Uma Linda Frentista - Causo
Enviado: 22 Nov 2011, 11:14
Uma Linda Frentista
Eu estava em Natal-Rn. A caminho do estádio Machadinho, onde se realizava o Natal Motorcycle. Parei para abastecer a Shadow. Atendeu-me uma frentista muito bonita, dentro de um uniforme que muito mostrava de sua “frente”. Um macaquinho vermelho bem curto e uma camiseta cavada listrada de branco e vermelho.
Assim se vestiam as frentistas daquele posto de sucesso em Ponta Negra. A que me atendeu era especialmente bonita, cabelos negros sobre olhos verdes...
Sentado na moto, pedi para ela completar o tanque da motocicleta com gasolina aditivada e, enquanto a moça exercia suas funções, eu, transformado repentinamente em galanteador, elogiei seus atributos; os olhos e os cabelos, pois não seria de boa educação citar as belas e sensuais protuberâncias (superiores e inferiores) que se destacavam.
A moça, que era bonita mesmo, pareceu ter aceitado meus elogios e com um belo sorriso retribuiu minha gentileza também elogiando a Shadow, que estava toda equipada para viagem, com alforges, etc. Perguntou de onde eu era e se ia sempre à Natal.
Conversa vai conversa vem e entre eu a convidar para quem sabe um dia fazer um passeio na garupa e ela dizer que aquilo era um sonho acalentado há muito tempo, o tanque encheu.
O tanque encheu e transbordou. Era gasolina para todo lado e, principalmente, para um sensível lugar entre as minhas pernas.
Eu levantei-me desmontando-me da moto, fechei o tanque e a linda frentista, que ficou muito sem jeito, mas sendo bem treinada, logo estava despejando um balde de água sobre as partes atingidas na motocicleta.
Eu, que sempre fico uma arara quando algum frentista comete uma brutalidade destas, fiquei quieto. Outra coisa me atingiu mais do que a gasolina sobre a moto.
Aquelas partes sensíveis, agora encharcadas de gasolina, ardiam muito. A solução que encontrei foi pegar o balde da mão da frentista, com o que ainda restava de água, e despejar todo o conteúdo dentro das minhas calças.
Aliviou um pouco. Paguei a conta e despedi-me daquela frentista de sonhos. Não há galanteador que sobreviva a ovos ardentes.
Luiz Almeida
Eu estava em Natal-Rn. A caminho do estádio Machadinho, onde se realizava o Natal Motorcycle. Parei para abastecer a Shadow. Atendeu-me uma frentista muito bonita, dentro de um uniforme que muito mostrava de sua “frente”. Um macaquinho vermelho bem curto e uma camiseta cavada listrada de branco e vermelho.
Assim se vestiam as frentistas daquele posto de sucesso em Ponta Negra. A que me atendeu era especialmente bonita, cabelos negros sobre olhos verdes...
Sentado na moto, pedi para ela completar o tanque da motocicleta com gasolina aditivada e, enquanto a moça exercia suas funções, eu, transformado repentinamente em galanteador, elogiei seus atributos; os olhos e os cabelos, pois não seria de boa educação citar as belas e sensuais protuberâncias (superiores e inferiores) que se destacavam.
A moça, que era bonita mesmo, pareceu ter aceitado meus elogios e com um belo sorriso retribuiu minha gentileza também elogiando a Shadow, que estava toda equipada para viagem, com alforges, etc. Perguntou de onde eu era e se ia sempre à Natal.
Conversa vai conversa vem e entre eu a convidar para quem sabe um dia fazer um passeio na garupa e ela dizer que aquilo era um sonho acalentado há muito tempo, o tanque encheu.
O tanque encheu e transbordou. Era gasolina para todo lado e, principalmente, para um sensível lugar entre as minhas pernas.
Eu levantei-me desmontando-me da moto, fechei o tanque e a linda frentista, que ficou muito sem jeito, mas sendo bem treinada, logo estava despejando um balde de água sobre as partes atingidas na motocicleta.
Eu, que sempre fico uma arara quando algum frentista comete uma brutalidade destas, fiquei quieto. Outra coisa me atingiu mais do que a gasolina sobre a moto.
Aquelas partes sensíveis, agora encharcadas de gasolina, ardiam muito. A solução que encontrei foi pegar o balde da mão da frentista, com o que ainda restava de água, e despejar todo o conteúdo dentro das minhas calças.
Aliviou um pouco. Paguei a conta e despedi-me daquela frentista de sonhos. Não há galanteador que sobreviva a ovos ardentes.
Luiz Almeida