UP! CeBeZONA!! Feitoooooooo!!
Re: UP! CeBeZONA!! Filtro K&N??? (pg.6)
Gilberto, posta as fotos, achei interessante.
A minha nunca reclamou da pedaleira.
Reclama um pouco de q a perna fica meio dobrada. Nada mto sério, mas reclama.
Não sei se de repente não faço este gambitech aí pra levar as pedaleiras mais pra frente.
Inclusive ia ajudar na hora de usar alforges, porque tem q colocar eles bem pra trás, pra livrar as pedaleiras da garupa.
A minha nunca reclamou da pedaleira.
Reclama um pouco de q a perna fica meio dobrada. Nada mto sério, mas reclama.
Não sei se de repente não faço este gambitech aí pra levar as pedaleiras mais pra frente.
Inclusive ia ajudar na hora de usar alforges, porque tem q colocar eles bem pra trás, pra livrar as pedaleiras da garupa.
GRUPO DE TROPEIROS - HERANÇA DE BRAVOS
- minholi
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Re: UP! CeBeZONA!! Filtro K&N??? (pg.6)
Anzolim, matou a charada. Com alforges fica foda, se avançar 5~10 cm mais pra frente já resolve.
O lance é a chapinha que eu postei.
O lance é a chapinha que eu postei.
Dubito ergo cogito; cogito ergo sum
GSF-1250S Bandit & FLHTK 114 Ultra Limited & Super Meteor 650
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Re: UP! CeBeZONA!! Filtro K&N??? (pg.6)
Posta a foto aí, Chefe!
A idéia do Minholi também é boa, vou estudar fazer isso.
A idéia do Minholi também é boa, vou estudar fazer isso.
Re: UP! CeBeZONA!! Filtro K&N??? (pg.6)
Taí:


Mais detalhes, tiro uma foto em casa e posto 5ª feira.
Abraço.


Mais detalhes, tiro uma foto em casa e posto 5ª feira.
Abraço.
Relato de compra e impressões após 2 semanas
Após 2 semanas com a CBzona, vamos com o nosso relato da viagem pra ir buscar e depois as “primeiras impressões”, o que já é uma tradição no M@D para quem compra nova motoca.
Outra tradição recente do M@D são relatos longos.... kkkkk
Final de Novembro: Já com um UP em vista para breve, fizemos um test drive numa V-Strom 650 de um amigo daqui. Gostei da proteção aerodinâmica, gostei do torque do motor, a Andréa gostou da garupa. V-Strom entrou no topo da lista de UP, que era ocupado a muito tempo por uma Bandit.
Começo de dezembro: Aparece no M@D uma CB1300 nos classificados, consultei quem manda aqui kkkk, e disparei perguntas pra quem tem/já teve CB1300: M@gro, Joel e pra Fernanda, todos com parecer favorável. Até a Nina deu uns pitacos, já que andou de garupa pra longe com uma.
Já intimei o Joel pra um test drive.
15/12/2013, Rolante/RS: em meio as “negociações” com o Rodrigo, pegamos a CB1300 do Joel para um test drive, e em poucos KM rodados me senti em casa, como se já conhecesse ela de algum lugar... CB500??
A Andréa gostou mais da garupa da CB1300 do que da V-Strom!
Negócio fechado, dinheiro na conta do Rodrigo, folga no trabalho agendada para dia 20, faltava apenas os intermináveis dias até ir lá buscar.
20/12/2013, 03:30 hs – Começa o nosso dia, cafezão da manhã e depois táxi até a rodoviária de Tubarão, para pegar o busão da Pluma (que vinha de Santa Maria-RS) até Curitiba. Era pra sair as 04:40 hs, mas trânsito de final de ano atrasa tudo, e acabamos saindo as 05:20 hs. Como acontece nos feriadões de final de ano, acaba que a a empresa aluga ônibus extras de outras empresas, e acabamos pegando um semi-leito, muito confortável, usado só para excursões. Para acompanhar a viagem e fazer o tempo passar, celular e tablet com internet 3G da Vivo. No litoral de Santa Catarina até Curitiba a Vivo é impecável, nota 10! (Rodrigo trabalha na Vivo... kkkk).
