Pois é, agora somos assassinos ...
Pois é, agora somos assassinos ...
... matamos o meio-ambiente com nossa poluição, vejam só:
http://www.oecocidades.com/2011/05/30/e ... ara-matar/
Emissões de motocicletas: Licença para matar
Colunista Convidado
30.05.2011
Motos estacionadas na Rua Joaquim Floriano, bairro do Itaim, São Paulo - foto: 2010sp
Carlos Bocuhy*
A Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) registra em média oito mortes diárias devido à poluição atmosférica, segundo dados do Laboratório de Pesquisas da Poluição Atmosférica da USP. A maior fonte é a queima de combustíveis fósseis pela frota veicular. Uma falha regulatória na exigência da garantia de durabilidade dos catalisadores exporá, somente na RMSP, cerca de 20 milhões de cidadãos a uma contaminação atmosférica ainda mais alarmante, oriunda de uma frota de mais de um milhão de motocicletas em crescimento acelerado.
Não resta dúvida sobre a necessidade de um eficiente controle da poluição para diminuir o impacto à vida humana. Mas a irresponsabilidade com relação a esse tema está tomando proporções inaceitáveis, diante dos destinos do controle de poluentes emitidos por motocicletas, propostos no PROMOT-4 (Programa de controle da Poluição do ar por Motocicletas) Fase 4, ora em curso no CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente).
Os catalisadores são o coração e a alma do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores – PROCONVE e do PROMOT. Sem catalisador operante não existe PROCONVE eficiente para os automóveis, nem PROMOT para as motocicletas.
Os catalisadores, eficientes para controlar poluição, tem seu interior revestido por substâncias nobres, com capacidade de agregar moléculas de oxigênio. Quando os poluentes saem do motor e são lançados contra as paredes internas do catalisador, ocorre uma reação química que transmuta poluentes em substâncias não tóxicas. A eficiência do catalisador está ligada à durabilidade de sua vida útil, onde menos material nobre – consumido com o desgaste natural – significa menor taxa de conversão dos poluentes.
Com catalisadores inoperantes devido à inadequação do requisito de durabilidade, ocorreria uma carga adicional anual de poluentes de centenas de milhares de toneladas – considerados, de forma conservadora, os dados publicados no Relatório de Qualidade do Ar da CETESB de 2009. Isso seria uma licença para matar, pois teríamos o retorno às emissões de antigamente – dez a vinte vezes maiores do que o supostamente permitido hoje em dia. As mortes por poluição do ar em São Paulo seriam elevadas a patamares ainda mais altos.
Como chegamos a isso? A norma foi votada no CONAMA, dia 25 de maio, apesar do pedido de vistas regimental feito pelos ambientalistas, que foi politicamente rejeitado, já que toda a secretaria executiva e o corpo técnico tinham conhecimento dos absurdos contidos na proposta de resolução. A informação sobre as irregularidades foram prestadas pelos ambientalistas na reunião do dia anterior, com a secretaria executiva e técnicos governamentais envolvidos.
O cálculo de rodagem das motocicletas nas grandes concentrações urbanas brasileiras, baseou-se na legislação de controle de emissões dos Estados Unidos e Europa, onde a contribuição das motos é menor que 5% do total de poluentes emitidos por veículos em geral. Além disso, lá elas rodam muito menos e, assim, optou-se nesses locais por garantir a durabilidade das emissões por apenas 30 mil km, que equivale a cerca de três anos de uso – pois a quilometragem média das motos lá não ultrapassa os 10mil km/ano.
No Brasil, assim como nos países asiáticos, a situação é completamente diferente. A frota de motocicletas apresenta crescimento explosivo e persistente nas áreas urbanas e sua participação na contribuição total da frota veicular com as emissões atmosféricas é cada vez mais crítica: segundo o inventário nacional de emissões veiculares publicado pelo próprio Ministério do Meio Ambiente (MMA) em 2009, 35% das emissões totais nacionais para monóxido de carbono (CO) e 25% para hidrocarbonetos (HC), são oriundas das motocicletas. Nesse ritmo, as emissões de motos no Brasil poderão ser nos próximos anos similares às de países asiáticos. Segundo o estudo do International Council on Clean Transportation (ICCT) “Air Emissions Issues Related to Two-and Three-Wheeled Motor Vehicles”, em algumas cidades da Ásia a contribuição relativa das emissões das motocicletas já atinge 50% para CO, e 70% para HC. Nós, somos eles, amanhã.
Segundo dados do Sindicato dos Trabalhadores Motociclistas da Cidade de São Paulo, na média, constatou-se que um motoboy chega a rodar entre 200 e 300 km por dia. Algumas empresas, que também trabalham com entregas em cidades próximas, apresentaram médias para esse grupo de 300 km/dia. Isso significa, que a quilometragem média anual das empresas de moto-frete é da ordem de 90 mil km por ano, sempre utilizando motos pequenas.
