Mirage 650 2010...Que q mudou?
Enviado: 08 Jun 2010, 17:24
A fabricante claramente buscou inspiração nos modelos Harley Davidson. O design da Mirage 650i lembra muito o da V-Rod, com os tubos do quadro passando sob o tanque. Além disso, ela utiliza a transmissão por correia dentada de fibra de carbono, o que garante silêncio ao rodar.
Suas linhas são modernas e seu objetivo não é ser uma custom clássica, a exemplo de seu pneu traseiro, que é extralargo. O modelo explora as peças cromadas e as duas caixas de entrada de ar conferem uma bela aparência.
Sendo uma custom, a motocicleta não pertence ao transito das grandes cidades, principalmente de São Paulo, cujos asfaltos parecem o solo da Lua de tantas crateras que possui. Apesar de sua suspensão dianteira telescópica invertida com ajuste de amortecimento, e sua suspensão traseira com balança bi-choque ajustável, o modelo sofre bastante com os buracos do asfalto, principalmente por conta da sua proximidade ao solo, que é de apenas 160 mm.
Embora seu guidão seja grande, largo e afastado da coluna de direção, ele proporciona ao piloto uma posição confortável e de fácil movimentação. Todavia, em alguns momentos a distância entre uma ponta e outra do guidão pode ser tornar um problema, pois a motocicleta perde sua mobilidade, principal ponto positivo das motos nas metrópoles. A moto pode se tornar um pouco beberrona neste tipo de ambiente hostil, e seu tanque de 16 litros rodou em média cerca de 180 km.
Um dos principais pontos positivos dessa motocicleta é seu motor DOHC de 2 cilindros em “V” a 90 graus, com injeção eletrônica de combustível. Ele atinge a potência de 80,74 cv a 9.250 rpm com um torque de 6,90 kgf.m a 7.250 rpm,, quase o dobro de potência dos modelos custom da mesma faixa de cilindrada. Porém, seu peso exagerado de 214 kg compromete boa parte do desempenho, bem como a falta de proteção aerodinâmica.
O motor cresce de giro com vigor e acima de 8.000 rpm, ele dispara. Apresenta poucas vibrações, que são levemente sentidas nos pés e nas mãos. Seu largo pneu traseiro e sua distância entre eixos a torna muito estável nas curvas, porém, por ser muito baixa, é fácil de raspar suas pedaleiras no asfalto. Ela possui rodas de liga leve com freios dianteiro e traseiro a disco, com acionamento hidráulico.
O piloto fica bem apoiado no banco e de posição ereta. Os pés ficam avançados e apoiados em pedaleiras convencionais. A posição é bem confortável, transformando-a numa moto que pode ser pilotada por horas a fio.
Já o garupa é prejudicado. A altura da pedaleira é muito próxima ao banco, deixando o joelho do passageiro mais alto que a posição de sua cintura, tornando um percurso longo, num passeio desconfortável.
Com este modelo, a Kasinski consertou um erro do passado e com seu painel digitalizado que vem com regulagem de luminosidade, diminui o efeito do sol na tela de cristal liquido.
Outro destaque desse modelo é a potencia de seu farol. A distância alcançada pela fonte de luz é extremamente importante numa motocicleta que nasceu para rodar nas rodovias, a lâmpada funciona muito bem iluminando bastante o caminho à frente.
Na estrada, a Kasinski Mirage 650 teve um consumo menor de combustível, como já esperado. Seu tanque de 16 litros percorreu em média 220 km.
A conclusão final: é um modelo que impressiona tanto no estilo quanto na potência e é ótimo na estrada. Pode ser uma boa opção para aqueles que preferem os modelos custom, principalmente por seu preço sugerido de R$ 26,500.00. Disponível em duas cores, preta e vinho.
Ctrl C + Ctrl V do MotosBR





E aí, será que por 26 mil pitombas vale a pena levar a Jakinski pra casa? Pra mim, feia ela não tá, e esses 72cv são de animar!
Flws!
Suas linhas são modernas e seu objetivo não é ser uma custom clássica, a exemplo de seu pneu traseiro, que é extralargo. O modelo explora as peças cromadas e as duas caixas de entrada de ar conferem uma bela aparência.
Sendo uma custom, a motocicleta não pertence ao transito das grandes cidades, principalmente de São Paulo, cujos asfaltos parecem o solo da Lua de tantas crateras que possui. Apesar de sua suspensão dianteira telescópica invertida com ajuste de amortecimento, e sua suspensão traseira com balança bi-choque ajustável, o modelo sofre bastante com os buracos do asfalto, principalmente por conta da sua proximidade ao solo, que é de apenas 160 mm.
Embora seu guidão seja grande, largo e afastado da coluna de direção, ele proporciona ao piloto uma posição confortável e de fácil movimentação. Todavia, em alguns momentos a distância entre uma ponta e outra do guidão pode ser tornar um problema, pois a motocicleta perde sua mobilidade, principal ponto positivo das motos nas metrópoles. A moto pode se tornar um pouco beberrona neste tipo de ambiente hostil, e seu tanque de 16 litros rodou em média cerca de 180 km.
Um dos principais pontos positivos dessa motocicleta é seu motor DOHC de 2 cilindros em “V” a 90 graus, com injeção eletrônica de combustível. Ele atinge a potência de 80,74 cv a 9.250 rpm com um torque de 6,90 kgf.m a 7.250 rpm,, quase o dobro de potência dos modelos custom da mesma faixa de cilindrada. Porém, seu peso exagerado de 214 kg compromete boa parte do desempenho, bem como a falta de proteção aerodinâmica.
O motor cresce de giro com vigor e acima de 8.000 rpm, ele dispara. Apresenta poucas vibrações, que são levemente sentidas nos pés e nas mãos. Seu largo pneu traseiro e sua distância entre eixos a torna muito estável nas curvas, porém, por ser muito baixa, é fácil de raspar suas pedaleiras no asfalto. Ela possui rodas de liga leve com freios dianteiro e traseiro a disco, com acionamento hidráulico.
O piloto fica bem apoiado no banco e de posição ereta. Os pés ficam avançados e apoiados em pedaleiras convencionais. A posição é bem confortável, transformando-a numa moto que pode ser pilotada por horas a fio.
Já o garupa é prejudicado. A altura da pedaleira é muito próxima ao banco, deixando o joelho do passageiro mais alto que a posição de sua cintura, tornando um percurso longo, num passeio desconfortável.
Com este modelo, a Kasinski consertou um erro do passado e com seu painel digitalizado que vem com regulagem de luminosidade, diminui o efeito do sol na tela de cristal liquido.
Outro destaque desse modelo é a potencia de seu farol. A distância alcançada pela fonte de luz é extremamente importante numa motocicleta que nasceu para rodar nas rodovias, a lâmpada funciona muito bem iluminando bastante o caminho à frente.
Na estrada, a Kasinski Mirage 650 teve um consumo menor de combustível, como já esperado. Seu tanque de 16 litros percorreu em média 220 km.
A conclusão final: é um modelo que impressiona tanto no estilo quanto na potência e é ótimo na estrada. Pode ser uma boa opção para aqueles que preferem os modelos custom, principalmente por seu preço sugerido de R$ 26,500.00. Disponível em duas cores, preta e vinho.
Ctrl C + Ctrl V do MotosBR


E aí, será que por 26 mil pitombas vale a pena levar a Jakinski pra casa? Pra mim, feia ela não tá, e esses 72cv são de animar!
Flws!

