Harley-Davidson processa Grupo Izzo
Re: Harley-Davidson processa Grupo Izzo
o Gravame é uma espécie de "reserva de propriedade" de uma instituição financeira:b0fh escreveu:com cuspe e com jeito... tudo dá-se um jeito.diniz escreveu:Gaucho, não tem essa de "é só ir no banco, pagar o percentual deles p liberar o gravame ", não existe isso. O Banco não te reconhece nessa jogada. Não existe essa de escolher uma moto no pátio do Izzo, ir lá no banco e pagar metade que seja do valor da moto, o banco liberar e você chegar na loja e dizer "olha, já paguei a metade do banco, tá aqui a outra metade, o gravame tá liberado, faz a nf escrito "pago à vista" e me dá a moto que vou dar entrada nos docs".Gaucho escreveu: Isso Eu entendí..........e sei disso muito tempo já
é só ir no banco, pagar o percentual deles p liberar o gravame (costuma ser 50% do bem), pagar o Izzo e ir embora c a moto e a nota fiscal escrito a "pagamento a vista e no dinheiro"![]()
emplacar a vontade em qq lugar
Não tem essa. Os caras é que tem que fazer o trâmite pra pagar o banco e liberar. Aí você vai ter que acreditar que eles vão pegar 100% da sua grana, dar a parte do banco e liberar o gravame, que é o que parece que não está acontecendo.
Eu da minha parte posso ver um anúncio Triumph 675 2010 por 20 mil que não compro nessas alturas do campeonato. Você paga, recebe a moto e um NF quitadinha, coisa linda. Dá entrada nos docs no detran e fica esperando, esperando, esperando...
Daqui a pouco chega um oficial de justiça na sua casa e leva a moto embora, dizendo que vai entrar na massa falida. Aí você diz: "olha aqui minha NF quitada!". O cara só responde: "entra na justiça e vai atrás... haisuhasoiuhsahha... é você e mais uns 300...".
sei lá como se paga gravame, supondo que seja com um boleto basta fazer o carinha da rizzo emitir ele e ai tu paga, e deu... rs
acho que vou lá pechinchar uma XR1200 laranjinha por 30 mil lascas... rs
[]x
"O Sistema Nacional de Gravames - SNG permite que Instituições Financeiras cadastradas, de forma eletrônica, registrar diretamente nas bases dos Detrans, a inclusão, alteração, cancelamento ou baixa de gravames restritos à alienação de veículos automotores. Considera-se gravame a alienação fiduciária, arrendamento mercantil-leasing ou reserva de domínio."
Então é assim, a moto é dada à instituição financeira pelo Izzo como garantia de pagamento de empréstimo. Só com o empréstimo quitado é que o Branco libera o gravame. Não se trata de uma taxa que o Rizzo não pagou...
Aí tem que ver que operação o Rizzo fez, qual o valor, quantas motos estavam envolvidas, prazos... e só eles podem quitar.
E aí, vão depoistar a grana na conta da Izzo e confiar? Hahsiuhaosiuhaishhahaha...
"O socialismo dura até acabar o dinheiro dos outros"
M. Thatcher
M. Thatcher
Re: Harley-Davidson processa Grupo Izzo
Aconteceu EXATAMENTE a mesma coisa comigo em 1996. Comprei um apê de 50 paus e dei 15zão de entrada, financiamento direto com a construtora. Dois meses depois a construtora foi pro saco. O Banco veio babando atrás do apê, pois estava como garantia de empréstimo da construtora com o Banco (hoje em dia eu sou super-interado desses assuntos).Gaucho escreveu: Comprei 1 apartamento assim de uma construtora q tava quase falindo, paguei a vista e o cara me deu uma nota de quitação
mas o Bradesco tinha + de 50% do apartamento![]()
fui lá no bradesco e paguei 2 baixas, voltei na construtora e comprei outro apartamento
foi a única forma de não tomar prejuízo.......foram uns 2 meses de sofrimento![]()
no caso da Izzo e se for dessa forma, Eu não compraria
Vou resumir, pois foi briga de um ano: arrumei um advogado especializado no assunto. Ele conseguiu encurralar o banco como solidário da construtora e fez o banco aceitar a parte que eu tinha pago pra construtora. Final da história: pageui o restante pro banco e me dei bem!
