Honda CBR 250R chega ao Brasil
- motociclista-sjc
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Re: Honda CBR 250R chega ao Brasil
To falando que os preços das CB300R usadas vão ficar nestes patamares atuais, haja visto que as CB300 novas não teriam deflação pelo fato destas CBR250R começarem a vir salgadas para manter as vendas das CB300R como estão, vendendo como água. Então no mercado das CB300R usadas pouco muda.Valdicreidison Letisgô escreveu:nao entendi, honda vende moto usada?
Re: Honda CBR 250R chega ao Brasil
Isso está longe de significar: "o mais barato"williampk3d escreveu:haru escreveu:Eu já sou fã do meu dinheiro, foda-se a marca, a fábrica e o empresário.................sempre busco comprar o melhor, pelo menor preço!![]()
E nesse caso, pra mim, a cbr250rrrrr nasceu morta!
te indico uma shineray indy 250 por 1,000 reais você leva, e de brinde capacete san marino e capa de chuva alba. olha que beleza de preço
CxB, já ouviu falar?
Editado pela última vez por haru em 27 Abr 2012, 18:17, em um total de 1 vez.
Na garagem: procurando um citycom... Achei, quebrou, parou e vim de guincho.
Se foram:
G650GS 11/11
Lander 11/11
Fazer250 06/06
F650GS Dakar 05/05
Bandit1200N 07/07
Intruder125 08/09
Se foram:
G650GS 11/11
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Fazer250 06/06
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Intruder125 08/09
- Valdicreidison Letisgô
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Re: Honda CBR 250R chega ao Brasil
Szk escreveu:A CBR250R está sendo importada montada (CBU) sim, hawk. Isso consta em todas as notícias do lançamento.hawk escreveu:Cara, as motos não são importadas prontas, muito menos dos Estados Unidos!! Elas vem em CDK muito provavelmente...motociclista-sjc escreveu:http://powersports.honda.com/2012/cbr250r.aspxhawk escreveu:Não cara, você está enganado. Nem cote essa moto em dólar... cote em dinheiros Tailandeses... Essa moto sai R$7000 em conversão direta. Essa moto vem da Tailândia...
Deixa eu explicar: $4.099,00 x 1,85 = R$7583,15 > 7583,15 + 60%(Importação) = R$12.133,04
Tanto a sua conta (a partir do Baht Tailandês) como a conta do motociclista-sjc (a partir de US$) estão certas, mas você esqueceu de somar o II (60%) + IPI (25%). Já o motociclista-sjc esqueceu de somar o IPI (25%).
e todos esqueceram q $4099 é na loja
Honda deve pagar pouco mais de mil dolares comprando direto da fabrica
Verdade ou Felicidade.... Nunca os dois.
- Valdicreidison Letisgô
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Re: Honda CBR 250R chega ao Brasil
motociclista-sjc escreveu:To falando que os preços das CB300R usadas vão ficar nestes patamares atuais, haja visto que as CB300 novas não teriam deflação pelo fato destas CBR250R começarem a vir salgadas para manter as vendas das CB300R como estão, vendendo como água. Então no mercado das CB300R usadas pouco muda.Valdicreidison Letisgô escreveu:nao entendi, honda vende moto usada?
Nova nao sei mas q vai ter muito nego trocando cb300 por CBR250 vai, pode ter certeza
se tivesse interessado numa CB300 usada esperaria sim
Verdade ou Felicidade.... Nunca os dois.
- minholi
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Re: Honda CBR 250R chega ao Brasil
Isso calculando sobre o preço para consumidor final e jogando a carga tributária sobre importação de produtos para pessoa física.
A Honda importa para a Zona Franca de Manaus, isenta de um monte de coisas. Ainda na questão tributária, a Honda (assim como outros fabricantes) emite notas fiscais de fábrica totalmente inchadas e as revendas declaram apenas uma pequena margem de lucro. Na realidade a nota fiscal da fábrica sai com bônus que é utilizado nas próximas compras e com isso a Honda sonega uma cordilheira inteira de impostos e ganha dinheiro com uma galera disposta a pagar o preço da etiqueta sem questionar.
A Honda importa para a Zona Franca de Manaus, isenta de um monte de coisas. Ainda na questão tributária, a Honda (assim como outros fabricantes) emite notas fiscais de fábrica totalmente inchadas e as revendas declaram apenas uma pequena margem de lucro. Na realidade a nota fiscal da fábrica sai com bônus que é utilizado nas próximas compras e com isso a Honda sonega uma cordilheira inteira de impostos e ganha dinheiro com uma galera disposta a pagar o preço da etiqueta sem questionar.
