Hornet 08 impressões.
Enviado: 05 Mai 2009, 23:38
Depois de 5 semanas, a Hornet 08 ABS já terminou de amaciar. Está com pouco mais de 2300 km.
Este FDS demos um rolê para o churras em Itajaí do Beto, e agora já estou 100% familiarizado com a moto.
Nos primeiros dias até estranhava. Tinha aquele maquinão e pensava - vou com ela pro serviço? Mas será? Afinal já fazia tanto tempo que não tinha moto de verdade na minha garagem.
Lembro que no primeiro dia que andei com a Hornet pensei - este é um motão nervoso e não preciso voltar pra devolver pro dono. Legal.
Eu penso e avalio muito bem minhas decisões, ainda mais quando elas envolvem investir 30 mil reais. A Hornet era bem o que eu queria: Pequena, leve e forte.
Logo quando peguei da autorizada e rodei 5 metros já senti como ela é curta. É tanto quanto a Fazer 250 que já temos, mas com 5x mais motor.
O torque do motor já falei em outro tópico. Em sexta dá pra acelerar a partir de 40 por hora, que ela progride. Lentamente é claro, mas progressivamente. Se estiver com calma, dá pra fazer uma viagem inteira e ultrapassar carretas somente em sexta marcha. De 80 a 120 em sexta ela vai num instantinho. Bem melhor do que eu esperava.
As propriedades de curva todos sabem também. Mas ninguém se engane que pega uma Hornet e vira um fodão estilo o Georges. No primeiro dia eu fazia curvas quadradas. Agora vejo como já as faço melhor do que com a CB500 que tive. Mas ainda não cheguei, nem sei se chegarei, a usar o limite lateral da banda de rodagem.
O farol esquisitão é, como muitos sabem, aerodinâmico. Ele faz uma diferença significativa. Dá pra dizer que o vento que sinto na Hornet é em média 20 km/h mais leve do que o vento que sentia na CB500. Ex. Andar a 120 na hornet não sinto vento algum, como era a 100 por hora na CB500. 140 na Hornet = 120 na CB, e assim por diante.
Este fds pus final nela pela primeira vez. Foram 222 km/h. Estávamos eu e o Márcio na B12 e um astra metido começou a colar. Demos umas esticadas com ele, só até chegar os próximos carros na estrada, então baixávamos pra 100 por hora. Claro que o Astra não deu nem pro cheiro e logo ele jogou pra direita e pediu arrêgo. Enquanto corríamos dei umas olhadas no velocímetro, que marcava fácil 170, 180... Duas coisas. Primeiro, como é fácil chegar nessas velocidades. Só dar uma esticadinha e logo vc já está lá, nem percebe. Outra coisa é a proteção aerodinâmica. Claro que nessa velocidade estava me segurando firme no guidão. Mas nada comparado à CB500. Nela se chegasse perto de 180 o vento era descomunal. Na Hornet eu chegava nisso e mal percebia. Era como se estivesse a 150, algo assim.
É interessante que não adianta baixar a cabeça no painel. Se vc está correndo e se abaixa no tanque, o capacete atrás do painel recebe uma turbulência muito forte. É melhor ficar ereto mesmo.
O comando do lado esquerdo veio deslinhado (já arrumei) e um parafuso da pedaleira traseira estava frouxo e caiu. Melhor levar no zé da esquina pra revisar, antes que caia mais coisas mal apertadas. Coisas de autorizada Honda.
Enquanto estávamos na estrada, refleti. Esse é o lado bom de ter pego uma naked e não uma big trail. Com ela não poderia correr desse jeito. Outra hora vi na estrada uma custom e lembro que em 2006 só não peguei uma Sportster zero porque não aceitaram minha moto no negócio. Já pensou, eu de Sportster? Fala sério !!!!!!!!!!! kkkkkkkkkkkkkkkk
Neste dia, na estrada, dava gargalhadas histéricas dentro do capacete. Lembro que a última vez que dei essas gargalhadas foi quando comprei a CB500, 4 anos atrás.
Enfim, agora estou com essa sensação que é tão rara (e dura tão pouco). Não preciso pensar em qual moto é melhor pra mim, e como vou fazer pra comprá-la. Porque já tenho ela. Agora só falta rodar. É até estranho, como se não tivesse o que fazer. E comprar os acessórios. Escape, e para as viagens, bagageiro, almofada, bolha alta, etc etc etc.