Mas foi um ano de gastrite fudida, até resolver.... hasuhoasihha...
"O socialismo dura até acabar o dinheiro dos outros"
M. Thatcher
M. Thatcher
Re: Harley-Davidson processa Grupo Izzo
não diniz... vou pagar pra izzo pagar... vou pegar o boleto deles e pagar... rs
-
"The greatest trick the Devil ever pulled was convincing the world he didn't exist."
"The greatest trick the Devil ever pulled was convincing the world he didn't exist."
Re: Harley-Davidson processa Grupo Izzo
diniz escreveu:o Gravame é uma espécie de "reserva de propriedade" de uma instituição financeira:b0fh escreveu:com cuspe e com jeito... tudo dá-se um jeito.diniz escreveu:Gaucho, não tem essa de "é só ir no banco, pagar o percentual deles p liberar o gravame ", não existe isso. O Banco não te reconhece nessa jogada. Não existe essa de escolher uma moto no pátio do Izzo, ir lá no banco e pagar metade que seja do valor da moto, o banco liberar e você chegar na loja e dizer "olha, já paguei a metade do banco, tá aqui a outra metade, o gravame tá liberado, faz a nf escrito "pago à vista" e me dá a moto que vou dar entrada nos docs".Gaucho escreveu: Isso Eu entendí..........e sei disso muito tempo já
é só ir no banco, pagar o percentual deles p liberar o gravame (costuma ser 50% do bem), pagar o Izzo e ir embora c a moto e a nota fiscal escrito a "pagamento a vista e no dinheiro"![]()
emplacar a vontade em qq lugar
Não tem essa. Os caras é que tem que fazer o trâmite pra pagar o banco e liberar. Aí você vai ter que acreditar que eles vão pegar 100% da sua grana, dar a parte do banco e liberar o gravame, que é o que parece que não está acontecendo.
Eu da minha parte posso ver um anúncio Triumph 675 2010 por 20 mil que não compro nessas alturas do campeonato. Você paga, recebe a moto e um NF quitadinha, coisa linda. Dá entrada nos docs no detran e fica esperando, esperando, esperando...
Daqui a pouco chega um oficial de justiça na sua casa e leva a moto embora, dizendo que vai entrar na massa falida. Aí você diz: "olha aqui minha NF quitada!". O cara só responde: "entra na justiça e vai atrás... haisuhasoiuhsahha... é você e mais uns 300...".
sei lá como se paga gravame, supondo que seja com um boleto basta fazer o carinha da rizzo emitir ele e ai tu paga, e deu... rs
acho que vou lá pechinchar uma XR1200 laranjinha por 30 mil lascas... rs
[]x
"O Sistema Nacional de Gravames - SNG permite que Instituições Financeiras cadastradas, de forma eletrônica, registrar diretamente nas bases dos Detrans, a inclusão, alteração, cancelamento ou baixa de gravames restritos à alienação de veículos automotores. Considera-se gravame a alienação fiduciária, arrendamento mercantil-leasing ou reserva de domínio."
Então é assim, a moto é dada à instituição financeira pelo Izzo como garantia de pagamento de empréstimo. Só com o empréstimo quitado é que o Branco libera o gravame. Não se trata de uma taxa que o Rizzo não pagou...
Aí tem que ver que operação o Rizzo fez, qual o valor, quantas motos estavam envolvidas, prazos... e só eles podem quitar.
E aí, vão depoistar a grana na conta da Izzo e confiar? Hahsiuhaosiuhaishhahaha...
Estou praticamente desistindo da Benelli para não correr esse risco. A essa altura do campeonato, parece que está meio arriscado jogar a grana na mão dos caras e receber a moto só daqui a 30 dias. Qdo comprei a Tiger fiz isso. Confiei e recebi. Mas o momento deles agora é outro.
Acho que esse será um sonho q n vou realizar...Pelo menos por hora...
- Andre Martins
- Novato
- Mensagens: 61
- Registrado em: 12 Mai 2009, 17:03
Re: Harley-Davidson processa Grupo Izzo
O meu caso foi resolvido. Moto no meu nome com todos documentos certinhos.
Demorou mas saiu.
Abs
Andre
Demorou mas saiu.
