NE ultrapassa SE em vendas de motos. Fala aê Tio Russo.
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Re: NE ultrapassa SE em vendas de motos. Fala aê Tio Russo.
Prezados senhores moderadores, por favor, se a coisa descambar/derivar para insultos e outros tipos de agressão, tranquem o tópico.
Grato pela atenção.
Saurus.
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Nihil ego fecit. Sic erat cvm ego ad hic.
Ad corniger omnes poena parva est.
Timet farcimen canis icti per serpens.
Non posse avxilivm pertvrbare. Ad participandvm svmmvm est.
Nvllo desiderio qvi pictis zebra mirari reliqvvm tinxere.
Melivs est qvam contendere cooperandi
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Luiz Almeida
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Re: NE ultrapassa SE em vendas de motos. Fala aê Tio Russo.
Jota escreveu:opa, gostei dessa.Thiago Gil escreveu:frases feitas provenientes de literatura de biscoito da sorte!
comunico que passarei a utilizar sem fazer referência à fonte.
Clichês, propositalmente como escrivinha um dotô em linguiça, digo linguística...
A propósito, nordestino precisa acabar com esse complexo de que é preconceito tudo o que se fala de ruim dessa Região. Que está cheia de mazelas e vícios está. Que é quem mais coloca político safado no congresso, é.
Nem o Acre votou nessa coisa bizarra que hoje diz que preside a Nação.
Povim abestado!
Luiz Almeida
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Bons tempos aqueles em que só andava de moto quem realmente gostava de motocicleta.
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Re: NE ultrapassa SE em vendas de motos. Fala aê Tio Russo.
Voltando ao tópico...
A moto realmente está substituindo o jegue, como declarado na reportagem. Mas isso enquanto o ex-dono do jegue não conseguir comprar seu carrinho 1.0.
O presidente da Abraciclo que também é gestor da Honda declarou que a motocicleta é o verdadeiro veículo popular do brasileiro. Conta outra, tio! O povo brasileiro anda de moto porque não tem dinheiro para comprar carro! Salvo as raras exceções de pessoas como muitos de nós que anda de moto porque gosta de moto. Só que a grande realidade é: o Nordeste está comprando horrores de moto porque não tem dinheiro para comprar carro. A motocracia garganteada pela Honda é relativa, aqui no Brasil se a gasolina estivesse a 1 real o litro e o trânsito fluisse bem, não existiria Motocracia.
A moto realmente está substituindo o jegue, como declarado na reportagem. Mas isso enquanto o ex-dono do jegue não conseguir comprar seu carrinho 1.0.
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anterior: CBombinha 300 2011 - boa moto, tem mais qualidades que defeitos.
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Re: NE ultrapassa SE em vendas de motos. Fala aê Tio Russo.
Saurus escreveu:Prezados senhores moderadores, por favor, se a coisa descambar/derivar para insultos e outros tipos de agressão, tranquem o tópico. Grato pela atenção. Saurus.
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Russo escreveu:Mas é isso ai... no motociclismo há espaço para todos, para os que gostam de tecnologia, pros que curtem velharia e até para os babacas caras que não conseguem perceber isso, eheheheh ...
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Re: NE ultrapassa SE em vendas de motos. Fala aê Tio Russo.
Deixa de ser caguêta!Saurus escreveu:Prezados senhores moderadores, por favor, se a coisa descambar/derivar para insultos e outros tipos de agressão, tranquem o tópico.
Grato pela atenção.
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Re: NE ultrapassa SE em vendas de motos. Fala aê Tio Russo.
Luiz Almeida escreveu:Deixa de ser caguêta!Saurus escreveu:Prezados senhores moderadores, por favor, se a coisa descambar/derivar para insultos e outros tipos de agressão, tranquem o tópico.
Grato pela atenção. Saurus.
Diria, vai andar de moto, Saurus.
