-SuspensõesAinda não mexi nas suspensões, mas creio que estão bem reguladas pois o dono anterior andava forte e nunca reclamou. É típica de esportiva, dura e passa tudo pro guidão.
-GarupaA mulher ainda não andou (tá braba que eu comprei essa moto), mas aparentemente a garupa é uma merdz. A CBRF a humilha neste ponto.
-CurvasUma delícia, uma verdadeira bicicletinha! Entre eixos curto, o amortecedor de direção eletrônico está lá fazendo o papel, dá menos cagaço nessas estradas porcarias. O tanque/banco perfeitos para pendular. Só que ainda estou com medo, a cada andada a melhora é grande, mas devido ao motor ser muito mais forte que o da CBRF dá sempre aquele medo de errar a dose no acelerador e a moto sair de traseira.
-FreiosA falta de ABS me deixou preocupado, pois a CBRF tinha, mas como li em ficha técnica que o sistema ABS acrescenta obesos 10 kgs à Fireblade nem fazia mais tanta questão. É muito muito mais potente que o da CBRF. O traseiro achei fraco, o que não é de todo ruim pois aí fica mais difícil arrastar a traseira a toa.
-RoncoCom a ponteira esportiva está animal, bem alto, mais segurança no trânsito, os carros tê notam mais fácil. Na estrada não me incomodou, mas não sei em uma viagem longa se incomodaria.
-Manobrabilidade / estacionar a motoMuito leve, não sei o que tinha minha CBRF, se era o ABS, mas a moto era pesada. A Fireblade passa a impressão de muito mais leve e ainda tem o peso melhor distribuído com seu tanque de plástico por exemplo. Mesmo o banco sendo mais alto, manobro ela com mais facilidade que a Hornet carenada. Já o guidão esterça pouco, mas não tão pouco, acho que pouca coisa menos que a CBRF.
-Peso da embreagem/câmbioA embreagem é por cabo, leve, pouca coisa mais pesada que a CBRF. Trocar as marchas pra cima é sem o uso da embreagem é mais fácil que na CBRF. Mudanças no pedal não são tão macias. Encontrar o neutro é fácil. Engatar a primeira marcha resulta num p. tranco. Legal a embreagem antiblocante, dá pra meter marcha pra baixo sem medo da roda traseira travar, coisa que não existe na CBRF.
-ConsumoCavalo anda, cavalo bebe. Não sou parâmetro pra medir consumo pois costumo andar mais rápido, e também não ligo muito para isto, na minha mão está fazendo uns 10/11 creio eu (edit, fez ótimos 14,3 km/l no último rolê).
-Efeito celebridadeAqui a coisa é boa, chama a atenção mesmo essa moto, as criançada aponta, a mulherada olha... Bem diferente da CBRF preta e sem ponteira que era excessivamente discreta na minha opinião.
-ConclusãoMoto tesuda, muito forte, abre sorrisos, coisa que a CBRF não fazia mais comigo. As surpresas mais agradáveis em relação à CBRF foram:
-Amortecedor de direção, pois a CBRF shimmava acima de 200 em asfalto ruim, me dava cagaço.
-Proteção aerodinâmica para as pernas, agora dá pra andar rápido sem ficar com dores por dois dias.
-Sensação de leveza, surpreendentemente é bem mais bicicletinha que a CBRF, que muita gente diz que já é uma bicicleta.
-Mulherada olha

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Sinceramente eu achava feia essa pintura Repsol e achava um absurdo o cara pagar mais pra fazer propaganda para empresa petroleira espanhola, mas tanta gente vem falar "que moto linda" (inclusive mulher) que até comecei achar bonita, ou seja, deixei o preconceito de lado e vou curtindo.
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