Abs
Andre
Re: Harley-Davidson processa Grupo Izzo
Demorou quanto tempo? Qual era a marca da moto?Andre Martins escreveu:O meu caso foi resolvido. Moto no meu nome com todos documentos certinhos.
Demorou mas saiu.
Abs
Andre
Valeu!
-
Gaucho
Re: Harley-Davidson processa Grupo Izzo
SNME era Tiger 1050
- Andre Martins
- Novato
- Mensagens: 61
- Registrado em: 12 Mai 2009, 17:03
Re: Harley-Davidson processa Grupo Izzo
Peguei a TIGER no dia 12/02 e fui informado pelo vendedor que demoraria aproximadamente 20dias para sair os documentos. Ou seja, os documentos deveriam ter saído no dia 02/03.
A IZZO criou outra Razão Social para vender as marcas Triumph e Ducati: LP alguma coisa. Parece que a HDSP não estava podendo faturar nada que fosse de outras marcas a não ser HD devido ao processo que está correndo na justiça.
Abs
André
A IZZO criou outra Razão Social para vender as marcas Triumph e Ducati: LP alguma coisa. Parece que a HDSP não estava podendo faturar nada que fosse de outras marcas a não ser HD devido ao processo que está correndo na justiça.
Abs
André
J. escreveu:Demorou quanto tempo? Qual era a marca da moto?Andre Martins escreveu:O meu caso foi resolvido. Moto no meu nome com todos documentos certinhos.
Demorou mas saiu.
Abs
Andre
Re: Harley-Davidson processa Grupo Izzo
Andre Martins, te mandei uma MP
Segundo o vendedor, eles vão abrir uma nova loja, perto no Morumbi, somente para as Ducatis, MV e Triumph...vai ser também a oficina para estas marcas.
A loja IMOCX da JK aqui de SP,vai fechar...está vazia, tem moto, mas dá p/ ver que estão esvaziando...não sei se é devido à essa mudança para o Morumbi. Uma coisa é certa, estão bem melhor para negociar valores...
(foda é o medo...de fechar algo)
Marp, Benelli eles não vão mais trazer...segundo eles não tem aceitação no BR, dependendo essa é a hora de comprar com eles, pq certamente vão "queimar" elas ou veja qto fica uma por importação independente, pq vai dar na mesma em termos de garantia.
Segundo o vendedor, eles vão abrir uma nova loja, perto no Morumbi, somente para as Ducatis, MV e Triumph...vai ser também a oficina para estas marcas.
A loja IMOCX da JK aqui de SP,vai fechar...está vazia, tem moto, mas dá p/ ver que estão esvaziando...não sei se é devido à essa mudança para o Morumbi. Uma coisa é certa, estão bem melhor para negociar valores...
Marp, Benelli eles não vão mais trazer...segundo eles não tem aceitação no BR, dependendo essa é a hora de comprar com eles, pq certamente vão "queimar" elas ou veja qto fica uma por importação independente, pq vai dar na mesma em termos de garantia.
Valeu!
Re: Harley-Davidson processa Grupo Izzo
Valeu a dica! Tava precisando de um jaco, nem um de couro me serviu. Achei um cordura, da Buell: R$ 395,00, no fim das contas! Pelo material e acabamento, para mim, foi um puta preço!Toecutter escreveu:Cacete de agulha, não consegui até agora passar numa Rizzo pra aproveitar a promoção de 50% off.
Quero um jaco da Buell.
Abraço!
Re: Harley-Davidson processa Grupo Izzo
Grupo Izzo divulga carta pública sobre o processo movido pela Harley Davidson
Grupo Izzo divulga carta pública sobre o processo movido pela Harley Davidson
COMUNICADO OFICIAL GRUPO IZZO
" Dizem que toda Harley-Davidson tem uma história.
A nossa é uma história de paixão. Ou paixões.
Tudo começa no verão de 1991, no sul da França, na charmosa cidade de St. Tropez. Paulo Izzo e um amigo nem podiam imaginar onde duas Harley alugadas, de um pequeno revendedor local, para um simples passeio pelo litoral, iria levá-los: uma viagem que já dura 19 anos.
Completamente conquistado pela marca, Paulo, de volta ao Brasil, sai em busca de um modelo que esteja à venda no país.