Para o nicho dos que utilizam a motocicleta em São Paulo somente para se deslocarem para o trabalho e lazer, a km média anual é da ordem de 20.000 km/ano (semelhante aos automóveis). Ou seja, para esse grupo, o catalisador seria obrigado, por garantia, a operar apenas durante os primeiros 10 meses de sua vida útil. Depois disso, teria licença do CONAMA para poluir em excesso a vida toda – relativamente aos padrões normais de emissão previstos no PROMOT.
O erro grosseiro de subestimar o uso das motos formalizou-se em uma proposta para a quarta fase do PROMOT que estabelece a garantia de durabilidade de emissões de somente 18 mil km, sem qualquer justificativa técnica para esse valor. Isso que significaria menos de seis meses de uso em nossa realidade metropolitana. Motos novíssimas, ainda em período de revisão pela concessionária, terão a licença oficial do CONAMA para poluir muito acima do padrão permitido.
Segundo as discussões na Câmara Técnica de Qualidade e Controle Ambiental do CONAMA, a maioria absoluta das motocicletas novas e reguladas, equipadas com injeção eletrônica e catalisadores, tem níveis de emissão típicos de marcha-lenta próximos de ZERO. Assim, mesmo com os catalisadores inoperantes, podem ser aprovadas na inspeção veicular. Isso porque, de acordo com a proposta de revisão dos limites da Resolução 418/2009, que tramita atualmente no CONAMA, a inspeção veicular das motos menores poderá ter limites de aprovação/reprovação excessivamente lenientes (2,5% e 600ppm para CO e HC em marcha-lenta), conforme equivocadamente deliberado pela Câmara Técnica do CONAMA no início de maio de 2011. Por sua vez, os limites internacionais para inspeção de motos com catalisadores em países que levam seus programas de controle de poluição veicular a sério, são em geral da ordem de 1,0% para CO e 100 ppm para HC. Dessa forma, a inspeção das motos mais modernas – mesmo se emitindo 10 vezes mais emissões do que os valores normais do veículo regulado – será praticamente inócua, no que concerne à reprovação de motocicletas com catalisador inoperante. O proprietário não será obrigado a substituir o catalisador vencido por um novo (também de qualidade questionável). Além disso, deve-se lembrar que 50% das motos nem sequer apareceram para fazer a inspeção veicular no Município de São Paulo em 2010, daí a importância vital do requisito de durabilidade dos catalisadores.
Há um consenso entre autoridades ambientais da Câmara Técnica do CONAMA e fabricantes de catalisadores, que o impacto da melhoria da qualidade dos catalisadores no preço dos veículos seria insignificante e traria benefícios sócio-ambiental-econômicos relevantes, inclusive poupando vidas. Além disso, não há justificativa plausível para que a garantia de durabilidade das emissões das motocicletas no Brasil seja menor que a dos automóveis (80 mil km), que aliás, por outra aparente falha da legislação ambiental emanada do CONAMA, é extremamente baixa, se comparada com aquela em vigor na Europa e EUA para os automóveis (160 mil km).
O tema da curta garantia de durabilidade dos catalisadores de automóveis e motos brasileiras foi apontado por seguidas vezes no seminário de 28 de abril sobre as realizações e caminhos futuros do PROCONVE e PROMOT, promovido pela Associação de Engenharia Automotiva (AEA), como um aspecto negativo desses programas a ser avaliado. Assim como os engenheiros automotivos, a sociedade brasileira deve ficar atenta no acompanhamento desse processo, em especial as dezenas de milhões de cidadãos que habitam as grandes concentrações urbanas do País, principalmente os com maior susceptibilidade a doenças cárdio-respiratórias, os que correm mais riscos caso o CONAMA persista no erro atual, os efeitos poderão consistir em uma licença para matar.
*Carlos Bocuhy é Presidente do PROAM (Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental) e conselheiro do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente).
http://www.oecocidades.com/2011/05/30/e ... ara-matar/
Emissões de motocicletas: Licença para matar
Colunista Convidado
30.05.2011
Motos estacionadas na Rua Joaquim Floriano, bairro do Itaim, São Paulo - foto: 2010sp
Carlos Bocuhy*
A Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) registra em média oito mortes diárias devido à poluição atmosférica, segundo dados do Laboratório de Pesquisas da Poluição Atmosférica da USP. A maior fonte é a queima de combustíveis fósseis pela frota veicular. Uma falha regulatória na exigência da garantia de durabilidade dos catalisadores exporá, somente na RMSP, cerca de 20 milhões de cidadãos a uma contaminação atmosférica ainda mais alarmante, oriunda de uma frota de mais de um milhão de motocicletas em crescimento acelerado.
Não resta dúvida sobre a necessidade de um eficiente controle da poluição para diminuir o impacto à vida humana. Mas a irresponsabilidade com relação a esse tema está tomando proporções inaceitáveis, diante dos destinos do controle de poluentes emitidos por motocicletas, propostos no PROMOT-4 (Programa de controle da Poluição do ar por Motocicletas) Fase 4, ora em curso no CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente).
