Modernidades
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Luiz Almeida
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Re: Modernidades
QUER MOTOS MAIS SIMPLES?
Acompanhando a tendência do mercado mundial de grandes motos de uso misto, percebe-se que as motos de aventura estão acabando. As motos têm rodas cada vez menores, pneus cada vez mais lisos, suspensões cada vez mais curtas, motores cada vez mais fortes, e cada vez mais, novas tecnologias embarcadas.
As fábricas não impõem modelos de motos. Elas dão o que o mercado pede.
E o mercado são os motociclistas, que se expressam através de pesquisas de mercado ou fazendo de um determinado modelo um sucesso de vendas.
O mercado de motos está passando pelo mesmo fenômeno que o dos carros. Nos carros, também houve primeiro um aumento no mercado de jipes e picapes, mercado este que depois migrou para os utilitários esportivos.
Mas existe uma explicação histórica para o crescente interesse por veículos utilitários, que se iniciou nos anos 70s: o CAFE (sigla em inglês para Consumo de Combustível Médio Corporativo), um programa criado pelos Estados Unidos para controlar o consumo de combustível dos veículos, devido à primeira crise do petróleo. Por este programa, os carros tinham limites de consumo de combustível bastante baixos, enquanto os jipes e picapes tinham limites menos severos.
Como os americanos odiaram os motores pequenos e econômicos dos carros, muitos migraram para os jipes e picapes como veículos para o uso cotidiano. Com o tempo, perceberam que esses veículos eram pouco confortáveis e seguros e então esses veículos foram virando automóveis novamente, chegando aos utilitários esportivos.
Aqui no Brasil, praticamente se pulou a fase dos jipes urbanos. Passou-se dos jipes Willys e Toyota direto para os utilitários esportivos; a grande maioria sequer com tração integral.
Mas e as motos? As grandes motos de uso misto estão diretamente ligadas ao rally Dakar, corrida que é uma das últimas grandes aventuras da humanidade.
Do Dakar nasceram a BMW GS, a Honda Africa Twin, a Cagiva Elefant, a Yamaha Super Ténéré, as KTM LC4 e LC8, todas várias vezes vencedoras do rally. O Dakar cortou o sul da Europa e o norte da África, entre os anos de 1979 e 2007.
Por motivo de segurança, não foi disputado em 2008 e, desde 2009, é corrido na América do Sul. Esta mudança claramente tirou a visibilidade da prova na Europa, que ainda é o centro do mercado motociclístico mundial. Mesmo na América do Sul, a prova não tem mais a mesma atração. Antigamente, todos os 15 dias de prova ganhavam uma página inteira dos cadernos de esportes dos principais jornais do Brasil.
Hoje em dia, há apenas notas de rodapé, que apresentam os vencedores da etapa. Matéria de meia página, com foto, só se morrer alguém. Sem sua principal propaganda, o rally, as motos dele derivadas vieram perdendo força.
Se poucos motociclistas, de fato, usavam as capacidades fora de estrada de suas motos, então por que andar com motos dessas? E assim as motos de uso misto se tornaram, à semelhança dos jipes, utilitários esportivos. Têm um desenho que lembra as motos de rally, mas têm pneus lisos, suspensão de pequeno curso, rodas de liga-leve, motores multicilindros, freios antibloqueio, controle de tração, suspensão eletrônica, seleção de modo de desempenho, câmbio automático.
É óbvio que, se o mercado pede estas motos, elas têm mais é que ser vendidas. A tendência é que concentrem a produção em grande escala destas motos e parem de fazer as motos mais simples.
E, na maioria das vezes, os grandes prazeres estão nas coisas mais simples.
Rodrigo Moraes
Campinas – SP
Acompanhando a tendência do mercado mundial de grandes motos de uso misto, percebe-se que as motos de aventura estão acabando. As motos têm rodas cada vez menores, pneus cada vez mais lisos, suspensões cada vez mais curtas, motores cada vez mais fortes, e cada vez mais, novas tecnologias embarcadas.
As fábricas não impõem modelos de motos. Elas dão o que o mercado pede.
E o mercado são os motociclistas, que se expressam através de pesquisas de mercado ou fazendo de um determinado modelo um sucesso de vendas.