Estou como pinto no lixo.

Este FDS demos um rolê para o churras em Itajaí do Beto, e agora já estou 100% familiarizado com a moto.
Nos primeiros dias até estranhava. Tinha aquele maquinão e pensava - vou com ela pro serviço? Mas será? Afinal já fazia tanto tempo que não tinha moto de verdade na minha garagem.
Lembro que no primeiro dia que andei com a Hornet pensei - este é um motão nervoso e não preciso voltar pra devolver pro dono. Legal.
Eu penso e avalio muito bem minhas decisões, ainda mais quando elas envolvem investir 30 mil reais. A Hornet era bem o que eu queria: Pequena, leve e forte.
Logo quando peguei da autorizada e rodei 5 metros já senti como ela é curta. É tanto quanto a Fazer 250 que já temos, mas com 5x mais motor.
O torque do motor já falei em outro tópico. Em sexta dá pra acelerar a partir de 40 por hora, que ela progride. Lentamente é claro, mas progressivamente. Se estiver com calma, dá pra fazer uma viagem inteira e ultrapassar carretas somente em sexta marcha. De 80 a 120 em sexta ela vai num instantinho. Bem melhor do que eu esperava.
As propriedades de curva todos sabem também. Mas ninguém se engane que pega uma Hornet e vira um fodão estilo o Georges. No primeiro dia eu fazia curvas quadradas. Agora vejo como já as faço melhor do que com a CB500 que tive. Mas ainda não cheguei, nem sei se chegarei, a usar o limite lateral da banda de rodagem.
O farol esquisitão é, como muitos sabem, aerodinâmico. Ele faz uma diferença significativa. Dá pra dizer que o vento que sinto na Hornet é em média 20 km/h mais leve do que o vento que sentia na CB500. Ex. Andar a 120 na hornet não sinto vento algum, como era a 100 por hora na CB500. 140 na Hornet = 120 na CB, e assim por diante.
Este fds pus final nela pela primeira vez. Foram 222 km/h. Estávamos eu e o Márcio na B12 e um astra metido começou a colar. Demos umas esticadas com ele, só até chegar os próximos carros na estrada, então baixávamos pra 100 por hora. Claro que o Astra não deu nem pro cheiro e logo ele jogou pra direita e pediu arrêgo. Enquanto corríamos dei umas olhadas no velocímetro, que marcava fácil 170, 180... Duas coisas. Primeiro, como é fácil chegar nessas velocidades. Só dar uma esticadinha e logo vc já está lá, nem percebe. Outra coisa é a proteção aerodinâmica. Claro que nessa velocidade estava me segurando firme no guidão. Mas nada comparado à CB500. Nela se chegasse perto de 180 o vento era descomunal. Na Hornet eu chegava nisso e mal percebia. Era como se estivesse a 150, algo assim.
É interessante que não adianta baixar a cabeça no painel. Se vc está correndo e se abaixa no tanque, o capacete atrás do painel recebe uma turbulência muito forte. É melhor ficar ereto mesmo.
O comando do lado esquerdo veio deslinhado (já arrumei) e um parafuso da pedaleira traseira estava frouxo e caiu. Melhor levar no zé da esquina pra revisar, antes que caia mais coisas mal apertadas. Coisas de autorizada Honda.
Enquanto estávamos na estrada, refleti. Esse é o lado bom de ter pego uma naked e não uma big trail. Com ela não poderia correr desse jeito. Outra hora vi na estrada uma custom e lembro que em 2006 só não peguei uma Sportster zero porque não aceitaram minha moto no negócio. Já pensou, eu de Sportster? Fala sério !!!!!!!!!!! kkkkkkkkkkkkkkkk
Neste dia, na estrada, dava gargalhadas histéricas dentro do capacete. Lembro que a última vez que dei essas gargalhadas foi quando comprei a CB500, 4 anos atrás.
Enfim, agora estou com essa sensação que é tão rara (e dura tão pouco). Não preciso pensar em qual moto é melhor pra mim, e como vou fazer pra comprá-la. Porque já tenho ela. Agora só falta rodar. É até estranho, como se não tivesse o que fazer. E comprar os acessórios. Escape, e para as viagens, bagageiro, almofada, bolha alta, etc etc etc.
Estou como pinto no lixo.
