XT1200Z Super Ténéré produzida no Brasil
Re: XT1200Z Super Ténéré produzida no Brasil
Essa aí é tipo ktm, bros bombada.....
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Sou primo irmão do Mano Lima, genro do Xirú Missioneiro e sogro do Porca Véia, mas bah
Bagé@tchê.rs
Se Deus é grande, O MATO É MAIOR
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Jota
Re: XT1200Z Super Ténéré produzida no Brasil
essa 1200x da honda é desnecessária, pq existe essa aqui, muito mais versátil:
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=wRWIsXhu8Ek[/youtube]
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=wRWIsXhu8Ek[/youtube]
Re: XT1200Z Super Ténéré produzida no Brasil
Jota, faz tempo que desisti de olhar essa moto, havia logo que lançaram um zumzum que a hondinha traria pra cá, nem isso tem mais
Leitura pro Jota, tirado do tenere clube, cara tinha um struminha das novas e pegou uma teneruda das novas....
A muito tempo atrás eu abri um tópico no fórum PBT falando sobre minha intenção de trocar minha V-Strom 650 2013 (esse modelo novo com ABS) por algumas candidatas, entre elas estavam XT1200Z (modelo antigo), KTM 990, KTM 1190 e Triumph Tiger 800 XC:
Todas as motos citadas acima me parecem excelentes. Na época, estava querendo uma KTM, mas como lançaram o modelo novo da Yamaha, e com ela eu não teria que continuar essa odisseia de limpar toda hora a corrente e escutar o ruído desagradável dela, resolvi investir no modelo novo Super Ténéré Z (sem suspensão eletrônica).
Vou postar umas fotos e logo em seguida o que gostei e o que não me agradou na moto.









Continuando...
Eu sou uma pessoa um tanto exigente, e não tenho o costume de engrandecer o que tenho. Um bom exemplo disso é a V-Strom que tinha e não gostava tanto quanto da minha antiga XT600E. Bem... Isso é questão de gosto bem pessoal, até porque depois eu acabei me acostumando às diferenças.
Primeira Impressão
Assim que subi na XT1200Z, pude perceber que era uma moto grande, com uma postura de pilotagem e proposta bem diferente da minha Suzuki. Gostei logo de cara, pois prefiro uma postura mais agressiva, sentado em cima da moto, do que muito relaxada como se estivesse preso dentro da moto, como me sentia na V-Strom.
Ao colocá-la em marcha, senti a moto leve, embora tivesse a sensação de estar na moto mais gorda do mundo, devido ao tanque bem grande e ainda à carenagem que a faz gigante na parte dianteira.
Até agora rodei um pouco mais de 700 km, entre terra, estradas asfaltadas e dentro de cidade.
Terrenos
Em terra ela me surpreendeu muito, pois é absurdamente mais estável que minha Suzuki e o curso da suspensão é excelente. O ponto fraco foi o motor em marcha lenta, pois ele parece não gostar muito de andar abaixo dos 2.500 rpm. Como eu ando sempre com o motor cheio, não vou ter muito problema com isso.
Na estrada foi uma maravilha. O controle cruzeiro realmente é uma grande coisa. Ele está muito bem posicionado e seu uso é muito simples, tanto pra acionar como para desconectar com um simples toque no freio ou embreagem. Não tem coisa mais gostosa que sentir a moto acelerando sozinha pra retomar à velocidade programada.
Na cidade ela é pesada e se deve tomar maior precaução, pois ela não para tão fácil como uma big trail de média cilindrada. Eu assumi a postura de manter uma maior distância dos automóveis, e olha que sou um tanto agressivo na pilotagem.
Resumindo... Não a recomendaria muito pra quem terá um uso muito urbano, mas isso nada tem a ver com o modelo, e sim com o peso maior de toda maxitrail. Nesse quesito, a minha Sizuki era muito mais agradável, principalmente na doçura do motor e aceleração mais homogênea.
Sistema de Modos e Aceleração
Achei bem estranhos. O modo Sport é agressivo, mas não como uma esportiva e sim com uma sensibilidade demasiada no acelerador. É bem difícil usar esse modo de uma forma confortável, pois com a própria vibração da moto em contato com o asfalto com irregularidades normais, faz com que o regime de aceleração fique muito instável. (Está melhorando com o amaciamento do motor, mesmo assim é bem nervosinho nas aceleradas e estou aprendendo a usar isso a meu favor).