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Russo escreveu:Mas é isso ai... no motociclismo há espaço para todos, para os que gostam de tecnologia, pros que curtem velharia e até para os babacas caras que não conseguem perceber isso, eheheheh ...
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Re: NE ultrapassa SE em vendas de motos. Fala aê Tio Russo.
Fato!piccoli escreveu:Voltando ao tópico...
A moto realmente está substituindo o jegue, como declarado na reportagem. Mas isso enquanto o ex-dono do jegue não conseguir comprar seu carrinho 1.0.
O presidente da Abraciclo que também é gestor da Honda declarou que a motocicleta é o verdadeiro veículo popular do brasileiro. Conta outra, tio! O povo brasileiro anda de moto porque não tem dinheiro para comprar carro! Salvo as raras exceções de pessoas como muitos de nós que anda de moto porque gosta de moto. Só que a grande realidade é: o Nordeste está comprando horrores de moto porque não tem dinheiro para comprar carro. A motocracia garganteada pela Honda é relativa, aqui no Brasil se a gasolina estivesse a 1 real o litro e o trânsito fluisse bem, não existiria Motocracia.
Está na minha assinatura.
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Re: NE ultrapassa SE em vendas de motos. Fala aê Tio Russo.
Prezados senhores Luiz e Érico, muito me decepciona vossos comentários acerca de minha rogação aos moderadores do fórum, posto que, tão somente, meu pleito visa prevenir altercações e impropérios definitivamente inadequados e desnecessários no que tange a natureza da proposição de deliberação e manifestação de óbices e abonações no que diz respeito ao tema proposto em tela.
Diante disso

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Re: NE ultrapassa SE em vendas de motos. Fala aê Tio Russo.
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Russo escreveu:Mas é isso ai... no motociclismo há espaço para todos, para os que gostam de tecnologia, pros que curtem velharia e até para os babacas caras que não conseguem perceber isso, eheheheh ...
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Re: NE ultrapassa SE em vendas de motos. Fala aê Tio Russo.
Trocando o jegue por trax, dafra , shineray e o supra sumo das motos honda.
- gui dantas
- Motoqueiro
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- Contato:
Re: NE ultrapassa SE em vendas de motos. Fala aê Tio Russo.
Saurus, o certo não seria:
"NE passa o SE na venda de liquidificadores e motores de dentista"??
"NE passa o SE na venda de liquidificadores e motores de dentista"??
- Saurus
- Mito
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- Registrado em: 26 Dez 2007, 09:39
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Re: NE ultrapassa SE em vendas de motos. Fala aê Tio Russo.
gui dantas escreveu:Saurus, o certo não seria:
"NE passa o SE na venda de liquidificadores e motores de dentista"??

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Re: NE ultrapassa SE em vendas de motos. Fala aê Tio Russo.
No meu entendimento, ocorre um fenômeno de "Saigonização" do trânsito no Brasil, especialmente nas grandes cidades. Tem mais essas reportagens aí ó:
Site do jornal O GLOBO em 06/10/2011 escreveu: Acidentes com motos matam mais jovens, negros e pobres, diz pesquisa
Publicada em 05/10/2011 às 23h54m
Flávia Milhorance (flavia.milhorance@oglobo.com.br)
Motoqueiros enfileirados no trânsito: número de acidentes cresceu 1.178% entre 2000 e 2008 (Foto: Custódio Coimbra / Agência O Globo)
RIO - Homens jovens, negros e pobres são as principais vítimas de acidentes fatais com motos no Rio de Janeiro, repetindo o mesmo fenômeno que já ocorre com os homicídios. A constatação é de um estudo do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Candido Mendes (Cesec/Ucam) em parceria com a Secretaria municipal de Saúde, que será apresentado hoje no seminário Caminhos da Educação e da Segurança no Trânsito, realizado pela prefeitura.
