Minha descendência creio seja: Moura, portuguesa, holandesa, negra, indÃgena, cearense, paraibana, pernambucana .....e evoluindo...
e dái?
Eu como CAMARÃO (baratinho!) e tomo ÃGUA DE CÔCO(tem de sobra!) em praias paradisÃacas e de águas mornas, sem estresse!!
Bom local pra se comer um ca.. camarão e apreciar as belezas da nossa natureza.
No passado não muito distante teve um escremento humano baixinho, creio que nascido na Austria, que se achou o tal e lascou a humanidade, por preconceito, se aproveitando dele, ou por loucura mesmo. Hitler era o seu nome!
História de meus possÃveis ancestrais:
H. habilis
Viveu entre cerca de 2,4 a 1,8 milhões de anos atrás (MAA). H. habilis, a primeira espécie do gênero Homo, evoluiu no sul e no leste da Ãfrica no final do Plioceno ou inÃcio do Pleistoceno, 2,5–2 MAA, quando divergiu do Australopithecines. H. habilis tinha molares menores e cérebro maior que os Australopithecines, e faziam ferramentas de pedra e talvez de ossos de animais.
H. erectus
Viveu entre cerca de 1,8 (incluindo o ergaster) ou de 1,25 (excluindo o ergaster) a 0,70 MAA. No Pleistoceno Inferior, 1,5–1 MAA, na Ãfrica, Ãsia, e Europa, provavelmente Homo habilis possuÃa um cérebro maior e fabricou ferramentas de pedra mais elaboradas; essas e outras diferenças são suficientes para que os antropólogos possam classificá-los como uma nova espécie, H. erectus. Um exemplo famoso de Homo erectus é o Homem de Pequim; outros foram encontrados na Ãsia (notadamente na Indonésia), Ãfrica, e Europa. Muitos paleoantropólogos estão atualmente utilizando o termo Homo ergaster para as formas não asiáticas desse grupo, e reservando a denominação H. erectus apenas para os fósseis encontrados na região da Ãsia e que possuam certas exigências esqueléticas e dentárias que diferem levemente das do ergaster.
H. ergaster
Viveu entre cerca de 1,8 a 1,25 Milhões de anos. Também conhecido como Homo erectus ergaster
H. heidelbergensis
O Homem de Heidelberg viveu entre cerca de 800 a 300 mil anos atrás. Também conhecido como Homo sapiens heidelbergensis e Homo sapiens paleohungaricus.
H. sapiens idaltu
Viveu há cerca de 160 mil anos (subespécie). É o humano moderno anatomicamente mais antigo conhecido. Eles não enterravam os corpos das pessoas mortas, acreditando que elas pudessem retornar à vida
H. floresiensis
Viveu há cerca de 12 mil anos (anunciado em 28 de Outubro de 2004 no periódico cientÃfico Nature). Apelidado de hobbit por causa de seu pequeno tamanho.
H. neanderthalensis
Viveu entre 250 e 30 mil anos atrás. Também conhecido como Homo sapiens neanderthalensis. Há um debate recente sobre se o "Homem de Neanderthal" foi uma espécie separada, Homo neanderthalensis, ou uma subespécie de H. sapiens. Enquanto o debate continua, a maioria das evidências, adquiridas através da análise do DNA mitocondrial e do Y-cromosomal DNA, atualmente indica que não houve nenhum fluxo genético entre o H. neanderthalensis e o H. sapiens, e, consequentemente, eram duas espécies diferentes. Em 1997 o Dr. Mark Stoneking, então um professor associado de antropologia da Universidade de Penn State, disse: "Esses resultados [baseados no DNA mitocondrial extraÃdo dos ossos do Neanderthal] indicam que os Neanderthais não contribuÃram com o DNA mitocondrial com os humanos modernos … os Neanderthais não são nossos ancestrais."[1] Investigações subsequentes de uma segunda fonte de DNA de Neanderthal confirmaram esses achados[2].
H. sapiens
Surgiu há cerca de 200 mil anos.[carece de fontes?] No perÃodo interglacial do Pleistoceno Médio entre a Glaciação Riss e a Glaciação Wisconsin, há cerca de 250 mil anos, a tendência de expansão craniana e a tecnologia na elaboração de ferramentas de pedra desenvolveu-se, fornecendo evidências da transição do H. erectus ao H. sapiens. As evidências sugerem que houve uma migração do H. erectus para fora da Ãfrica, então uma subseqüente especiação para o H. sapiens na Ãfrica. (Há poucas evidências de que essa especiação ocorreu em algum lugar). Então, uma subseqüente migração dentro e fora da Ãfrica eventualmente substituiu o anteriormente disperso H. erectus. Entretanto, a evidência atual não impossibilita a especiação multiregional. Essa é uma área calorosamente debatida da paleoantropologia.
Um estudo genético de um grande número de populações humanas atuais, feito desde 2003 por Sarah A. Tishkoff da Universidade da Pensilvânia [3] sugere que o "berço da humanidade" ficaria na região dos Khoisan (antes chamados de Hotentotes), mais exatamente na área do Kalahari mais próxima do litoral da Fronteira Angola-NamÃbia. Aà foi encontrada a maior diversidade genética, baseada num gene traçador que, comparado com a de outras populações, indica a possÃvel migração das populações ancestrais para o norte e para fora da Ãfrica, há cerca de 250 gerações.