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Re: Honda CBR 250R chega ao Brasil
Nisso eu não creio, eles não se arriscariam a liderança de mercado, confiabilidade, credibilidade, etc, mas podem colocar uma margem astronômica sim.minholi escreveu:Isso calculando sobre o preço para consumidor final e jogando a carga tributária sobre importação de produtos para pessoa física.
A Honda importa para a Zona Franca de Manaus, isenta de um monte de coisas. Ainda na questão tributária, a Honda (assim como outros fabricantes) emite notas fiscais de fábrica totalmente inchadas e as revendas declaram apenas uma pequena margem de lucro. Na realidade a nota fiscal da fábrica sai com bônus que é utilizado nas próximas compras e com isso a Honda sonega uma cordilheira inteira de impostos e ganha dinheiro com uma galera disposta a pagar o preço da etiqueta sem questionar.
Nihil ego fecit. Sic erat cvm ego ad hic.
Ad corniger omnes poena parva est.
Timet farcimen canis icti per serpens.
Non posse avxilivm pertvrbare. Ad participandvm svmmvm est.
Nvllo desiderio qvi pictis zebra mirari reliqvvm tinxere.
Melivs est qvam contendere cooperandi
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- whitedeath
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Re: Honda CBR 250R chega ao Brasil
Eu acho a CB1300F maravilhosa o dia que achar uma num preço justo eu compro, como eu já falei outras vezes é moto com cara de moto, bem como diferente dessas bizarrices de hoje em diaJanu escreveu:Falhou no desenho com jeitão antiquado, principalmente da traseira. Ouço sempre a mesma coisa quando vejo uma e estou acompanhado por amigos que gostam de motos: "que moto feia, parece uma CB400 velha, e a traseira então é HORRÍVEL!".whitedeath escreveu:Eu não consigo entender como a cb1300f falhou, não é uma moto barata não tinha como vender milhares de unidades todo mês, se for só pra comercializar o que vai vender milhões não vamos ter opção no mercado só cg e cb300Kuati escreveu:Muito bom Szk.
Só que a Honda não acerta sempre, a CB1300F tá aí pra provar
Mas em que vc baseia o risco pra Honda?
Seria o consumidor ir na agência atrás de uma CB300, ver a Babyblade, se interessar pelo estilo e acabar comprando uma Ninjinha, Comet ou Roadwin?
[ ]'s
(eu gosto!)
"Os covardes morrem muitas vezes antes de sua verdadeira morte; os valentes provam a morte só uma vez."
Re: Honda CBR 250R chega ao Brasil
Minholi, você está confundindo várias coisas.minholi escreveu:Isso calculando sobre o preço para consumidor final e jogando a carga tributária sobre importação de produtos para pessoa física.
A Honda importa para a Zona Franca de Manaus, isenta de um monte de coisas. Ainda na questão tributária, a Honda (assim como outros fabricantes) emite notas fiscais de fábrica totalmente inchadas e as revendas declaram apenas uma pequena margem de lucro. Na realidade a nota fiscal da fábrica sai com bônus que é utilizado nas próximas compras e com isso a Honda sonega uma cordilheira inteira de impostos e ganha dinheiro com uma galera disposta a pagar o preço da etiqueta sem questionar.
Apenas no caso dos automóveis, existe o "regime automotivo" que estabelece, para as montadoras instaladas no País, cotas de veículos importados com isenção ou redução de II e IPI. Isso beneficia a importação de Nissans e GM's mexicanos, Toyotas e VW's argentinos, etc, enquanto prejudicam KIA's, JAC's, BMW's etc. com aumentos repentinos de IPI, porque não possuem produção local.
De resto, motocicletas inclusive, não existe tratamento tributário diferenciado para importação, mesmo para marcas que tenham montadoras no Brasil. Ao importar a CBR250R, a Honda/Brasil paga à Honda/Tailândia (fábrica) o mesmo preço da Honda/USA ou Honda/Espanha. Cada país de destino tem sua tributação particular, e aqui no Brasil, motocicletas pagam II na alíquota de 60% + IPI na alíquota de 25% (até 450 cc) ou 35% (acima de 450 cc). Comparado ao importador independente que adquire produto no varejo nos USA, a Honda/Brasil pode ter um preço de aquisição mais baixo sim, mas fora isso, ambos estão sujeiros ao mesmíssimo tratamento tributário federal e estadual.
Ainda existe uma vantagem na chamada "guerra dos portos", onde estados como ES (Vitória) ou SC (Itajaí) reduzem seu ICMS para atrair movimentação de carga importada para seus portos. Mas o Senado decidiu há poucos dias acabar com essa distorção, a partir de 1/1/2013.