O mercado de motos está passando pelo mesmo fenômeno que o dos carros. Nos carros, também houve primeiro um aumento no mercado de jipes e picapes, mercado este que depois migrou para os utilitários esportivos.
Mas existe uma explicação histórica para o crescente interesse por veículos utilitários, que se iniciou nos anos 70s: o CAFE (sigla em inglês para Consumo de Combustível Médio Corporativo), um programa criado pelos Estados Unidos para controlar o consumo de combustível dos veículos, devido à primeira crise do petróleo. Por este programa, os carros tinham limites de consumo de combustível bastante baixos, enquanto os jipes e picapes tinham limites menos severos.
Como os americanos odiaram os motores pequenos e econômicos dos carros, muitos migraram para os jipes e picapes como veículos para o uso cotidiano. Com o tempo, perceberam que esses veículos eram pouco confortáveis e seguros e então esses veículos foram virando automóveis novamente, chegando aos utilitários esportivos.
Aqui no Brasil, praticamente se pulou a fase dos jipes urbanos. Passou-se dos jipes Willys e Toyota direto para os utilitários esportivos; a grande maioria sequer com tração integral.
Mas e as motos? As grandes motos de uso misto estão diretamente ligadas ao rally Dakar, corrida que é uma das últimas grandes aventuras da humanidade.
Do Dakar nasceram a BMW GS, a Honda Africa Twin, a Cagiva Elefant, a Yamaha Super Ténéré, as KTM LC4 e LC8, todas várias vezes vencedoras do rally. O Dakar cortou o sul da Europa e o norte da África, entre os anos de 1979 e 2007.
Por motivo de segurança, não foi disputado em 2008 e, desde 2009, é corrido na América do Sul. Esta mudança claramente tirou a visibilidade da prova na Europa, que ainda é o centro do mercado motociclístico mundial. Mesmo na América do Sul, a prova não tem mais a mesma atração. Antigamente, todos os 15 dias de prova ganhavam uma página inteira dos cadernos de esportes dos principais jornais do Brasil.
Hoje em dia, há apenas notas de rodapé, que apresentam os vencedores da etapa. Matéria de meia página, com foto, só se morrer alguém. Sem sua principal propaganda, o rally, as motos dele derivadas vieram perdendo força.
Se poucos motociclistas, de fato, usavam as capacidades fora de estrada de suas motos, então por que andar com motos dessas? E assim as motos de uso misto se tornaram, à semelhança dos jipes, utilitários esportivos. Têm um desenho que lembra as motos de rally, mas têm pneus lisos, suspensão de pequeno curso, rodas de liga-leve, motores multicilindros, freios antibloqueio, controle de tração, suspensão eletrônica, seleção de modo de desempenho, câmbio automático.
É óbvio que, se o mercado pede estas motos, elas têm mais é que ser vendidas. A tendência é que concentrem a produção em grande escala destas motos e parem de fazer as motos mais simples.
E, na maioria das vezes, os grandes prazeres estão nas coisas mais simples.
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Luiz Almeida
Fortaleza-Ce
R 1200 GS
DL 650 XT V-Strom
XTZ 250 Ténéré
http://www.historiasdemotocicleta.com.br
Bons tempos aqueles em que só andava de moto quem realmente gostava de motocicleta.
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Re: Modernidades
O pior que nem está, mas esses velhos conseguiram arrancar umas risadas. 
"Ruim é tanger gente, mas onde há força não se carece de jeito"
Re: Modernidades
Manja pra caramba. Soma o ano inteiro da Europa e não dá um mês de China ou Índia sozinhas...Luiz Almeida escreveu:Europa, que ainda é o centro do mercado motociclístico mundial
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Luiz Almeida
- Mito
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Re: Modernidades
Olhei de soslaio para a primeira moto sem platinado. - Platinado sei trocar, regular, lixar, etc. E esse tal CDI?
Felizmente nuca fiquei no meio do mato por problemas em CDI, que se pifar não tem jeito, só trocando mesmo.
Depois foi a tal injeção eletrônica. Já tive duas moto com este sistema de alimentação e até hoje não tenho de que reclamar.
Ultimamente apareceram tantos e tantos controles especiais e coisas a tal que misturou tudo. Criou-se uma interdepedência eletrônica que não sei aonde há de parar.
Euclides, o que não fazemos para te tirar do tópico dos deprimidos!