Já o modo Touring é uma tartaruga. Vc acelera e a moto responde com muito atraso. Fica mais confortável e estável o giro do motor, mas o ideal seria que tivesse um meio termo entre esses dois modos. Não sei se a causa disso é o acelerador eletrônico. Nesse quesito a V-Strom era muito melhor, pois tinha uma aceleração mais homogênea e sem solavancos, embora seja bem menos evoluída eletronicamente.
Painel
Gostei muito, embora não tenha tido ganho algum se comparar ao painel da V-Strom nova. Uma coisa que achei estranha é a temperatura do motor, que somente aparecem os graus e não uma escala pra se saber se o motor está superaquecido ou não. A ventoinha liga quando passa dos 103°c. Estranho isso, mas não conheço bem a moto e esses termômetros digitais são mestres em possuir erro na aferição (Já li aqui no fórum que a temperatura é essa mesmo).
Uma coisa bem desagradável é o indicador de marchas. É muito lento !! Vc passa a marcha e ele demora demais a atualizar. Fica um tracinho e só muda o número depois que vc solta a embreagem e começa a acelerar na marcha nova. Isso é bem ruim, pois algumas vezes vc para a moto e começa a descer as marchas e não dá pra saber em que marcha está no meio disso.
Parabrisas ou Bolha
Nem ruim nem bom. Deficiente pra quem possui mais de 1,73 de altura, mesmo na posição mais alta. O problema é que isso já se tornou comum entre as marcas. Eles instalam bolhas muito baixas de fábrica pra praticamente obrigar o consumidor a comprar um modelo mais alto que é vendido como acessório.
Mesmo assim é muito melhor que o original da V-Strom. Digo que ele é ineficiente se comparar com um Givi AirFlow, Puig ou até o original com maior altura.
Falta de Itens Básicos
Infeliz a postura da Yamaha em colocar o modelo Z sem a base do topcase e sem a alça onde segura o carona. É uma postura medíocre, já que o valor pago pelo modelo Z possui somente USD 1.100 de diferença do modelo ZE. Acho que a suspensão eletrônica, punhos aquecidos e o cavalete central já estariam de bom tamanho para diferir os modelos.
Eu escolhi o Z por ser o disponível no momento. O ZE vai demorar mais dois meses pra chegar ao Chile. Suspensão eletrônica não me importa muito, cavalete central também não e punhos aquecidos eu vou instalar da Oxford. Já o suporte de topcase e as alças, serei obrigado a comprar. Vou esperar a Touratech ou SW-Motech lançarem algo, pois não acho justo comprar isso da Yamaha.
Motor
Parece não ser o forte desse modelo. De quase todas maxitrails atuais que já pude pilotar, a XT1200Z é a mais anêmica, mas não foi pensando somente no motor que comprei a moto.
Eu sempre fui apaixonado pelo motor triple da 800 XC, mas infelizmente o conjunto não me agradou muito, até porque ela custa somente R$ 5.650,00 mais barato que a Super Ténéré aqui no Chile. Como o conjunto da Yamaha é bem mais avançado eletronicamente e a moto possui maior proteção ao vento (aqui no sul do mundo isso é muito importante), era mais que lógico optar pela ST.
O som de motor é diferente do modelo antigo. Mais grave e com menos sensação de ''algo solto dentro do motor''. É claro que uma moto com 700km não há como julgar bem esse quesito. Só posso dizer que o som do motor é inebriante, um grave forte e ainda faz aquele assobio bem parecido ao motor triple da Triumph. A razão disso pode ser as alterações que a Yamaha diz ter realizado no motor e no escapamento.
De verdade isso me encanta, até porque eu sai de uma moto elétrica, já que a V-Strom 650 quase não se ouve o motor quando está abaixo dos 5.000 rpm.
Leitura pro Jota, tirado do tenere clube, cara tinha um struminha das novas e pegou uma teneruda das novas....