As motos produzidas no Pólo Industrial de Manaus, com projetos aprovados pela SUFRAMA, são isentos de II e IPI. Aliás, se não fosse por causa desse incentivo fiscal, não se justificaria investir em parques fabris no meio da Amazônia, a milhares de Km dos centros consumidores e com rotas de escoamento ineficientes e caras. A verdade é que:
(1) a isenção de II e IPI é tão significativa que Suzuki, Kawasaki e H-D já "nacionalizaram" quase toda sua linha de produtos. BMW começou agora, mas tende também a ampliar a "nacionalização", e novos players como KTM, Triumph e possivelmente Ducati já estão ou ainda vão instalar suas próprias fábricas no PIM;
(2) por outro lado, boa parte da vantagem obtida com a isenção de impostos é desperdiçada na logística necessária para distribuir os produtos para as revendas em todo Brasil. A produção da ZFM (inclusive motocicletas) sai das fábricas em caminhões, do porto de Manaus (extremamente precário) ao porto de Belém são 4 dias descendo o Rio Amazonas. Dali são milhares e milhares de Km em estradas inseguras (pela má conservação que causa acidentes e também pelo risco de assalto de cargas pelo caminho), transbordo em centros de distribuição até a chegada nas concessionárias de destino, de 10 a 20 dias após a saída da fábrica. Imaginem o custo dessa operação.
(3) não é só dentro do País que temos altos custos e deficiências logísticas. O frete marítimo da Tailândia para o Brasil é muito mais caro que para os USA ou Europa, simplesmente porque América do Sul fica fora das principais rotas e os volumes são muito pequenos (o Brasil movimenta apenas 2% do comércio mundial). Dependendo das circunstâncias, um frete aéreo Miami - Cumbica pode perfeitamente sair mais barato que um frete marítimo Tailândia-Manaus.
Tudo considerado, no exorbitante preço sugerido pela Honda para a CBR250R, certamente a margem de lucro dela é mínima. O faturamento para as concessionárias é rigorosamente legal, qualquer montadora instalada no PIM não seria burra a ponto de arriscar os benefícios fiscais concedidos e fiscalizados a lupa pela SUFRAMA, SRF, MF, MDIC e Governo do Amazonas.
Já as concessionárias, se resolverem pôr um ágiozinho sob qualquer pretexto, especialmente agora no lançamento, estão no direito delas (desde que haja comprador). Sim, afinal isso é democracia, livre mercado e livre concorrência, conceitos liberais que tanto apreciamos. Mas no caso da CBR250R, diferentemente do atual ágio na CB1000R, ou dos absurdos dos anos 80/90 (CB750F etc), não há margem nem mesmo para ágio, pois se a concessionária Honda for burra o suficiente para fazer isso, estará simplesmente encaminhando clientes pra Kasinski ou Kawasaki.
- Fabio Ninja
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Re: Honda CBR 250R chega ao Brasil
nossa como alguem tem inspiração em escrever algo tao grande assim
fiquei com tendinite so de ler..
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Poderia estar num hotel em Dubai, num barquinho no Caribe,
mas eu prefiro estar aqui, andando de motos com vocês !
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Re: Honda CBR 250R chega ao Brasil
cbr 250rr 4 cc = 200km/h final, deixa ninja comendo poeira, sem contar 0-100 5 s
Re: Honda CBR 250R chega ao Brasil
Desculpe Fabio.Fabio Ninja escreveu:nossa como alguem tem inspiração em escrever algo tao grande assim
fiquei com tendinite so de ler..
Prometo não fazer mais isso.
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Re: Honda CBR 250R chega ao Brasil
De jeito nenhum. Continue.Szk escreveu:Desculpe Fabio.Fabio Ninja escreveu:nossa como alguem tem inspiração em escrever algo tao grande assim
fiquei com tendinite so de ler..
Prometo não fazer mais isso.
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Re: Honda CBR 250R chega ao Brasil
desculpa Szk , não foi a intenção, por sinal seu texto bem elaboradoSzk escreveu:Desculpe Fabio.Fabio Ninja escreveu:nossa como alguem tem inspiração em escrever algo tao grande assim
fiquei com tendinite so de ler..
Prometo não fazer mais isso.
fogo é justificar essa carga de imposto que pagamos mesmo
Poderia estar num hotel em Dubai, num barquinho no Caribe,
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- Lordphoenix
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Re: Honda CBR 250R chega ao Brasil
Szk escreveu:Minholi, você está confundindo várias coisas.minholi escreveu:Isso calculando sobre o preço para consumidor final e jogando a carga tributária sobre importação de produtos para pessoa física.
