O diário de restauração da Hunter
Re: O diário de restauração da Hunter
Ó...conectores têm que OBRIGATORIAMENTE ser instalados com a ferramenta de crimpagem.
Não adianta fazer com alicate universal ou de bico que não presta.
Para soldar, o teu ferro tem que ser de uma potência que fique o mínimo de tempo encostado no fio/estanho para a união dos mesmos.
Eu, agora, uso um de 90W.
No caso da torneirinha, para ficar mais prático, sugiro deixar sem tela e colocar um filtro desses transparentes entre ela e o carburador.
Não adianta fazer com alicate universal ou de bico que não presta.
Para soldar, o teu ferro tem que ser de uma potência que fique o mínimo de tempo encostado no fio/estanho para a união dos mesmos.
Eu, agora, uso um de 90W.
No caso da torneirinha, para ficar mais prático, sugiro deixar sem tela e colocar um filtro desses transparentes entre ela e o carburador.
Re: O diário de restauração da Hunter
Nem sabia que existia alicate pra isso. Normalmente colocava um pingo de solda no conector, soldava a pontinha e depois fechava as garrinhas com alicate comum. Tens uma foto dela aí?Ratão escreveu:Ó...conectores têm que OBRIGATORIAMENTE ser instalados com a ferramenta de crimpagem.
Não adianta fazer com alicate universal ou de bico que não presta.
Para soldar, o teu ferro tem que ser de uma potência que fique o mínimo de tempo encostado no fio/estanho para a união dos mesmos.
Eu, agora, uso um de 90W.
No caso da torneirinha, para ficar mais prático, sugiro deixar sem tela e colocar um filtro desses transparentes entre ela e o carburador.
Cara, não sei se meu ferro é apropriado (snme tem 40W), mas cansei de soldar coisas com ele. Vou até ver esse ferro mais forte, mas não creio que seja esse o problema. O único fio que não pega solda por nada nesse mundo, não importa o tempo que esquente, seja pouco ou muito, é o chicote da Hunter. Outra coisa que acho curiosa é que os fios são escuros, parecem oxidados, mesmo cortando um bom pedaço e desencapando em seguida, onde em tese deveria estar preservado.
Eu fiz exatamente isso com a torneirinha... tirei a tela e botei filtro de combustível, mas fiquei pensando se alguma coisa não entupiria aquele orifício dela.
Valeu a ajuda!
orgulho de ser CGzeiro!
Re: O diário de restauração da Hunter
orgulho de ser CGzeiro!
Re: O diário de restauração da Hunter
Jabsb, isso é por causa do isolamento vagabundo kkkk. Qualidade sundown.
Pra pegar solda bem dá uma lixada/raspada nos fios, esse escuro é oxidação e não pega solda mesmo.
Normalmente eu uso uma faca pra raspar.
Com relação ao ferro, um rápido ajuda, mas não é necessidade. O segredo é sempre deixar o ferro e a solda em lados opostos até a fusão, isso provoca uma distribuição uniforme da solda.
Pra pegar solda bem dá uma lixada/raspada nos fios, esse escuro é oxidação e não pega solda mesmo.
Normalmente eu uso uma faca pra raspar.
Com relação ao ferro, um rápido ajuda, mas não é necessidade. O segredo é sempre deixar o ferro e a solda em lados opostos até a fusão, isso provoca uma distribuição uniforme da solda.
Re: O diário de restauração da Hunter
O alicate é para ser usado com esses conectores mesmo.
Re: O diário de restauração da Hunter
Eu tentei raspar com uma escovinha de aço, mas não adiantou muito não... o.O
Vim trabalhar nela hoje e **aparentemente** está funcionando sem problema. A única coisa, que já havia percebido antes, é que a partir de uns 90km/h (velocímetro, claro) ela começa a dar uns pipocos, e aos 100 já pipoca a ponto de não ir além. Seria mistura pobre? Rica?
Ratão, como a foto do anúncio mostrava aqueles conectores redondos fiquei na dúvida. Beleza então =)
Vim trabalhar nela hoje e **aparentemente** está funcionando sem problema. A única coisa, que já havia percebido antes, é que a partir de uns 90km/h (velocímetro, claro) ela começa a dar uns pipocos, e aos 100 já pipoca a ponto de não ir além. Seria mistura pobre? Rica?