Pelos números do Datasus, em 2008, a taxa de mortalidade de motociclistas negros na faixa de 20 a 24 anos era de 57 óbitos por cem mil habitantes, índice quase 40 vezes maior que a taxa de todos os acidentes com moto (1,5 :100 mil).
- Este perfil é o mesmo da taxa de homicídios, ou seja, cerca de 90% de homens contra 10% de mulheres, e uma curva por faixa etária mais acentuada entre 20 e 24 anos. Isso mostra que o trânsito começa a ocupar o espaço da segurança pública. E, da mesma forma, há uma tendência grave de naturalização da culpa do jovem negro e de baixa renda por esta morte no asfalto - afirma a pesquisadora do Cesec/Ucam, Silvia Ramos, uma das coordenadoras da pesquisa.
CAÓTICO: O trânsito do Rio resumido numa palavra
Este perfil é o mesmo da taxa de homicídios. Isso mostra que o trânsito começa a ocupar o espaço da segurança pública. E, da mesma forma, há uma tendência grave de naturalização da culpa do jovem negro e de baixa renda por esta morte no asfalto
O drama silencioso vivido por motociclistas da capital também pode ser constatado a partir dos números absolutos de acidentes fatais: de 14 óbitos, em 2000, para 179 em 2008, um aumento de 1.178%, o que acabou tornando esta a segunda maior causa de mortes no trânsito do Rio (a primeira são os atropelamentos). Aparentemente, o problema não está ligado ao aumento da frota, que cresceu 106% neste período, segundo o Detran: de 83.755 veículos em 2001 (dado mais antigo disponível) para 172.863 em 2008.
O índice superou o número de mortos em acidentes de automóvel, que em 2000 estava na segunda posição, com 55 vítimas, e passou para 147 em 2008 (aumento de 167%), ficando em terceiro no ranking. A primeira causa de mortes no trânsito continua sendo o atropelamento, com 376 óbitos em 2008, número que, no início da década, era de 514 (redução de 26,8%). Em seguida, aparecem os acidentes de bicicletas, com 29 mortes, e de veículos pesados, com 17. Ontem à noite, três pessoas ficaram feridas depois de serem atropeladas na Avenida Rio Branco, no Centro.
Acidentes: motoboy é grupo de risco
Na quarta-feira, o ex-motoboy Rodrigo Soares teve que socorrer o amigo João Gilberto Vieira após um acidente na Rua Teodoro da Silva, em Vila Isabel. Segundo o colega, Vieira conduzia uma moto e foi fechado por outro motociclista, que não prestou socorro ao acidentado. Desta vez, o caso foi sem gravidade, e Vieira foi liberado do Hospital do Andaraí no mesmo dia.
O motociclista João Gilberto Vieira: vítima de acidente na Rua Teodoro da Silva, em Vila Isabel (Foto: Custódio Coimbra / Agência O Globo)
- Este é só mais um acidente. O trânsito é violento mesmo, e o motoqueiro todo dia corre o risco de cair, todo dia tem uma história parecida - conta Soares, que deixou há um ano o trabalho como motoboy. - Tinha que estar sempre disponível, sempre correndo.
Para o presidente da Associação dos Motociclistas do Estado do Rio de Janeiro, Aloísio Braz, a maioria dos acidentes com motociclistas ocorre com jovens que usam o transporte como meio de trabalho, geralmente no serviço conhecido como delivery (entrega).
- É o jovem que, pela falta do transporte e de condições financeiras, acaba comprando a motocicleta, sendo usada, principalmente para trabalhar. A maioria deles só vai aprender a dirigir na prática, já que os exames de habilitação exigem pouco, e eles ainda precisarão ser rápidos no trânsito para não perder o emprego - critica Aloísio Braz.
Já o presidente da Federação de Motoclube do Rio, Paulo Melgaço, cobra ações de conscientização voltadas para os motoristas.
- O motociclista sai de uma faixa para outra muitas vezes imprudentemente, e acaba sofrendo acidentes neste movimento. E mesmo quando há corredores viários para as motos, do lado dele tem outra moto correndo - afirma.