A Honda importa para a Zona Franca de Manaus, isenta de um monte de coisas. Ainda na questão tributária, a Honda (assim como outros fabricantes) emite notas fiscais de fábrica totalmente inchadas e as revendas declaram apenas uma pequena margem de lucro. Na realidade a nota fiscal da fábrica sai com bônus que é utilizado nas próximas compras e com isso a Honda sonega uma cordilheira inteira de impostos e ganha dinheiro com uma galera disposta a pagar o preço da etiqueta sem questionar.
Apenas no caso dos automóveis, existe o "regime automotivo" que estabelece, para as montadoras instaladas no País, cotas de veículos importados com isenção ou redução de II e IPI. Isso beneficia a importação de Nissans e GM's mexicanos, Toyotas e VW's argentinos, etc, enquanto prejudicam KIA's, JAC's, BMW's etc. com aumentos repentinos de IPI, porque não possuem produção local.
De resto, motocicletas inclusive, não existe tratamento tributário diferenciado para importação, mesmo para marcas que tenham montadoras no Brasil. Ao importar a CBR250R, a Honda/Brasil paga à Honda/Tailândia (fábrica) o mesmo preço da Honda/USA ou Honda/Espanha. Cada país de destino tem sua tributação particular, e aqui no Brasil, motocicletas pagam II na alíquota de 60% + IPI na alíquota de 25% (até 450 cc) ou 35% (acima de 450 cc). Comparado ao importador independente que adquire produto no varejo nos USA, a Honda/Brasil pode ter um preço de aquisição mais baixo sim, mas fora isso, ambos estão sujeiros ao mesmíssimo tratamento tributário federal e estadual.
Ainda existe uma vantagem na chamada "guerra dos portos", onde estados como ES (Vitória) ou SC (Itajaí) reduzem seu ICMS para atrair movimentação de carga importada para seus portos. Mas o Senado decidiu há poucos dias acabar com essa distorção, a partir de 1/1/2013.
As motos produzidas no Pólo Industrial de Manaus, com projetos aprovados pela SUFRAMA, são isentos de II e IPI. Aliás, se não fosse por causa desse incentivo fiscal, não se justificaria investir em parques fabris no meio da Amazônia, a milhares de Km dos centros consumidores e com rotas de escoamento ineficientes e caras. A verdade é que:
(1) a isenção de II e IPI é tão significativa que Suzuki, Kawasaki e H-D já "nacionalizaram" quase toda sua linha de produtos. BMW começou agora, mas tende também a ampliar a "nacionalização", e novos players como KTM, Triumph e possivelmente Ducati já estão ou ainda vão instalar suas próprias fábricas no PIM;
(2) por outro lado, boa parte da vantagem obtida com a isenção de impostos é desperdiçada na logística necessária para distribuir os produtos para as revendas em todo Brasil. A produção da ZFM (inclusive motocicletas) sai das fábricas em caminhões, do porto de Manaus (extremamente precário) ao porto de Belém são 4 dias descendo o Rio Amazonas. Dali são milhares e milhares de Km em estradas inseguras (pela má conservação que causa acidentes e também pelo risco de assalto de cargas pelo caminho), transbordo em centros de distribuição até a chegada nas concessionárias de destino, de 10 a 20 dias após a saída da fábrica. Imaginem o custo dessa operação.
(3) não é só dentro do País que temos altos custos e deficiências logísticas. O frete marítimo da Tailândia para o Brasil é muito mais caro que para os USA ou Europa, simplesmente porque América do Sul fica fora das principais rotas e os volumes são muito pequenos (o Brasil movimenta apenas 2% do comércio mundial). Dependendo das circunstâncias, um frete aéreo Miami - Cumbica pode perfeitamente sair mais barato que um frete marítimo Tailândia-Manaus.
Tudo considerado, no exorbitante preço sugerido pela Honda para a CBR250R, certamente a margem de lucro dela é mínima. O faturamento para as concessionárias é rigorosamente legal, qualquer montadora instalada no PIM não seria burra a ponto de arriscar os benefícios fiscais concedidos e fiscalizados a lupa pela SUFRAMA, SRF, MF, MDIC e Governo do Amazonas.
Já as concessionárias, se resolverem pôr um ágiozinho sob qualquer pretexto, especialmente agora no lançamento, estão no direito delas (desde que haja comprador). Sim, afinal isso é democracia, livre mercado e livre concorrência, conceitos liberais que tanto apreciamos. Mas no caso da CBR250R, diferentemente do atual ágio na CB1000R, ou dos absurdos dos anos 80/90 (CB750F etc), não há margem nem mesmo para ágio, pois se a concessionária Honda for burra o suficiente para fazer isso, estará simplesmente encaminhando clientes pra Kasinski ou Kawasaki.