Depois de muita procura o empresário encontra duas Harley-Davidson antigas em uma revenda Yamaha de Belo Horizonte. E são estas duas motocicletas que vão mudar a história do Paulo. E a história da Harley-Davidson no Brasil.
Hoje, depois de 17 anos de operação, o Grupo Izzo já vendeu mais de 20 mil motos da marca. Vendeu só, não. Entregou, cuidou, acompanhou, manteve, reformou, adaptou e alterou. Porque quem tem uma Harley-Davidson não tem só uma motocicleta, tem uma relação única com a marca e seu legado. Quer personalizar e tornar a sua moto o mais singular possível. Quer viver uma vida no estilo da marca: com liberdade, com segurança, com alegria.
Mas para chegar até aqui o mercado teve que amadurecer muito.
No início, quando o Paulo andava em uma FLH 1977, ele conheceu sua outra paixão: Luciana. Não foram poucas as vezes em que os três, Paulo, Luciana e a FLH, estiveram juntos. Muitas vezes era necessário que a própria Luciana empurrasse a moto até ela pegar.
Nesta época o mercado brasileiro de motos, inteiro, estava perto das 100.000 unidades. E o de motos de grandes cilindradas não passava de duas mil.
Ao fazer uma visita ao Brasil, executivos da Harley-Davidson internacional passam em frente à loja Izzo/Toyota e vêem a moto do Paulo exposta na vitrine. Eles param, entram na loja e dão início ao namoro que levaria à nomeação em 1993 do Grupo Izzo como o novo e exclusivo representante da marca, dos produtos e dos negócios da Harley-Davidson no Brasil.
Era o início de uma longa estrada de sucesso e aventura.
Em 1994 é inaugurada a primeira loja conceito da Harley-Davidson em São Paulo, na prestigiada Avenida Europa. No mesmo ano, depois de participar de um encontro internacional do HOG, Harley Owners Group, Paulo e Luciana entendem qual o seu verdadeiro papel: criar e desenvolver o consumidor de motos de grande cilindradas através de viagens que se tornariam, em pouco tempo, uma das marcas registradas da comunidade de proprietários de motos Harley-Davidson no Brasil.
O primeiro evento reuniu 25 motos em uma viagem para a Aldeia da Serra. E ali, entre os clientes, estavam Paulo e Luciana. Desde então, o casal nunca mais deixou de acompanhar todas as viagens organizadas pelo Grupo Izzo. Em pouco tempo já estavam reunindo mais de 140 motos e proprietários em um Rally Nacional em Campos do Jordão e mais de 400 clientes em um evento internacional organizado por eles em Foz do Iguaçu, com presença de uruguaios, argentinos e até alemães.
Mas nem tudo foi fácil na trajetória de negócios do grupo no Brasil. Diversas desvalorizações cambiais, alterações absurdas nos valores de impostos cobrados sobre as importações, falta de prioridade para o Brasil no planejamento global da marca, crises de crédito e variações brutais no cenário econômico foram algumas das dificuldades enfrentadas.
Mas nada foi capaz de atrapalhar a paixão dos Izzo pela Harley-Davidson.
E a dedicação constante em se criar a maior rede de concessionárias de motos de grande cilindrada do mercado nacional resultou na conquista da liderança, em 2008, do ranking de vendas de motos acima de 750cc, incluindo aí as Harley-Davidson e as suas co-irmãs da marca Buell.
Para chegar a esse ponto, Paulo já havia convencido em 1996 o CEO mundial, Sr. Richard Teerlink, a deixar de ver o Brasil como um problema e passar a vê-lo como uma solução e com grandes possibilidades de crescimento.
Com argumentos sólidos e uma persistência inabalável, o Grupo Izzo alcançou uma das suas maiores vitórias ao trazer a aprovação da Harley-Davidson para que as motos fossem montadas em Manaus. É ainda hoje a única fábrica da marca fora de seu país natal. Um movimento ousado e que antecipava a importância que o país passaria a ter muito em breve no contexto da economia mundial. As primeiras motos produzidas no Brasil foram do modelo Fat Boy, em 1999.
Aquela operação que havia começado tímida, com 500 motos vendidas em um ano, se tornava agora uma referência para outras operações da Harley espalhadas pelo planeta e, inclusive, para a própria matriz.