A muito tempo atrás eu abri um tópico no fórum PBT falando sobre minha intenção de trocar minha V-Strom 650 2013 (esse modelo novo com ABS) por algumas candidatas, entre elas estavam XT1200Z (modelo antigo), KTM 990, KTM 1190 e Triumph Tiger 800 XC:
Todas as motos citadas acima me parecem excelentes. Na época, estava querendo uma KTM, mas como lançaram o modelo novo da Yamaha, e com ela eu não teria que continuar essa odisseia de limpar toda hora a corrente e escutar o ruído desagradável dela, resolvi investir no modelo novo Super Ténéré Z (sem suspensão eletrônica).
Vou postar umas fotos e logo em seguida o que gostei e o que não me agradou na moto.









Continuando...
Eu sou uma pessoa um tanto exigente, e não tenho o costume de engrandecer o que tenho. Um bom exemplo disso é a V-Strom que tinha e não gostava tanto quanto da minha antiga XT600E. Bem... Isso é questão de gosto bem pessoal, até porque depois eu acabei me acostumando às diferenças.
Primeira Impressão
Assim que subi na XT1200Z, pude perceber que era uma moto grande, com uma postura de pilotagem e proposta bem diferente da minha Suzuki. Gostei logo de cara, pois prefiro uma postura mais agressiva, sentado em cima da moto, do que muito relaxada como se estivesse preso dentro da moto, como me sentia na V-Strom.
Ao colocá-la em marcha, senti a moto leve, embora tivesse a sensação de estar na moto mais gorda do mundo, devido ao tanque bem grande e ainda à carenagem que a faz gigante na parte dianteira.
Até agora rodei um pouco mais de 700 km, entre terra, estradas asfaltadas e dentro de cidade.
Terrenos
Em terra ela me surpreendeu muito, pois é absurdamente mais estável que minha Suzuki e o curso da suspensão é excelente. O ponto fraco foi o motor em marcha lenta, pois ele parece não gostar muito de andar abaixo dos 2.500 rpm. Como eu ando sempre com o motor cheio, não vou ter muito problema com isso.
Na estrada foi uma maravilha. O controle cruzeiro realmente é uma grande coisa. Ele está muito bem posicionado e seu uso é muito simples, tanto pra acionar como para desconectar com um simples toque no freio ou embreagem. Não tem coisa mais gostosa que sentir a moto acelerando sozinha pra retomar à velocidade programada.
Na cidade ela é pesada e se deve tomar maior precaução, pois ela não para tão fácil como uma big trail de média cilindrada. Eu assumi a postura de manter uma maior distância dos automóveis, e olha que sou um tanto agressivo na pilotagem.
Resumindo... Não a recomendaria muito pra quem terá um uso muito urbano, mas isso nada tem a ver com o modelo, e sim com o peso maior de toda maxitrail. Nesse quesito, a minha Sizuki era muito mais agradável, principalmente na doçura do motor e aceleração mais homogênea.
Sistema de Modos e Aceleração
Achei bem estranhos. O modo Sport é agressivo, mas não como uma esportiva e sim com uma sensibilidade demasiada no acelerador. É bem difícil usar esse modo de uma forma confortável, pois com a própria vibração da moto em contato com o asfalto com irregularidades normais, faz com que o regime de aceleração fique muito instável. (Está melhorando com o amaciamento do motor, mesmo assim é bem nervosinho nas aceleradas e estou aprendendo a usar isso a meu favor).
Já o modo Touring é uma tartaruga. Vc acelera e a moto responde com muito atraso. Fica mais confortável e estável o giro do motor, mas o ideal seria que tivesse um meio termo entre esses dois modos. Não sei se a causa disso é o acelerador eletrônico. Nesse quesito a V-Strom era muito melhor, pois tinha uma aceleração mais homogênea e sem solavancos, embora seja bem menos evoluída eletronicamente.
Painel
Gostei muito, embora não tenha tido ganho algum se comparar ao painel da V-Strom nova. Uma coisa que achei estranha é a temperatura do motor, que somente aparecem os graus e não uma escala pra se saber se o motor está superaquecido ou não. A ventoinha liga quando passa dos 103°c. Estranho isso, mas não conheço bem a moto e esses termômetros digitais são mestres em possuir erro na aferição (Já li aqui no fórum que a temperatura é essa mesmo).