Great!!!
Editado pela última vez por Lordphoenix em 28 Abr 2012, 15:47, em um total de 1 vez.
Prof. Jean Santiago, The Lordphoenix
banda [T+D+N] = TERRA DE NINGUÉM
MC RN-015, Estradeiros de Baraúna - Presidente
Honda NC 750X = Pérola Vitória
Yamaha XTZ 125X = Bianca Fox
Eu viajo não apenas para estar LÁ, faço-o também pelo prazer de IR e VOLTAR.
M@D/ForumNow = desde 04/02/2005
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Re: Honda CBR 250R chega ao Brasil
Szk, sinceramente gostaria de ver provado quanto a Honda Brasil realmente gasta com cada Babyblade, na boa, duvido muito que ela gaste como se fosse algum de nós que quisesse importar uma moto por conta própria, suponho que seja bem, mas bem mesmo, longe disto...
A Caoa tá aí, ganhando rios de dinheiro com Hyundai pra provar o contrário. O mesmo pra JAC, Kia, Dafra e etc, que ainda têm de montar concessionárias, coisa que a Honda já tem montada de penca...
É dinheiro a rodo que trouxa, digo, brasileiro dá para as montadoras/importadoras... Neste país, a regra "dinheiro puxa dinheiro" funciona como em poucos lugares do mundo, basta o dinheiro comprar o(s) político/agente/funcionário público/fiscal... certo.
[ ]'s
A Caoa tá aí, ganhando rios de dinheiro com Hyundai pra provar o contrário. O mesmo pra JAC, Kia, Dafra e etc, que ainda têm de montar concessionárias, coisa que a Honda já tem montada de penca...
É dinheiro a rodo que trouxa, digo, brasileiro dá para as montadoras/importadoras... Neste país, a regra "dinheiro puxa dinheiro" funciona como em poucos lugares do mundo, basta o dinheiro comprar o(s) político/agente/funcionário público/fiscal... certo.
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Re: Honda CBR 250R chega ao Brasil
Kuati, o valor exato só perguntando pra Honda mesmo.Kuati escreveu:Szk, sinceramente gostaria de ver provado quanto a Honda Brasil realmente gasta com cada Babyblade, na boa, duvido muito que ela gaste como se fosse eu ou o zé mané que quisesse importar uma moto por conta própria, suponho que seja bem longe disto...
A Caoa tá aí, ganhando rios de dinheiro com Hyundai pra provar o contrário. O mesmo pra JAC e etc, que ainda têm de montar concessionárias, coisa que a Honda já tem montada de penca...
É dinheiro a rodo que trouxa, digo, brasileiro dá para as montadoras/importadoras... Neste país, a regra "dinheiro puxa dinheiro" funciona como nunca, basta o dinheiro comprar os políticos certos...
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Basicamente o preço sugerido de R$ 15.490 fica na velha faixa de 2 a 3 x o preço de varejo em US$ nos EUA.
Mas o que podemos inferir neste caso é: enquanto a CBR250R não for nacionalizada, esse preço contém II e IPI, algo que não acontece hoje com as 3 concorrentes. Por aí se percebe que a Honda espremeu o que pôde sua margem, e mesmo assim não conseguiu realizar o mesmo impacto da introdução da CB1000R em relação à Z1000.
Mesmo considerando o fator canibalização da CB300R, se fosse possível, a Honda poderia fixar o preço da CBR250R uns R$ 1 mil mais baixo (como você mesmo esperava), para matar a concorrência. Se não o fez, é por que deve estar realmente apertada. E pra aliviar essa pressão de custo, ela já anunciou que precisa atingir 1.000 unidades/mês para viabilizar a nacionalização, e aí sim a isenção de II+IPI abriria espaço para a redução do PPS.
No plano geral, está clara a estratégia da Honda, que não quer permitir concorrentes se aproveitando de nichos que até poucos anos atrás ela desprezava. A cartada com a CB1000R foi fortíssima. Com a CBR600F também, ambas nacionalizadas desde o lançamento. Já a CBR250R parece uma carta bem mais frágil nesse baralho, por ser ainda importada. As próximas cartadas são da série NC700, que devem vir nacionalizadas.
E tudo isso pra quê? Pra quem tem 80% de market share com 1.600.000 motos vendidas anualmente, somar 12 mil CB250R anuais não aumentarão sua rentabilidade nem share. Isso tem um nome: dumping.
