Desvendando: CB véia
Re: Desvendando: CB véia
Gogo.
Ajudando na cronologia das CBs.
CB I – É a CB 400 normal de linha, fabricada de junho de 1980 (ainda importada) até dezembro de 1983, já nacionalizada. Até meados de 1983 era equipada com as rodas DID japonesas, as famosas “rodas estrela”, pinças de freio TOKIKO, assim como o burrinho de freio. Os meses finais de 1983 a moto já vinha com rodas SCORRO nacionais, e sistema de freios já da CB 450. Esse modelo ficou conhecido como CB ’83 e meio.
CB II – Surge em 1981, nas cores Dourada e Bordô. As rodas eram ainda as “estrelas” mas diferem dos modelos normais. Também tinham dois discos dianteiros de menor diâmetro, canelas da suspensão polidas e outros pequenos detalhes diferentes. O guidão era mais alto e custava pouco mais que a CB I. Também em meados de 1983 ganha a novas rodas nacionais, desta vez igual à CB normal, mas continua com os dois discos dianteiros. Foi produzida também na cor preta. Assim como a CB I, sai de linha em dezembro de ’83.
TUCUNARÉ – É a última CB 400. Fabricada apenas em 1984 nas cores azul, preta e vermelha. Basicamente era a CB 400 ’83 e meio com as carenagens da nova 450 Esporte. Painel, rabeta, pára-lama, banco, etc., tudo da 450. Fica só um ano em produção, talvez eram sobras de estoque de 400 já produzidas que a Honda remodelou e despejou no mercado, já que esse modelo só existiu no Brasil. O apelido Tucunaré ainda é um mistério...
Custon – É a CB 450 que substituiu a 400 II. Seu acabamento era primoroso e poucos exemplares foram feitos. Muitas peças cromadas, rabeta de designer diferente, mas o mesmo motor da 450 Esporte. Priorizava o conforto em viagens e não a esportividade. Foi produzida até fins de 1985, e ressurge sob encomenda depois de 1988, tanto que tem modelos do ano 1994!
Esporte – A grande evolução! Três discos de freio, com o traseiro superdimensionado, motor de 450 cc e radiador de óleo, pequena bolha dianteira, entre outros recursos. Foi fabrica entre 1984 e início de 1986. O modelo ressurgia em fins de 1987 com o nome DX, sendo então produzida até 1994.
Standart – É a CB 400 normal com motor da 450. Apenas um disco de freio para esse modelo. Por ser a mais em conta foi também a mais vendida. Substituiu a 400 Tucunaré e foi fabricada em 1985 e início de 1986.
TR – É a CB Standart com o guidão alto da Custon e a alça para garupa da Esporte. Um disco de freio e acabamento simples. O surgimento desse modelo é explicado pela conjuntura econômica. Época de Plano Cruzado e inflação congelada por decreto, foi uma saída da Honda manter o preço e ganhar mais dinheiro com um produto mais barato de se fazer. Grosso modo o mesmo dinheiro que se pagava por uma Esporte agora comprava esta moto bem mais simples. A atitude da fábrica foi muito criticada e em início de 1987 a produção da DX com mais recursos tem início, ou seja, a TR só durou um ano. Mesmo assim os grafismo exclusivos fazem desse modelo muito bonito.
Nelson Piquet – Série especial produzida em Março e Abril de 1986, como homenagem ao campeão de fórmula 1. Basicamente é a 450 Esporte (já descontinuada) com novas cores e sistema de escape todo negro, bem como as rodas. Especula-se que foram feitas apenas 200 unidades, o que torna a moto bem rara. Seguramente é mais valorizada por conta disso!
CBR 450 – Mesmo motor da 450 com pequenas alterações no cabeçote, comandos e carburadores.
Ajudando na cronologia das CBs.