Postagens no Facebúkio e no M@D ocuparam as 7 horas sentados, muitas risadas, pedidos da Fernanda pra fazer um relato da viagem, corneteiros em geral....kkkk
Variação climática total durante a viagem, hora sol, hora chuva, hora somente nubladão, e eu imaginando a volta de motoca com aquele tempo instável.
As 12:30hs chegamos na rodoferroviária de Curitiba, segundo o motorista com 1 hora de atraso, graças a tranqueira que é entrar e sair de Floripa no horário de pico da manhã na Via “Estressa”. O resto da BR-101 estava relativamente fluindo.
Menos de 1 minuto depois de sair do ônibus, já estávamos dentro de um táxi rumo a casa do Rodrigo.
CBzona apresentada, mijada no banheiro, foto da entrega da chave, explicações rápidas do Rodrigo sobre os “defeitos” da CBzona kkkk, partimos pro Cartório pra acertar a documentação, foto na saída do Cartório, e meia hora depois já estávamos na saída de S.J. Pinhais abastecendo, fazendo um lanche, mais foto, e partindo rumo a Santa Catarina.
No posto, parou uma Hornet do lado, aí deu pra ver o tamanho da CB. A Hornet sumiu....kkkk
A limpeza (nota 7/10 na escala Luka) da CBzona terminou no início da descida da serra: chuva torrencial. E terminou de chover exatamente na chegada ao pedágio pós-divisa, em Garuva. Dali em diante, sol em boa parte do trajeto, outros trechos nublados e alguns pingos fracos após Floripa.
Imaginei pegar filas na descida da serra, em 2012 fomos a Curitiba nessa época do ano de carro e as 6 da manhã já pegamos fila, mas desta vez foi tranquilo, o trânsito era muito pesado, mas não parava.
Devido a chuva e as roupas molhadas (falta ainda comprar equipamentos totais decentes), eu e a Andréa decidimos pernoitar em Joinville na casa dos nossos padrinhos de casamento, mas chegando lá não encontramos eles em casa. Decidimos seguir viagem, já era 4 da tarde e daria pra chegar em Floripa ainda com sol as 8, de Floripa em diante conheço bem o trecho e não seria problema seguir no começo da noite.
As filas começaram na saída de Joinville, logo após o trevo principal (aquele do pórtico), tudo parado, e por sorte pegamos uma saída marginal e seguimos por um bom trecho.
Paramos no Posto Sinuelo para um lanche, e seguimos na estrada.
Em Itajaí parou tudo novamente, e de novo peguei uma marginal e segui um bom pedaço.
Dali em diante, até Floripa, trânsito muito pesado, paramos algumas vezes no caminho pra esticar as pernas (fotos em Itapema), fazia muito tempo que não andávamos grandes distâncias de moto e o corpo começou a reclamar. E o trânsito pesado me cansou mentalmente.
Após Floripa, diminuiu muito o tráfego, eu consegui “descansar”, paramos pra abastecer e seguimos quase parar até Laguna, onde parou tudo de novo por causa da construção da Ponte.
Nova parada pro tradicional pastel de camarão na Lanchonete Lagoa, seguimos mais meia hora e as 9 e poucos da noite finalmente chegamos em casa, muito cansados pelo longo dia na estrada, foram 435 km de busão na ida, 435 km de motoca na volta.
Dia 27/12 fomos a Bento Gonçalves/RS, numa visita a parentes que já estava definida desde muito antes de imaginar que apareceria a CB pra negociar no começo de dezembro. Chuva de proporções bíblicas na ida, cerva gelada por conta do Evandro lá no sítio dele... Mas isso é relato pra outra oportunidade...
Impressões da CB após 15 dias/1.700 km rodados:
Peso: Minha moto “grande” foi uma CB500, lá em 2006-2008, andei 35.000 km com ela, era minha referência. Depois andei 2 anos com uma Fazer 250.
Por estar desde aquela época sem moto “grande”, perdi algumas referências de peso. Ao pegar pela primeira vez a CB do Joel, senti um pouco o peso da moto parada, mas ao começar a rodar, o peso some. Estranhei também a posição das pedaleiras de início, resolvido em pouco tempo.
Lá em Curitiba ao embarcar pela primeira vez na CB, também estranhei, e apanhei um pouco ao rodar até o Cartório no trânsito urbano.