Então, façam as suas apostas senhores...
- minholi
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Re: Honda CBR 250R chega ao Brasil
Szk, esse foi o melhor resumo que já li sobre o assunto, mas mesmo assim, tem coisas que não fecham. A aliquota de 60% fixa não é só para pessoa fisica? E as categorias? Não é diferenciada por tipo de produto?
E ainda ha a questao da manobra contábil do bônus que faz com que o lucro declarado das revendas sejaa muito menor que o real.
E ainda ha a questao da manobra contábil do bônus que faz com que o lucro declarado das revendas sejaa muito menor que o real.
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Re: Honda CBR 250R chega ao Brasil
Fonte: http://suzanecarvalho.blogosfera.uol.com.br/
Honda apresenta sua Super Esportiva de 250 cm³
Mais uma esportiva de pequena cilindrada chega ao mercado para concorrer com a Kawasaki Ninja 250R (15.550,00), com a Kasinski Comet GT 250R (14.990,00) e com a Dafra Roadwin 250R (12.490,00): é a Honda CBR 250R, que custará R$ 15.490,00.
Ela tem porte de moto grande, com tanque alto, e engana facilmente quem não entende muito do assunto.
Com visual futurista e atrativo, ela foi inspirada na CBR 1000RR mas seu desing mistura traços da VFR 1200F. A pintura da carenagem também lembra a da “HRC” da Fireblade. O desenho do escape, do farol, e a carenagem em dupla camada e praticamente sem parafusos aparentes, foram herdados da VFR 1200F. Essa carenagem dupla cria um fluxo de ar interno que proporciona melhor aerodinâmica e estabilidade em altas velocidades. A CBR 250R faz parte de um projeto chamado de “New Concept ¼ litro” e é um modelo global da Honda.
O desenho do painel acompanha o do farol e é bem completo e moderno. As alças para o garupa se segurar são em alumínio e retas, e os retrovisores são ótimos! Além de lentes boas e de bom tamanho (nem grande, nem pequeno), ficam bem à frente e não é preciso mexer a cabeça para olhá-los, mesmo andando “carenada”. Ela é muito bonitinha!
O motor é monocilíndrico com 249,6 cm³, DOHC (duplo comando de válvulas no cabeçote), 4 válvulas, com balancins roletados, pistão com contra-peso e refrigerado a água. Os balancins roletados ajudam a diminuir a vibração, pois suaviza a abertura e fechamento das válvulas, que abrem de duas em duas. O contra-peso na parte inferior do pistão também visa diminuir a vibração. Este é o primeiro motor DOHC no mundo a utilizar balancins roletados.
A potência é de 26,4 cv a 8.500 rpm, o torque é de 2,34 kgf.m a 7.000 rpm e a taxa de compressão 10,7:1. A relação diâmetro x curso do pistão é 76x 55 mm e a moto pesa 150 kg.
Ele tem uma boa pegada e uma das razões é a entrada de ar que é direta, então o motor enche rapidamente. A saída também tem apenas três curvas com ângulo aberto, o que ajuda a aumentar a velocidade de circulação dos gases.
A injeção é eletrônica PGMFI e diminui o tempo entre a ignição e a injeção.
7 sensores são controlados pela centralina ECM (Engine Control Management): temperatura do ar, posição da borboleta do acelerador, admissão, temperatura do óleo, temperatura do ar, rotação em que o motor está e mais o sensor de inclinação que corta a alimentação caso a moto tombe.
Para diminuir a poluição, no escapamento existe uma válvula que transforma o monóxido de carbono em CO2, que por sua vez passará pelo catalisador e atende às exigências do Euro 3 .
O motor corta a 10.500 rpm e ela tem seis marchas. As velocidades máximas que alcancei em cada uma delas foram as seguintes:
1ª – 52 Km/h
2ª – 82 Km/h
3ª – 112 Km/h
4ª – 132 Km/h
5ª – 157 Km/h
6ª – 169 Km/h
O tanque de combustível tem capacidade para 13 litros sendo 3,5 da reserva e a bomba fica dentro dele.
Apesar de a Honda ter classificado a 250R como “super esportiva de entrada” (Super Sport Entry), ela não tem uma posição de pilotagem “racing”, mas mais ereta. A grande maioria dos compradores desta esportiva a usarão nas ruas e estradas, por isso a Honda optou por uma calibragem de suspensão mais mole e posição mais confortável. A traseira é pro-link com 104 mm de curso, com mola e amortecedor com 5 regulagens de pré-carga. Na dianteira, garfo telescópico, com 130 mm de curso. São dois semi-guidões e as pedaleiras são recuadas para forçar o estilo esportivo.