Os catalisadores são o coração e a alma do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores – PROCONVE e do PROMOT. Sem catalisador operante não existe PROCONVE eficiente para os automóveis, nem PROMOT para as motocicletas.
Os catalisadores, eficientes para controlar poluição, tem seu interior revestido por substâncias nobres, com capacidade de agregar moléculas de oxigênio. Quando os poluentes saem do motor e são lançados contra as paredes internas do catalisador, ocorre uma reação química que transmuta poluentes em substâncias não tóxicas. A eficiência do catalisador está ligada à durabilidade de sua vida útil, onde menos material nobre – consumido com o desgaste natural – significa menor taxa de conversão dos poluentes.
Com catalisadores inoperantes devido à inadequação do requisito de durabilidade, ocorreria uma carga adicional anual de poluentes de centenas de milhares de toneladas – considerados, de forma conservadora, os dados publicados no Relatório de Qualidade do Ar da CETESB de 2009. Isso seria uma licença para matar, pois teríamos o retorno às emissões de antigamente – dez a vinte vezes maiores do que o supostamente permitido hoje em dia. As mortes por poluição do ar em São Paulo seriam elevadas a patamares ainda mais altos.
Como chegamos a isso? A norma foi votada no CONAMA, dia 25 de maio, apesar do pedido de vistas regimental feito pelos ambientalistas, que foi politicamente rejeitado, já que toda a secretaria executiva e o corpo técnico tinham conhecimento dos absurdos contidos na proposta de resolução. A informação sobre as irregularidades foram prestadas pelos ambientalistas na reunião do dia anterior, com a secretaria executiva e técnicos governamentais envolvidos.
O cálculo de rodagem das motocicletas nas grandes concentrações urbanas brasileiras, baseou-se na legislação de controle de emissões dos Estados Unidos e Europa, onde a contribuição das motos é menor que 5% do total de poluentes emitidos por veículos em geral. Além disso, lá elas rodam muito menos e, assim, optou-se nesses locais por garantir a durabilidade das emissões por apenas 30 mil km, que equivale a cerca de três anos de uso – pois a quilometragem média das motos lá não ultrapassa os 10mil km/ano.
No Brasil, assim como nos países asiáticos, a situação é completamente diferente. A frota de motocicletas apresenta crescimento explosivo e persistente nas áreas urbanas e sua participação na contribuição total da frota veicular com as emissões atmosféricas é cada vez mais crítica: segundo o inventário nacional de emissões veiculares publicado pelo próprio Ministério do Meio Ambiente (MMA) em 2009, 35% das emissões totais nacionais para monóxido de carbono (CO) e 25% para hidrocarbonetos (HC), são oriundas das motocicletas. Nesse ritmo, as emissões de motos no Brasil poderão ser nos próximos anos similares às de países asiáticos. Segundo o estudo do International Council on Clean Transportation (ICCT) “Air Emissions Issues Related to Two-and Three-Wheeled Motor Vehicles”, em algumas cidades da Ásia a contribuição relativa das emissões das motocicletas já atinge 50% para CO, e 70% para HC. Nós, somos eles, amanhã.
Segundo dados do Sindicato dos Trabalhadores Motociclistas da Cidade de São Paulo, na média, constatou-se que um motoboy chega a rodar entre 200 e 300 km por dia. Algumas empresas, que também trabalham com entregas em cidades próximas, apresentaram médias para esse grupo de 300 km/dia. Isso significa, que a quilometragem média anual das empresas de moto-frete é da ordem de 90 mil km por ano, sempre utilizando motos pequenas.
Para o nicho dos que utilizam a motocicleta em São Paulo somente para se deslocarem para o trabalho e lazer, a km média anual é da ordem de 20.000 km/ano (semelhante aos automóveis). Ou seja, para esse grupo, o catalisador seria obrigado, por garantia, a operar apenas durante os primeiros 10 meses de sua vida útil. Depois disso, teria licença do CONAMA para poluir em excesso a vida toda – relativamente aos padrões normais de emissão previstos no PROMOT.
O erro grosseiro de subestimar o uso das motos formalizou-se em uma proposta para a quarta fase do PROMOT que estabelece a garantia de durabilidade de emissões de somente 18 mil km, sem qualquer justificativa técnica para esse valor. Isso que significaria menos de seis meses de uso em nossa realidade metropolitana. Motos novíssimas, ainda em período de revisão pela concessionária, terão a licença oficial do CONAMA para poluir muito acima do padrão permitido.
