MFFF - Minha Falcon Foi Furtada - estou bem
Enviado: 07 Out 2009, 19:42
Na rua Loefgreen, 2007, ontem, 06/10/09, entre 13:45 e 13:54, mais ou menos. Dali, antevejo dois destinos possíveis para o fdp que a furtou: Zona Sul ou Centro (bocas da Gal. Osório)
Engrossando as estatísticas, informo que furtaram minha neguinha faiscante, 2004, que eu mesmo amaciei com carinho, mais de 67000 Km rodados, praticamente tudo dentro da cidade de São Paulo, Marginais, Av. dos Bandeirantes, Radial Leste, são tantas... 5 anos bem rodados, nenhum acidente ("flying over mirrors, and intact"), 22 revisões feitas rigorosamente na mesma concessionária a cada 3000 Km, só bebia gasolina aditivada, rodava macia e fazia 22 a 23 Km por litro na cidade, para desespero e descrença do amigo Jota. Tenho Seguro, mas vai deixar saudades (Gostaria que a achassem mas... bem, vamos ver...)!
O B.O. já foi feito, a seguradora já foi acionada. Agora é ter paciência...
Off Topic:
Aconteceu comigo mas, Quem sabe?
Existem várias versões da historinha que vou contar. A que segue é a que ouvi de meu professor e espero que minha adaptação esteja a altura de sua apreciação. Tento levar este princípio em conta, mas sou humano, como todos vocês
"Há muito e muito tempo, na China, havia um velho camponês e seu único filho que, para arar a terra, usavam um cavalo.
Em certa manhã da época de aragem e plantio, seu cavalo desaparecera do estábulo, ao que seus vizinhos vieram solidarizar-se com ele por sua má sorte:
-Lamentamos a perda de seu cavalo... sem ele, vai ser difícil arar sua terra. Vamos ajudá-lo com os nossos próprios cavalos!
-Agradeço sua gentil oferta mas - disse o velho - se fizerem isso, suas próprias terras deixarão de ser aradas. Peço que não se preocupem conosco: Como vou saber se ter perdido meu cavalo não é uma coisa boa? Ao que lhe responderam:
-Perder seu cavalo certamente não é uma coisa boa. Não gostaríamos que isso acontecesse conosco.
-Por favor, não se preocupem conosco. Voltem para suas casas.
Três dias se passam (toda boa história conta com três dias, três meses, três anos, três porquinhos, três mosqueteiros...) e o cavalo, dado como desaparecido, retorna, trazendo consigo mais 4* cavalos. Seus vizinhos vêm exultar-se com sua boa sorte:
-Felicitamos sua boa estrela! Agora que tem 5 cavalos, você poderá arar mais terra e portanto seu negócio prosperará!
-Meu filho e eu não nutrimos grandes ambições. Como vou saber se ter ganho esses 4* cavalos não é uma coisa ruim?
-Ganhar 4* cavalos certamente é uma coisa boa. Gostaríamos que isso acontecesse conosco.
Enquanto conversavam, o filho do velho tentava domar um dos novos quatro cavalos. O cavalo, selvagem, corcoveou e derrubou o filho do velho e pisoteou-o na coluna, ferindo-o gravemente e deixando-o paralítico da cintura para baixo.
-Lamentamos muito o que aconteceu com seu filho! É seu único herdeiro e sua garantia para quando não mais puder trabalhar. Agora que ele está paralítico, não poderá mais ajudá-lo. Sentimos uma imensa tristeza pelo fato!
-Como vou saber se isso não é uma coisa boa? Por favor, não se preocupem conosco e voltem para suas casas. Eu cuidarei do meu filho enquanto puder.
-Ter nossos filhos feridos e inválidos certamente não é uma coisa boa. Não gostaríamos que isso acontecesse conosco.
O velho doa três cavalos aos seus vizinhos e vende um para pagar o médico que atendeu o filho. Volta a trabalhar em seu campo com seu velho cavalo.
Três meses depois (eu avisei, hehehe) emissários do governo surgem recrutando homens para a guerra que se avizinhava. Os filhos dos vizinhos foram recrutados, mas não o filho do velho, por estar paralítico.
-Velho, invejamos você. Nossos filhos foram levados, o seu permanecerá com você.
A história acaba aqui, mas é claro que ela pode ser estendida infinitamente. É bom? É ruim? Quem sabe?..."
Deixa eu ver... o que tem pra jantar hoje?
Assim, peço aos amigos que não se preocupem, estou bem. Dói-me apenas a perda da circuitagem e melhorias eletrônicas que fiz nela, era meu laboratório, meio de transporte, meio de lazer. Mas tudo bem, os projetos ainda estão comigo, os circuitos estão lacrados, os códigos estão protegidos e o que fiz uma vez (na verdade para um deles foram 23 versões até chegar ao resultado desejado
), poderá ser refeito a qualquer hora. Na verdade, tenho certos planos de melhorias em mente. Meu compilador Assembler que me aguarde.
Peço apenas que, caso virem um bauleto Givi E450 "diferente" rodando por aí, e não sou eu pilotando a moto, anotem a placa que é receptor/comprador de peças roubadas, por favor!
