De ST 1200 nas 500 Milhas de Interlagos
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Re: De ST 1200 nas 500 Milhas de Interlagos
Também acho que nessa prova tem muito piloto amateur, muita disparidade entre pilotos e isso termina refletindo nos resultados, não é só maquina.
O Zerbo (piloto da MTS) é um cara fera, manda MUITO bem...
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E melhor ser um corredor por 5 minutos, do que um espectador por toda uma vida.
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"Without RACING, there is no HONDA" Soichiro Honda
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Nina escreveu: acho que deveria ser criado um outro FOL. os fãs do optimus leo.
Re: De ST 1200 nas 500 Milhas de Interlagos
O quê que a MTS tem de trail? 10%? É sim uma bela estradeira.
Dá dó ver a MTS na terra. ST sim é Trail e mandou bem no endurance.
Dá dó ver a MTS na terra. ST sim é Trail e mandou bem no endurance.
Abs,
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Re: De ST 1200 nas 500 Milhas de Interlagos
Russo escreveu:Já era...
As Big Trail estão atraindo motociclistas de todas as tribos, desde as custom até as superesportivas.
São torcudas, potentes, rápidas, velozes, confortáveis, estáveis, robustas , tem ótima ciclística, grande capacidade de carga e estão se tornando o "caminho natural" para muitos.
As únicas coisas que (ainda) podem impedir ou retardar sua hegemonia são o "gosto pessoal" por determinado estilo, o preço, o peso e, no caso brasileiro, o olho grande dos amigos do alheio.
Russo, isso tudo que você falou é meio subjetivo, essas qualidades aí podem não valer de nada pra quem quer esportividade. Quem quer esportividade não vai pra uma big trail, por mais que os fabricantes forcem a barra e lancem coisas do tipo Multstrada, mas no fim essas motos priorizam mais conforto em detrimento de esportividade.
Quem eu conheço aqui na região e que gosta de moto esportiva não muda de estilo, até mesmo porque acho que quem gosta de acelerar mesmo ta cagando e andando pra conforto.
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Re: De ST 1200 nas 500 Milhas de Interlagos
Optimus Leo escreveu:Também acho que nessa prova tem muito piloto amateur, muita disparidade entre pilotos e isso termina refletindo nos resultados, não é só maquina.
O Zerbo (piloto da MTS) é um cara fera, manda MUITO bem...
Rômulo escreveu:O quê que a MTS tem de trail? 10%? É sim uma bela estradeira.
Dá dó ver a MTS na terra. ST sim é Trail e mandou bem no endurance.
Hehehehehehe... eu com uma S1000RR chegaria 48h depois (se chegasse) de um piloto pro desses aí com uma Titan 150.

Nihil ego fecit. Sic erat cvm ego ad hic.
Ad corniger omnes poena parva est.
Timet farcimen canis icti per serpens.
Non posse avxilivm pertvrbare. Ad participandvm svmmvm est.
Nvllo desiderio qvi pictis zebra mirari reliqvvm tinxere.
Melivs est qvam contendere cooperandi
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Re: De ST 1200 nas 500 Milhas de Interlagos
Optimus Leo escreveu:Também acho que nessa prova tem muito piloto amateur, muita disparidade entre pilotos e isso termina refletindo nos resultados, não é só maquina.
É assim em todas as categorias nacionais. Tem meia dúzia que pilota acima da média e o resto é só pra fazer volume no grid.
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Re: De ST 1200 nas 500 Milhas de Interlagos
Rômulo escreveu:O quê que a MTS tem de trail? 10%? É sim uma bela estradeira.
Dá dó ver a MTS na terra. ST sim é Trail e mandou bem no endurance.
Dó? cara, menos de 0,5% dos proprietários de ST andam em locais que a MTS sofreria.
A maior diferença mesmo está no pneu, e só.


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Re: De ST 1200 nas 500 Milhas de Interlagos
Moto de mais de 200 kgs não é pra andar na trilha como nego acha, no maximo uma estradinha de terra, um single track e isso se o cara saber mandar bem no braço.
E das 4 grandes big trail (MTS1200, GS1200, ST1200 e Katoom Adv), a UNICA que anda verdadeiramente bem no offroad e a Katoom.
No asfalto, a MTS1200 humilha geral.
E das 4 grandes big trail (MTS1200, GS1200, ST1200 e Katoom Adv), a UNICA que anda verdadeiramente bem no offroad e a Katoom.
No asfalto, a MTS1200 humilha geral.
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Nina escreveu: acho que deveria ser criado um outro FOL. os fãs do optimus leo.