Segundo as discussões na Câmara Técnica de Qualidade e Controle Ambiental do CONAMA, a maioria absoluta das motocicletas novas e reguladas, equipadas com injeção eletrônica e catalisadores, tem níveis de emissão típicos de marcha-lenta próximos de ZERO. Assim, mesmo com os catalisadores inoperantes, podem ser aprovadas na inspeção veicular. Isso porque, de acordo com a proposta de revisão dos limites da Resolução 418/2009, que tramita atualmente no CONAMA, a inspeção veicular das motos menores poderá ter limites de aprovação/reprovação excessivamente lenientes (2,5% e 600ppm para CO e HC em marcha-lenta), conforme equivocadamente deliberado pela Câmara Técnica do CONAMA no início de maio de 2011. Por sua vez, os limites internacionais para inspeção de motos com catalisadores em países que levam seus programas de controle de poluição veicular a sério, são em geral da ordem de 1,0% para CO e 100 ppm para HC. Dessa forma, a inspeção das motos mais modernas – mesmo se emitindo 10 vezes mais emissões do que os valores normais do veículo regulado – será praticamente inócua, no que concerne à reprovação de motocicletas com catalisador inoperante. O proprietário não será obrigado a substituir o catalisador vencido por um novo (também de qualidade questionável). Além disso, deve-se lembrar que 50% das motos nem sequer apareceram para fazer a inspeção veicular no Município de São Paulo em 2010, daí a importância vital do requisito de durabilidade dos catalisadores.
Há um consenso entre autoridades ambientais da Câmara Técnica do CONAMA e fabricantes de catalisadores, que o impacto da melhoria da qualidade dos catalisadores no preço dos veículos seria insignificante e traria benefícios sócio-ambiental-econômicos relevantes, inclusive poupando vidas. Além disso, não há justificativa plausível para que a garantia de durabilidade das emissões das motocicletas no Brasil seja menor que a dos automóveis (80 mil km), que aliás, por outra aparente falha da legislação ambiental emanada do CONAMA, é extremamente baixa, se comparada com aquela em vigor na Europa e EUA para os automóveis (160 mil km).
O tema da curta garantia de durabilidade dos catalisadores de automóveis e motos brasileiras foi apontado por seguidas vezes no seminário de 28 de abril sobre as realizações e caminhos futuros do PROCONVE e PROMOT, promovido pela Associação de Engenharia Automotiva (AEA), como um aspecto negativo desses programas a ser avaliado. Assim como os engenheiros automotivos, a sociedade brasileira deve ficar atenta no acompanhamento desse processo, em especial as dezenas de milhões de cidadãos que habitam as grandes concentrações urbanas do País, principalmente os com maior susceptibilidade a doenças cárdio-respiratórias, os que correm mais riscos caso o CONAMA persista no erro atual, os efeitos poderão consistir em uma licença para matar.
*Carlos Bocuhy é Presidente do PROAM (Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental) e conselheiro do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente).
Re: Pois é, agora somos assassinos ...
Eita que o mundão tá ficando uma porcaria pra se viver... a cada dia tem um bichato pentelhando com algo.
- Saurus
- Mito
- Mensagens: 19604
- Registrado em: 26 Dez 2007, 09:39
- Localização: Nova Friburgo e Rio de Janeiro
Re: Pois é, agora somos assassinos ...
E porque não trocamos os catalizadores do escapamento de carros e motos? Simples. Porque um catalizador para um carro pequeno 1.0 fabricado em 2004 custa mais de R$ 3K, representando um valor considerável em relação ao valor de mercado do carro em questão.
Então vejamos opções a serem discutidas:
1) Reduzir o preço dos catalizadores para algo viável,
2) Dar desconto/anistia de tributos (IPVA) para que o proprietário forme um "fundo" de recursos para trocar o catalizador periodicamente,
3) Estimula-se o sucateamento de veículos com mais de 5 anos de uso, convertendo seu valor em bônus + descontos na compra de um carro zero Km com isenção de IPVA por 5 anos e isenção de IPI e ICMS.
4) joga o papo verde na privada e liga o phoddda-se sem fazer controle nenhum de emissões de poluentes por veículos automotores.
Ademais, um único caminhão ou ônibus ou outro veículo movido a diesel, emite, chutando, o equivlente a uns 100 carros com somente um ou dois ocupantes num trajeto constantemente engarrafado ou umas 400 motocicletas que não ficam sempre retidas em engarrafamentos.
Então vejamos opções a serem discutidas:
1) Reduzir o preço dos catalizadores para algo viável,
2) Dar desconto/anistia de tributos (IPVA) para que o proprietário forme um "fundo" de recursos para trocar o catalizador periodicamente,
3) Estimula-se o sucateamento de veículos com mais de 5 anos de uso, convertendo seu valor em bônus + descontos na compra de um carro zero Km com isenção de IPVA por 5 anos e isenção de IPI e ICMS.
4) joga o papo verde na privada e liga o phoddda-se sem fazer controle nenhum de emissões de poluentes por veículos automotores.
Ademais, um único caminhão ou ônibus ou outro veículo movido a diesel, emite, chutando, o equivlente a uns 100 carros com somente um ou dois ocupantes num trajeto constantemente engarrafado ou umas 400 motocicletas que não ficam sempre retidas em engarrafamentos.