Abraços,
JH
* De propósito ou não na história, o número 4, em chinês, tem quase que o mesmo som do vocábulo para "morte"... Lamento não conseguir transliterar o som para quem estiver interessado. Se e quando nos encontrarmos, e alguém quiser saber, eu pronuncio.
Engrossando as estatísticas, informo que furtaram minha neguinha faiscante, 2004, que eu mesmo amaciei com carinho, mais de 67000 Km rodados, praticamente tudo dentro da cidade de São Paulo, Marginais, Av. dos Bandeirantes, Radial Leste, são tantas... 5 anos bem rodados, nenhum acidente ("flying over mirrors, and intact"), 22 revisões feitas rigorosamente na mesma concessionária a cada 3000 Km, só bebia gasolina aditivada, rodava macia e fazia 22 a 23 Km por litro na cidade, para desespero e descrença do amigo Jota. Tenho Seguro, mas vai deixar saudades (Gostaria que a achassem mas... bem, vamos ver...)!
O B.O. já foi feito, a seguradora já foi acionada. Agora é ter paciência...
Off Topic:
Aconteceu comigo mas, Quem sabe?
Existem várias versões da historinha que vou contar. A que segue é a que ouvi de meu professor e espero que minha adaptação esteja a altura de sua apreciação. Tento levar este princípio em conta, mas sou humano, como todos vocês
"Há muito e muito tempo, na China, havia um velho camponês e seu único filho que, para arar a terra, usavam um cavalo.
Em certa manhã da época de aragem e plantio, seu cavalo desaparecera do estábulo, ao que seus vizinhos vieram solidarizar-se com ele por sua má sorte:
-Lamentamos a perda de seu cavalo... sem ele, vai ser difícil arar sua terra. Vamos ajudá-lo com os nossos próprios cavalos!
-Agradeço sua gentil oferta mas - disse o velho - se fizerem isso, suas próprias terras deixarão de ser aradas. Peço que não se preocupem conosco: Como vou saber se ter perdido meu cavalo não é uma coisa boa? Ao que lhe responderam:
-Perder seu cavalo certamente não é uma coisa boa. Não gostaríamos que isso acontecesse conosco.
-Por favor, não se preocupem conosco. Voltem para suas casas.
Três dias se passam (toda boa história conta com três dias, três meses, três anos, três porquinhos, três mosqueteiros...) e o cavalo, dado como desaparecido, retorna, trazendo consigo mais 4* cavalos. Seus vizinhos vêm exultar-se com sua boa sorte:
-Felicitamos sua boa estrela! Agora que tem 5 cavalos, você poderá arar mais terra e portanto seu negócio prosperará!
-Meu filho e eu não nutrimos grandes ambições. Como vou saber se ter ganho esses 4* cavalos não é uma coisa ruim?
-Ganhar 4* cavalos certamente é uma coisa boa. Gostaríamos que isso acontecesse conosco.
Enquanto conversavam, o filho do velho tentava domar um dos novos quatro cavalos. O cavalo, selvagem, corcoveou e derrubou o filho do velho e pisoteou-o na coluna, ferindo-o gravemente e deixando-o paralítico da cintura para baixo.
-Lamentamos muito o que aconteceu com seu filho! É seu único herdeiro e sua garantia para quando não mais puder trabalhar. Agora que ele está paralítico, não poderá mais ajudá-lo. Sentimos uma imensa tristeza pelo fato!
-Como vou saber se isso não é uma coisa boa? Por favor, não se preocupem conosco e voltem para suas casas. Eu cuidarei do meu filho enquanto puder.
-Ter nossos filhos feridos e inválidos certamente não é uma coisa boa. Não gostaríamos que isso acontecesse conosco.
O velho doa três cavalos aos seus vizinhos e vende um para pagar o médico que atendeu o filho. Volta a trabalhar em seu campo com seu velho cavalo.
Três meses depois (eu avisei, hehehe) emissários do governo surgem recrutando homens para a guerra que se avizinhava. Os filhos dos vizinhos foram recrutados, mas não o filho do velho, por estar paralítico.
-Velho, invejamos você. Nossos filhos foram levados, o seu permanecerá com você.
A história acaba aqui, mas é claro que ela pode ser estendida infinitamente. É bom? É ruim? Quem sabe?..."
Deixa eu ver... o que tem pra jantar hoje?
Assim, peço aos amigos que não se preocupem, estou bem. Dói-me apenas a perda da circuitagem e melhorias eletrônicas que fiz nela, era meu laboratório, meio de transporte, meio de lazer. Mas tudo bem, os projetos ainda estão comigo, os circuitos estão lacrados, os códigos estão protegidos e o que fiz uma vez (na verdade para um deles foram 23 versões até chegar ao resultado desejado
Peço apenas que, caso virem um bauleto Givi E450 "diferente" rodando por aí, e não sou eu pilotando a moto, anotem a placa que é receptor/comprador de peças roubadas, por favor!
Abraços,
JH
* De propósito ou não na história, o número 4, em chinês, tem quase que o mesmo som do vocábulo para "morte"... Lamento não conseguir transliterar o som para quem estiver interessado. Se e quando nos encontrarmos, e alguém quiser saber, eu pronuncio.