CB I – É a CB 400 normal de linha, fabricada de junho de 1980 (ainda importada) até dezembro de 1983, já nacionalizada. Até meados de 1983 era equipada com as rodas DID japonesas, as famosas “rodas estrela”, pinças de freio TOKIKO, assim como o burrinho de freio. Os meses finais de 1983 a moto já vinha com rodas SCORRO nacionais, e sistema de freios já da CB 450. Esse modelo ficou conhecido como CB ’83 e meio.
CB II – Surge em 1981, nas cores Dourada e Bordô. As rodas eram ainda as “estrelas” mas diferem dos modelos normais. Também tinham dois discos dianteiros de menor diâmetro, canelas da suspensão polidas e outros pequenos detalhes diferentes. O guidão era mais alto e custava pouco mais que a CB I. Também em meados de 1983 ganha a novas rodas nacionais, desta vez igual à CB normal, mas continua com os dois discos dianteiros. Foi produzida também na cor preta. Assim como a CB I, sai de linha em dezembro de ’83.
TUCUNARÉ – É a última CB 400. Fabricada apenas em 1984 nas cores azul, preta e vermelha. Basicamente era a CB 400 ’83 e meio com as carenagens da nova 450 Esporte. Painel, rabeta, pára-lama, banco, etc., tudo da 450. Fica só um ano em produção, talvez eram sobras de estoque de 400 já produzidas que a Honda remodelou e despejou no mercado, já que esse modelo só existiu no Brasil. O apelido Tucunaré ainda é um mistério...
Custon – É a CB 450 que substituiu a 400 II. Seu acabamento era primoroso e poucos exemplares foram feitos. Muitas peças cromadas, rabeta de designer diferente, mas o mesmo motor da 450 Esporte. Priorizava o conforto em viagens e não a esportividade. Foi produzida até fins de 1985, e ressurge sob encomenda depois de 1988, tanto que tem modelos do ano 1994!
Esporte – A grande evolução! Três discos de freio, com o traseiro superdimensionado, motor de 450 cc e radiador de óleo, pequena bolha dianteira, entre outros recursos. Foi fabrica entre 1984 e início de 1986. O modelo ressurgia em fins de 1987 com o nome DX, sendo então produzida até 1994.
Standart – É a CB 400 normal com motor da 450. Apenas um disco de freio para esse modelo. Por ser a mais em conta foi também a mais vendida. Substituiu a 400 Tucunaré e foi fabricada em 1985 e início de 1986.
TR – É a CB Standart com o guidão alto da Custon e a alça para garupa da Esporte. Um disco de freio e acabamento simples. O surgimento desse modelo é explicado pela conjuntura econômica. Época de Plano Cruzado e inflação congelada por decreto, foi uma saída da Honda manter o preço e ganhar mais dinheiro com um produto mais barato de se fazer. Grosso modo o mesmo dinheiro que se pagava por uma Esporte agora comprava esta moto bem mais simples. A atitude da fábrica foi muito criticada e em início de 1987 a produção da DX com mais recursos tem início, ou seja, a TR só durou um ano. Mesmo assim os grafismo exclusivos fazem desse modelo muito bonito.
Nelson Piquet – Série especial produzida em Março e Abril de 1986, como homenagem ao campeão de fórmula 1. Basicamente é a 450 Esporte (já descontinuada) com novas cores e sistema de escape todo negro, bem como as rodas. Especula-se que foram feitas apenas 200 unidades, o que torna a moto bem rara. Seguramente é mais valorizada por conta disso!
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Re: Desvendando: CB véia
você entendeu a linha do tempo de forma errada JAL rsrs
e essa parte explicativa, que está no site motos.pro, eu tinha visto, e foi dai que imaginei que essa moto é uma CB 450 Standard
e essa parte explicativa, que está no site motos.pro, eu tinha visto, e foi dai que imaginei que essa moto é uma CB 450 Standard
- Quem é ele?
- Ele é o mercador da morte...
qual é o negócio, he-man?
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Re: Desvendando: CB véia
Ah ok, blz então. 
Re: Desvendando: CB véia
Helvio escreveu:Abraça, motão.