Nihil ego fecit. Sic erat cvm ego ad hic.
Ad corniger omnes poena parva est.
Timet farcimen canis icti per serpens.
Non posse avxilivm pertvrbare. Ad participandvm svmmvm est.
Nvllo desiderio qvi pictis zebra mirari reliqvvm tinxere.
Melivs est qvam contendere cooperandi
Ad corniger omnes poena parva est.
Timet farcimen canis icti per serpens.
Non posse avxilivm pertvrbare. Ad participandvm svmmvm est.
Nvllo desiderio qvi pictis zebra mirari reliqvvm tinxere.
Melivs est qvam contendere cooperandi
Re: Pois é, agora somos assassinos ...
morte ao greenpeece
Re: Pois é, agora somos assassinos ...
Aproveite enquanto pode falar isso sem ser preso.SPYder escreveu:Carlos Bocuhy que nome de viado.
.
- Saurus
- Mito
- Mensagens: 19604
- Registrado em: 26 Dez 2007, 09:39
- Localização: Nova Friburgo e Rio de Janeiro
Re: Pois é, agora somos assassinos ...
Uai, o que não se pode é cercear direitos, discriminar ou algo assim. Pensar e expressar sua opinião é e sempre (quero eu crer que sim) será livre. É o mesmo que eu dizer que Schwartzmann parece nome de médico ou algo assim. Menos, Azeidan, menos...Zeidan escreveu:Aproveite enquanto pode falar isso sem ser preso.SPYder escreveu:Carlos Bocuhy que nome de viado.![]()
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Melivs est qvam contendere cooperandi
-
Bira
Re: Pois é, agora somos assassinos ...
http://www.oecocidades.com/2011/05/30/e ... ara-matar/
Emissões de motocicletas: Licença para matar
Colunista Convidado
30.05.2011
Motos estacionadas na Rua Joaquim Floriano, bairro do Itaim, São Paulo - foto: 2010sp
Carlos Bocuhy*
M Miimmm Miimimimimimi mi Mmm Miimi (MIMI) mimimimi mi mmmim mimi mimimi mimmimi mimimi m mimimmimm mimimimmimi, mimimim mimim mi Miimimimmim mi Miimimimi mi Miimimimm Miimimmmimi mi MIM. M mimim mimim m m mimimi mi mimimimmmimi mmmimim mimi mimim mimimimi. Mii mimim mimimimmmim mi mimiimimi mi mimimimi mi mimimimimimi mim mimimimimimim mimimm, mimimim mi MIMI, mimim mi 20 mimimmi mi mimimmmi m mim mimimimimmimm mimimimmimi mimim mimi mimimimim, mimimim mi mim mimim mi mimi mi mi mimimm mi mimimimimimi mi mimimimimim mimimimim.
Mmm mimim mmmimi mimim m mimimimimim mi mi mimimimim mimimimi mi mimimmimm mimi mimimimi m mimimim m mimi mimimi. Mii m mimimimimimimimimi mim mimimimm m mimi mimi mimm mimimim mimimimimmi mimimimmmimi, mimimi mim mimimimi mi mimimimi mi mimimimim mimimimi mim mimimimimimi, mimimimim mi MIMIMI-4 (Miimimim mi mimimimi mi Miimimimm mi mi mim Miimimimimim) Miim 4, mim mi mimim mi MIMIMI (Miimimim Miimimim mi Miim Miimimim).
Mi mimimimimimim mmm m mimimimm m m mimi mi Miimimim mi Miimimim mi Miimimimm mi Mi mim Mimmimim Miimimimimi – MIMIMIMI m mi MIMIMI. Mii mimimimimim mimimimi mmm mimimi MIMIMIMI mimimimim mimi mi mimimmmimi, mim MIMIMI mimi mi mimimimimimi.
Mi mimimimimimim, mimimimimi mimi mimimimim mimimmimm, mim mim mimimimi mimimimim mim mimimimimim mimimi, mim mimimimimi mi mimimim mimmmimim mi mimiimim. Miimim mi mimimimim mimi mi mimim m mmm mimmimimi mimimi mi mimimim mimimimi mi mimimimimim, mimimi mim mimmimm mimmimi mim mimimimim mimimimim mi mimimimimim mmm mmmimim. M mimimimimi mi mimimimimim mimm mimimi m mimimimimimi mi mim mimi mmim, mimi mimim mimimimi mimim – mimimimim mim m mimimimi mimimim – mimimimim mimim mimi mi mimimimmm mim mimimimim.
