Daytona 675R 2013 - Primeiro Contato
Enviado: 10 Dez 2013, 21:57
Nem acredito qdo olho pra garagem e vejo ela lá ...
Trouxe de Sampa (Autostar) ontem à tarde, na caçamba da minha Courier, coberta com uma capa, pra não despertar a cobiça dos eventuais malacos.
Confesso que até pegar a Ayrton Sena vim meio com o brioco na mão, mesmo a moto já estando no seguro.
Desembarquei a bichinha aqui em SJCampos na oficina do meu mecânico de longa data.
Só deu pra pegar depois, à noitinha, já escuro. Foi um rolezinho de 9 km até a minha casa.
Seguem as primeiríssimas impressões, na ordem em fui sentindo até chegar em casa.
Considere que as minhas 3 últimas motos foram ER-6n ABS, Ninja 250 e, mais recentemente, uma Ninja 300.
Altura do assento
Sou um cara pequeno. Já tive 1,68 m. Agora, com 52 nas costas, já baixei pra 1,66.
Mas, imagino que o comprimento das pernas não diminua com a idade, como acontece com a coluna.
Então, pessoas com nessa faixa de 1,68m de altura devem se sentir como eu.
Achei que o assento é alto. Pra mim tá no limite.
Consigo por os 2 pés no chão, mas só as pontas deles, rs, o que já basta.
Já vi que manusear/manobrar a moto vai requerer cuidado.
P.ex., uma desequilibrada com ela parada, talvez não dê pra segurar, pois não vou ter envergadura de perna pra abrir e apoiar o peso da moto.
Ronco do motor
Coisa linda! Mesmo com a ponteira original, o som é grosso, sem ser incômodo, na medida, gostoso mesmo de se ouvir.
Nada a dever pros 4 em linha.
Painel
Tenho que ler o manual, pra apreender a mexer nele.
Notei 2 coisas "diferentes".
Completei o tanque com gasolina Pódium a partir de um "galão" plástico de 10 litros, com uma mangueira.
Chegou até quase a boca (claro, deixei aquela margem de segurança padrão).
Mas o indicador do nível de combustível no painel não subiu; continuou indicando quase vazio.
Achei que pudesse ser um defeito, mas ao rodar com a moto, ele passou a indicar cheio.
Acho que como a gasosa entrou bem devagar (por gravidade a partir do galãozinho), talvez não deva ter soltado a bóia/sensor ou "sei lá o quê" que tem lá dentro do tanque.
E, com a chacoalhação do rolezinho, começou a funcionar.
Explicação: Depois que vi no manual
Aquelas luzes azuis que se acendem em sequência (shift light?) estão programadas para perto dos 4 mil rpm.
É muito cedo e é um saco, ficaram acendendo a toda hora que eu chegava perto dos 4 k rpm.
Preciso ajustar isso logo.
Explicação: Depois confirmei no manual
Cãmbio
Uma manteiga. Delicioso. Me esqueci que ela tem quick shifter e algumas vezes, acelerando a 3-4 mil rpm, foi só triscar o pé no pedal, tipo preparando uma forcinha pra cambiar, que a marcha subiu sozinha!
Depois que notei que era o quick shifter em ação, ah, aí fiz de propósito umas 2 vezes: que delícia! troca de marcha sem embreagem, sem desacelerar e sem tranco!
Imagino isso numa tocada esportiva ...
Motor
Foram só 9 km, vel máxima de 80 km/h.
Motor lisinho, ronronando macio, responde de forma imeditada a qualquer cutucada, por mais leve que seja.
Só dá pra dizer que é possível sentir o gigante adormecido lá embaixo, o potencial enclausurado.
Mas vai ter que esperar o amaciamento.
O adesivo no tanque reza assim:
0 a 480 km - máx 5000 rpm (estimo uns 90 km/h)
480 a 960 km - máx 6000 rpm (uns 108 km/h)
960 a 1280 km - máx 7000 rpm (uns 126 km/h)
1280 a 1600 km - máx 8000 rpm (uns 144 km/h)
Estimei essas velocidades a partir das medidas da roda traseira (aro e pneu) e das relações da transmissão.
Interessante que, pelo manual, as relações de marcha das Daytonas (tanto a 675R e como a 675) e das Street Triple (normal e R) são idênticas.