Concordo, mas não a que ele foi no Churrastiba.
"Aqui a criança chora e a mãe vira de costas"
B12S
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Russo escreveu:Mas é isso ai... no motociclismo há espaço para todos, para os que gostam de tecnologia, pros que curtem velharia e até para os babacas caras que não conseguem perceber isso, eheheheh ...
Re: Desvendando: CB véia
menino merece brincar tinha que ir mesmo.
E as fotos mostram que ele até arrumou um namorado por lá.
Parabéns Gogo.
E as fotos mostram que ele até arrumou um namorado por lá.
Parabéns Gogo.
E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.
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Re: Desvendando: CB véia
o jota tá me traindo com o vera verão, já mandei ele se danar kkkkkkkkkkkk
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Re: Desvendando: CB véia
JAL escreveu:Gogo.
Ajudando na cronologia das CBs.
CB I – É a CB 400 normal de linha, fabricada de junho de 1980 (ainda importada) até dezembro de 1983, já nacionalizada. Até meados de 1983 era equipada com as rodas DID japonesas, as famosas “rodas estrela”, pinças de freio TOKIKO, assim como o burrinho de freio. Os meses finais de 1983 a moto já vinha com rodas SCORRO nacionais, e sistema de freios já da CB 450. Esse modelo ficou conhecido como CB ’83 e meio.
CB II – Surge em 1981, nas cores Dourada e Bordô. As rodas eram ainda as “estrelas” mas diferem dos modelos normais. Também tinham dois discos dianteiros de menor diâmetro, canelas da suspensão polidas e outros pequenos detalhes diferentes. O guidão era mais alto e custava pouco mais que a CB I. Também em meados de 1983 ganha a novas rodas nacionais, desta vez igual à CB normal, mas continua com os dois discos dianteiros. Foi produzida também na cor preta. Assim como a CB I, sai de linha em dezembro de ’83.
TUCUNARÉ – É a última CB 400. Fabricada apenas em 1984 nas cores azul, preta e vermelha. Basicamente era a CB 400 ’83 e meio com as carenagens da nova 450 Esporte. Painel, rabeta, pára-lama, banco, etc., tudo da 450. Fica só um ano em produção, talvez eram sobras de estoque de 400 já produzidas que a Honda remodelou e despejou no mercado, já que esse modelo só existiu no Brasil. O apelido Tucunaré ainda é um mistério...
Custon – É a CB 450 que substituiu a 400 II. Seu acabamento era primoroso e poucos exemplares foram feitos. Muitas peças cromadas, rabeta de designer diferente, mas o mesmo motor da 450 Esporte. Priorizava o conforto em viagens e não a esportividade. Foi produzida até fins de 1985, e ressurge sob encomenda depois de 1988, tanto que tem modelos do ano 1994!
Esporte – A grande evolução! Três discos de freio, com o traseiro superdimensionado, motor de 450 cc e radiador de óleo, pequena bolha dianteira, entre outros recursos. Foi fabrica entre 1984 e início de 1986. O modelo ressurgia em fins de 1987 com o nome DX, sendo então produzida até 1994.
Standart – É a CB 400 normal com motor da 450. Apenas um disco de freio para esse modelo. Por ser a mais em conta foi também a mais vendida. Substituiu a 400 Tucunaré e foi fabricada em 1985 e início de 1986.
TR – É a CB Standart com o guidão alto da Custon e a alça para garupa da Esporte. Um disco de freio e acabamento simples. O surgimento desse modelo é explicado pela conjuntura econômica. Época de Plano Cruzado e inflação congelada por decreto, foi uma saída da Honda manter o preço e ganhar mais dinheiro com um produto mais barato de se fazer. Grosso modo o mesmo dinheiro que se pagava por uma Esporte agora comprava esta moto bem mais simples. A atitude da fábrica foi muito criticada e em início de 1987 a produção da DX com mais recursos tem início, ou seja, a TR só durou um ano. Mesmo assim os grafismo exclusivos fazem desse modelo muito bonito.