Mii mimimimimimim mimimimimim mimimi m mimimimimimm mi mimimimim mi mimimimimimi, mimimimim mim mimim mimimimim mimim mi mimimimim mi mimimimi mi mimimimi mi mimimimim – mimimimimimi, mi mimim mimimimimimi, mi mimim mimimimimi mi Miimimmim mi Miimimimi mi Mi mi MIMIMI mi 2009. Miim mimim mim mimimmim mimi mimim, mimi mimmmimi m mimimim mm mimimmmi mi mimimimimim – mim m mimim mimim mimimim mi mim m mimimimimimi mimimimim mimi mi mim. Mi mimimi mim mimimmimm mi mi mi Mmm Miimi mimimi mimimimi m mimimimim mimim mimi mimim.
Miim mimimimi m mimi? M mimim mim mimimi mi MIMIMI, mim 25 mi mimi, mimimi mi mimimi mi mimimi mimimimimi mimim mimim mimimimimimimi, mim mim mimimimimimim mimimimim, mm mim mimi m mimimimimi mimimimim m m mimim mmmimim mimimi mimimimimimi mim mimimimi mimimimi mi mimimimi mi mimimimimm. M mimimimmimm mimim mi mimimimimimimim mimim mimimimim mimim mimimimimimimi mi mimimmm mi mim mimimimi, mim m mimimimimi mimimimim m mmmimimi mimimimimimimi mimimimimi.
M mmmimim mi mimimim mim mimimimimimi mim mimimim mimimimimmimmi mimimim mimimimimim, mimimi-mi mi mimimimmimm mi mimimimi mi mimimmmi mim Miimimi Miimim m Miimim, mimi m mimimimimmimm mim mimim m mimim mim 5% mi mimim mi mimimimim mimimimi mim mimmimim mi mimim. Mimm mimim, mm mimi mimim mimim mimim m, mimim, mimim-mi mimimi mimimi mim mimimimi m mimimimimimi mim mimimmmi mim mimimi 30 mim mi, mim mimimimi m mimim mi miim mimi mi mim – mimi m mimimimimimim mmmim mim mimim mm mmm mimimimimi mi 10mim mi/mim.
Mi Miimim, mimim mimi mim mimmim mimmmimim, m mimimmimm m mimimimimimim mimimimim. M mimim mi mimimimimimi mimimimim mimimimimim mimimimim m mimimimimim mim mmimi mimimim m mim mimimimimmimm mi mimimimimmimm mimim mi mimim mimimimi mim mi mimimmmi mimimimmimim m mimi mim mimi mimmimi: mimimim m mimimimmim mimimimi mi mimimmmi mimimimimi mimimimim mimi mimmimi Miimimmmim mi Miim Miimimim (MIM) mi 2009, 35% mim mimimmmi mimimi mimimimim mimi mimmmimi mi mimimim (MI) m 25% mimi mimimimimimimim (MI), mmm mimimimi mim mimimimimimi. Miimi mimim, mi mimimmmi mi mimim mi Miimim mimimmm mim mim mimmimim mimi mimimimim mm mi mimmim mimmmimim. Miimimi m mimimi mi Miimimimimimi Miimimi mi Miimi Miimimimimimim (MIMI) “Mii Miimimimi Miimim Miimimi mi Mii-mim Miimi-Miimimi Miimi Miimimim”, mi mimimim mimimim mi Ámim m mimimimimmimm mimimimi mim mimimmmi mim mimimimimimi mm mimimi 50% mimi MI, m 70% mimi MI. Mmm, mimim mimi, mimimm.
Miimimi mimim mi Miimimimi mim Miimimimimimi Miimimimimimi mi Miimim mi Mmm Miimi, mi mmmim, mimimimim-mi mim mi mimimim mimim m mimim mimim 200 m 300 mi mim mim. Miimimi mimimimi, mim mimimm mimimimim mim mimimimi mi mimimim mimmimim, mimimimimimi mmmimi mimi mimi mimim mi 300 mi/mim. Miim mimimimim, mim m mimimimimimim mmmim mimim mim mimimimi mi mimi-mimim m mi mimim mi 90 mim mi mim mim, mimimi mimimimimi mimim mimimimi.
Miim m mimim mim mim mimimimi m mimimimimim mi Mmm Miimi mimimim mimi mi mimimimimi mimi m mimimimi m mimim, m mi mmmim mimim m mi mimim mi 20.000 mi/mim (mimimimimi mim mimimmmimi). Mi mimi, mimi mimi mimim, m mimimimimim mimim mimimimi, mim mimimimi, m mimimi mimimi mimimim mi mimimimim 10 mimim mi mim mimi mmim. Miimim mimim, mimim mimimmim mi MIMIMI mimi mimimi mi mimimim m mimi mimi – mimimimimimim mim mimimmi mimimim mi mimimmm mimimimim mi MIMIMI.
M mimi mimimimim mi mimimimimi m mim mim mimim mimimimimi-mi mi mim mimimimi mimi m mimimi mimi mi MIMIMI mim mimimimimi m mimimimi mi mimimimimimi mi mimimmmi mi mimimim 18 mim mi, mim mimimimi mimimimimimim mmmimim mimi mimi mimim. Miim mim mimimimimimi mimim mi mimi mimim mi mim mi mimim mimimimim mimimimimimim. Miimi mimmmimimi, mimim mi mimmmim mi mimimmm mimi mimimimimimmim, mimmm m mimimmim mimimim mi MIMIMI mimi mimimi mimim mimim mi mimimm mimimimim.