Re: De ST 1200 nas 500 Milhas de Interlagos
SPYder escreveu:Rômulo escreveu:O quê que a MTS tem de trail? 10%? É sim uma bela estradeira.
Dá dó ver a MTS na terra. ST sim é Trail e mandou bem no endurance.
Dó? cara, menos de 0,5% dos proprietários de ST andam em locais que a MTS sofreria.
A maior diferença mesmo está no pneu, e só.
Continuo com dó
Das 4 big mencionadas a MTS é de longe a menos trail.
Abs,
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Re: De ST 1200 nas 500 Milhas de Interlagos
Poh, mts se compara com a versys 1000 gente, tão loco comparando com esses gigantes maxxi trail....OL, faltou a dona da categoria, crosstourer, só que os japas tão fora da casinha no preço hehehe
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Sou primo irmão do Mano Lima, genro do Xirú Missioneiro e sogro do Porca Véia, mas bah
Bagé@tchê.rs
Se Deus é grande, O MATO É MAIOR
Selamun Aleykun to all friends
Re: De ST 1200 nas 500 Milhas de Interlagos
jsamuel escreveu:Russo escreveu:Já era...
As Big Trail estão atraindo motociclistas de todas as tribos, desde as custom até as superesportivas.
São torcudas, potentes, rápidas, velozes, confortáveis, estáveis, robustas , tem ótima ciclística, grande capacidade de carga e estão se tornando o "caminho natural" para muitos.
As únicas coisas que (ainda) podem impedir ou retardar sua hegemonia são o "gosto pessoal" por determinado estilo, o preço, o peso e, no caso brasileiro, o olho grande dos amigos do alheio.
Russo, isso tudo que você falou é meio subjetivo, essas qualidades aí podem não valer de nada pra quem quer esportividade. Quem quer esportividade não vai pra uma big trail, por mais que os fabricantes forcem a barra e lancem coisas do tipo Multstrada, mas no fim essas motos priorizam mais conforto em detrimento de esportividade.
Quem eu conheço aqui na região e que gosta de moto esportiva não muda de estilo, até mesmo porque acho que quem gosta de acelerar mesmo ta cagando e andando pra conforto.
Samuca: Leia de novo o que eu escrevi...

Marcus DT escreveu: No final, muito antes da moto, é isso que fica: a camaradagem.
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Re: De ST 1200 nas 500 Milhas de Interlagos
Optimus Leo escreveu:Olha a diferença de tempo da melhor volta da MTS1200 pra ST...quase 10 seg! PQP, humilhou geral, até mais baixo que varias SS e SBK
Tudo bem, a MTS foi feita pra brilhar no asfalto. Mas devido às características da ST, pelo fato de ter sido adaptada limitadamente (acho que devido ao cardã tiveram que usar a roda original) e a questões do regulamento da corrida, ela foi muito bem.
http://www.mundomoto.esp.br/?p=71655
Outra coisa é que diminuíram as categorias, só Supersport e Superbike, não tinha mais a Forca Livre, que seria perfeita para nossa equipe. Além de super pilotos nossa categoria era contra diversas BMW S1000RR, Kawasaki ZX10, Srad 1000 e CBR 1000RR que tínhamos que correr.
Outro ponto no regulamento é que um piloto não poderia andar por mais de 1 hora, o que seria exatamente nossa única arma contra as motos rápidas, eu queria ficar por 1 h e 20m na pista, fazendo um abastecimento contra dois das SBK. Por ultimo, tive que usar pneu 180 Power Cup para as 600, só que o composto era B, desgastando muito mais do que os Slick C que as SBK usavam.
A Prova
Sabe quando tudo parece dar errado, nos primeiros testes o tempo não baixava de 2:00 m , a pedaleiras raspavam muito e o pneu 180 desgastava de mais. Marcelo Peixoto levou serra, maquina de solda e muito ferro. Levantamos a pedaleira e tentamos colocar o slick 200 na roda bem fina, ele deformou muito, mas eu queria testar!
O resultado, sem limite de inclinação ele virava ao contrário de uma vez e na curva do pinherinho sai de traseira e fui pro chão. A moto é realmente um tanque de guerra, fui correndo atras, levantei o mamute, dei partida e vim para o box.
Torci para chover, pois estava ficando difícil ter alguma arma contra nossas concorrentes. Eu e meus dois parceiros Fernando Souza e Eduardo Tostes começávamos a rezar para chover, mas os termômetros na pista marcavam 40 graus e nem uma nuvem para animar!
Voltamos o pneu 180/55-17 na traseira e fui direto ao treino classificatório. A moto estava muito melhor e virei 1:56.3 minutos e saímos da lanterninha na geral, indo para a 18ª colocação. Já era uma vitoria!