Depois ao pegar a estrada pra casa, já fui me acostumando mais fácil, pois era apenas acelerar em linha reta. Nas filas em Joinville e Itajaí as dificuldades com o peso voltaram, pelo anda-pára de alguns lugares. Tudo questão de se acostumar.
Nesse final de semana andamos devagar indo pra praia e já aprendi os pontos de equilíbrio da moto, não passamos mais dificuldades com peso.
Suspensões: As suspensão da CB estavam com uma regulagem que nas cabeceiras de ponte jogavam a Andréa pra cima, depois de algumas decolagens ela já me agarrava nas pontes....kkkk
Em casa, lendo o manual, mexi nas regulagens de retorno do amortecedor, o que resolveu o problema e ela não decolou mais.
Ainda vou estudar melhor as “infinitas” regulagens das suspensões, são 3 pra cada amortecedor traseiro e 2 para cada dianteiro. Por enquanto ficam assim.
Deixei todas um pouco mais duras, pois andamos sempre em dupla na moto.
Na pré-carga da mola não está no máximo, deixei 1 a menos, alguns poucos lugares está dando fim de curso, mas muito longe do que era na CB500 que dava fim de curso mais fácil. Aqueles eram outros tempos, a Andréa era mais pesada (kkkk)... Na CB500 resolvi 80% com um calço de o mexânico de estimação nosso aqui fez na mola.
Consumo: Pra quem vinha de uma Fazer 250 que fazia 25 km/l e uma Titan 150 que eu abastecia a cada 3 meses...kkkk, a gente estranha!
Nas medições que fiz na viagem a Bento, deu 17,0 km/l, com garupa e bagagem, sempre andando a 110-130 km/h. Autonomia de 200 km até piscar a reserva no painel.
Lembro que na CB500 fazia em torno de 20-22 nas mesmas condições, com autonomia maior, reserva acendia com +300 km.
Em passeios mais mansos, a reserva piscou com 280 km.
Torque de motor: O QUE É AQUILO??? Saída de lombada em quarta marcha com garupa e bagagens, eu sozinho saio em quinta.
Ultrapassagens ridiculamente fáceis.
É o que dizem no M@D: Daqui pra frente andar com qualquer moto com menos torque vai fazer passar raiva!
Tirei o filtro K&N pra ver o estado e me pareceu muito limpo, ainda tem a coloração vermelha e não vi sujeira por dentro.
Tirei as velas pra ver o estado e me pareceram ainda boas. Mas já estou vendo pra comprar umas iridium e trocar em breve.
Pneus: Pilot Road 3 praticamente zerados. Minha experiência com o Michelin (Pilot Active: recomendo fortemente!) na CB500 foi ótima, não pretendo trocar de marca quando precisar trocar, apesar dos preços “caros pra cacete” (by Fernanda) dos PR3.
Corrente/Coroa/Pinhão: Estão bons, não vou mexer com isso agora, ou melhor, devo mexer no pinhão: colocar um com 1 dente a mais, igual o Joel fez na dele, pra melhorar o consumo, já que motor tem de sobra pra compensar eventual perda nas arrancadas.
Velocidade final: Não comprei moto grande pensando nisso. Algumas vezes esticamos a 140 km/h, uma vez só peguei 150 km/h, o resto sempre abaixo disso.
Freira total quanto a isso, até porque é uma naked, o vento é forte, e estou estranhando muito meu capacete Shark S800: faz muito barulho de vento. Tenho um LS2 pra uso diário e ele é mais silencioso. Não testei ele ainda com a CB, mas no tempo da Fazer eu escutava muito melhor o barulho do motor com o LS2 e muito menos o barulho do vento. Acima de 100 km/h com o Shark eu escuto só barulho de vento, não escuto o motor da CB.
Veio junto na compra uma bolha Givi A600. Depois das viagens eu tirei ela fora, ainda não tive a oportunidade de andar forte em rodovia sem ela pra ver como é o vento. O Evandro disse que na B-King ele nunca usou bolha e não incomodava. Vou testar.
Cavalete central: de início já imaginei ter que ligar pra alguma empresa de guincho pra levantar ela...kkkk... mas o negócio é mais jeito do que força: peso do corpo no suporte, e força moderada pra puxar pra trás. Moleza! Lembrei da CB500.