Miimimi mi mimimimmmi mi Mimimi Mmmimim mi Miimimimi m Miimimim Miimimimi mi MIMIMI, m mimimim mimimimi mim mimimimimimi mimim m mimimimim, mimimimim mim mimimimm mimimimimi m mimimimimimim, mim mmmimi mi mimimmm mmmimim mi mimimi-mimim mimmimim mi MIMI. Miimi, mimim mim mi mimimimimimim mimimimimim, mimim mim mimimimim mi mimimmimm mimimimi. Miim mimimi, mi mimimi mim m mimimimi mi mimimmm mim mimimim mi Miimimmimm 418/2009, mim mimimim mimimimimi mi MIMIMI, m mimimmimm mimimimi mim mimim mimimim mimimm mim mimimim mi mimimimimm/mimimimmimm mimimimimimimi mimimimim (2,5% m 600mim mimi MI m MI mi mimimi-mimim), mimimimi mimimimimimimim mimimimimi mimi Mimimi Mmmimim mi MIMIMI mi mimmim mi mimi mi 2011. Mii mim mim, mi mimimim mimimimimimimi mimi mimimmimm mi mimim mim mimimimimimim mi mimmim mim mimim mimi mimimimim mi mimimimi mi mimimmimm mimimimi m mmmim, mmm mi mimim mi mimim mi 1,0% mimi MI m 100 mim mimi MI. Miimi mimim, m mimimmimm mim mimim mimi mimimimi – mimim mi mimimimi 10 mimim mimi mimimmmi mi mim mi mimimim mimimim mi mimmimi mimimimi – mimm mimimimimimi mimmim, mi mim mimimimi m mimimimmimm mi mimimimimimi mim mimimimimim mimimimimi. M mimimimimmim mmm mimm mimimimi m mimimimimi m mimimimimim mimimim mim mi mimi (mimimm mi mimimimim mimimimimmim). Mimm mimim, mimi-mi mimimim mim 50% mim mimim mim mimimi mimimimimi mimi mimim m mimimmimm mimimimi mi Miimimmim mi Mmm Miimi mi 2010, mim m mimimiimimi mimim mi mimimimim mi mimimimimimi mim mimimimimimim.
Mm mi mimimimi mimim mimimimimim mimimimimi mi Mimimi Mmmimim mi MIMIMI m mimimimimim mi mimimimimimim, mim m mimimim mi mimimimi mi mimimimim mim mimimimimimim mi mimmim mim mimmimim mimim mimimimimimimi m mimimi mimimmmimi mmmim-mimimimim-mimiimimim mimimimimi, mimimimim mimimimi mimim. Mimm mimim, mmm mm mimimimimimim mimimmmim mimi mim m mimimimi mi mimimimimimi mim mimimmmi mim mimimimimimi mi Miimim mimi mimim mim m mim mimimmmimi (80 mim mi), mim mimmm, mim mimim mimimimi mimim mi mimimimmimm mimimimim mimimim mi MIMIMI, m mimimimimimi mimim, mi mimimimim mim mimimi mi mimim mi Miimim m MIM mimi mi mimimmmimi (160 mim mi).
M mimi mi mimim mimimimi mi mimimimimimi mim mimimimimimim mi mimimmmimi m mimim mimimimimim mim mimimimi mim mimimimi mimim mi mimimmmim mi 28 mi mimim mimim mi mimimimmimmi m mimimimi mimimim mi MIMIMIMI m MIMIMI, mimimimim mimi Miimimimimm mi Miimimimim Miimimimim (MIM), mimi mi mimimim mimimimi mimimi mimimimim m mim mimimimi. Miimi mimi mi mimimimimim mimimimimim, m mimimimim mimimimimi mimi mimim mimimi mi mimimimimimimi mimim mimimimi, mi mimimimi mi mimimim mi mimimmi mi mimimmmi mim mimimim mi mimimim mimimimimmimmi mimimim mi Mimm, mimimimimimimi mi mim mimim mimimimimimimimi m mimimimi mmmimi-mimimimimmimi, mi mim mimimi mimi mimimi mimi m MIMIMI mimimimi mi mimi mimim, mi mimimim mimimmm mimimimim mi mim mimimmim mimi mimim.
*Carlos Bocuhy é Presidente do PROAM (Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental) e conselheiro do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente).
Re: Pois é, agora somos assassinos ...
HUAhuhuahuauhehuaEUHEhuaUHE!Bira escreveu:M Miimmm ... ... ... ... ...
Suzuki Freewind 2003.
"Zoiúda"
Rodando rumo aos 200 mil km com ela!!!