Largada
Com a largada estilo Le Mans corri muito pude e passei alguns pilotos até subir na moto, pulei liguei e acelerei, consegui passar cerca de 8 pilotos aí. Lógico que logo depois do S do Senna chegava a reta oposta e pareciam caças supersônicos me ultrapassando. Meu painel chegava no máximo 215, menos de 200km/h real, contra quase 280km/h das SBK, imaginem os sustos que levávamos!
Bom o primeiro tanque eu virei todo no limite e fiquei brigando com duas 600 e uma 1000, até que eles entraram no box para abastecimento e tinha cerca de 5 voltas a mais pelo grande tanque da Super.
Passei a moto para meu parceiro Fernando Souza em 13º na geral, caramba eu estava muito feliz e Fernando representou muito. Nos treinos ele não tinha baixado de 2:00 minutos, mas na terceira volta cravava 1:57 m, colocando o mesmo ritmo. Fomos brigando pela 10ª colocação na geral por muito tempo, essa era minha meta, até que fomos baixando ainda mais!
Nosso maior problema era desgaste de pneu, eu queria trocar apenas uma vez o pneu a corrida toda, mas a cada dois tanques era necessária a troca, tivemos que trocar três vezes, perdendo muito tempo com isso. A equipe da Motors Company dava um show, mas imagina uma moto com eixo cardã, era bem difícil mesmo encaixar as engrenagens.
Final da história, chegamos em 7º na geral de 23 motos extremamente rápidas, muitos não acreditavam, pois antes da corrida riam, falavam que ônibus não podia correr. Em nossa categoria a Super Bike ficamos em sexto lugar, nem nos acreditávamos, por uma colocação não subimos no pódio. Para ter uma noção melhor do ritmo, se compararmos com as esportivas de 600 cc que são extremamente rápidas, ficaríamos em segundo.
Esse marca um pontapé inicial fantástico dos desafios com essa moto, imaginem como será a corrida de off road que iremos participar. Para quem achava que nos asfalto ela não ia bem esta aí a prova, no off road, será o próximo capítulo dessa história.
A máxima da ST na corrida foi 210km/h e da MTS 228km/h.
Viajaire é preciso...
A curva é a distância mais divertida entre dois pontos
"Os problemas do mundo não podem ser resolvidos por céticos ou cínicos, cujos horizontes se limitam às realidades evidentes. Precisamos de pessoas capazes de imaginar o que nunca existiu." John F. Kennedy
A curva é a distância mais divertida entre dois pontos
"Os problemas do mundo não podem ser resolvidos por céticos ou cínicos, cujos horizontes se limitam às realidades evidentes. Precisamos de pessoas capazes de imaginar o que nunca existiu." John F. Kennedy
Re: De ST 1200 nas 500 Milhas de Interlagos
Russo escreveu:jsamuel escreveu:Russo escreveu:Já era...
As Big Trail estão atraindo motociclistas de todas as tribos, desde as custom até as superesportivas.
São torcudas, potentes, rápidas, velozes, confortáveis, estáveis, robustas , tem ótima ciclística, grande capacidade de carga e estão se tornando o "caminho natural" para muitos.
As únicas coisas que (ainda) podem impedir ou retardar sua hegemonia são o "gosto pessoal" por determinado estilo, o preço, o peso e, no caso brasileiro, o olho grande dos amigos do alheio.
Russo, isso tudo que você falou é meio subjetivo, essas qualidades aí podem não valer de nada pra quem quer esportividade. Quem quer esportividade não vai pra uma big trail, por mais que os fabricantes forcem a barra e lancem coisas do tipo Multstrada, mas no fim essas motos priorizam mais conforto em detrimento de esportividade.
Quem eu conheço aqui na região e que gosta de moto esportiva não muda de estilo, até mesmo porque acho que quem gosta de acelerar mesmo ta cagando e andando pra conforto.
Samuca: Leia de novo o que eu escrevi...
Pois é. Então eu meio que endossei a sua tese.
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Re: De ST 1200 nas 500 Milhas de Interlagos
MAD escreveu:....Outra coisa é que diminuíram as categorias, só Supersport e Superbike, não tinha mais a Forca Livre, que seria perfeita para nossa equipe. Além de super pilotos nossa categoria era contra diversas BMW S1000RR, Kawasaki ZX10, Srad 1000 e CBR 1000RR que tínhamos que correr.