Óleo/Filtro: como toda Honda anos 1990-2000, o manual “recomenda” o velho e “bom” Mobilzão preto....kkkkk
O manual brasileiro da Honda manda trocar aos 6.000 km.
Baixei um manual da Honda em inglês, acho que é da Europa, para os modelos 2007, e manda trocar com 12.000 km !!!!! O óleo recomendado é o mesmo 20w50 “SG” nos 2 manuais.
Na dúvida, até pra arredondar e não deixar o óleo ficar velho, pretendo trocar de 5 em 5 mil km, já que por enquanto viagens mensais a Ushuaia estão descartadas...kkkk
Freios: achei a do Joel mais potentes. Coloquei as pastilhas novas que o Rodrigo tinha comprado nesse final de semana, e o pouco que andamos achei que ficaram melhores. Ainda deve melhorar depois que as pastilhas novas assentarem direito.
Já testei o ABS traseiro, sem garupa, a “tremida” do pedal é diferente do meu Fiesta que tem ABS.
O dianteiro prefiro nunca saber como é...kkkk
Manutenção (mão de obra): A herança dos tempos da CB500 que eu mesmo fazia a manutenção básica vai ajudar muito, é tudo muito parecido.
Troca de pastilhas de freio foi fácil.
Óleo e filtro é moleza.
Mais pra frente quando precisar troco eu mesmo o fluído de freio – lembro até hoje um tutorial que alguém (Russo?) postou no forumnow ensinando (incluíndo: 1 – Abra uma cerveja, 2 – Chame a Dona Maria...kkk). Na época fiz na CB500 e ficou melhor do que estava antes.
A CB1300 tem fluído de freio na embreagem, essa ainda tenho que estudar mais a localização dos componentes pra fazer.
Gostei o sistema de levantar o tanque sem precisar tirar ele fora, ou seja, sem desengatar mangueiras e fiação. Fica muito fácil pra manutenção de velas, já que não existe mais a torneirinha de gasolina, na CB500 fechava ela e tirar o tanque todo fora facilmente.
Só tenho que descobrir como trocar o fluído de refrigeração. Na CB500 era fácil, na CB1300 os componentes são bem diferentes e posicionados em lugares diferentes.
Aliás, uma coisa que percebi: a localização das peças e desenho das mesmas em geral são muito parecidas entre a CB500 e a CB1300, algumas poucas coisas são diferentes, como o sistema de refrigeração que já falei.
Coisas que exigem desmontagem como óleo de bengalas e lubrificação de rolamentos vão pro meu mexânico de estimação – Gilmar Daytona Motos em Tubarão, altamente recomendado pra quem precisar.
Algumas coisas que já descobri de diferenças entre as 2007 e as 2008, além do ABS:
- Afogador: a 2008 não tem. Lembro do M@gro mostrando a dele (modelo 2007) com afogador. O manual inglês cita afogador e ensina a usar.
- Regularem de marcha lenta: o manual em inglês mostra como fazer, mas abri a tampa lateral e não tem o regulador como tem no desenho. O manual brasileiro não fala nada sobre isso. Com motor frio a injeção eleva a rotação até 1.500 RPM e depois do motor quente fica em 1.000 RPM.
- Coletores de escape: são diferentes: na 2008 o coletor do cilindro 4 se junta ao coletor do cilindro 1, e depois (por baixo da moto), se unem ao que vem da junção do 2 e do 3, saindo um só pra ponteira. Na 2007 por fotos vi que o 1 junta com o 2, depois se juntam com o que vem do 3 e 4. Acho que isso deve dar diferença no ronco da moto. Alguém aí que tem uma 2007 pode confirmar.
Chama a atenção onde passa, pois CB1300 são raras aqui na minha região, eu particularmente nunca vi uma rodando por aqui desde que foi importada para o Brasil, somente via em encontros de moto.
Upgrades futuros:
1) complementar o equipamento pessoal meu e da Andréa: calças impermeáveis, botas, luvas.
2) suporte pra bauleto lateral ou afastador de alforge (tenho os alforges que usava na CB500 guardados). Já procurei na internet e não fabricam mais, tenho que contactar alguém que faz sob medida (aceito sugestões).
3) velas iridium.