Uma coisa bem desagradável é o indicador de marchas. É muito lento !! Vc passa a marcha e ele demora demais a atualizar. Fica um tracinho e só muda o número depois que vc solta a embreagem e começa a acelerar na marcha nova. Isso é bem ruim, pois algumas vezes vc para a moto e começa a descer as marchas e não dá pra saber em que marcha está no meio disso.
Parabrisas ou Bolha
Nem ruim nem bom. Deficiente pra quem possui mais de 1,73 de altura, mesmo na posição mais alta. O problema é que isso já se tornou comum entre as marcas. Eles instalam bolhas muito baixas de fábrica pra praticamente obrigar o consumidor a comprar um modelo mais alto que é vendido como acessório.
Mesmo assim é muito melhor que o original da V-Strom. Digo que ele é ineficiente se comparar com um Givi AirFlow, Puig ou até o original com maior altura.
Falta de Itens Básicos
Infeliz a postura da Yamaha em colocar o modelo Z sem a base do topcase e sem a alça onde segura o carona. É uma postura medíocre, já que o valor pago pelo modelo Z possui somente USD 1.100 de diferença do modelo ZE. Acho que a suspensão eletrônica, punhos aquecidos e o cavalete central já estariam de bom tamanho para diferir os modelos.
Eu escolhi o Z por ser o disponível no momento. O ZE vai demorar mais dois meses pra chegar ao Chile. Suspensão eletrônica não me importa muito, cavalete central também não e punhos aquecidos eu vou instalar da Oxford. Já o suporte de topcase e as alças, serei obrigado a comprar. Vou esperar a Touratech ou SW-Motech lançarem algo, pois não acho justo comprar isso da Yamaha.
Motor
Parece não ser o forte desse modelo. De quase todas maxitrails atuais que já pude pilotar, a XT1200Z é a mais anêmica, mas não foi pensando somente no motor que comprei a moto.
Eu sempre fui apaixonado pelo motor triple da 800 XC, mas infelizmente o conjunto não me agradou muito, até porque ela custa somente R$ 5.650,00 mais barato que a Super Ténéré aqui no Chile. Como o conjunto da Yamaha é bem mais avançado eletronicamente e a moto possui maior proteção ao vento (aqui no sul do mundo isso é muito importante), era mais que lógico optar pela ST.
O som de motor é diferente do modelo antigo. Mais grave e com menos sensação de ''algo solto dentro do motor''. É claro que uma moto com 700km não há como julgar bem esse quesito. Só posso dizer que o som do motor é inebriante, um grave forte e ainda faz aquele assobio bem parecido ao motor triple da Triumph. A razão disso pode ser as alterações que a Yamaha diz ter realizado no motor e no escapamento.
De verdade isso me encanta, até porque eu sai de uma moto elétrica, já que a V-Strom 650 quase não se ouve o motor quando está abaixo dos 5.000 rpm.
Editado pela última vez por Bagé em 13 Mai 2014, 06:34, em um total de 1 vez.

Sou primo irmão do Mano Lima, genro do Xirú Missioneiro e sogro do Porca Véia, mas bah
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Re: XT1200Z Super Ténéré produzida no Brasil
Continuando já que agora tem caracteres máximo para postagem
Suspensão e Pneus
A suspensão é muito melhor que a da V-Strom. Não tão confortável em estrada, mas firme e te dá a impressão de aguentar qualquer abuso. Na terra é excelente e muito estável, mesmo utilizando um pneu bem mais ON (Battle Wing da Bridgestone) do que o Anakee II que uso na Suzuki. Realmente muito melhor, mesmo eu tendo utilizado a suspensão somente na configuração de fábrica.
Conforto
Gostei mais da ciclística dela que da V-Strom. O corpo fica mais ereto e a posição das pernas é excelente, embora o banco seja muito duro, mas acredito que vá ficar mais macio com o passar do tempo. Os controles do guidão não possuem tão fácil acesso, já que são muitos recursos pra pouco espaço, mas isso é o de menos.
Consumo
Excelente !! Uma média de 18.3 km/l em estrada a 120 km/h painel (110 km/h GPS). Quando passar o período de rodagem eu vou atualizar os dados de consumo dela. Com a V-Strom eu fazia uma média de 18 km/l a essa velocidade, mas deveria ser bem mais econômica, já que sua cilindrada é muito menor. Nisso a ST é bem legal.