Outro ponto no regulamento é que um piloto não poderia andar por mais de 1 hora, o que seria exatamente nossa única arma contra as motos rápidas, eu queria ficar por 1 h e 20m na pista, fazendo um abastecimento contra dois das SBK. Por ultimo, tive que usar pneu 180 Power Cup para as 600, só que o composto era B, desgastando muito mais do que os Slick C que as SBK usavam.
A Prova
Sabe quando tudo parece dar errado, nos primeiros testes o tempo não baixava de 2:00 m , a pedaleiras raspavam muito e o pneu 180 desgastava de mais. Marcelo Peixoto levou serra, maquina de solda e muito ferro. Levantamos a pedaleira e tentamos colocar o slick 200 na roda bem fina, ele deformou muito, mas eu queria testar!
O resultado, sem limite de inclinação ele virava ao contrário de uma vez e na curva do pinherinho sai de traseira e fui pro chão. A moto é realmente um tanque de guerra, fui correndo atras, levantei o mamute, dei partida e vim para o box.
Torci para chover, pois estava ficando difícil ter alguma arma contra nossas concorrentes. Eu e meus dois parceiros Fernando Souza e Eduardo Tostes começávamos a rezar para chover, mas os termômetros na pista marcavam 40 graus e nem uma nuvem para animar!
Voltamos o pneu 180/55-17 na traseira e fui direto ao treino classificatório. A moto estava muito melhor e virei 1:56.3 minutos e saímos da lanterninha na geral, indo para a 18ª colocação. Já era uma vitoria!
Largada
Com a largada estilo Le Mans corri muito pude e passei alguns pilotos até subir na moto, pulei liguei e acelerei, consegui passar cerca de 8 pilotos aí. Lógico que logo depois do S do Senna chegava a reta oposta e pareciam caças supersônicos me ultrapassando. Meu painel chegava no máximo 215, menos de 200km/h real, contra quase 280km/h das SBK, imaginem os sustos que levávamos!
Bom o primeiro tanque eu virei todo no limite e fiquei brigando com duas 600 e uma 1000, até que eles entraram no box para abastecimento e tinha cerca de 5 voltas a mais pelo grande tanque da Super.
Passei a moto para meu parceiro Fernando Souza em 13º na geral, caramba eu estava muito feliz e Fernando representou muito. Nos treinos ele não tinha baixado de 2:00 minutos, mas na terceira volta cravava 1:57 m, colocando o mesmo ritmo. Fomos brigando pela 10ª colocação na geral por muito tempo, essa era minha meta, até que fomos baixando ainda mais!
Nosso maior problema era desgaste de pneu, eu queria trocar apenas uma vez o pneu a corrida toda, mas a cada dois tanques era necessária a troca, tivemos que trocar três vezes, perdendo muito tempo com isso. A equipe da Motors Company dava um show, mas imagina uma moto com eixo cardã, era bem difícil mesmo encaixar as engrenagens.
Final da história, chegamos em 7º na geral de 23 motos extremamente rápidas, muitos não acreditavam, pois antes da corrida riam, falavam que ônibus não podia correr. Em nossa categoria a Super Bike ficamos em sexto lugar, nem nos acreditávamos, por uma colocação não subimos no pódio. Para ter uma noção melhor do ritmo, se compararmos com as esportivas de 600 cc que são extremamente rápidas, ficaríamos em segundo.
Esse marca um pontapé inicial fantástico dos desafios com essa moto, imaginem como será a corrida de off road que iremos participar. Para quem achava que nos asfalto ela não ia bem esta aí a prova, no off road, será o próximo capítulo dessa história.
A máxima da ST na corrida foi 210km/h e da MTS 228km/h.
Creio que ficou patente que a ST não é um projeto speed, mas sim um projeto enduro. A MTS é até sacanagem, aquilo é uma esportiva pseudo-trail, que, numa pista de terra, com os mesmos pneus, tem desempenho inferior ao de uma ST12 na mão de pilotos com o mesmo nível técnico.
Mecânica e ciclística fazem sim muuuuita diferença, ainda mais na mão de pilotos pro. Quanto mais "amateur" for o piloto, menos acentuadas ficam as diferenças, como o exemplo hipotético que citei antes (eu numa S1000RR levaria poeira de 3 dias de um piloto pro com uma Titan 150, mas meteria poeira de 3 dias num outro piloto bração-padre franciscano como eu na mesma Titan 150). Piloto é importante sim, mas máquina também é importante. É um conjunto que deve ter harmonia para se alcançar os objetivos propostos.
Eu penso que os resultados obtidos pela equipe do Leandro Mello foram excepcionais, excelentes. Eu imaginava que eles ficariam nas últimas posições, mas não ficaram muito distantes dos ponteiros. Ao meu ver, o resultado foi extraordinariamente positivo.
