Polícia vai usar "MACONHÔMETRO" !!!!
- Maggiolo
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Re: Polícia vai usar "MACONHÔMETRO" !!!!
Essa foi boa...ahahahahah...VALEU !!!douglasm escreveu:é proibido dirigir maconhado?

LIBERDADE É PASSAR A MÃO NA BUNDA DO GUARDA...
Re: Polícia vai usar "MACONHÔMETRO" !!!!
Quem dera.Tio Frei escreveu:quem não deve não treme
Do jeito que as coisas são em banâniaby b0fh, precisa bem pouco prum "agente da lei" mudá-la ao seu gosto. E por mais que você tenha razão, custa um bocado até explicar que focinho de porco não é tomada.
quem deve não treme...
orgulho de ser CGzeiro!
- cortacerol
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Re: Polícia vai usar "MACONHÔMETRO" !!!!
- S u z u k i I n t r u d e r 1 2 5 c c -

Com uma nova patroa.

Com uma nova patroa.
Re: Polícia vai usar "MACONHÔMETRO" !!!!
e por falar em maconha vs. policia, lembrei deste filme, classico...

Quando a fruta esta madura, não demora muito para cair.


- gjunqueira
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Re: Polícia vai usar "MACONHÔMETRO" !!!!
Se vc nunca viu, é um milagre...SPYder escreveu:Nunca vi alguém bater chapado.
Pq eu mesmo, só nao bati varias vezes, pq os outros carros na rua nao deixaram, pq se fosse por mim eu estaria morto já eu acho ... =/
Fumava q nem um loco e saia dirigindo.. Nao da certo!
Dirigir brisado eh mto pior do que dirigir bebado... Pelo menos pra mim era....
Re: Polícia vai usar "MACONHÔMETRO" !!!!
Mandou bem aí 10zin, essse filme é de rolar de rir, digo de enrolar e rir
, queria lembrar o nome , valeu demais.
Re: Polícia vai usar "MACONHÔMETRO" !!!!
Cheech & Chong - Up and Smoke 8)b1rdie escreveu:Mandou bem aí 10zin, essse filme é de rolar de rir, digo de enrolar e rir, queria lembrar o nome , valeu demais.
Quando a fruta esta madura, não demora muito para cair.