Conclusão
Achei a moto excelente e vale a pena me adaptar ao que não me agradou. O conjunto é excelente e a moto me dá impressão de ser um ''tanque de guerra'', a mesma impressão que tinha com a minha antiga XT600E, onde vc rí sozinho pilotando e até conversa com a moto, coisa que nunca tive com a minha Suzuki, que era uma boa moto, mas que não me transmitia muita emoção.
Estou muito feliz com minha escolha e por enquanto não me arrependo nem um pouco de ter deixado as outras opções para trás.
Quem quiser aparecer pra dar uma voltinha...
Grande Abraço aos Amigos,
Leo
Suspensão e Pneus
A suspensão é muito melhor que a da V-Strom. Não tão confortável em estrada, mas firme e te dá a impressão de aguentar qualquer abuso. Na terra é excelente e muito estável, mesmo utilizando um pneu bem mais ON (Battle Wing da Bridgestone) do que o Anakee II que uso na Suzuki. Realmente muito melhor, mesmo eu tendo utilizado a suspensão somente na configuração de fábrica.
Conforto
Gostei mais da ciclística dela que da V-Strom. O corpo fica mais ereto e a posição das pernas é excelente, embora o banco seja muito duro, mas acredito que vá ficar mais macio com o passar do tempo. Os controles do guidão não possuem tão fácil acesso, já que são muitos recursos pra pouco espaço, mas isso é o de menos.
Consumo
Excelente !! Uma média de 18.3 km/l em estrada a 120 km/h painel (110 km/h GPS). Quando passar o período de rodagem eu vou atualizar os dados de consumo dela. Com a V-Strom eu fazia uma média de 18 km/l a essa velocidade, mas deveria ser bem mais econômica, já que sua cilindrada é muito menor. Nisso a ST é bem legal.
Conclusão
Achei a moto excelente e vale a pena me adaptar ao que não me agradou. O conjunto é excelente e a moto me dá impressão de ser um ''tanque de guerra'', a mesma impressão que tinha com a minha antiga XT600E, onde vc rí sozinho pilotando e até conversa com a moto, coisa que nunca tive com a minha Suzuki, que era uma boa moto, mas que não me transmitia muita emoção.
Estou muito feliz com minha escolha e por enquanto não me arrependo nem um pouco de ter deixado as outras opções para trás.
Quem quiser aparecer pra dar uma voltinha...
Grande Abraço aos Amigos,
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Re: XT1200Z Super Ténéré produzida no Brasil
Tirando a suspa oitava maravilha da galaxia da GS 1200 da pra vê com mais um relato que essas motos com suspa maiores são sofriveis e não tem nada de macias, vide essa daí, a f 800 e outras. 
R 1200 GS Adventure Rallye
No Limit Brasil MG (SS Iguatu - Ceará)
No Limit Brasil MG (SS Iguatu - Ceará)
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Jota
Re: XT1200Z Super Ténéré produzida no Brasil
bagé, não achei o relato do cabra empolgante.
de qualquer modo, uma moto com mais de 1/4ton não vai me fazer feliz.
deve ser como fazer sexo com uma mulher de 90kg, muito esforço, rs.
de qualquer modo, uma moto com mais de 1/4ton não vai me fazer feliz.
deve ser como fazer sexo com uma mulher de 90kg, muito esforço, rs.
Re: XT1200Z Super Ténéré produzida no Brasil
jsamuel escreveu:Tirando a suspa oitava maravilha da galaxia da GS 1200 da pra vê com mais um relato que essas motos com suspa maiores são sofriveis e não tem nada de macias
Eu, humildemente e leigamente, encaro este embróglio desta maneira: não há almoço grátis. Nunca que uma maxitrail que passa de 200 com facilidade (GS1200, Tiger 1200, etc) vai ter a suspensão macia de, por exemplo, uma Lander ou Tornado (motocas que, acima de 100, já estão bem fora de sua zona de conforto). Nenhum engenheiro em sã consciência vai assumir o risco lançar uma motoca que passa de 200 com suspa mole. Mesmo o modo "comfort" das suspas eletrônicas é muito mais duro que uma Lander/Tornado (por exemplo).
Este raciocínio ganha mais força ainda quando olhamos as SS "fura 300" e suas suspensões duríssimas.
