Nova Kasinski na tomada!
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morcegao07
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Re: Nova Kasinski na tomada!
bkm_br escreveu:Eles já estão mexendo, uma das empresas que mais investe em desenvolvimento de novas tecnologias é a Exxon Mobil, e várias patentes dos sistemas elétricos dos carros é de propriedade das empresas petrolíferas.dtguga escreveu:Acho que o maior problema em relação a uma mudança nos combustiveis é as companhias petroleiras....
Tem muito dinheiro envolvido no petróleo, e eles não vao deixar essa boquinha se esvair tão facilmente.. Por enquanto as alternativas ao petroleo ainda estão engatinhando, e como bem disseram, vai levar pelo menos mais uns 50 anos pra ter possibilidade de substitui-lo, mas eu acredito que quando as alternativas começarem a encomodar, o pessoal do petróleo vai comecar a mexer seus pauzinhos.
Bkm_br, teorias da conspiração à parte, também não se sabe até onde elas estão interessadas em participar ativamente desse novo mercado ou se estão apenas tratando de retardar o desenvolvimento desses projetos tendo algumas patentes na mão. Compra-se a patente e deixa ela guardinha ali na gaveta, por enquanto...
Ainda mais a Exxon, que tem um currículo bem sujo de petróleo.
- Saurus
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Re: Nova Kasinski na tomada!
Juliano, essa questão de expansão da base de recarga não pode ser descartada, mas ainda é inviável em termos concretos, de realização. Haveria que se investir pesadamente no aumento/expansão da oferta de energia elétrica, visto que o consumo dessa iria disparar de forma inimaginável. Ou seja, a expansão/aumento da oferta teria que acompanhar o crescimento da demanda por EE.
Energia solar é uma das mais viáveis, ao meu ver, porém, seu uso residencial não é muito estimulado porque ela desloca as concessionárias/distribuidoras de EE. Mas a EE baseada na fonte solar pode ser tão ou mais eficiente quanto as fontes "convencionais", sem falar na sua abundância (virtualmente inesgotável) em vários lugares com índices de insolção acentuados (como o NE brasileiro, o Atacama, a maior parte do continente africano, países ibéricos, México, etc, por exemplo). A eólica é uma solução que demanda uma engenharia mais apurada, que deve levar em conta os índices eólicos de cada região, o que determinará o projeto dos hélices dos coletores, dos rotores, dos conversores, altura da torre, etc.), mas pode ser utilizado como solução complementar. Aliás, penso que as soluções devam ser combinadas (duas ou mais soluções em conjunto) de forma racional.
Energia solar é uma das mais viáveis, ao meu ver, porém, seu uso residencial não é muito estimulado porque ela desloca as concessionárias/distribuidoras de EE. Mas a EE baseada na fonte solar pode ser tão ou mais eficiente quanto as fontes "convencionais", sem falar na sua abundância (virtualmente inesgotável) em vários lugares com índices de insolção acentuados (como o NE brasileiro, o Atacama, a maior parte do continente africano, países ibéricos, México, etc, por exemplo). A eólica é uma solução que demanda uma engenharia mais apurada, que deve levar em conta os índices eólicos de cada região, o que determinará o projeto dos hélices dos coletores, dos rotores, dos conversores, altura da torre, etc.), mas pode ser utilizado como solução complementar. Aliás, penso que as soluções devam ser combinadas (duas ou mais soluções em conjunto) de forma racional.
Nihil ego fecit. Sic erat cvm ego ad hic.
Ad corniger omnes poena parva est.
Timet farcimen canis icti per serpens.
Non posse avxilivm pertvrbare. Ad participandvm svmmvm est.
Nvllo desiderio qvi pictis zebra mirari reliqvvm tinxere.
Melivs est qvam contendere cooperandi
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Melivs est qvam contendere cooperandi
- Juliano Assimila
- Motoqueiro
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Re: Nova Kasinski na tomada!
Não bira... Engraçadão.
Mas ainda é uma solução melhor no curto prazo do que motores a hidrogênio.
De qualquer foram, essa solução que vc mostrou não parece ser muito mais complicada do que se fossem tomadas comuns. De qualquer maneira a instalação elétrica do prédio sofrerá mudanças invasivas.
Até que os prédios se adaptem, o mercado de elétricos fica restrito a residências.
Mas ainda é uma solução melhor no curto prazo do que motores a hidrogênio.
De qualquer foram, essa solução que vc mostrou não parece ser muito mais complicada do que se fossem tomadas comuns. De qualquer maneira a instalação elétrica do prédio sofrerá mudanças invasivas.
Até que os prédios se adaptem, o mercado de elétricos fica restrito a residências.