Felizmente nuca fiquei no meio do mato por problemas em CDI, que se pifar não tem jeito, só trocando mesmo.
Depois foi a tal injeção eletrônica. Já tive duas moto com este sistema de alimentação e até hoje não tenho de que reclamar.
Ultimamente apareceram tantos e tantos controles especiais e coisas a tal que misturou tudo. Criou-se uma interdepedência eletrônica que não sei aonde há de parar.
Euclides, o que não fazemos para te tirar do tópico dos deprimidos!
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Re: Modernidades
JAL escreveu:Ixxmoker... vou pegar o resultado do exame to véio mais véio daqui 1 hora.
Torcendo pra estar td ok, ai vou... caso contrario ele terá que fazer quimio no sabado e ai não vou.
Que tudo de certo, Jal.
"Aqui a criança chora e a mãe vira de costas"
B12S
B12S
Russo escreveu:Mas é isso ai... no motociclismo há espaço para todos, para os que gostam de tecnologia, pros que curtem velharia e até para os babacas caras que não conseguem perceber isso, eheheheh ...
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Luiz Almeida
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Re: Modernidades
Mamm2", acho que o cara está falando de motocicletas, não de lambretas, motonetas e ciclomotores.mamm2 escreveu:Manja pra caramba. Soma o ano inteiro da Europa e não dá um mês de China ou Índia sozinhas...Luiz Almeida escreveu:Europa, que ainda é o centro do mercado motociclístico mundial
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Re: Modernidades
Caro Luiz, usando teu próprio termo, as coisas sempre foram "misturadas", não mudou nada. O que aconteceu foi que tu parou de tentar entender as novas "misturas". E não há nada de errado nisto, cada um faz o que quer.Luiz Almeida escreveu:Ultimamente apareceram tantos e tantos controles especiais e coisas a tal que misturou tudo
Nos atendo às motocas: tu percebes que, antes de tu olhar com desconfiança para o CDI e depois para a injeção eletrônica, muita gente olhou com desconfiança para a corrente de metal (era de couro), pras rodas com pneumáticos de borracha (antes era aro de madeira direto no chão, ou no máximo com uma tira borracha sólida), pro freio a disco, etc, etc, etc?
Tu simplesmente decidiu traçar tua linha do "paro por aqui" na injeção ("depois da injeção misturou tudo, não quero mais saber!"). Tem gente que decidiu traçar a linha antes, tem gente que vai traçar a linha depois. Nada de novo sob o sol, é assim que as coisas funcionam desde que o mundo é mundo.
Re: Modernidades
Além de saudosista é também elitista? eheh...Luiz Almeida escreveu:Mamm2", acho que o cara está falando de motocicletas, não de lambretas, motonetas e ciclomotores.mamm2 escreveu:Manja pra caramba. Soma o ano inteiro da Europa e não dá um mês de China ou Índia sozinhas...Luiz Almeida escreveu:Europa, que ainda é o centro do mercado motociclístico mundial
Re: Modernidades
boa malha!Luiz Almeida escreveu:Mamm2", acho que o cara está falando de motocicletas, não de lambretas, motonetas e ciclomotores.mamm2 escreveu:Manja pra caramba. Soma o ano inteiro da Europa e não dá um mês de China ou Índia sozinhas...Luiz Almeida escreveu:Europa, que ainda é o centro do mercado motociclístico mundial
- gui dantas
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Re: Modernidades
X2mamm2 escreveu:Caro Luiz, usando teu próprio termo, as coisas sempre foram "misturadas", não mudou nada. O que aconteceu foi que tu parou de tentar entender as novas "misturas". E não há nada de errado nisto, cada um faz o que quer.Luiz Almeida escreveu:Ultimamente apareceram tantos e tantos controles especiais e coisas a tal que misturou tudo
Nos atendo às motocas: tu percebes que, antes de tu olhar com desconfiança para o CDI e depois para a injeção eletrônica, muita gente olhou com desconfiança para a corrente de metal (era de couro), pras rodas com pneumáticos de borracha (antes era aro de madeira direto no chão, ou no máximo com uma tira borracha sólida), pro freio a disco, etc, etc, etc?
Tu simplesmente decidiu traçar tua linha do "paro por aqui" na injeção ("depois da injeção misturou tudo, não quero mais saber!"). Tem gente que decidiu traçar a linha antes, tem gente que vai traçar a linha depois. Nada de novo sob o sol, é assim que as coisas funcionam desde que o mundo é mundo.