Nelson Piquet – Série especial produzida em Março e Abril de 1986, como homenagem ao campeão de fórmula 1. Basicamente é a 450 Esporte (já descontinuada) com novas cores e sistema de escape todo negro, bem como as rodas. Especula-se que foram feitas apenas 200 unidades, o que torna a moto bem rara. Seguramente é mais valorizada por conta disso!
CBR 450 – Mesmo motor da 450 com pequenas alterações no cabeçote, comandos e carburadores.
Na realidade a única diferença marcante dela para as demais é que ela regrediu em termos de freios, onde o traseiro voltou a ser a tambor e o dianteiro ficou com apenas um disco. Mas mecânica e acabamento é exatamente o mesmo dos demais modelos...
Mas a maior diferença mesmo das CB450 não aparece entre os diversos modelos dela, mas sim quando comparada as demais motos. Dá tranquilamente para afirmar que, quando bem tratado, o motor dessa moto, senão o, é um dos motores mais confiáveis e duraveis já produzidos pela Honda. É bem comum ver esses motores serem abertos pela primeira vez para pequenos reparos já próximo dos 80/100.000Km...tudo em virtude do funcionamento diferenciado (os dois pistões sobem juntos) e do balanceamento perfeito que reduz consideravelmente as vibrações e desgaste...manutenção rotineira no motor dela, é na carburação é só...de resto é só trocar óleo e filtro a cada 2/3000Km, como sempre fiz, que é só alegria...
" Deus construiu no céu a melhor pista, com as melhores retas e curvas, e veio buscar meu filho para ser seu piloto. "
Re: Desvendando: CB véia
A primeira coisa é trocar a máquina... fotos de ótima qualidade ein Gogó?!?!

CB 1300 SF - casei SEPAREI...esposa nova HD FATBOY LO foda mal dada... Piranha nova - Ducati Diavel MSM
"As pessoas que reclamam da vida, é porque estão bem...
As que relmente estão mal, cerram os dentes e seguem em frente!"
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Re: Desvendando: CB véia
Rod escreveu:A primeira coisa é trocar a máquina... fotos de ótima qualidade ein Gogó?!?!![]()
se liga anão gordo, olha bem pra minha cara pra ver se tenho que bater foto bonitinha pra você rapá
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Re: Desvendando: CB véia
Nem foto nem porra nenhuma travequeiro!!!!

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Re: Desvendando: CB véia
Rod escreveu:Nem foto nem porra nenhuma travequeiro!!!!![]()
Travequeiro e fala fino.
E aí, já devolveu a jabiraca babenta para o antigo dono???
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Russo escreveu:Mas é isso ai... no motociclismo há espaço para todos, para os que gostam de tecnologia, pros que curtem velharia e até para os babacas caras que não conseguem perceber isso, eheheheh ...
Re: Desvendando: CB véia
A minha era uma TR, o ladrão levou...
Que se phoda, hoje estou de 1300 e ele andando de CB400, hehehe
Que se phoda, hoje estou de 1300 e ele andando de CB400, hehehe
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Re: Desvendando: CB véia
devolvi ainda não, tá uma poutza chuva aqui e larguei ela no tempo pra ela se lavar sozinha, pra não precisar gastar grana com essa bomba
depois que eu perceber que ela ficou limpa com a chuva que está levando, daí eu devolvo
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Re: Desvendando: CB véia
Coisa linda esta moto, lembra quando vc foi buscar ela ? Veio na garupa:

Depois pasou um tempo sendo consertada, alinhada, se formoseando toda:

Até o dia que ela ficou pronta e descansando na garagem, esperando para dar uns rolês:

amigo, amigo, amigo


Depois pasou um tempo sendo consertada, alinhada, se formoseando toda:

Até o dia que ela ficou pronta e descansando na garagem, esperando para dar uns rolês:

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Re: Desvendando: CB véia
nossa essa foi hilária!!! apesar de eu ter ficado PUTO da vida com sua zoação a esta moto tão bela e robusta que está aqui do lado de casa, em seguida eu ri demais com a piada!!!
carara Osama você devia trabalhar no CQC, suas tiradas são geniais!!!