Ratão, como a foto do anúncio mostrava aqueles conectores redondos fiquei na dúvida. Beleza então =)
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Re: O diário de restauração da Hunter
Sugiro percorrer o triângulo de fogo:jabsb escreveu:Eu tentei raspar com uma escovinha de aço, mas não adiantou muito não... o.O
Vim trabalhar nela hoje e **aparentemente** está funcionando sem problema. A única coisa, que já havia percebido antes, é que a partir de uns 90km/h (velocímetro, claro) ela começa a dar uns pipocos, e aos 100 já pipoca a ponto de não ir além. Seria mistura pobre? Rica?
Ratão, como a foto do anúncio mostrava aqueles conectores redondos fiquei na dúvida. Beleza então =)
1) Sistema de alimentação: tanque, torneira, mangueiras, carburador (bóia, estilete, diafragmas, giglês- difusor e lenta, respiros, etc). Verifique se toda regulagem está dentro dos conformes. Verificado e corrigidos eventuais problemas,
2) Sistema de ignição: bateria, chicote, conectores, bobina, CDI, vela, cabo de vela, ponto de ignição, estator, etc. Feitas as verificações e corrigidos eventuais defeitos,
3) Verificação de fornecimento de O2 para mistura: Verifique filtro de ar e admissão.
A maior parte dos problemas estarão num desses 3 sistemas acima.
Gúdilâqui.
Nihil ego fecit. Sic erat cvm ego ad hic.
Ad corniger omnes poena parva est.
Timet farcimen canis icti per serpens.
Non posse avxilivm pertvrbare. Ad participandvm svmmvm est.
Nvllo desiderio qvi pictis zebra mirari reliqvvm tinxere.
Melivs est qvam contendere cooperandi
Ad corniger omnes poena parva est.
Timet farcimen canis icti per serpens.
Non posse avxilivm pertvrbare. Ad participandvm svmmvm est.
Nvllo desiderio qvi pictis zebra mirari reliqvvm tinxere.
Melivs est qvam contendere cooperandi
Re: O diário de restauração da Hunter
Depende de onde vem o pipoco.
Se no filtro de ar: mistura pobre;
Se no escape: mistura rica.
Se no filtro de ar: mistura pobre;
Se no escape: mistura rica.
Re: O diário de restauração da Hunter
Coloquei a trava da agulha o mais próximo possível da cabeça (estava no meio) e ficou 100%. Ou seja, se não estou enganado era mistura rica.
orgulho de ser CGzeiro!
Re: O diário de restauração da Hunter
Correto.
Trava para cima, agulha abaixa, na faixa de rotação média para alta, mistura ficou menos rica.
Trava para cima, agulha abaixa, na faixa de rotação média para alta, mistura ficou menos rica.
Re: O diário de restauração da Hunter
A bichinha rodou sem qualquer problema por semanas...
até que um dia começou a morrer em marcha lenta.
De cara pensei que entupiu novamente alguma coisa no carburador. Ela tá com filtro de combustível e tudo o mais, mas havia tirado a telinha que vai na torneira, talvez alguma coisa tivesse passado por lá.
Arranjei uma telinha nova, desmontei a torneira do tanque e instalei a bichinha. Abri o carburador e dei um trato. Coloquei novamente....
...e continuou morrendo em marcha lenta.
Zerei o combustível todo, botei gasolina nova, filtro de combustível novo. Tirei o carburador e fiz aquele esquema de deixar de molho no vinagre por 3 horas, depois mais um tempo de molho na gasolina pura e novinha. Daí sequei ele todo, montei com juntas novinhas...
...continua morrendo em marcha lenta.
Aí resolvi que poderia ser a vela iridium. Botei a convencional. Até ameaçou que ia funcionar mas lá pelas tantas começou a morrer novamente.
O que raios pode estar causando isso? Ela morre em marcha lenta, mas não é imediatamente, fica alguns segundos antes de suspirar de vez.
Outra coisa é que ela não pega de jeito nenhum com a partida elétrica, só dando no pedal, e forte. Suspira alguns segundos antes de morrer, tempo que dá pra acelerar - com cuidado, senão morre também - e andar. Se volta pra lenta, mesma coisa: funciona bem por alguns segundos, aí do nada morre. E só volta no pedal, mesmo com bateria cheia.
Outra coisa que notei é que nos breves segundos em que ela fica na marcha lenta, está perfeita. Não fica ameaçando morrer nem nada. É meio que um soluço que ela dá e.. puft.
edit: sim, tem faísca na vela. Usando a partida elétrica, inclusive.
até que um dia começou a morrer em marcha lenta.
De cara pensei que entupiu novamente alguma coisa no carburador. Ela tá com filtro de combustível e tudo o mais, mas havia tirado a telinha que vai na torneira, talvez alguma coisa tivesse passado por lá.