Além da pista de testes, andei com ela também na cidade, e tem uma pilotagem bastante fácil. Ela mede 2,03 metros, tem 1,127 m de altura, 70,9 cm de largura e o entre-eixos é de 1,37 m. O banco fica a 78,4 cm do chão e a distância mínima do solo é de 14,5 cm.
Os pneus são bem largos e vêm montados em rodas de liga leve aro 17” com a medida 110/70 na dianteira e 140/70 na traseira.
O chassi é do tipo Diamond frame de estrutura tubular com treliças .
O freio dianteiro é disco único de 296 mm de diâmetro com pinça de pistão duplo e o traseiro, disco simples de 220 mm de diâmetro com pinça de pistão simples. Tem opção de Combined ABS, que além de evitar o travamento das rodas, distribui a frenagem entre elas.
As cores disponíveis são essas duas que estão nas fotos: toda preta, e azul com carenagem branca com detalhes em vermelho, parecida com a CBR 1000 RR HRC.
A versão com C-ABS ganha 4 quilos e custa R$ 2.500 a mais. Mas só tem na cor azul com carenagem branca.
Esse é um modelo global da Honda. O mesmo que é comercializado no Japão, nos Estados Unidos e várias partes do mundo. A que será vendida aqui está sendo importada da Tailândia e passou por ajustes na suspensão, que ficou mais dura para se adaptar ao nosso solo, e, obviamente no mapeamento do motor para se adaptar bem ao nosso combustível.
A Kawasaki vende aproximadamente 350 unidades da “Ninjinha” 250 R por mês, e a Kasinski vende por volta de 600 Comet 250R. A Honda quer vender mais de 800 CBR 250R.
Até o final do ano, a Moto Honda lançará ainda seis novos modelos de motocicletas e atualizará outros seis.
Honda apresenta sua Super Esportiva de 250 cm³
Mais uma esportiva de pequena cilindrada chega ao mercado para concorrer com a Kawasaki Ninja 250R (15.550,00), com a Kasinski Comet GT 250R (14.990,00) e com a Dafra Roadwin 250R (12.490,00): é a Honda CBR 250R, que custará R$ 15.490,00.
Ela tem porte de moto grande, com tanque alto, e engana facilmente quem não entende muito do assunto.
Com visual futurista e atrativo, ela foi inspirada na CBR 1000RR mas seu desing mistura traços da VFR 1200F. A pintura da carenagem também lembra a da “HRC” da Fireblade. O desenho do escape, do farol, e a carenagem em dupla camada e praticamente sem parafusos aparentes, foram herdados da VFR 1200F. Essa carenagem dupla cria um fluxo de ar interno que proporciona melhor aerodinâmica e estabilidade em altas velocidades. A CBR 250R faz parte de um projeto chamado de “New Concept ¼ litro” e é um modelo global da Honda.
O desenho do painel acompanha o do farol e é bem completo e moderno. As alças para o garupa se segurar são em alumínio e retas, e os retrovisores são ótimos! Além de lentes boas e de bom tamanho (nem grande, nem pequeno), ficam bem à frente e não é preciso mexer a cabeça para olhá-los, mesmo andando “carenada”. Ela é muito bonitinha!
O motor é monocilíndrico com 249,6 cm³, DOHC (duplo comando de válvulas no cabeçote), 4 válvulas, com balancins roletados, pistão com contra-peso e refrigerado a água. Os balancins roletados ajudam a diminuir a vibração, pois suaviza a abertura e fechamento das válvulas, que abrem de duas em duas. O contra-peso na parte inferior do pistão também visa diminuir a vibração. Este é o primeiro motor DOHC no mundo a utilizar balancins roletados.
A potência é de 26,4 cv a 8.500 rpm, o torque é de 2,34 kgf.m a 7.000 rpm e a taxa de compressão 10,7:1. A relação diâmetro x curso do pistão é 76x 55 mm e a moto pesa 150 kg.
Ele tem uma boa pegada e uma das razões é a entrada de ar que é direta, então o motor enche rapidamente. A saída também tem apenas três curvas com ângulo aberto, o que ajuda a aumentar a velocidade de circulação dos gases.
A injeção é eletrônica PGMFI e diminui o tempo entre a ignição e a injeção.
7 sensores são controlados pela centralina ECM (Engine Control Management): temperatura do ar, posição da borboleta do acelerador, admissão, temperatura do óleo, temperatura do ar, rotação em que o motor está e mais o sensor de inclinação que corta a alimentação caso a moto tombe.
