Uma bomba SS ambulante
Enviado: 22 Out 2010, 16:41
Retornando ao fórum depois de alguns anos de distância, faz um bom tempo desde aquele nostálgico encontro em Londrina (o Robson tinha até cabelo?!). :-)
Contaminado por uma certa inveja do tópico CBozo do camarada Jonnes, me senti tentado a postar algumas fotos da máquina atual. Os anos passam, a kilometragem sobe e o ano de fabricação das minhas motocas nunca consegue subir.
Na análise do público M@Diano atual, esta é uma verdadeira bomba em movimento, esperando para explodir. SS?! Com mais de <insira aqui o número de anos que você costuma profetizar> anos?! A ar?! Bom, um dia ela já foi uma SS... ou HS, HyperSports como chamavam.
A tecnologia? Completamente atrasada, pesada pra caramba, barulhenta e gastona. E as peças então? Melhor nem comentar. Em alguns balcões de concessionária quase ninguém sabe dizer a disponibilidade das peças para a véia... se bem que ao olhar o acabamento, é curioso como os plásticos tem espessuras muitas vezes maiores que as dos plásticos que se vê hoje em dia nas SS's ou nas motocas em geral.
O velocímetro (que mexe junto com o guidon, coisa velha, novamente) marca a Km padrão de todas as SS's por aí, de 30 a 40 mil Km. Muito provavelmente já deve ter virado o velocímetro também, pois alguns juram que motos antigas com baixa Km não existem, principalmente SS's.
Momento pose para fotos!

Faróis velhos... Olhos cansados? Ainda iluminam alguma coisa.

Máquina durante uma viagem, isso que é emoção! Viajar com uma carroça véia que pode zicar a qualquer momento.

A teoria M@Diana diz que essas motocas são buchas, que só dão manutenção e que só dão dores de cabeça. Recentemente a véia fez uma viagem de cerca de 1600Km (800 por trecho) até Florianópolis e, ao contrário do esperado, ela foi e voltou inteira e rodando (o mesmo não se pode dizer do piloto).
Bom, é o suficiente sobre a motoca. Queria mesmo era trazer à frente a paixão pelas motocas, independente dos anos/modelos. Sei que no M@D ainda há caras (ou costumava haver) como eu que curtem as motocas simplesmente pelo que elas são e não por quanto valem, por como a tecnologia dela se compara ao modelo 2011, pelo valor do seguro da motoca ou pelo índice de roubos. Apenas tem a motoca que gostariam de ter (ou que podem ter) no momento e tiram muito bom proveito delas. Porém sei que muitas vezes esses camaradas não costumam postar muito. Então deixo meu alô para esse público.
É isso aí!
Abraço,
Hawk
ps: Robson, seu herege, como pode trocar uma RD350 numa Intruder 800? Ainda sou mais a galo! :-P
Contaminado por uma certa inveja do tópico CBozo do camarada Jonnes, me senti tentado a postar algumas fotos da máquina atual. Os anos passam, a kilometragem sobe e o ano de fabricação das minhas motocas nunca consegue subir.
Na análise do público M@Diano atual, esta é uma verdadeira bomba em movimento, esperando para explodir. SS?! Com mais de <insira aqui o número de anos que você costuma profetizar> anos?! A ar?! Bom, um dia ela já foi uma SS... ou HS, HyperSports como chamavam.
A tecnologia? Completamente atrasada, pesada pra caramba, barulhenta e gastona. E as peças então? Melhor nem comentar. Em alguns balcões de concessionária quase ninguém sabe dizer a disponibilidade das peças para a véia... se bem que ao olhar o acabamento, é curioso como os plásticos tem espessuras muitas vezes maiores que as dos plásticos que se vê hoje em dia nas SS's ou nas motocas em geral.
O velocímetro (que mexe junto com o guidon, coisa velha, novamente) marca a Km padrão de todas as SS's por aí, de 30 a 40 mil Km. Muito provavelmente já deve ter virado o velocímetro também, pois alguns juram que motos antigas com baixa Km não existem, principalmente SS's.
Momento pose para fotos!
Faróis velhos... Olhos cansados? Ainda iluminam alguma coisa.
Máquina durante uma viagem, isso que é emoção! Viajar com uma carroça véia que pode zicar a qualquer momento.

A teoria M@Diana diz que essas motocas são buchas, que só dão manutenção e que só dão dores de cabeça. Recentemente a véia fez uma viagem de cerca de 1600Km (800 por trecho) até Florianópolis e, ao contrário do esperado, ela foi e voltou inteira e rodando (o mesmo não se pode dizer do piloto).
Bom, é o suficiente sobre a motoca. Queria mesmo era trazer à frente a paixão pelas motocas, independente dos anos/modelos. Sei que no M@D ainda há caras (ou costumava haver) como eu que curtem as motocas simplesmente pelo que elas são e não por quanto valem, por como a tecnologia dela se compara ao modelo 2011, pelo valor do seguro da motoca ou pelo índice de roubos. Apenas tem a motoca que gostariam de ter (ou que podem ter) no momento e tiram muito bom proveito delas. Porém sei que muitas vezes esses camaradas não costumam postar muito. Então deixo meu alô para esse público.
É isso aí!
Abraço,
Hawk
ps: Robson, seu herege, como pode trocar uma RD350 numa Intruder 800? Ainda sou mais a galo! :-P