Arranjei uma telinha nova, desmontei a torneira do tanque e instalei a bichinha. Abri o carburador e dei um trato. Coloquei novamente....
...e continuou morrendo em marcha lenta.
Zerei o combustível todo, botei gasolina nova, filtro de combustível novo. Tirei o carburador e fiz aquele esquema de deixar de molho no vinagre por 3 horas, depois mais um tempo de molho na gasolina pura e novinha. Daí sequei ele todo, montei com juntas novinhas...
...continua morrendo em marcha lenta.
Aí resolvi que poderia ser a vela iridium. Botei a convencional. Até ameaçou que ia funcionar mas lá pelas tantas começou a morrer novamente.
O que raios pode estar causando isso? Ela morre em marcha lenta, mas não é imediatamente, fica alguns segundos antes de suspirar de vez.
Outra coisa é que ela não pega de jeito nenhum com a partida elétrica, só dando no pedal, e forte. Suspira alguns segundos antes de morrer, tempo que dá pra acelerar - com cuidado, senão morre também - e andar. Se volta pra lenta, mesma coisa: funciona bem por alguns segundos, aí do nada morre. E só volta no pedal, mesmo com bateria cheia.
Outra coisa que notei é que nos breves segundos em que ela fica na marcha lenta, está perfeita. Não fica ameaçando morrer nem nada. É meio que um soluço que ela dá e.. puft.
edit: sim, tem faísca na vela. Usando a partida elétrica, inclusive.
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Re: O diário de restauração da Hunter
Dá uma olhada na folga das válvulas.
Re: O diário de restauração da Hunter
Aí é território novo para mim... será que é complicado fazer isso? Tenho uma dificuldade enorme de achar mecânico que queira encostar na Hunter 
orgulho de ser CGzeiro!
Re: O diário de restauração da Hunter
eu não sei como é o sistema da hunter mas imagino que seja o mais comum, por rosca.
O procedimento não é complicado, mas precisa ter os valores corretos e cuidado na medição pra ter certeza do que está acontecendo.
Em resumo, tem que colocar o motor no ponto (PMS- Ponto máximo superior) em compressão (valvulas fechadas), mede-se com o cálibre de lâmina a folga, regula-se, trava a regulagem, gira o motor e mede de novo pra ter certeza.
Reflete muito no consumo e desempenho.
O normal, nas reguladas a rosca, é a cada 5000km.
O procedimento não é complicado, mas precisa ter os valores corretos e cuidado na medição pra ter certeza do que está acontecendo.
Em resumo, tem que colocar o motor no ponto (PMS- Ponto máximo superior) em compressão (valvulas fechadas), mede-se com o cálibre de lâmina a folga, regula-se, trava a regulagem, gira o motor e mede de novo pra ter certeza.
Reflete muito no consumo e desempenho.
O normal, nas reguladas a rosca, é a cada 5000km.
Re: O diário de restauração da Hunter
Deve ser o mesmo da CG Today, já que o motor é cópia do 125 antigo da Honda.
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Re: Baixa de veículo no DETRAN
Quer dar baixa na moto jabsb? Corta o pedaço do chassi que tem o numero, manda somente este pedaço para cá com a placa, com este pedaço e a placa voce consegue dar baixa, veja os procedimentos no site do detran:jabsb escreveu:Longa história. Resumindo: a Hunter está em Aracaju/SE com um problema no eixo da roda traseira que ninguém lá consegue resolver. Se precisar trazer ela pra cá pra dar baixa, talvez seja melhor arrumar ela. Se não precisar, melhor dar baixa, porque o transporte fica em torno de R$ 1.000,00, e ela não vale isso. O complicado é que a moto não está rodando, então qualquer procedimento envolvendo DETRAN lá fica complicado porque a família da minha esposa não tem acesso fácil a transporte para ela.
Se vocês tiverem outros palpites, fiquem a vontade.
PROCEDIMENTOS:
- Solicitar a baixa (justificativas: sinistro com ocorrência policial, perda total e desmanche);
- Devolver as placas;
- Entregar recorte com a numeração do chassi;
- Dar entrada na documentação no Posto de Atendimento mais próximo do domicílio;
- Caso seja procurador, apresentar procuração pública lavrada em Cartório, ou procuração particular (conforme Código Civil, Lei 10.406 de 2002, artigo 654 §§ 1º e 2º) com reconhecimento de firma por autenticidade e registro em Cartório. No caso de Procuração de outra UF é obrigatório o abono do sinal público no DF;
- Recolher encargos após a prestação do serviço.