O motociclista sai de uma faixa para outra muitas vezes imprudentemente, e acaba sofrendo acidentes neste movimento. E mesmo quando há corredores viários para as motos, do lado dele tem outra moto correndo
O trânsito mata, em média, duas pessoas por dia na cidade do Rio de Janeiro, segundo números do Sistema de Informações de Mortalidade da Secretaria Municipal de Saúde (dados mais atualizados que o Datasus). Em 2010, foram registrados 762 acidentes fatais na capital, o que representa uma taxa de 12 óbitos por cem mil habitantes. Apesar do número alarmante, ele é o menor da década. O pico ocorreu em 2006, quando 990 pessoas morreram no trânsito, o equivalente a 2,7 por dia. Entre 2001 e 2010, foram 9.025 vítimas.
Presidente da Associação de Parentes, Amigos e Vítimas de Trânsito (Trânsito Amigo), Fernando Diniz conta ter perdido em 2003 o filho Fabrício, na época com 20 anos, num acidente na Avenida das Américas, na Barra da Tijuca.
- Ele e duas amigas estavam sentados no banco de trás e morreram na hora por causa da ação irresponsável do motorista - conta Diniz, que cobra mais ações do poder público. - Devemos levar em conta aqueles que morrem dias depois do acidente, em casa, e que não engrossam as estatísticas. Os números hoje são menores, mas muitas pessoas continuam morrendo. É muito pouco ainda o que está sendo feito. O trânsito deve ser tratado como um problema de saúde pública.
De acordo com a coordenadora de políticas intersetoriais da Secretaria municipal de Saúde, Viviane Castelo Branco, durante o seminário realizado pela prefeitura será criado um fórum permanente sobre o trânsito, com representantes do poder público e da sociedade.
- Temos que pensar as políticas públicas para o trânsito de uma forma mais ampla, integrando diferentes setores, que vão além do caráter técnico da engenharia de trânsito - afirma.
Site do jornal O GLOBO em 06/10/2011 escreveu: O trânsito do Rio resumido numa palavra: 'caótico'
Publicada em 05/10/2011 às 23h55m
RIO - O levantamento feito pelo Cesec/Ucam em parceria com a prefeitura do Rio inclui ainda uma pesquisa de opinião, por amostragem, com base na percepção de 585 pessoas ouvidas na capital fluminense. Ao serem perguntadas sobre a palavra que sintetiza o trânsito no Rio, 39,8% responderam: "caótico".
- Todas as opções para representar o trânsito foram negativas, o que mostra o quão sofrido isso representa para o carioca - afirma a pesquisadora do Cesec/Ucam, Bárbara Soares.
Na mesma pesquisa, as pessoas manifestaram sua opinião sobre o que fazer para melhorar o trânsito: 32% acreditam que a saída é investir em obras viárias; 19,5%, em transportes públicos, 15%, em campanhas educativas, 13,2%, na redução do uso de automóveis e 11%, em fiscalização e punição dos infratores; outros 5,8% não souberam responder e 2,5% apontaram alternativas diversas.
- Há uma mudança de paradigma: apesar de as obras viárias estarem em primeiro, já notamos na população uma consciência de que é importante investir em transporte público, campanhas e ter um trânsito mais sustentável, com menos carros. Esses itens ficaram até na frente da punição e da fiscalização - comenta.
A pesquisa também perguntou aos entrevistados o que os deixa mais estressados no trânsito. Os congestionamentos ficaram em primeiro lugar, com 47,7% das respostas, seguidos de motoristas e de pedestres, com 25,3%; e das más condições das vias e dos veículos, com 16,3%.
