UP-Mudando de Categoria
Enviado: 27 Out 2017, 14:25
Olá amigos!
Venho compartilhar uma mudança de categoria há tempos planejada e adiada.
Vendi minha srad 750 que comprei 0km, em jul/2011, e fiquei com ela até set/2017. Foram pouco mais de 6 anos e me fez muito muito feliz. Passaram-se inúmeras viagens (mais longa SRR-SC)e incontáveis track days (Curitiba e Londrina). Foram quase 35mil km de muita emoção, adrenalina. Uma moto fantástica. Porém o tempo passa, e praticamente nos últimos dois anos, as esportivas levaram para o descanso eterno exatos 6 amigos, desses, 2 extremamente queridos e próximos. Isso minou no meu coração um certo medo e receio, que realçou a fragilidade que uma bike nos expõe.
Pra quem é apaixonado por velocidade é complicado, aliado a uma moto desse tipo, pela probabilidade do tanto que rodei e os sustos que passei, posso me considerar um jaspion de muita sorte. Mas os dias de glória se foram.
Eis que há tempos namoro a bendita GS800, sou passional, não racional. Vejo, gosto, quero, não fico com mimimi e pesando cada pró e contra. Vou e abraço.
Então, entre uma procura aqui e outra oferta ali, em resumo, fechei negócio em uma 2014 único dono, bem novinha e bem cuidada, com 20mil km, revisadinha, que fui buscar em Campinas, de um senhor super gente boa, também apaixonado por duas rodas, que havia comprado uma GS1200 e precisava se desfazer da menor. Trouxe ela na sexta passada e desde então só tem chovido, e a vontade de desvendar os mistérios de uma bigtrail e uma brusca mudança de categoria, está me matando de ansiedade.
Rodei muito pouco ainda, praticamente nada, estou estranhando o peso, parada, e a maciez, molenga, rodando. Preciso me adaptar, enfiar na cabeça que virei tiozão e acostumar com velocidades menores, com o torque, e que faz ainda, um barulho gostoso, mas de certa forma "estranho".
O que gostei demais que deu pra notar, os freios ABS, a posição de pilotagem super confortável, as retomadas muito eficientes, enfim, o conforto que ela proporciona que na bike praticamente não há. Nunca tive problemas quanto a isso na esportiva, fiz viagens de rodar 600km/dia sem sofrer tanto, pelo costume, hábito, e pelo tesão que ela realmente dava.
Optei mais fortemente pela segurança e itens de conforto que ela possui.
Adicionalmente, já veio com uma bolha Givi, um banco sela, e um bauleto Givi de 55L.
Preciso ver o que ainda falta de equipamentos de proteção pra viajar, já encomendei um filtro de ar K&N, to achando ela meio sem fôlego, sei lá.
Estou receoso se irei me adaptar, mas vamos tentar. Planos pra 2018 com ela: Uruguai, Argentina, Chile.
Se der certo talvez alguns planos futuros, também pro ano que vem, abraçar uma moto de pista pra acelerar nos autódromos por aí. Manter a chama de jaspion acesa. kkk
E pau na máquina!
Se tiverem dicas que por ventura me ajudem na adaptação, e pra tirar umas piras da cabeça de que não vou me acostumar
, agradeço.
Forte abraço a todos.
Ricardo
Fotos




Venho compartilhar uma mudança de categoria há tempos planejada e adiada.
Vendi minha srad 750 que comprei 0km, em jul/2011, e fiquei com ela até set/2017. Foram pouco mais de 6 anos e me fez muito muito feliz. Passaram-se inúmeras viagens (mais longa SRR-SC)e incontáveis track days (Curitiba e Londrina). Foram quase 35mil km de muita emoção, adrenalina. Uma moto fantástica. Porém o tempo passa, e praticamente nos últimos dois anos, as esportivas levaram para o descanso eterno exatos 6 amigos, desses, 2 extremamente queridos e próximos. Isso minou no meu coração um certo medo e receio, que realçou a fragilidade que uma bike nos expõe.
Pra quem é apaixonado por velocidade é complicado, aliado a uma moto desse tipo, pela probabilidade do tanto que rodei e os sustos que passei, posso me considerar um jaspion de muita sorte. Mas os dias de glória se foram.
Eis que há tempos namoro a bendita GS800, sou passional, não racional. Vejo, gosto, quero, não fico com mimimi e pesando cada pró e contra. Vou e abraço.
Então, entre uma procura aqui e outra oferta ali, em resumo, fechei negócio em uma 2014 único dono, bem novinha e bem cuidada, com 20mil km, revisadinha, que fui buscar em Campinas, de um senhor super gente boa, também apaixonado por duas rodas, que havia comprado uma GS1200 e precisava se desfazer da menor. Trouxe ela na sexta passada e desde então só tem chovido, e a vontade de desvendar os mistérios de uma bigtrail e uma brusca mudança de categoria, está me matando de ansiedade.
Rodei muito pouco ainda, praticamente nada, estou estranhando o peso, parada, e a maciez, molenga, rodando. Preciso me adaptar, enfiar na cabeça que virei tiozão e acostumar com velocidades menores, com o torque, e que faz ainda, um barulho gostoso, mas de certa forma "estranho".
O que gostei demais que deu pra notar, os freios ABS, a posição de pilotagem super confortável, as retomadas muito eficientes, enfim, o conforto que ela proporciona que na bike praticamente não há. Nunca tive problemas quanto a isso na esportiva, fiz viagens de rodar 600km/dia sem sofrer tanto, pelo costume, hábito, e pelo tesão que ela realmente dava.
Optei mais fortemente pela segurança e itens de conforto que ela possui.
Adicionalmente, já veio com uma bolha Givi, um banco sela, e um bauleto Givi de 55L.
Preciso ver o que ainda falta de equipamentos de proteção pra viajar, já encomendei um filtro de ar K&N, to achando ela meio sem fôlego, sei lá.
Estou receoso se irei me adaptar, mas vamos tentar. Planos pra 2018 com ela: Uruguai, Argentina, Chile.
Se der certo talvez alguns planos futuros, também pro ano que vem, abraçar uma moto de pista pra acelerar nos autódromos por aí. Manter a chama de jaspion acesa. kkk
E pau na máquina!
Se tiverem dicas que por ventura me ajudem na adaptação, e pra tirar umas piras da cabeça de que não vou me acostumar
Forte abraço a todos.
Ricardo
Fotos