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Re: Desvendando: CB véia
"É fazendo merdas que adubamos a história de nossa existência"
já fui jaspion, já fui kamikaze...hoje me considero um sobrevivente!
já fui jaspion, já fui kamikaze...hoje me considero um sobrevivente!
Re: Desvendando: CB véia
Pessoal, o último ano de fabricação de CB com motor de 400CC, foi em 1984 (a famosa Tucunaré), em 1985 não foi fabricada nenhuma CB 400.
Em 1985 somente sairam: CB 450 (1 freio a disco dianteiro e freio tambor tras.), CB 450 Custon (3 discos de freio e guidão alto) e CB 450 Esporte (3 discos de freio e carenagem de farol).
Lembro bem pois eu trabalhava em concessionária Honda nestes anos.
Com certeza tem erro neste caso.
Na minha opinião, o que está errado é o documento, ela deve ser CB 450.
Além dessa sugestão de ir na concessionária pedir pra levantar o histórico (pelo nº de chassis), também pode-se pedir vistoria no Detran.
Vale lembrar que (no Detran), dependendo do que aparecer, a moto pode ficar retida para regularização.
Valeu.
Em 1985 somente sairam: CB 450 (1 freio a disco dianteiro e freio tambor tras.), CB 450 Custon (3 discos de freio e guidão alto) e CB 450 Esporte (3 discos de freio e carenagem de farol).
Lembro bem pois eu trabalhava em concessionária Honda nestes anos.
Com certeza tem erro neste caso.
Na minha opinião, o que está errado é o documento, ela deve ser CB 450.
Além dessa sugestão de ir na concessionária pedir pra levantar o histórico (pelo nº de chassis), também pode-se pedir vistoria no Detran.
Vale lembrar que (no Detran), dependendo do que aparecer, a moto pode ficar retida para regularização.
Valeu.
Fabio Guido
A pé
A pé
Re: Desvendando: CB véia
gogo, no docs tem o número do motor?
se tiver, foda-se o resto. a moto tá legalizada. o que ocorreu é que o número de motor no documento passou a ser exigido acho que em 2005, por aí... então era simples trocar de motor.
ocorre que durante a vida pregressa dela o motor original foi a óbito, e um antigo dono resolveu dar um up de motor e pôs um de 450. como a fixação é a mesma, foi fácil!
porém, concordo com a maioria. abandona esse frankenstein no altar.
se tiver, foda-se o resto. a moto tá legalizada. o que ocorreu é que o número de motor no documento passou a ser exigido acho que em 2005, por aí... então era simples trocar de motor.
ocorre que durante a vida pregressa dela o motor original foi a óbito, e um antigo dono resolveu dar um up de motor e pôs um de 450. como a fixação é a mesma, foi fácil!
porém, concordo com a maioria. abandona esse frankenstein no altar.
se for falar mal da minha pessoa, me chame! sei coisas horríveis sobre mim...
-
GoGoBoy
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Re: Desvendando: CB véia
não tem não Cascavel
eu nem quero saber mais dessa moto não, to esperando parar de chover pra mandar lavar ela e sumir o monte de óleo que vazou de tudo quanto é junta e retentor, e vou devolver pro cara
achei uma CB DX em Toledo por 5700, e o cara disse que se minha CBX estiver boa ele paga 3500, vou fechar nessa!
eu nem quero saber mais dessa moto não, to esperando parar de chover pra mandar lavar ela e sumir o monte de óleo que vazou de tudo quanto é junta e retentor, e vou devolver pro cara
achei uma CB DX em Toledo por 5700, e o cara disse que se minha CBX estiver boa ele paga 3500, vou fechar nessa!
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