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Site do jornal O GLOBO em 06/10/2011 escreveu: Estado do Rio apresenta Plano Diretor de Transportes Não Motorizados
Publicada em 04/10/2011 às 19h16m
RIO - A Secretaria Estadual de Transportes do Rio de Janeiro apresentou o Plano Diretor de Transportes Não Motorizados, elaborado por meio de um convênio com Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e de parcerias com empresas estrangeiras e brasileiras. O estudo surgiu da necessidade de avançar no setor de políticas públicas voltadas para o uso da bicicleta como meio de transporte e para o pedestre. Segundo a secretaria, esse é o primeiro plano diretor do país e as soluções apontadas são essenciais para resolver problemas relativos à mobilidade no Estado.
- Numa pesquisa preliminar constatamos que apenas 3,24% das viagens na Região Metropolitana são feitas por bicicleta, e 34%, a pé. O Plano Diretor atuará no sentido de organizar estruturas e diretrizes para podermos elevar, de forma eficiente e responsável, tais índices de deslocamentos alternativos - explicou o secretário de Transportes, Julio Lopes.
Durante a apresentação do estudo, foram apontadas as principais ações para integrar a bicicleta e o pedestre ao trânsito fluminense, como ampliação e manutenção da rede cicloviária, legislações específicas para o setor e ações voltadas para garantir a segurança daqueles que optam por esse tipo de transporte.
- Procuramos neste estudo definir não apenas idéias, mas ações concretas, com justificativas, metodologias e prazos, além de orientar cada ação para sua devida esfera governamental. Uma de nossas propostas, por exemplo, é a criação de uma macro-rede integrada de ciclismo em toda a Região Metropolitana, contando com o apoio dos transportes públicos - contou Juliana Antunes, da empresa americana ITDP, que participou da elaboração do Plano.
Participaram também do estudo as empresas Logit, do Brasil, e IBI, do Canadá. Outras ações geradas pelo financiamento do BID também foram apresentadas, como os projetos-piloto que serão implantados em seis municípios do Estado (Barra Mansa, Maricá, Niterói, Resende, Rio de Janeiro e Volta Redonda) visando à construção de uma macroestrutura de integração cicloviária. A meta é dotar as cidades de infraestrutura capaz de dar suporte ao uso eficiente e seguro da bicicleta e assegurar o espaço adequado para elas, como a implementação de ciclofaixas, sinalização especial, novos bicicletários e sistemas de redução de tráfego de veículos motorizados.
Paul Comenencia, cônsul geral da Holanda, país que apoia o programa do governo do Estado para o incentivo ao uso da bicicleta, disse na abertura da apresentação do plano que "o Rio de Janeiro tem tudo para se tornar a capital do ciclismo na América Latina".
- Aqui no Rio, as pessoas já se mostram predispostas a usar a bicicleta no seu dia a dia e, com essas iniciativas, vejo que o Estado pode se tornar referência no País e em toda a América Latina. Na Holanda, levamos 20 anos para chegar ao nível atual de consciência da população sobre o uso de transportes sustentáveis. O Rio está no caminho certo e deve demorar bem menos tempo - finalizou.
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Re: NE ultrapassa SE em vendas de motos. Fala aê Tio Russo.
Sou paulista o trânsito é uma merda em todo o lugar, não só no Rio.
Re: NE ultrapassa SE em vendas de motos. Fala aê Tio Russo.
Incluam Floripa aí na lista do "trânsito caótico". Não sei o que houve este ano, foi muito rápida a piora, passou direto de "trânsito razoavelmente bom" pra "trânsito de merda". Pra ter mobilidade em Floripa agora só de motoca (estilo SP).
Re: NE ultrapassa SE em vendas de motos. Fala aê Tio Russo.
Cara, passa uma semana dirigindo aqui no RJ, tu vai achar SP melhor, por incrível que pareça.Rusher escreveu:Sou paulista o trânsito é uma merda em todo o lugar, não só no Rio.
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Russo escreveu:Mas é isso ai... no motociclismo há espaço para todos, para os que gostam de tecnologia, pros que curtem velharia e até para os babacas caras que não conseguem perceber isso, eheheheh ...