4) por último, depois que não precisar de mais nada: uma ponteira. Eu gosto do ronco do escape original, mas estou numa 4 cilindros e agora quero ronco de 4 cilindros! kkkk
Conclusão: Tenho a impressão de estar numa CB500, mas basta um milímetro a mais de acelerador pra perceber que não estou em uma!!!
A Andréa depois pode acrescentar alguma coisa.
Outra tradição recente do M@D são relatos longos.... kkkkk
Final de Novembro: Já com um UP em vista para breve, fizemos um test drive numa V-Strom 650 de um amigo daqui. Gostei da proteção aerodinâmica, gostei do torque do motor, a Andréa gostou da garupa. V-Strom entrou no topo da lista de UP, que era ocupado a muito tempo por uma Bandit.
Começo de dezembro: Aparece no M@D uma CB1300 nos classificados, consultei quem manda aqui kkkk, e disparei perguntas pra quem tem/já teve CB1300: M@gro, Joel e pra Fernanda, todos com parecer favorável. Até a Nina deu uns pitacos, já que andou de garupa pra longe com uma.
Já intimei o Joel pra um test drive.
15/12/2013, Rolante/RS: em meio as “negociações” com o Rodrigo, pegamos a CB1300 do Joel para um test drive, e em poucos KM rodados me senti em casa, como se já conhecesse ela de algum lugar... CB500??
A Andréa gostou mais da garupa da CB1300 do que da V-Strom!
Negócio fechado, dinheiro na conta do Rodrigo, folga no trabalho agendada para dia 20, faltava apenas os intermináveis dias até ir lá buscar.
20/12/2013, 03:30 hs – Começa o nosso dia, cafezão da manhã e depois táxi até a rodoviária de Tubarão, para pegar o busão da Pluma (que vinha de Santa Maria-RS) até Curitiba. Era pra sair as 04:40 hs, mas trânsito de final de ano atrasa tudo, e acabamos saindo as 05:20 hs. Como acontece nos feriadões de final de ano, acaba que a a empresa aluga ônibus extras de outras empresas, e acabamos pegando um semi-leito, muito confortável, usado só para excursões. Para acompanhar a viagem e fazer o tempo passar, celular e tablet com internet 3G da Vivo. No litoral de Santa Catarina até Curitiba a Vivo é impecável, nota 10! (Rodrigo trabalha na Vivo... kkkk).
Postagens no Facebúkio e no M@D ocuparam as 7 horas sentados, muitas risadas, pedidos da Fernanda pra fazer um relato da viagem, corneteiros em geral....kkkk
Variação climática total durante a viagem, hora sol, hora chuva, hora somente nubladão, e eu imaginando a volta de motoca com aquele tempo instável.
As 12:30hs chegamos na rodoferroviária de Curitiba, segundo o motorista com 1 hora de atraso, graças a tranqueira que é entrar e sair de Floripa no horário de pico da manhã na Via “Estressa”. O resto da BR-101 estava relativamente fluindo.
Menos de 1 minuto depois de sair do ônibus, já estávamos dentro de um táxi rumo a casa do Rodrigo.
CBzona apresentada, mijada no banheiro, foto da entrega da chave, explicações rápidas do Rodrigo sobre os “defeitos” da CBzona kkkk, partimos pro Cartório pra acertar a documentação, foto na saída do Cartório, e meia hora depois já estávamos na saída de S.J. Pinhais abastecendo, fazendo um lanche, mais foto, e partindo rumo a Santa Catarina.
No posto, parou uma Hornet do lado, aí deu pra ver o tamanho da CB. A Hornet sumiu....kkkk
A limpeza (nota 7/10 na escala Luka) da CBzona terminou no início da descida da serra: chuva torrencial. E terminou de chover exatamente na chegada ao pedágio pós-divisa, em Garuva. Dali em diante, sol em boa parte do trajeto, outros trechos nublados e alguns pingos fracos após Floripa.
Imaginei pegar filas na descida da serra, em 2012 fomos a Curitiba nessa época do ano de carro e as 6 da manhã já pegamos fila, mas desta vez foi tranquilo, o trânsito era muito pesado, mas não parava.
Devido a chuva e as roupas molhadas (falta ainda comprar equipamentos totais decentes), eu e a Andréa decidimos pernoitar em Joinville na casa dos nossos padrinhos de casamento, mas chegando lá não encontramos eles em casa. Decidimos seguir viagem, já era 4 da tarde e daria pra chegar em Floripa ainda com sol as 8, de Floripa em diante conheço bem o trecho e não seria problema seguir no começo da noite.