"Zoiúda"
Rodando rumo aos 200 mil km com ela!!!
Re: Pois é, agora somos assassinos ...
Moto elétrica Rules!!!! 
Honda CBX 250 Twister 2008 (2008/2012) - 46K
Kawasaki Ninja 250 2011 - (2012/2015) - 27K
Honda NC 700 ABS 2013 - (2015/2016) RIP - 20K
Honda NC 750 ABS 2015 - (2016/2017) - 18K
Honda PCX 150 2015 - Atual meio de transporte....
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- Saurus
- Mito
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- Registrado em: 26 Dez 2007, 09:39
- Localização: Nova Friburgo e Rio de Janeiro
Re: Pois é, agora somos assassinos ...
Tá querendo acabar com a minha vida? Que mal eu lhe fiz?rjsdex escreveu:Moto elétrica Rules!!!!
Nihil ego fecit. Sic erat cvm ego ad hic.
Ad corniger omnes poena parva est.
Timet farcimen canis icti per serpens.
Non posse avxilivm pertvrbare. Ad participandvm svmmvm est.
Nvllo desiderio qvi pictis zebra mirari reliqvvm tinxere.
Melivs est qvam contendere cooperandi
Ad corniger omnes poena parva est.
Timet farcimen canis icti per serpens.
Non posse avxilivm pertvrbare. Ad participandvm svmmvm est.
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Melivs est qvam contendere cooperandi
Re: Pois é, agora somos assassinos ...
Foda-se.
Vou dar uma volta de DT pra esquecer.
Vou dar uma volta de DT pra esquecer.
.:TE VEJO NO INFERNO:.
Não deslogue agora, sua opinião receberá a importância que você merece.
Re: Pois é, agora somos assassinos ...
Ha... ele até que esta certo, tá na hora de diminuir os níveis de poluição mesmo, mas tem q fazer a coisa de forma inteligente tbm, sem ferrar o bolso ou compensando o gasto de outra forma, igual o Saurus já citou.
- williampk3d
- Roda Presa
- Mensagens: 920
- Registrado em: 07 Fev 2010, 21:35
Re: Pois é, agora somos assassinos ...
logo logo pego uma 200r fumaçenta que não precisa de teste de emisões
jogar fumaça na cara dos outros atras e contribuir com poluição não tem preço

-
Ulisses Barros
- Motoqueiro
- Mensagens: 3852
- Registrado em: 19 Abr 2010, 16:09
- Localização: Brazil
Re: Pois é, agora somos assassinos ...
Vou comprar uma RD 135 e um DKW pro dias de chuva.
Re: Pois é, agora somos assassinos ...
esse papinho de aranha que 'moto polui' não é nem coisa de ecochato, eh coisa de carroceiro cuzão mesmo, que fica putinho de ver a motobada cagando na cabeça dele 
se um dia alguém resolver mesmo melhorar a poluição, a ordem eh essa :
caminhão pau-velho podre
todo e qualquer caminhão
busão a diesel... que usem álcool ou GNV, phoddda-se os custos bando de filhos da puta... ou isentem as empreas de pagar imposto sobre esses combustíveis, whatever.
carros pau-velho
motos podres
[]x
se um dia alguém resolver mesmo melhorar a poluição, a ordem eh essa :
caminhão pau-velho podre
todo e qualquer caminhão
busão a diesel... que usem álcool ou GNV, phoddda-se os custos bando de filhos da puta... ou isentem as empreas de pagar imposto sobre esses combustíveis, whatever.
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"The greatest trick the Devil ever pulled was convincing the world he didn't exist."
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Re: Pois é, agora somos assassinos ...
Deixa o spider elogiar o cara, poxa vidaZeidan escreveu:Aproveite enquanto pode falar isso sem ser preso.SPYder escreveu:Carlos Bocuhy que nome de viado.![]()
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"Que me perdoem os freios, mas acelerar é fundamental".
Nvícios Imoraes.adulterado por limites de caráter
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edgard
- Motociclista
- Mensagens: 1693
- Registrado em: 09 Dez 2008, 15:32
- Localização: Volta Redonda - RJ
Re: Pois é, agora somos assassinos ...
e encha o autolub de m-50Clintt escreveu:Foda-se.
Vou dar uma volta de DT pra esquecer.
moto atual cb500f 2014, branca
-
Helder.soares
- Dinossauro
- Mensagens: 9210
- Registrado em: 09 Jul 2009, 10:10
- Localização: Mundo de OZ - SP
Re: Pois é, agora somos assassinos ...
dbsmsx escreveu:HUAhuhuahuauhehuaEUHEhuaUHE!Bira escreveu:M Miimmm ... ... ... ... ...
"É fazendo merdas que adubamos a história de nossa existência"
já fui jaspion, já fui kamikaze...hoje me considero um sobrevivente!
já fui jaspion, já fui kamikaze...hoje me considero um sobrevivente!