Mais de 50 prêmios foram conquistados pelo Grupo Izzo em áreas como Maior Crescimento de Vendas, Eventos HOG, Pós-Venda, Motos-Policiais, Lojas Conceito e o inédito posicionamento de sucesso da linha Sportster para o público jovem, algo ambicionado pela matriz que não consegue rejuvenescer o perfil de seu público nos Estados Unidos. Por tudo isso, a operação brasileira passou a ocupar um lugar de prestígio junto a todos os executivos globais da companhia. Um prestígio que por diversas vezes foi documentado através de emails vindos do Presidente mundial, dos Líderes da região e de avaliações formais realizadas com metodologias coordenadas por terceiros, independentes e isentos, que a Harley-Davidson aplica em todos os países em que está presente. Todo esse sucesso ainda levaria o Grupo Izzo a se tornar um dos quatro maiores vendedores de motos da marca Buell do mundo.
Após quase duas décadas de convivência e uma história pontilhada de tantos sucessos, a família Izzo e todos os demais brasileiros apaixonados pela marca esperavam que a Harley-Davidson Motor Company iniciasse em algum momento uma operação direta no Brasil. Para Paulo e Luciana, esse parecia o desenvolvimento natural para uma relação tão próxima e emocionalmente intensa.
Depois que o mercado foi criado, milhares de motos foram vendidas, milhões de brasileiros impactados pelas estratégias locais da marca, depois de muito dinheiro investido, de quase vinte anos de trabalho árduo e de superação constante, o momento de discutir a transição da operação e a entrada direta da Harley-Davidson chegou. Em comum acordo, o grupo Izzo e a gestão global da marca iniciaram negociações para abreviar o contrato entre eles, que tem vencimento previsto para 2015.
Não se podia imaginar outro caminho que não levasse em conta o sentido de comunidade construído nesses dezenove anos e os compromissos assumidos entre Harley-Davidson, grupo Izzo, fornecedores e parceiros locais e os muitos clientes apaixonados, que fizeram do Brasil o mercado de maior crescimento para a marca no mundo.
As negociações, contudo, acabaram tomando um rumo que não se poderia prever. Enquanto se buscava uma solução que reconhecesse os acordos existentes e as contribuições de todos para o sucesso da marca no país, a gestão global da marca optou unilateralmente por uma ação judicial que funcionasse como um atalho para a rescisão do contrato.
A Justiça, em sua manifestação mais recente, não deu apoio para o rompimento do contrato. Após conceder uma decisão liminar que antecipava a interrupção, a mesma instância judicial mudou seu entendimento, ao ter contato com informações mais precisas, e cassou a referida decisão. As responsabilidades do grupo Izzo pelo desenvolvimento da marca e o relacionamento com os mais de 20 mil proprietários de Harley-Davidson no Brasil continuam em vigor.
Em nosso contato diário e pessoal com a comunidade de amantes de motos no Brasil, temos sofrido algumas frustrações nos últimos meses. O controle sobre o fornecimento de peças para os serviços de manutenção está fora do alcance do Grupo Izzo. Por compromisso com os consumidores, estabelecido em contrato, todas as peças que usamos são fornecidas exclusivamente pelo fabricante das motos. Nem sempre, porém, as peças têm estado disponíveis no momento ideal e desejado, causando um desconforto que não condiz com o tipo de relacionamento que sempre tivemos com nossos clientes. Uma falta de recursos que não combina com a grandeza desta marca.
A história que contamos nesta carta é pública. Todas as informações constam dos autos do processo que está em andamento no Fórum Central Cível João Mendes Júnior, sob o número 583.00.2010.121472-2. O link para a consulta do processo é http://www.tjsp.gov.br.
O Grupo Izzo sabe que os consumidores brasileiros amam a marca Harley-Davidson. Foi esse amor que impulsionou essa história lá atrás. E é esse amor que fez Paulo Izzo chegar até aqui.
Junto com a antiga FLH, estão hoje em nossas lojas outras provas de nossa relação de paixão com a marca, como as antigas 1920, 1919, 1929, a Servcar, a Destroyer e a MT500 de guerra. Cada uma com a sua história. Histórias que continuam com o filho mais velho de Luciana e Paulo, que começou a andar de moto em uma réplica elétrica de Harley quando tinha apenas 10 meses de idade.