As filas começaram na saída de Joinville, logo após o trevo principal (aquele do pórtico), tudo parado, e por sorte pegamos uma saída marginal e seguimos por um bom trecho.
Paramos no Posto Sinuelo para um lanche, e seguimos na estrada.
Em Itajaí parou tudo novamente, e de novo peguei uma marginal e segui um bom pedaço.
Dali em diante, até Floripa, trânsito muito pesado, paramos algumas vezes no caminho pra esticar as pernas (fotos em Itapema), fazia muito tempo que não andávamos grandes distâncias de moto e o corpo começou a reclamar. E o trânsito pesado me cansou mentalmente.
Após Floripa, diminuiu muito o tráfego, eu consegui “descansar”, paramos pra abastecer e seguimos quase parar até Laguna, onde parou tudo de novo por causa da construção da Ponte.
Nova parada pro tradicional pastel de camarão na Lanchonete Lagoa, seguimos mais meia hora e as 9 e poucos da noite finalmente chegamos em casa, muito cansados pelo longo dia na estrada, foram 435 km de busão na ida, 435 km de motoca na volta.
Dia 27/12 fomos a Bento Gonçalves/RS, numa visita a parentes que já estava definida desde muito antes de imaginar que apareceria a CB pra negociar no começo de dezembro. Chuva de proporções bíblicas na ida, cerva gelada por conta do Evandro lá no sítio dele... Mas isso é relato pra outra oportunidade...
Impressões da CB após 15 dias/1.700 km rodados:
Peso: Minha moto “grande” foi uma CB500, lá em 2006-2008, andei 35.000 km com ela, era minha referência. Depois andei 2 anos com uma Fazer 250.
Por estar desde aquela época sem moto “grande”, perdi algumas referências de peso. Ao pegar pela primeira vez a CB do Joel, senti um pouco o peso da moto parada, mas ao começar a rodar, o peso some. Estranhei também a posição das pedaleiras de início, resolvido em pouco tempo.
Lá em Curitiba ao embarcar pela primeira vez na CB, também estranhei, e apanhei um pouco ao rodar até o Cartório no trânsito urbano.
Depois ao pegar a estrada pra casa, já fui me acostumando mais fácil, pois era apenas acelerar em linha reta. Nas filas em Joinville e Itajaí as dificuldades com o peso voltaram, pelo anda-pára de alguns lugares. Tudo questão de se acostumar.
Nesse final de semana andamos devagar indo pra praia e já aprendi os pontos de equilíbrio da moto, não passamos mais dificuldades com peso.
Suspensões: As suspensão da CB estavam com uma regulagem que nas cabeceiras de ponte jogavam a Andréa pra cima, depois de algumas decolagens ela já me agarrava nas pontes....kkkk
Em casa, lendo o manual, mexi nas regulagens de retorno do amortecedor, o que resolveu o problema e ela não decolou mais.
Ainda vou estudar melhor as “infinitas” regulagens das suspensões, são 3 pra cada amortecedor traseiro e 2 para cada dianteiro. Por enquanto ficam assim.
Deixei todas um pouco mais duras, pois andamos sempre em dupla na moto.
Na pré-carga da mola não está no máximo, deixei 1 a menos, alguns poucos lugares está dando fim de curso, mas muito longe do que era na CB500 que dava fim de curso mais fácil. Aqueles eram outros tempos, a Andréa era mais pesada (kkkk)... Na CB500 resolvi 80% com um calço de o mexânico de estimação nosso aqui fez na mola.
Consumo: Pra quem vinha de uma Fazer 250 que fazia 25 km/l e uma Titan 150 que eu abastecia a cada 3 meses...kkkk, a gente estranha!
Nas medições que fiz na viagem a Bento, deu 17,0 km/l, com garupa e bagagem, sempre andando a 110-130 km/h. Autonomia de 200 km até piscar a reserva no painel.
Lembro que na CB500 fazia em torno de 20-22 nas mesmas condições, com autonomia maior, reserva acendia com +300 km.
Em passeios mais mansos, a reserva piscou com 280 km.
