando todo o caráter custom ou chopper que a moto apresenta. Tivesse rodas raiadas essa moto estaria sendo motivo de disputa a tapa nas concessionárias Dafra. Imaginei algo assim como resultado final:

Se não assim, que as rodas acomodassem um pneu traseiro mais largo e decente. Felizmente há opções no mercado para quem quiser fazê-lo.
O preço é muito interessante e espero seja mantido assim, ainda que venham injeção eletrônica ou outras gracinhas.
Consumo na casa dos 30 km/l na cidade, vinda dos primeiros proprietários, mesmo em uso "pesado" e em motos com menos de 1.000 km - muito bom!!!
Em resumo: excelente opção pra rodar na cidade com estilo e ver boi no pasto. 8)
Re: DAFRA: Kansas & Laser - impressões do Russo (longo)
Só para não perder a oportunidade...


Fabio "Stuka"
Re: DAFRA: Kansas & Laser - impressões do Russo (longo)
Ae Kamerads:
Kalixto: essa Kansas 150 é menor e mais baixa que a Intruder 125.
Pretti: parece que você está pegando gosto pela coisa.
Daqui a pouco estará formando uma dupla custom-sertaneja com o BarbeiroRP, eheheh...
Kalixto: essa Kansas 150 é menor e mais baixa que a Intruder 125.
Pretti: parece que você está pegando gosto pela coisa.
Daqui a pouco estará formando uma dupla custom-sertaneja com o BarbeiroRP, eheheh...

Marcus DT escreveu: No final, muito antes da moto, é isso que fica: a camaradagem.
Re: DAFRA: Kansas & Laser - impressões do Russo (longo)
Achei a Kansas com tamanho compatível com a Intruder 125, e como ela é mais comprida, justamente ela que me passou a sensação de ser maior, não a Intruder.
A Kansas tem bom acabamento para uma Xing Ling de baixa cilindrada e detalhes de design muito bem resolvidos como toda a traseira, e o guidão que achei ótimo. Gosto é gosto, eu tive uma Virago e sempre achei o guidão chifre de boi dela uma chatice, preferiria guidão T Bar.
Essa moto foi uma boa jogada da Dafra, o público alvo dela é o mesmo da Intruder 125, e esse povo só tinha esta opção, agora tem Kansas também.
Não considero customs pequenas da MVK ou Miza como opção porque essas marcas só existem em São Paulo e arredores, só posso levar em conta produtos que são vendidos se não em todo o Brasil, em quase todo. Nesse caso, as montadoras fora as três Marias (Honda, Yamaha, Suzuki), para mim são Sundown, Kasinski e Dafra. O resto eu desconheço.
A Kansas tem bom acabamento para uma Xing Ling de baixa cilindrada e detalhes de design muito bem resolvidos como toda a traseira, e o guidão que achei ótimo. Gosto é gosto, eu tive uma Virago e sempre achei o guidão chifre de boi dela uma chatice, preferiria guidão T Bar.
Essa moto foi uma boa jogada da Dafra, o público alvo dela é o mesmo da Intruder 125, e esse povo só tinha esta opção, agora tem Kansas também.
Não considero customs pequenas da MVK ou Miza como opção porque essas marcas só existem em São Paulo e arredores, só posso levar em conta produtos que são vendidos se não em todo o Brasil, em quase todo. Nesse caso, as montadoras fora as três Marias (Honda, Yamaha, Suzuki), para mim são Sundown, Kasinski e Dafra. O resto eu desconheço.
atual: Baby King 250 - em contrato de experiência - já faz parte da família
anterior: CBombinha 300 2011 - boa moto, tem mais qualidades que defeitos.
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