A suspa da GS1200 é melhor que a das outras maxi por aplicar melhor engenheria no projeto e nos materiais, mas mesmo assim ela passa longe de ser macia. Comparando com a irmã menor GS650 (que já tive), a absorção de pequenas irregularidades (emendas de ponte, lombadas, etc) é muito melhor na irmã menor. A irmã menor estaciona nos 160, então pode se "dar ao luxo" de ter uma suspa mais mole. Em compensação, uma depressão ou um buraco numa curva a 120 não faz nem cócegas numa 1200, enquanto que numa 650 já ocorre uma balançada.
É tipo torque e potência: puxa o cobertor para um lado, descobre o outro.
Re: XT1200Z Super Ténéré produzida no Brasil
mamm777 escreveu:Eu, humildemente e leigamente, encaro este embróglio desta maneira: não há almoço grátis. Nunca que uma maxitrail que passa de 200 com facilidade (GS1200, Tiger 1200, etc) vai ter a suspensão macia de, por exemplo, uma Lander ou Tornado (motocas que, acima de 100, já estão bem fora de sua zona de conforto). Nenhum engenheiro em sã consciência vai assumir o risco lançar uma motoca que passa de 200 com suspa mole. Mesmo o modo "comfort" das suspas eletrônicas é muito mais duro que uma Lander/Tornado (por exemplo).
...
É tipo torque e potência: puxa o cobertor para um lado, descobre o outro.
Com o nível tecnológico que existe atualmente creio que já é perfeitamente possível a utilização de suspensões progressivas, adaptativas e /ou inteligentes, o único senão é o custo, que por sinal não seria tão impactante em motos caras como essas.
Acho também que é só uma questão de tempo para esse tipo de suspensão começar a aparecer.

Marcus DT escreveu: No final, muito antes da moto, é isso que fica: a camaradagem.
Re: XT1200Z Super Ténéré produzida no Brasil
mamm777 , boa explicação técnica, agora achei brutal a diferença de macies da gs 1200 pra f 800, é coisa pro cabra rodar 10 km e já sentir a diferença.
R 1200 GS Adventure Rallye
No Limit Brasil MG (SS Iguatu - Ceará)
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Jota
Re: XT1200Z Super Ténéré produzida no Brasil
e, ao contrário da lógica anunciada pelo mamm666, a gs1200 é muito mais MACIA que a f800gs, rs
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Rodrigo - Ctba
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- Registrado em: 25 Dez 2007, 14:46
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Re: XT1200Z Super Ténéré produzida no Brasil
"O ponto fraco foi o motor em marcha lenta, pois ele parece não gostar muito de andar abaixo dos 2.500 rpm."
Ia comprar uma, não vou mais...
Já me bato com o peso da GS pra subir e descer morro, imagine com uma monstra dessas...
Ia comprar uma, não vou mais...
Já me bato com o peso da GS pra subir e descer morro, imagine com uma monstra dessas...
Re: XT1200Z Super Ténéré produzida no Brasil
A F800GS é moto pra off de verdade, pra aguentar pulo. Quem está errado é o povo que compra pra usar no asfalto... eheh
Maxitrails não são pra off de verdade. Meu raciocínio se aplica ao uso tradicional das maxitrails: são as sport touring perfeitas pro bananal.
Maxitrails não são pra off de verdade. Meu raciocínio se aplica ao uso tradicional das maxitrails: são as sport touring perfeitas pro bananal.
Re: XT1200Z Super Ténéré produzida no Brasil
Rodrigo - Ctba escreveu:"O ponto fraco foi o motor em marcha lenta, pois ele parece não gostar muito de andar abaixo dos 2.500 rpm."
Ia comprar uma, não vou mais...
Maxitrail que se preze tem que andar em marcha lenta, em 1º, a menos de 10 por hora, sem reclamar. É devagarinho, contando com o torque de trator, que as monstrengas vão passando por cima de tudo que é pedra e buraco que aparece. Quem quer primeira longa que compre esportiva.
Aliás, foi esta uma das principais mudanças da GS1200 aguada de 2013 para 2014: os alemón aumentaram o peso do volante do motor em mais de 2kgs justamente pra ter mais inércia e não depender tanto das explosões para manter o momento (ou seja, menos trancos em baixíssimas rotações).
