Impressões da B1250 S na estrada
Enviado: 08 Ago 2013, 23:04
Fala gente boa,
Como falei no tópico do up, vou descrever um pouco o que achei de ter viajado quase 300kms(Campina Grande – PB a Natal - RN), pilotando uma moto que sempre sonhei, a Suzuki Bandit.
A primeira impressão é que fiz uma escolha estranha, tenho 1,87m e peso 79kg, sou alto mas bem magrinho. Subindo na Bandit nada tem a ver com minhas outras motos dual purpose, comecei a achar a moto extremamente pequena e baixinha. Normal, sempre rodei em moto alta, estranharia mesmo a nova posição numa sport touring.
Mas foi começar a acelerar que comecei a ver porque a B1250 é tão elogiada pelo torque. O trânsito não me permitiu passar a 4ª marcha, rodei dentro da cidade sempre até a terceira, e isso era o suficiente, a moto já alcançava boa velocidade. Quando cheguei na casa do meu tio o motor fez acionar a ventoinha, e o calor do motor era enorme, esquenta mesmo. Deixei ela parada lá durante todo o sábado e só fui subir nela no domingo já lubrificando a corrente com Motul Chain Lube , calibrando os pneus quase carecas e abastecendo.
Segue viagem de volta, lembro bem de como a moto é confortável, já viajei com a 750 F e gosto muito da Mônica, mas achei a posição de pilotagem e o banco da B1250 bem melhores. O banco é grande e macio, e tanto para piloto quanto para garupa é bem confortável.
A posição de pilotagem acredito que não fique nem ereto nem deitado, é um meio termo, e como sou alto a bolha joga o vento no meu peito. Acredito que numa moto que fique mais deitado essa turbulência melhore bem, mesmo assim não achei um ponto negativo. As pernas ficaram bem dobradas, depois vou aumentar a altura do banco, deve ajudar. Mas não senti dores nem desconforto por isso, vou aumentar mais para sentir se melhora ou não. Achei ruins os retrovisores, ficam mirando nos meus ombros e para ver bem tenho que me movimentar no banco e ficar olhando para ver a melhor posição.
Como adotei em quase toda a viagem os 130 km/h como padrão, não vou comentar como a moto se comporta nas curvas, fica para outra oportunidade, já que fiz as curvas sempre em baixa velocidade.
A suspensão dianteira e traseira não tenho do que reclamar, achei muito boa, meio rígida até, e as regulagens estão no padrão de fábrica. Mas mostra mais um pouco de como a moto é confortável. Os freios não são tão bons como pensei, mas está longe de serem ruins, só achei que o dianteiro era para ser um pouco menos borrachudo. E claro, ABS seria muito bem vindo, acorda Suzuki J.Toledo.
Durante toda a viagem dava para sentir como o motor é torcudo, em algumas ultrapassagens mesmo em 6° marcha o motor ia fácil aos 180 km/h, não precisava reduzir marcha para alcançar mais rápido a velocidade, não vibra nada, é silencioso e bem diferente da 750 F por exemplo que lembro fazer um barulho infernal.
Como rodei com 130 km/h e só em algumas retas cheguei aos 180 km/h, o consumo foi de 19,2 km/L. Achei bom, e a moto se comporta bem tanto rodando lento, quanto esticando mais.
O painel é simples, mostra trip A e B, km total, hora, marcador de combustivel e velocímetro. Para mim senti falta do marcador de marcha, me peguei várias vezes querendo passar a 6ª marcha, achando que ainda estava de quinta. E outra vez, dei mais de 150 km/h achando que estava de sexta, onde a quinta estava engatada.
Na cidade senti o peso da moto, mas juro que pensei que fosse pior, com o tempo, e isso foi rápido, me acostumei a manobrar a bruta, e apanhei mais tentando colocar ela no cavalete central, tarefa de macho essa.
Já na estrada todo o peso da moto some, fica muito prazeroso rodar com ela, e o peso da moto deixa ela ainda mais colada no asfalto, transmite pouco as imperfeições do solo, é realmente o habitat dela o asfalto da estrada.
Cheguei em casa com uma sensação prazerosa, muito pouco cansado, pois a moto é muito confortável, sem ter uma única reclamação da moto, fora o ângulo dos retrovisores que achei bem mal posicionados. Parece que todos esses anos de espera valeu muito a pena, a moto para mim é perfeita, tudo o que eu pensei que era se concretizou, pelo jeito vai durar essa lua de mel.
Hoje ela ganhou um par de Pilot Road 2, um tank pad novinho e a lâmpada de freio que estava queimada. Já percebi que a moto ficou mais macia com os novos pneus, depois comento mais sobre eles.