Torque de motor: O QUE É AQUILO??? Saída de lombada em quarta marcha com garupa e bagagens, eu sozinho saio em quinta.
Ultrapassagens ridiculamente fáceis.
É o que dizem no M@D: Daqui pra frente andar com qualquer moto com menos torque vai fazer passar raiva!
Tirei o filtro K&N pra ver o estado e me pareceu muito limpo, ainda tem a coloração vermelha e não vi sujeira por dentro.
Tirei as velas pra ver o estado e me pareceram ainda boas. Mas já estou vendo pra comprar umas iridium e trocar em breve.
Pneus: Pilot Road 3 praticamente zerados. Minha experiência com o Michelin (Pilot Active: recomendo fortemente!) na CB500 foi ótima, não pretendo trocar de marca quando precisar trocar, apesar dos preços “caros pra cacete” (by Fernanda) dos PR3.
Corrente/Coroa/Pinhão: Estão bons, não vou mexer com isso agora, ou melhor, devo mexer no pinhão: colocar um com 1 dente a mais, igual o Joel fez na dele, pra melhorar o consumo, já que motor tem de sobra pra compensar eventual perda nas arrancadas.
Velocidade final: Não comprei moto grande pensando nisso. Algumas vezes esticamos a 140 km/h, uma vez só peguei 150 km/h, o resto sempre abaixo disso.
Freira total quanto a isso, até porque é uma naked, o vento é forte, e estou estranhando muito meu capacete Shark S800: faz muito barulho de vento. Tenho um LS2 pra uso diário e ele é mais silencioso. Não testei ele ainda com a CB, mas no tempo da Fazer eu escutava muito melhor o barulho do motor com o LS2 e muito menos o barulho do vento. Acima de 100 km/h com o Shark eu escuto só barulho de vento, não escuto o motor da CB.
Veio junto na compra uma bolha Givi A600. Depois das viagens eu tirei ela fora, ainda não tive a oportunidade de andar forte em rodovia sem ela pra ver como é o vento. O Evandro disse que na B-King ele nunca usou bolha e não incomodava. Vou testar.
Cavalete central: de início já imaginei ter que ligar pra alguma empresa de guincho pra levantar ela...kkkk... mas o negócio é mais jeito do que força: peso do corpo no suporte, e força moderada pra puxar pra trás. Moleza! Lembrei da CB500.
Óleo/Filtro: como toda Honda anos 1990-2000, o manual “recomenda” o velho e “bom” Mobilzão preto....kkkkk
O manual brasileiro da Honda manda trocar aos 6.000 km.
Baixei um manual da Honda em inglês, acho que é da Europa, para os modelos 2007, e manda trocar com 12.000 km !!!!! O óleo recomendado é o mesmo 20w50 “SG” nos 2 manuais.
Na dúvida, até pra arredondar e não deixar o óleo ficar velho, pretendo trocar de 5 em 5 mil km, já que por enquanto viagens mensais a Ushuaia estão descartadas...kkkk
Freios: achei a do Joel mais potentes. Coloquei as pastilhas novas que o Rodrigo tinha comprado nesse final de semana, e o pouco que andamos achei que ficaram melhores. Ainda deve melhorar depois que as pastilhas novas assentarem direito.
Já testei o ABS traseiro, sem garupa, a “tremida” do pedal é diferente do meu Fiesta que tem ABS.
O dianteiro prefiro nunca saber como é...kkkk
Manutenção (mão de obra): A herança dos tempos da CB500 que eu mesmo fazia a manutenção básica vai ajudar muito, é tudo muito parecido.
Troca de pastilhas de freio foi fácil.
Óleo e filtro é moleza.
Mais pra frente quando precisar troco eu mesmo o fluído de freio – lembro até hoje um tutorial que alguém (Russo?) postou no forumnow ensinando (incluíndo: 1 – Abra uma cerveja, 2 – Chame a Dona Maria...kkk). Na época fiz na CB500 e ficou melhor do que estava antes.
A CB1300 tem fluído de freio na embreagem, essa ainda tenho que estudar mais a localização dos componentes pra fazer.
Gostei o sistema de levantar o tanque sem precisar tirar ele fora, ou seja, sem desengatar mangueiras e fiação. Fica muito fácil pra manutenção de velas, já que não existe mais a torneirinha de gasolina, na CB500 fechava ela e tirar o tanque todo fora facilmente.