- Raphafernandes
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O maconhômetro e o nosso velho reducionismo sobre as drogas
Abaixo segue reportagem interessante sobre o assunto publicada no Blog "Sobre Drogas" do Globo.
O maconhômetro e o nosso velho reducionismo sobre as drogas
Semana passada, a multinacional holandesa Phillips divulgou as primeiras imagens (meramente ilustrativas) da versão portátil de uma nova tecnologia - ainda em fase de testes - capaz de medir instantaneamente, através da saliva, a concentração de partículas de diversos tipos de substâncias no organismo. Pelo menos cinco drogas de uso corrente (THC, cocaína, metanfetamina, anfetamina e heroína) poderão ser identificadas pela nova tecnologia, cuja versão portátil será desenvolvida numa parceria entre a Phillips e a companhia inglesa Concateno, especializada em testes de abuso de drogas.
O assunto despertou o interesse nos veículos de comunicação, que nos últimos dias publicaram imagens do aparelho (este aí ao lado), e dados sobre a previsão de lançamento no mercado.
Na verdade o aparelho - que por enquanto está sendo chamado de Magnotech, assim como a tecnologia de rastreamento de substâncias que ele usa - ainda está em fase de protótipo. Os testes na Europa sequer começaram, e não há nenhuma previsão concreta de lançamento do produto em larga escala no mercado europeu antes de 2010. Além disso, segundo o próprio fabricante, o Magnotech está sendo desenvolvido prioritariamente para uso em ambulâncias e emergências de hospitais, pois é capaz de identificar substâncias que indicam se um paciente está sofrendo enfartos, derrames e overdoses de remédios e/ou drogas.
No Brasil, porém, a única aplicação visível para o Magnotech pareceu ser justamente a mais controversa. E a que mais dificilmente será aplicada, por causa das complicações jurídicas a ela inerentes: o uso do aparelho - rapidamente apelidado de "maconhômetro", claro - pela polícia para identificar o consumo de drogas nas ruas.
O site G1 chegou a afirmar em sua matéria sobre o assunto que "o núcleo de novas tecnologias da Secretaria de Segurança Pública do Rio já estuda o uso do aparelho" no combate às drogas na cidade. Eu, particularmente, com todo o respeito à seriedade da polícia no seu combate ao crime relacionado às drogas, sinto cheiro de inconsequência nessa afirmação. No mínimo, no mínimo, uma baita precipitação.
Fácil imaginar que a "fonte" na Segurança Pública achou que pegaria bem dizer à imprensa que tem interesse e conhecimento sobre assunto ainda tão embrionário. Mas sem qualquer outra informação minimamente concreta sobre o que seria este estudo, e qual seria a aplicação do aparelho, a afirmação fica vazia, muito vazia. Dá a impressão de que a polícia toma por mera "arma repressiva" um aparelho que está sendo projetado prioritariamente para salvar vidas.
Para mim, o núcleo de novas tecnologias da Secretaria de Segurança Pública perdeu uma boa chance de simplesmente dizer... "Nada a comentar".
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Sds,
Rapha
O maconhômetro e o nosso velho reducionismo sobre as drogas
Semana passada, a multinacional holandesa Phillips divulgou as primeiras imagens (meramente ilustrativas) da versão portátil de uma nova tecnologia - ainda em fase de testes - capaz de medir instantaneamente, através da saliva, a concentração de partículas de diversos tipos de substâncias no organismo. Pelo menos cinco drogas de uso corrente (THC, cocaína, metanfetamina, anfetamina e heroína) poderão ser identificadas pela nova tecnologia, cuja versão portátil será desenvolvida numa parceria entre a Phillips e a companhia inglesa Concateno, especializada em testes de abuso de drogas.
O assunto despertou o interesse nos veículos de comunicação, que nos últimos dias publicaram imagens do aparelho (este aí ao lado), e dados sobre a previsão de lançamento no mercado.
Na verdade o aparelho - que por enquanto está sendo chamado de Magnotech, assim como a tecnologia de rastreamento de substâncias que ele usa - ainda está em fase de protótipo. Os testes na Europa sequer começaram, e não há nenhuma previsão concreta de lançamento do produto em larga escala no mercado europeu antes de 2010. Além disso, segundo o próprio fabricante, o Magnotech está sendo desenvolvido prioritariamente para uso em ambulâncias e emergências de hospitais, pois é capaz de identificar substâncias que indicam se um paciente está sofrendo enfartos, derrames e overdoses de remédios e/ou drogas.
No Brasil, porém, a única aplicação visível para o Magnotech pareceu ser justamente a mais controversa. E a que mais dificilmente será aplicada, por causa das complicações jurídicas a ela inerentes: o uso do aparelho - rapidamente apelidado de "maconhômetro", claro - pela polícia para identificar o consumo de drogas nas ruas.
O site G1 chegou a afirmar em sua matéria sobre o assunto que "o núcleo de novas tecnologias da Secretaria de Segurança Pública do Rio já estuda o uso do aparelho" no combate às drogas na cidade. Eu, particularmente, com todo o respeito à seriedade da polícia no seu combate ao crime relacionado às drogas, sinto cheiro de inconsequência nessa afirmação. No mínimo, no mínimo, uma baita precipitação.
Fácil imaginar que a "fonte" na Segurança Pública achou que pegaria bem dizer à imprensa que tem interesse e conhecimento sobre assunto ainda tão embrionário. Mas sem qualquer outra informação minimamente concreta sobre o que seria este estudo, e qual seria a aplicação do aparelho, a afirmação fica vazia, muito vazia. Dá a impressão de que a polícia toma por mera "arma repressiva" um aparelho que está sendo projetado prioritariamente para salvar vidas.
Para mim, o núcleo de novas tecnologias da Secretaria de Segurança Pública perdeu uma boa chance de simplesmente dizer... "Nada a comentar".
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Sds,
Rapha
Trovão Azul: Shadow 600-2003