Como falei no tópico do up, vou descrever um pouco o que achei de ter viajado quase 300kms(Campina Grande – PB a Natal - RN), pilotando uma moto que sempre sonhei, a Suzuki Bandit.
A primeira impressão é que fiz uma escolha estranha, tenho 1,87m e peso 79kg, sou alto mas bem magrinho. Subindo na Bandit nada tem a ver com minhas outras motos dual purpose, comecei a achar a moto extremamente pequena e baixinha. Normal, sempre rodei em moto alta, estranharia mesmo a nova posição numa sport touring.
Mas foi começar a acelerar que comecei a ver porque a B1250 é tão elogiada pelo torque. O trânsito não me permitiu passar a 4ª marcha, rodei dentro da cidade sempre até a terceira, e isso era o suficiente, a moto já alcançava boa velocidade. Quando cheguei na casa do meu tio o motor fez acionar a ventoinha, e o calor do motor era enorme, esquenta mesmo. Deixei ela parada lá durante todo o sábado e só fui subir nela no domingo já lubrificando a corrente com Motul Chain Lube , calibrando os pneus quase carecas e abastecendo.
Segue viagem de volta, lembro bem de como a moto é confortável, já viajei com a 750 F e gosto muito da Mônica, mas achei a posição de pilotagem e o banco da B1250 bem melhores. O banco é grande e macio, e tanto para piloto quanto para garupa é bem confortável.
A posição de pilotagem acredito que não fique nem ereto nem deitado, é um meio termo, e como sou alto a bolha joga o vento no meu peito. Acredito que numa moto que fique mais deitado essa turbulência melhore bem, mesmo assim não achei um ponto negativo. As pernas ficaram bem dobradas, depois vou aumentar a altura do banco, deve ajudar. Mas não senti dores nem desconforto por isso, vou aumentar mais para sentir se melhora ou não. Achei ruins os retrovisores, ficam mirando nos meus ombros e para ver bem tenho que me movimentar no banco e ficar olhando para ver a melhor posição.
Como adotei em quase toda a viagem os 130 km/h como padrão, não vou comentar como a moto se comporta nas curvas, fica para outra oportunidade, já que fiz as curvas sempre em baixa velocidade.
A suspensão dianteira e traseira não tenho do que reclamar, achei muito boa, meio rígida até, e as regulagens estão no padrão de fábrica. Mas mostra mais um pouco de como a moto é confortável. Os freios não são tão bons como pensei, mas está longe de serem ruins, só achei que o dianteiro era para ser um pouco menos borrachudo. E claro, ABS seria muito bem vindo, acorda Suzuki J.Toledo.
Durante toda a viagem dava para sentir como o motor é torcudo, em algumas ultrapassagens mesmo em 6° marcha o motor ia fácil aos 180 km/h, não precisava reduzir marcha para alcançar mais rápido a velocidade, não vibra nada, é silencioso e bem diferente da 750 F por exemplo que lembro fazer um barulho infernal.
Como rodei com 130 km/h e só em algumas retas cheguei aos 180 km/h, o consumo foi de 19,2 km/L. Achei bom, e a moto se comporta bem tanto rodando lento, quanto esticando mais.
O painel é simples, mostra trip A e B, km total, hora, marcador de combustivel e velocímetro. Para mim senti falta do marcador de marcha, me peguei várias vezes querendo passar a 6ª marcha, achando que ainda estava de quinta. E outra vez, dei mais de 150 km/h achando que estava de sexta, onde a quinta estava engatada.
Na cidade senti o peso da moto, mas juro que pensei que fosse pior, com o tempo, e isso foi rápido, me acostumei a manobrar a bruta, e apanhei mais tentando colocar ela no cavalete central, tarefa de macho essa.
Já na estrada todo o peso da moto some, fica muito prazeroso rodar com ela, e o peso da moto deixa ela ainda mais colada no asfalto, transmite pouco as imperfeições do solo, é realmente o habitat dela o asfalto da estrada.
Cheguei em casa com uma sensação prazerosa, muito pouco cansado, pois a moto é muito confortável, sem ter uma única reclamação da moto, fora o ângulo dos retrovisores que achei bem mal posicionados. Parece que todos esses anos de espera valeu muito a pena, a moto para mim é perfeita, tudo o que eu pensei que era se concretizou, pelo jeito vai durar essa lua de mel.
Hoje ela ganhou um par de Pilot Road 2, um tank pad novinho e a lâmpada de freio que estava queimada. Já percebi que a moto ficou mais macia com os novos pneus, depois comento mais sobre eles.
"Só" R$40k...