Só tenho que descobrir como trocar o fluído de refrigeração. Na CB500 era fácil, na CB1300 os componentes são bem diferentes e posicionados em lugares diferentes.
Aliás, uma coisa que percebi: a localização das peças e desenho das mesmas em geral são muito parecidas entre a CB500 e a CB1300, algumas poucas coisas são diferentes, como o sistema de refrigeração que já falei.
Coisas que exigem desmontagem como óleo de bengalas e lubrificação de rolamentos vão pro meu mexânico de estimação – Gilmar Daytona Motos em Tubarão, altamente recomendado pra quem precisar.
Algumas coisas que já descobri de diferenças entre as 2007 e as 2008, além do ABS:
- Afogador: a 2008 não tem. Lembro do M@gro mostrando a dele (modelo 2007) com afogador. O manual inglês cita afogador e ensina a usar.
- Regularem de marcha lenta: o manual em inglês mostra como fazer, mas abri a tampa lateral e não tem o regulador como tem no desenho. O manual brasileiro não fala nada sobre isso. Com motor frio a injeção eleva a rotação até 1.500 RPM e depois do motor quente fica em 1.000 RPM.
- Coletores de escape: são diferentes: na 2008 o coletor do cilindro 4 se junta ao coletor do cilindro 1, e depois (por baixo da moto), se unem ao que vem da junção do 2 e do 3, saindo um só pra ponteira. Na 2007 por fotos vi que o 1 junta com o 2, depois se juntam com o que vem do 3 e 4. Acho que isso deve dar diferença no ronco da moto. Alguém aí que tem uma 2007 pode confirmar.
Chama a atenção onde passa, pois CB1300 são raras aqui na minha região, eu particularmente nunca vi uma rodando por aqui desde que foi importada para o Brasil, somente via em encontros de moto.
Upgrades futuros:
1) complementar o equipamento pessoal meu e da Andréa: calças impermeáveis, botas, luvas.
2) suporte pra bauleto lateral ou afastador de alforge (tenho os alforges que usava na CB500 guardados). Já procurei na internet e não fabricam mais, tenho que contactar alguém que faz sob medida (aceito sugestões).
3) velas iridium.
4) por último, depois que não precisar de mais nada: uma ponteira. Eu gosto do ronco do escape original, mas estou numa 4 cilindros e agora quero ronco de 4 cilindros! kkkk
Conclusão: Tenho a impressão de estar numa CB500, mas basta um milímetro a mais de acelerador pra perceber que não estou em uma!!!
A Andréa depois pode acrescentar alguma coisa.
Re: UP! CeBeZONA!! Relato de compra e impressões (pg.7)
quero saber se ela dormiu na garupa, pq eu durmo fácil.
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
De degrau em degrau, vamos descendo até o grunhido.Jota escreveu:pra quem está habituado a ver uma foto com uma frase de efeito, 3 parágrafos é um himalaia.
José Saramago
Re: UP! CeBeZONA!! Relato de compra e impressões (pg.7)
Se na CB500 ela já dormiu algumas vezes, imagina agora com o sofazão de gel....kkkkkkk
Ela só tá reclamando da pedaleira, muito pequena e adormece o pé. Já estou estudando uma alternativa - trocar por uma de V-Strom, ou de custom, ou até gambiarrar uma pequena plataforma igual a que o Gilberto fez.
Se bem que com o pé doendo, ela não dorme....kkkk
Ela só tá reclamando da pedaleira, muito pequena e adormece o pé. Já estou estudando uma alternativa - trocar por uma de V-Strom, ou de custom, ou até gambiarrar uma pequena plataforma igual a que o Gilberto fez.
Se bem que com o pé doendo, ela não dorme....kkkk
Re: UP! CeBeZONA!! Relato de compra e impressões (pg.7)
os meus não doíam, mas ficavam dormentes, meio formigando.
De degrau em degrau, vamos descendo até o grunhido.Jota escreveu:pra quem está habituado a ver uma foto com uma frase de efeito, 3 parágrafos é um himalaia.
José Saramago
Re: UP! CeBeZONA!! Relato de compra e impressões (pg.7)
Parabens....Muitos Km's de alegrias.. 
Tex, Rov Pilot.