Para diminuir a poluição, no escapamento existe uma válvula que transforma o monóxido de carbono em CO2, que por sua vez passará pelo catalisador e atende às exigências do Euro 3 .
O motor corta a 10.500 rpm e ela tem seis marchas. As velocidades máximas que alcancei em cada uma delas foram as seguintes:
1ª – 52 Km/h
2ª – 82 Km/h
3ª – 112 Km/h
4ª – 132 Km/h
5ª – 157 Km/h
6ª – 169 Km/h
O tanque de combustível tem capacidade para 13 litros sendo 3,5 da reserva e a bomba fica dentro dele.
Apesar de a Honda ter classificado a 250R como “super esportiva de entrada” (Super Sport Entry), ela não tem uma posição de pilotagem “racing”, mas mais ereta. A grande maioria dos compradores desta esportiva a usarão nas ruas e estradas, por isso a Honda optou por uma calibragem de suspensão mais mole e posição mais confortável. A traseira é pro-link com 104 mm de curso, com mola e amortecedor com 5 regulagens de pré-carga. Na dianteira, garfo telescópico, com 130 mm de curso. São dois semi-guidões e as pedaleiras são recuadas para forçar o estilo esportivo.
Além da pista de testes, andei com ela também na cidade, e tem uma pilotagem bastante fácil. Ela mede 2,03 metros, tem 1,127 m de altura, 70,9 cm de largura e o entre-eixos é de 1,37 m. O banco fica a 78,4 cm do chão e a distância mínima do solo é de 14,5 cm.
Os pneus são bem largos e vêm montados em rodas de liga leve aro 17” com a medida 110/70 na dianteira e 140/70 na traseira.
O chassi é do tipo Diamond frame de estrutura tubular com treliças .
O freio dianteiro é disco único de 296 mm de diâmetro com pinça de pistão duplo e o traseiro, disco simples de 220 mm de diâmetro com pinça de pistão simples. Tem opção de Combined ABS, que além de evitar o travamento das rodas, distribui a frenagem entre elas.
As cores disponíveis são essas duas que estão nas fotos: toda preta, e azul com carenagem branca com detalhes em vermelho, parecida com a CBR 1000 RR HRC.
A versão com C-ABS ganha 4 quilos e custa R$ 2.500 a mais. Mas só tem na cor azul com carenagem branca.
Esse é um modelo global da Honda. O mesmo que é comercializado no Japão, nos Estados Unidos e várias partes do mundo. A que será vendida aqui está sendo importada da Tailândia e passou por ajustes na suspensão, que ficou mais dura para se adaptar ao nosso solo, e, obviamente no mapeamento do motor para se adaptar bem ao nosso combustível.
A Kawasaki vende aproximadamente 350 unidades da “Ninjinha” 250 R por mês, e a Kasinski vende por volta de 600 Comet 250R. A Honda quer vender mais de 800 CBR 250R.
Até o final do ano, a Moto Honda lançará ainda seis novos modelos de motocicletas e atualizará outros seis.
Editado pela última vez por Lordphoenix em 28 Abr 2012, 15:49, em um total de 1 vez.
Prof. Jean Santiago, The Lordphoenix
banda [T+D+N] = TERRA DE NINGUÉM
MC RN-015, Estradeiros de Baraúna - Presidente
Honda NC 750X = Pérola Vitória
Yamaha XTZ 125X = Bianca Fox
Eu viajo não apenas para estar LÁ, faço-o também pelo prazer de IR e VOLTAR.
M@D/ForumNow = desde 04/02/2005
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Re: Honda CBR 250R chega ao Brasil
TRUCO!6ª – 169 Km/h
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Giacome
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Re: Honda CBR 250R chega ao Brasil
De certa medida, devemos valorizar o ingresso deste novo produto; um leque maior de produtos e categorias oportunizará mais competitividade e preços mais reguláveis;
não acredito que a CBR vai ocupar o lugar da CB300; a CBR250 é um produto premium, que virá em quantidades relativamente menores; por escala, aqui na minha região é provável que nem venha rsrsr
Acho que aqueles que falaram que ela iria substituir a CB300 tem que conhecer melhor seu país;
não acredito que a CBR vai ocupar o lugar da CB300; a CBR250 é um produto premium, que virá em quantidades relativamente menores; por escala, aqui na minha região é provável que nem venha rsrsr
Acho que aqueles que falaram que ela iria substituir a CB300 tem que conhecer melhor seu país;
"As conquistas não são obras do acaso, são frutos do merecimento"
em 25 de maio bye cb300...entra NH 2008 preta
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