A única diferença é um pinhao de 15 dentes nas Daytona e de 16 nas Street Triple (os 4 modelos têm coroa 47).
Posição de pilotagem
Extremamente racing.
Nesse pequeno trecho de 9 km já senti as palmas das mão doerem um pouco e o pescoço reclamar de ter de sustentar a cabeça envergada "pra cima", pois o tronco fica quase horizontal.
Acho que é questão de costume. Nada como o tempo.
Freios
Respondem rápido. Mas, quase não explorei ainda. O ABS nem chegou perto de ser ativado.
Manobrabilidade
Fora as curvas de esquina, fiz apenas uma curva de alça de viaduto, coisa de 50-60 km/h.
Então, esse é um tópico ainda a ser investigado.
Agora, a moto esterça pouco, vira muito pouco de batente a batente do guidon.
Característica típica de esportiva
Calor
Achei que o motorzinho esquenta e muito.
Pode ser por estar zero ainda ou por hoje ter sido, talvez, o dia mais quente do ano.
Mas dá pra sentir bem o calor exalando.
Prêmio do Seguro
Eu tava com um seguro na Ninjinha 300 pela Sulamérica: 5 x R$300 = R$ 1500.
Esse seguro tava com 5 meses já passados, dos 12 de vigência.
Por comodidade, passei esse mesmo seguro, os 7 meses restantes, pra essa Daytona => mais 5 x R$430 = R$ 2150
Ou seja, um total de uns R$3600 por ano.
Embora não seja exorbitante, tb não dá pra dizer que 300 contos por mês seja barato.
Na renovação vou caçar outras opções, tipo o seguro da Suhai que ainda tem rastreador em comodato.
Bom, andei muito pouco com a moto.
Há tanto ainda pra explorar.
Sei que ainda é cedo, mas a impressão é de que essa moto é mesmo um tesão.
As fotos não fazem jus à moto.
Foram tiradas ontem à noite, só pra poder ganhar parabéns, he, he
[ ]s


Trouxe de Sampa (Autostar) ontem à tarde, na caçamba da minha Courier, coberta com uma capa, pra não despertar a cobiça dos eventuais malacos.
Confesso que até pegar a Ayrton Sena vim meio com o brioco na mão, mesmo a moto já estando no seguro.
Desembarquei a bichinha aqui em SJCampos na oficina do meu mecânico de longa data.
Só deu pra pegar depois, à noitinha, já escuro. Foi um rolezinho de 9 km até a minha casa.
Seguem as primeiríssimas impressões, na ordem em fui sentindo até chegar em casa.
Considere que as minhas 3 últimas motos foram ER-6n ABS, Ninja 250 e, mais recentemente, uma Ninja 300.
Altura do assento
Sou um cara pequeno. Já tive 1,68 m. Agora, com 52 nas costas, já baixei pra 1,66.
Mas, imagino que o comprimento das pernas não diminua com a idade, como acontece com a coluna.
Então, pessoas com nessa faixa de 1,68m de altura devem se sentir como eu.
Achei que o assento é alto. Pra mim tá no limite.
Consigo por os 2 pés no chão, mas só as pontas deles, rs, o que já basta.
Já vi que manusear/manobrar a moto vai requerer cuidado.
P.ex., uma desequilibrada com ela parada, talvez não dê pra segurar, pois não vou ter envergadura de perna pra abrir e apoiar o peso da moto.
Ronco do motor
Coisa linda! Mesmo com a ponteira original, o som é grosso, sem ser incômodo, na medida, gostoso mesmo de se ouvir.
Nada a dever pros 4 em linha.
Painel
Tenho que ler o manual, pra apreender a mexer nele.
Notei 2 coisas "diferentes".
Completei o tanque com gasolina Pódium a partir de um "galão" plástico de 10 litros, com uma mangueira.
Chegou até quase a boca (claro, deixei aquela margem de segurança padrão).
Mas o indicador do nível de combustível no painel não subiu; continuou indicando quase vazio.
Achei que pudesse ser um defeito, mas ao rodar com a moto, ele passou a indicar cheio.
Acho que como a gasosa entrou bem devagar (por gravidade a partir do galãozinho), talvez não deva ter soltado a bóia/sensor ou "sei lá o quê" que tem lá dentro do tanque.