- gui dantas
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Re: Modernidades
Luis, sua moto não depende de gasolina, pneu ou vela para andar?? E o carburador? Não depende de uma boia ou agulha?Luiz Almeida escreveu:Ninguém aqui está sendo contra a tecnologia em si. O que reclamei desde o início do post foi da dependência que estão fazendo ter dela.
Mais o carburador qualquer um conserta?
Bom, já vi lampada errada em moto Suzuki e já vi junta de cabeçote levar 3 semanas pra chegar (Bandit carburada).
Enfim, estamos sempre dependendo de algo.
Ou você acha que na antiguidade egípcio escrevia sem papiro? Ou que as caravelas chegaram ao Brasil sem velas?
Re: Modernidades
Sou fascinado por tecnologia, pra mim, quanto mais melhor, seja em carros, motos ou qualquer aspecto da vida...
Um sinal claro de velhice é não querer mais acompanhar, se adaptar, aprender a utilizar as novas tecnologias.
Claro que tem empresas que fazem melhor uso das possibilidades que a tecnologia apresenta, outras nem tanto, e aí é que se vê carros, motos, celulares/tablets, notebooks de marcas mais ou menos confiáveis.
Ps - Quem compra BMW nova tá coberto pela garantia de 3 anos. Quem compra BMW usada (fora da garantia) sabe que tá correndo o risco de ter que desembolsar uma grana violenta a qualquer momento, sem nenhum motivo aparente, para substituição de algum componente que ele nem imaginava que pudesse custar tanto... Se não sabia devia ter se informado melhor antes de comprar.
Um sinal claro de velhice é não querer mais acompanhar, se adaptar, aprender a utilizar as novas tecnologias.
Claro que tem empresas que fazem melhor uso das possibilidades que a tecnologia apresenta, outras nem tanto, e aí é que se vê carros, motos, celulares/tablets, notebooks de marcas mais ou menos confiáveis.
Ps - Quem compra BMW nova tá coberto pela garantia de 3 anos. Quem compra BMW usada (fora da garantia) sabe que tá correndo o risco de ter que desembolsar uma grana violenta a qualquer momento, sem nenhum motivo aparente, para substituição de algum componente que ele nem imaginava que pudesse custar tanto... Se não sabia devia ter se informado melhor antes de comprar.
Re: Modernidades
x10000000000000000000000000.revit escreveu:Sou fascinado por tecnologia, pra mim, quanto mais melhor, seja em carros, motos ou qualquer aspecto da vida...
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- gui dantas
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Re: Modernidades
Nosso amigo Smoker também é um grande adepto da tecnologia. Imaginem que neste ano ele comprou um celular super moderno


Re: Modernidades
Vou ter que ficar calado. Beeemmmmm mais moderno que o meu. 
"Ruim é tanger gente, mas onde há força não se carece de jeito"
Re: Modernidades
Só para constar. Sou da turma da velharada também.
Luiz, se você achou absurdo essa do sensor, pergunta sobre o can-bus das novas BMW.
No mais...curtam seus pendrive gigante.
Luiz, se você achou absurdo essa do sensor, pergunta sobre o can-bus das novas BMW.
No mais...curtam seus pendrive gigante.
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Re: Modernidades
Até ter mecanicos decentes, sensores e peças com preços praticaveis e peças a pronta entrega, eu prefiro motos velhas, de preferencia 2 tempos.
Re: Modernidades
Ratão escreveu:Só para constar. Sou da turma da velharada também.
Luiz, se você achou absurdo essa do sensor, pergunta sobre o can-bus das novas BMW.
Pô, conta esta aí.
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Russo escreveu:Mas é isso ai... no motociclismo há espaço para todos, para os que gostam de tecnologia, pros que curtem velharia e até para os babacas caras que não conseguem perceber isso, eheheheh ...
Re: Modernidades
das novas bmw?Smoker escreveu:Pô, conta esta aí.Ratão escreveu:Só para constar. Sou da turma da velharada também.
Luiz, se você achou absurdo essa do sensor, pergunta sobre o can-bus das novas BMW.
há que anos que isso existe.
mas, já agora, explica aí...