E com a mesma paixão do pai. "
GRUPO IZZO
Grupo Izzo divulga carta pública sobre o processo movido pela Harley Davidson
COMUNICADO OFICIAL GRUPO IZZO
" Dizem que toda Harley-Davidson tem uma história.
A nossa é uma história de paixão. Ou paixões.
Tudo começa no verão de 1991, no sul da França, na charmosa cidade de St. Tropez. Paulo Izzo e um amigo nem podiam imaginar onde duas Harley alugadas, de um pequeno revendedor local, para um simples passeio pelo litoral, iria levá-los: uma viagem que já dura 19 anos.
Completamente conquistado pela marca, Paulo, de volta ao Brasil, sai em busca de um modelo que esteja à venda no país.
Depois de muita procura o empresário encontra duas Harley-Davidson antigas em uma revenda Yamaha de Belo Horizonte. E são estas duas motocicletas que vão mudar a história do Paulo. E a história da Harley-Davidson no Brasil.
Hoje, depois de 17 anos de operação, o Grupo Izzo já vendeu mais de 20 mil motos da marca. Vendeu só, não. Entregou, cuidou, acompanhou, manteve, reformou, adaptou e alterou. Porque quem tem uma Harley-Davidson não tem só uma motocicleta, tem uma relação única com a marca e seu legado. Quer personalizar e tornar a sua moto o mais singular possível. Quer viver uma vida no estilo da marca: com liberdade, com segurança, com alegria.
Mas para chegar até aqui o mercado teve que amadurecer muito.
No início, quando o Paulo andava em uma FLH 1977, ele conheceu sua outra paixão: Luciana. Não foram poucas as vezes em que os três, Paulo, Luciana e a FLH, estiveram juntos. Muitas vezes era necessário que a própria Luciana empurrasse a moto até ela pegar.
Nesta época o mercado brasileiro de motos, inteiro, estava perto das 100.000 unidades. E o de motos de grandes cilindradas não passava de duas mil.
Ao fazer uma visita ao Brasil, executivos da Harley-Davidson internacional passam em frente à loja Izzo/Toyota e vêem a moto do Paulo exposta na vitrine. Eles param, entram na loja e dão início ao namoro que levaria à nomeação em 1993 do Grupo Izzo como o novo e exclusivo representante da marca, dos produtos e dos negócios da Harley-Davidson no Brasil.
Era o início de uma longa estrada de sucesso e aventura.
Em 1994 é inaugurada a primeira loja conceito da Harley-Davidson em São Paulo, na prestigiada Avenida Europa. No mesmo ano, depois de participar de um encontro internacional do HOG, Harley Owners Group, Paulo e Luciana entendem qual o seu verdadeiro papel: criar e desenvolver o consumidor de motos de grande cilindradas através de viagens que se tornariam, em pouco tempo, uma das marcas registradas da comunidade de proprietários de motos Harley-Davidson no Brasil.
O primeiro evento reuniu 25 motos em uma viagem para a Aldeia da Serra. E ali, entre os clientes, estavam Paulo e Luciana. Desde então, o casal nunca mais deixou de acompanhar todas as viagens organizadas pelo Grupo Izzo. Em pouco tempo já estavam reunindo mais de 140 motos e proprietários em um Rally Nacional em Campos do Jordão e mais de 400 clientes em um evento internacional organizado por eles em Foz do Iguaçu, com presença de uruguaios, argentinos e até alemães.
Mas nem tudo foi fácil na trajetória de negócios do grupo no Brasil. Diversas desvalorizações cambiais, alterações absurdas nos valores de impostos cobrados sobre as importações, falta de prioridade para o Brasil no planejamento global da marca, crises de crédito e variações brutais no cenário econômico foram algumas das dificuldades enfrentadas.
Mas nada foi capaz de atrapalhar a paixão dos Izzo pela Harley-Davidson.
E a dedicação constante em se criar a maior rede de concessionárias de motos de grande cilindrada do mercado nacional resultou na conquista da liderança, em 2008, do ranking de vendas de motos acima de 750cc, incluindo aí as Harley-Davidson e as suas co-irmãs da marca Buell.
Para chegar a esse ponto, Paulo já havia convencido em 1996 o CEO mundial, Sr. Richard Teerlink, a deixar de ver o Brasil como um problema e passar a vê-lo como uma solução e com grandes possibilidades de crescimento.