Nihil ego fecit. Sic erat cvm ego ad hic.
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Nvllo desiderio qvi pictis zebra mirari reliqvvm tinxere.
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Ad corniger omnes poena parva est.
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Nvllo desiderio qvi pictis zebra mirari reliqvvm tinxere.
Melivs est qvam contendere cooperandi
Re: De ST 1200 nas 500 Milhas de Interlagos
Saurus escreveu:Creio que ficou patente que a ST não é um projeto speed, mas sim um projeto enduro. A MTS é até sacanagem, aquilo é uma esportiva pseudo-trail, que, numa pista de terra, com os mesmos pneus, tem desempenho inferior ao de uma ST12 na mão de pilotos com o mesmo nível técnico.
Cite exemplos, pois mesmo piloto mesmo pneu, são 70 kg de diferença com vantagem a MTS, onde roda raiada e local do coletor fazem muito menos diferença que o peso, isto é, teria que ser um local travado e bem off coisa que a st não passaria de um mamute deslocado.
Essas ST são touring fantasiadas de trail, é moto focada para conforto em asfalto, rípio e no máximo uma andada até o sítio em estrada de lama fazendo penitência.
Big trail de verdade é isso aqui, já começa pelo banco que permite o piloto mudar a ciclística da moto de acordo com o posicionamento. Qualquer moto que não permitir isso foi feita para ser uma moto urbana e não uma moto para subir morro, descer vala, etc.

-Sem moto nenhuma
Re: De ST 1200 nas 500 Milhas de Interlagos
SPYder escreveu: Big trail de verdade é isso aqui, já começa pelo banco que permite o piloto mudar a ciclística da moto de acordo com o posicionamento. Qualquer moto que não permitir isso foi feita para ser uma moto urbana e não uma moto para subir morro, descer vala, etc.
Mas se o cabra vai "em pé" na moto no off, como nessa foto, que diferença isso faz?
Tiger 800 XC Triple Purpose
Re: De ST 1200 nas 500 Milhas de Interlagos
Alguem chamou a BT de verdade?
%2BRear%2BSide.jpg)
%2BRear%2BSide.jpg)
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Re: De ST 1200 nas 500 Milhas de Interlagos
Kings escreveu:SPYder escreveu: Big trail de verdade é isso aqui, já começa pelo banco que permite o piloto mudar a ciclística da moto de acordo com o posicionamento. Qualquer moto que não permitir isso foi feita para ser uma moto urbana e não uma moto para subir morro, descer vala, etc.
Mas se o cabra vai "em pé" na moto no off, como nessa foto, que diferença isso faz?
Já fizesse trilha?
Rômulo escreveu:Alguem chamou a BT de verdade?![]()
A.k.a. me vê a moto mais cara para viagem que tiver.
Ótima moto para viagens em terrenos bons.
-Sem moto nenhuma
Re: De ST 1200 nas 500 Milhas de Interlagos
SPYder escreveu:Kings escreveu:SPYder escreveu: Big trail de verdade é isso aqui, já começa pelo banco que permite o piloto mudar a ciclística da moto de acordo com o posicionamento. Qualquer moto que não permitir isso foi feita para ser uma moto urbana e não uma moto para subir morro, descer vala, etc.
Mas se o cabra vai "em pé" na moto no off, como nessa foto, que diferença isso faz?
Já fizesse trilha?
Não, nunca fiz trilha.
É sério, não to de zuação.
Mas nenhuma bigtrail foi feita para fazer trilha, certo? Nem mesmo uma KTM 990
Tiger 800 XC Triple Purpose
Re: De ST 1200 nas 500 Milhas de Interlagos
Kings escreveu:(...)
Mas nenhuma bigtrail foi feita para fazer trilha, certo? Nem mesmo uma KTM 990
Ok, Na verdade era para postar essa.


Editado pela última vez por Rômulo em 11 Fev 2014, 11:07, em um total de 1 vez.
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Re: De ST 1200 nas 500 Milhas de Interlagos
O Leandro, seus parceiros de pilotagem e sua equipe estão de parabéns!
Domar um mamute desses num circuito não deve ser uma brincadeira nada fácil!
Deixou mais de 15 concorrentes com motos mais potentes e/ou adequadas pra trás.
Vamos ver qual será seu (anunciado) próximo capítulo com essa ST 1200...
É isso.
Domar um mamute desses num circuito não deve ser uma brincadeira nada fácil!
Deixou mais de 15 concorrentes com motos mais potentes e/ou adequadas pra trás.
Vamos ver qual será seu (anunciado) próximo capítulo com essa ST 1200...
É isso.
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