Editado pela última vez por mamm777 em 13 Mai 2014, 15:10, em um total de 1 vez.
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Jota
Re: XT1200Z Super Ténéré produzida no Brasil
mamm777 escreveu:A F800GS é moto pra off de verdade.
com aquele entre-eixos de custom não me parece tão adequada.
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Jota
Re: XT1200Z Super Ténéré produzida no Brasil
mamm777 escreveu:Maxitrail Qualquer trail que se preze tem que andar em marcha lenta, em 1º, a menos de 10 por hora, sem reclamar. É devagarinho, no torque de trator, que as monstrengas vão passando por cima de tudo que é pedra e buraco que aparece. Quem quer primeira longa que compre esportiva.
erro grave de projeto das tiger 800.
motor gira lisinho sem trancos mesmo a baixíssimos 1500rpm, mas...
vem com câmbio de esportiva.
Re: XT1200Z Super Ténéré produzida no Brasil
Jota escreveu:mamm777 escreveu:A F800GS é moto pra off de verdade.
com aquele entre-eixos de custom não me parece tão adequada.
Caro polêmico jotinha eheh, claro que a GS800 não é uma MX 450. Mas, dentro do universo das mamutes não-KTM, é a mais off sim. Tem suspensão dura pra não arregar tão cedo na bateção.
Editado pela última vez por mamm777 em 13 Mai 2014, 15:14, em um total de 2 vezes.
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Jota
Re: XT1200Z Super Ténéré produzida no Brasil
mamm777 escreveu:Jota escreveu:mamm777 escreveu:A F800GS é moto pra off de verdade.
com aquele entre-eixos de custom não me parece tão adequada.
Caro polêmico jotinha eheh, claro que a GS800 não é uma MX 450. Mas, dentro do universo das mamutes não-KTM é a mais off sim. Tem suspensão dura pra não dar batente em pulo.
bastava ter uma suspa decente pra não dar batente em pulo.
mas aí não poderia ter uma suspa de cg com mola dura, teria de ter suspa de moto off de verdade, cartuchada, regulável em 3 vias.
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Luiz Almeida
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Re: XT1200Z Super Ténéré produzida no Brasil
mamm777 escreveu:Aliás, foi esta uma das principais mudanças da GS1200 aguada de 2013 para 2014: os alemón aumentaram o peso do volante do motor em mais de 2kgs justamente pra ter mais inércia e não depender tanto das explosões para manter o momento (ou seja, menos trancos em baixíssimas rotações).
Isso não foi apenas na Adventure?
A propósito, sexta feira passada, no boteco, estacionou uma aguada ao lado da minha Kombi. É bem mais larga a monstra. Lindíssima, mas muito gorda!
Luiz Almeida
Fortaleza-Ce
R 1200 GS
DL 650 XT V-Strom
XTZ 250 Ténéré
http://www.historiasdemotocicleta.com.br
Bons tempos aqueles em que só andava de moto quem realmente gostava de motocicleta.
Fortaleza-Ce
R 1200 GS
DL 650 XT V-Strom
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http://www.historiasdemotocicleta.com.br
Bons tempos aqueles em que só andava de moto quem realmente gostava de motocicleta.
Re: XT1200Z Super Ténéré produzida no Brasil
Jota escreveu:bastava ter uma suspa decente
Mas daí não custaria "só" 40mil eheh... Vai ver quanto custa uma suspa de moto de rally.
Na verdade, estas maxitrails pra usuários meros mortais (nós), por mais que custem um absurdo aqui no bananal, são tudo moto "cookie cutter" (como dizem os malditos gringos imperialistas). As fábricas colocam a peça mais barata que vá cumprir a especificação dos engenheiros. Nenhum veículo produzido em massa, feito para ser usado na rua, vai ter componente top de fábrica.
A suspa da GS1200 é superior a das outras mamutes? É, mas mesmo assim não chega nem perto de coisa top. Coisa top é exclusividade de protótipo de competição.
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Jota
Re: XT1200Z Super Ténéré produzida no Brasil
mamm777 escreveu:Jota escreveu:bastava ter uma suspa decente
Mas daí não custaria "só" 40mil eheh... Vai ver quanto custa uma suspa de moto de rally.
drz400 tem uma suspa decente e nem por isso custa uma fortuna.