E, com a chacoalhação do rolezinho, começou a funcionar.
Explicação: Depois que vi no manual
Após o reabastecimento, o indicador de nível de combustível e as informações sobre o
combustível restante serão atualizados apenas quando a motocicleta estiver em movimento.
Dependendo do estilo de condução, a atualização poderá levar até cinco minutos.
Aquelas luzes azuis que se acendem em sequência (shift light?) estão programadas para perto dos 4 mil rpm.
É muito cedo e é um saco, ficaram acendendo a toda hora que eu chegava perto dos 4 k rpm.
Preciso ajustar isso logo.
Explicação: Depois confirmei no manual
A motocicleta vem de fábrica com as luzes de troca de marchas no modo 6 LED a 3.500 rpm.
Cãmbio
Uma manteiga. Delicioso. Me esqueci que ela tem quick shifter e algumas vezes, acelerando a 3-4 mil rpm, foi só triscar o pé no pedal, tipo preparando uma forcinha pra cambiar, que a marcha subiu sozinha!
Depois que notei que era o quick shifter em ação, ah, aí fiz de propósito umas 2 vezes: que delícia! troca de marcha sem embreagem, sem desacelerar e sem tranco!
Imagino isso numa tocada esportiva ...
Motor
Foram só 9 km, vel máxima de 80 km/h.
Motor lisinho, ronronando macio, responde de forma imeditada a qualquer cutucada, por mais leve que seja.
Só dá pra dizer que é possível sentir o gigante adormecido lá embaixo, o potencial enclausurado.
Mas vai ter que esperar o amaciamento.
O adesivo no tanque reza assim:
0 a 480 km - máx 5000 rpm (estimo uns 90 km/h)
480 a 960 km - máx 6000 rpm (uns 108 km/h)
960 a 1280 km - máx 7000 rpm (uns 126 km/h)
1280 a 1600 km - máx 8000 rpm (uns 144 km/h)
Estimei essas velocidades a partir das medidas da roda traseira (aro e pneu) e das relações da transmissão.
Interessante que, pelo manual, as relações de marcha das Daytonas (tanto a 675R e como a 675) e das Street Triple (normal e R) são idênticas.
A única diferença é um pinhao de 15 dentes nas Daytona e de 16 nas Street Triple (os 4 modelos têm coroa 47).
Posição de pilotagem
Extremamente racing.
Nesse pequeno trecho de 9 km já senti as palmas das mão doerem um pouco e o pescoço reclamar de ter de sustentar a cabeça envergada "pra cima", pois o tronco fica quase horizontal.
Acho que é questão de costume. Nada como o tempo.
Freios
Respondem rápido. Mas, quase não explorei ainda. O ABS nem chegou perto de ser ativado.
Manobrabilidade
Fora as curvas de esquina, fiz apenas uma curva de alça de viaduto, coisa de 50-60 km/h.
Então, esse é um tópico ainda a ser investigado.
Agora, a moto esterça pouco, vira muito pouco de batente a batente do guidon.
Característica típica de esportiva
Calor
Achei que o motorzinho esquenta e muito.
Pode ser por estar zero ainda ou por hoje ter sido, talvez, o dia mais quente do ano.
Mas dá pra sentir bem o calor exalando.
Prêmio do Seguro
Eu tava com um seguro na Ninjinha 300 pela Sulamérica: 5 x R$300 = R$ 1500.
Esse seguro tava com 5 meses já passados, dos 12 de vigência.
Por comodidade, passei esse mesmo seguro, os 7 meses restantes, pra essa Daytona => mais 5 x R$430 = R$ 2150
Ou seja, um total de uns R$3600 por ano.
Embora não seja exorbitante, tb não dá pra dizer que 300 contos por mês seja barato.
Na renovação vou caçar outras opções, tipo o seguro da Suhai que ainda tem rastreador em comodato.
Bom, andei muito pouco com a moto.
Há tanto ainda pra explorar.
Sei que ainda é cedo, mas a impressão é de que essa moto é mesmo um tesão.
As fotos não fazem jus à moto.
Foram tiradas ontem à noite, só pra poder ganhar parabéns, he, he
[ ]s