Re: NE ultrapassa SE em vendas de motos. Fala aê Tio Russo.
Brasília ainda está bem, na média. NO mesmo dia, varia de "razoavelmente bom" (usando a escala do mamm2), para "uma merda", dependendo da proximidade do horário do rush. Em uns 3-5 anos, deve começar a haver o caos carioca/paulista. Vou ter que começar a andar com correntes e booby traps, na moto..rs
Abraço,
Abraço,
Daniel.
Lander 2008-"Mula Marchadeira, mãe Mangalarga"
Síntese das assinaturas do M@D:
"Sou mais motociclista ["sábio"/"melhor"] do que você e tenho muito orgulho da minha humildade".
Perturbando giroscópios desde 1997. Perturbando você desde sua permissão.
Lander 2008-"Mula Marchadeira, mãe Mangalarga"
Síntese das assinaturas do M@D:
"Sou mais motociclista ["sábio"/"melhor"] do que você e tenho muito orgulho da minha humildade".
Perturbando giroscópios desde 1997. Perturbando você desde sua permissão.
Re: NE ultrapassa SE em vendas de motos. Fala aê Tio Russo.
Smoker,
Pior como? Truncado? Desorganizado? Ou só a mesma merda de SP, ou seja, muito carro p/ pouco espaço?
Abraço
Pior como? Truncado? Desorganizado? Ou só a mesma merda de SP, ou seja, muito carro p/ pouco espaço?
Abraço
Re: NE ultrapassa SE em vendas de motos. Fala aê Tio Russo.
Tu já respondeu, truncado, extremamente desorganizado, veículo bagarái, motoristas de ônibus sem qualquer preparo, etc....Cursino escreveu:Smoker,
Pior como? Truncado? Desorganizado? Ou só a mesma merda de SP, ou seja, muito carro p/ pouco espaço?
Abraço
Em SP, notei, em várias idas e passagens pela capital, que os carros cuidam mais que aqui no RJ, os corredores são mais amplos (aqui os carros fazem questão de andar sobre as faixas pontilhadas) por exemplo, aqui o taxista vem em uma via de 3 pistas, pele esquerda, se alguém faz sinal, o cara mete o pé no freio, e cruza todas as pistas parando onde bem entender. Dentre outros absurdos que dariam um livro. Sempre falo isso, é hilério ver os Demo e o Swaizer (paulistas) falando do trânsito do RJ, mas quem já andou em SP, não tem como negar. Ah, não estou me vangloriando, apenas constatando um fato.
Abração.
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Re: NE ultrapassa SE em vendas de motos. Fala aê Tio Russo.
Cursino, o trânsito aqui no RJO é FECHADO. Ou seja, engarrafado até para motos, os "corredores" para passar com moto nem sempre tem, muitas vezes temos que invadir as calçadas para poder andar. Em SPO ainda há espaço de uns 1,5~2m entre os carros, aqui no RJO é 0,5~1m na imensa maioria das vezes, isso torna até mesmo o "corredor" inexistente/inviável, praticamente tendo que acompanhar os carros.Cursino escreveu:Smoker,
Pior como? Truncado? Desorganizado? Ou só a mesma merda de SP, ou seja, muito carro p/ pouco espaço?
Abraço
Na Ponte Rio-Niterói (Ponte Presidente Costa e Silva) então é pior ainda, ela foi projetada para ter 3 faixas de rolamento e a CCR (concessionária que a explora) inventou de fazer 4 faixas de rolamento. Com isso, ônibus e caminhões acabam ocupando de 1,5~2 faixas de rolamento, espremendo os demais veículos, apertando o corredor e isso, quando está ventando e com mar agitado e chovendo vira um verdadeiro jogo de vídeogame para todos, especialmente para motociclistas, verdadeiro teste de sobrevivência e perícia. Ali só os fortes sobrevivem.
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