Com argumentos sólidos e uma persistência inabalável, o Grupo Izzo alcançou uma das suas maiores vitórias ao trazer a aprovação da Harley-Davidson para que as motos fossem montadas em Manaus. É ainda hoje a única fábrica da marca fora de seu país natal. Um movimento ousado e que antecipava a importância que o país passaria a ter muito em breve no contexto da economia mundial. As primeiras motos produzidas no Brasil foram do modelo Fat Boy, em 1999.
Aquela operação que havia começado tímida, com 500 motos vendidas em um ano, se tornava agora uma referência para outras operações da Harley espalhadas pelo planeta e, inclusive, para a própria matriz.
Mais de 50 prêmios foram conquistados pelo Grupo Izzo em áreas como Maior Crescimento de Vendas, Eventos HOG, Pós-Venda, Motos-Policiais, Lojas Conceito e o inédito posicionamento de sucesso da linha Sportster para o público jovem, algo ambicionado pela matriz que não consegue rejuvenescer o perfil de seu público nos Estados Unidos. Por tudo isso, a operação brasileira passou a ocupar um lugar de prestígio junto a todos os executivos globais da companhia. Um prestígio que por diversas vezes foi documentado através de emails vindos do Presidente mundial, dos Líderes da região e de avaliações formais realizadas com metodologias coordenadas por terceiros, independentes e isentos, que a Harley-Davidson aplica em todos os países em que está presente. Todo esse sucesso ainda levaria o Grupo Izzo a se tornar um dos quatro maiores vendedores de motos da marca Buell do mundo.
Após quase duas décadas de convivência e uma história pontilhada de tantos sucessos, a família Izzo e todos os demais brasileiros apaixonados pela marca esperavam que a Harley-Davidson Motor Company iniciasse em algum momento uma operação direta no Brasil. Para Paulo e Luciana, esse parecia o desenvolvimento natural para uma relação tão próxima e emocionalmente intensa.
Depois que o mercado foi criado, milhares de motos foram vendidas, milhões de brasileiros impactados pelas estratégias locais da marca, depois de muito dinheiro investido, de quase vinte anos de trabalho árduo e de superação constante, o momento de discutir a transição da operação e a entrada direta da Harley-Davidson chegou. Em comum acordo, o grupo Izzo e a gestão global da marca iniciaram negociações para abreviar o contrato entre eles, que tem vencimento previsto para 2015.
Não se podia imaginar outro caminho que não levasse em conta o sentido de comunidade construído nesses dezenove anos e os compromissos assumidos entre Harley-Davidson, grupo Izzo, fornecedores e parceiros locais e os muitos clientes apaixonados, que fizeram do Brasil o mercado de maior crescimento para a marca no mundo.
As negociações, contudo, acabaram tomando um rumo que não se poderia prever. Enquanto se buscava uma solução que reconhecesse os acordos existentes e as contribuições de todos para o sucesso da marca no país, a gestão global da marca optou unilateralmente por uma ação judicial que funcionasse como um atalho para a rescisão do contrato.
A Justiça, em sua manifestação mais recente, não deu apoio para o rompimento do contrato. Após conceder uma decisão liminar que antecipava a interrupção, a mesma instância judicial mudou seu entendimento, ao ter contato com informações mais precisas, e cassou a referida decisão. As responsabilidades do grupo Izzo pelo desenvolvimento da marca e o relacionamento com os mais de 20 mil proprietários de Harley-Davidson no Brasil continuam em vigor.
Em nosso contato diário e pessoal com a comunidade de amantes de motos no Brasil, temos sofrido algumas frustrações nos últimos meses. O controle sobre o fornecimento de peças para os serviços de manutenção está fora do alcance do Grupo Izzo. Por compromisso com os consumidores, estabelecido em contrato, todas as peças que usamos são fornecidas exclusivamente pelo fabricante das motos. Nem sempre, porém, as peças têm estado disponíveis no momento ideal e desejado, causando um desconforto que não condiz com o tipo de relacionamento que sempre tivemos com nossos clientes. Uma falta de recursos que não combina com a grandeza desta marca.
A história que contamos nesta carta é pública. Todas as informações constam dos autos do processo que está em andamento no Fórum Central Cível João Mendes Júnior, sob o número 583.00.2010.121472-2. O link para a consulta do processo é http://www.tjsp.gov.br.
O Grupo Izzo sabe que os consumidores brasileiros amam a marca Harley-Davidson. Foi esse amor que impulsionou essa história lá atrás. E é esse amor que fez Paulo Izzo chegar até aqui.
Junto com a antiga FLH, estão hoje em nossas lojas outras provas de nossa relação de paixão com a marca, como as antigas 1920, 1919, 1929, a Servcar, a Destroyer e a MT500 de guerra. Cada uma com a sua história. Histórias que continuam com o filho mais velho de Luciana e Paulo, que começou a andar de moto em uma réplica elétrica de Harley quando tinha apenas 10 meses de idade.
E com a mesma paixão do pai. "
GRUPO IZZO
Belo - SP

-
Bira
Re: Harley-Davidson processa Grupo Izzo
mimimi dos brabos ein?
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Re: Harley-Davidson processa Grupo Izzo
Nihil ego fecit. Sic erat cvm ego ad hic.
Ad corniger omnes poena parva est.
Timet farcimen canis icti per serpens.
Non posse avxilivm pertvrbare. Ad participandvm svmmvm est.
Nvllo desiderio qvi pictis zebra mirari reliqvvm tinxere.
Melivs est qvam contendere cooperandi
Ad corniger omnes poena parva est.
Timet farcimen canis icti per serpens.
Non posse avxilivm pertvrbare. Ad participandvm svmmvm est.
Nvllo desiderio qvi pictis zebra mirari reliqvvm tinxere.
Melivs est qvam contendere cooperandi
Re: Harley-Davidson processa Grupo Izzo
Eu acho que eles estão é preparando o terreno...Bira escreveu:mimimi dos brabos ein?
Não sou advogado nem defensor da Izzo, mas o que leio nas entrelinhas (e gostando ou não é verdade) é que quem fez a HD no Brasil foi a Izzo.
Acho que o caso ja está perdido, o controle da HD vai para as mãos da matriz USA, mas a Izzo deve conseguir uma boa grana por conta do investimento que fez no mercado por todos estes anos.
Belo - SP

Re: Harley-Davidson processa Grupo Izzo
Espero, que eles invistam nas marcas que não são HD, as Európéias....mas tá foda viu, vai que o cara "queima" o estoque atual de motos, fecha as portas e foda-se! (Isso pq já era meio assim...belo escreveu:Acho que o caso ja está perdido, o controle da HD vai para as mãos da matriz USA, mas a Izzo deve conseguir uma boa grana por conta do investimento que fez no mercado por todos estes anos.
Mas, querendo ou não a Izzo abalou o mercado, trazendo as Européias oficialmente....eram motos que custavam o dobro, trazendo de forma independente.
Valeu!
-
Gaucho
Re: Harley-Davidson processa Grupo Izzo
2belo escreveu: Não sou advogado nem defensor da Izzo, mas o que leio nas entrelinhas (e gostando ou não é verdade) é que quem fez a HD no Brasil foi a Izzo.
Acho que o caso ja está perdido, o controle da HD vai para as mãos da matriz USA, mas a Izzo deve conseguir uma boa grana por conta do investimento que fez no mercado por todos estes anos.
- Fabio Ninja
- Dinossauro
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- Registrado em: 27 Dez 2007, 20:04
Re: Harley-Davidson processa Grupo Izzo
primeira revisão da harley do meu amigo 600 reais, pq sera tudo isso?
é uma dyna 1600
é uma dyna 1600
Poderia estar num hotel em Dubai, num barquinho no Caribe,
mas eu prefiro estar aqui, andando de motos com vocês !
mas eu prefiro estar aqui, andando de motos com vocês !
Re: Harley-Davidson processa Grupo Izzo
50 = troca de óleo.Fabio Ninja escreveu:primeira revisão da harley do meu amigo 600 reais, pq sera tudo isso?
é uma dyna 1600
550 = custo da história da marca.
-
Gaucho
Re: Harley-Davidson processa Grupo Izzo
apertar todos os parafusos q soltam c a vibração do motor demoraFabio Ninja escreveu:primeira revisão da harley do meu amigo 600 reais, pq sera tudo isso?
é uma dyna 1600
se a 1ª revisão custa 600..................imagina qdo ficar velha




