Para não ouvir , ou ler, tanta des informação...
Como vai ter um monte de gente INTELIGENTE que vai dizer que NEM LEU QUE O TEXTO É LONGO...e blalblabla... so acessem o gráfico abaixo de 2010, e em 2011 os valores para a PETROBRAS continuam os mesmos apesar do valor final ter subido o que subiu...
http://www.petrobras.com.br/pt/produtos ... phic-2.jpg
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Realidade de PREÇOS deve sempre ser verificada ATRAVÉS DE NÚMEROS, FATOS E DADOS. Acreditar em um "fato" pela quantidade de "opiniões" circulantes não é modo de FORMAR OPINIÃO, mas sim modo de DEFORMAR. Hitler e Goebbels eram bons nisso. Quero, então, com FATOS E DADOS DE FONTES CONFIÁVEIS, ajudar a FORMAR SUA OPINIÃO (lembrando que formar sua opinião é tarefa sua, não minha).
Para isso, é preciso DENUNCIAR AS DENÚNCIAS QUE ESTÃO CIRCULANDO NA INTERNET. Verifique, em dois minutos, por si mesmo, informações que lhe permitirão fazer seu próprio julgamento. Só a verdade constrói consciência de nação e de futuro: temos de abandonar esse hábito de repassar qualquer coisa sem verificar a fonte.
O Gráfico abaixo reflete preços médios de 2010, e permite que se visualize o quanto são falsas várias "informações" que andam circulando em quantidade incomum nas últimas semanas (recomendo que confiram este e outros dados importantes em
http://www.petrobras.com.br/pt/produtos ... de-precos/ ).
PRIMEIRA MENTIRA: A gasolina no Brasil é a mais cara do mundo. Pelo contrário. Vejam que o preço final no Brasil é um preço médio, comparado com as regiões do mundo exemplificativamente citadas.
SEGUNDA MENTIRA: A PETROBRAS É A CULPADA PELO PREÇO E PELOS AUMENTOS DE PREÇO. Vejam que a parcela da PETROBRAS no preço acima (média de 2010 de REALIZAÇÃO REFINARIA) é A MENOR DENTRE OS PRODUTORES EM TODOS OS PAÍSES CITADOS. Conclusão: se dependesse da PETROBRAS, a gasolina no Brasil seria uma das mais baratas do mundo (vejam a barra verde-claro no gráfico).
TERCEIRA MENTIRA: DEIXAR DE COMPRAR EM POSTOS PETROBRAS VAI FAZER SOBRAR A GASOLINA DA PETROBRAS. Gente, TODA A GASOLINA VENDIDA NO BRASIL FOI PRODUZIDA PELA PETROBRAS. Os postos das outras "marcas" são apenas revendedores. SHELL, ESSO, TEXACO, IPIRANGA, etc, abastecem suas bases diretamente nas refinarias da PETROBRAS. Logo, aquelas campanhas absurdas para "não comprar gasolina da PETROBRAS" APENA TRANSFEREM LUCRO DE REVENDA PARA AS MULTINACIONAIS. Quando, em alguns dias do ano, o consumo é maior do que o refino, quem faz a importação e garante o mercado SEM ALTERAR OS PREÇOS é a PETROBRAS,
PORQUE ESSAS MULTINACIONAIS NÃO COMPRAM SUA GASOLINA EM SEUS PAISES DE ORIGEM PARA REVENDER AQUI? Simples: Porque A PETROBRAS VENDE A GASOLINA MAIS BARATO DO QUE ELAS VENDEM LÁ (reveja o gráfico). LEI DA OFERTA E DA PROCURA: A PETROBRAS É MUITO MAIS COMPETITIVA.
Por fim PARA NÃO DEIXAR MARGEM A QUALQUER DÚVIDA, SAIBA QUE O PREÇO PETROBRAS NÃO É ALTERADO DESDE ABRIL DE 2009, QUANDO BAIXOU 4,5 %. TODAS AS VARIAÇÕES DE PREÇOS AO CONSUMIDOR NESTES DOIS ANOS NÃO TIVERAM QUALQUER INFLUÊNCIA DA PETROBRAS. Está em dúvida? Leia a nota à imprensa que transcrevo ao final e veja a matéria deste link:
http://fatosedados.blogspetrobras.com.b ... -verdades/
BUSQUE SEMPRE DADOS CONFIÁVEIS, FORME SUA OPINIÃO, NÃO PERMITA QUE OUTROS A DEFORMEM E NÃO REPASSE MENTIRAS NÃO VERIFICADAS, PARA NÃO DEFORMAR A VISÃO DE MUNDO DOS SEUS AMIGOS.
Nota à imprensa
7 de abril de 2011
Informações sobre mercado de gasolina e etanol
Aumento nos postos reflete o preço do etanol adicionado à gasolina
Diante de amplo noticiário relacionado com o mercado de gasolina e etanol, a Petrobras esclarece que a última alteração no preço da gasolina em suas refinarias foi uma redução de 4,5%, em 9/6/2009. Desde aquela data a empresa não aplicou qualquer reajuste no preço da gasolina "A" que vende para as distribuidoras, sem adição de etanol. Os recentes aumentos nos postos de abastecimento se referem ao aumento do preço do etanol anidro, que é adquirido e adicionado à gasolina pelas distribuidoras, no percentual de 25%.
Do preço que o consumidor paga nos postos, a parte da Petrobras (realização) representa cerca de 30%, ou seja, se o consumidor paga três reais pelo litro, a parte da Petrobras é de cerca de um real. Os impostos representam 41% do preço final. A parte das distribuidoras e dos revendedores (postos) é de 12% e o etanol anidro adicionado à gasolina corresponde a 18% do preço final do combustível.
Como pode ser constatado, a Petrobras vem, há 23 meses, mantendo o preço da gasolina em suas refinarias no mesmo valor, mesmo com os aumentos do barril de petróleo no mercado internacional, que já chegou a US$145, no segundo semestre de 2008, e hoje está em torno de US$120.
A Petrobras esclarece, ainda, que não tem qualquer influência em relação à volatilidade do preço do etanol que vem ocorrendo. Visando incentivar o aumento da produção nacional de etanol, a empresa vem ingressando no setor desde 2009, por meio de sua subsidiária Petrobras Biocombustível.
Sobre a gasolina "A", que é vendida por suas refinarias às distribuidoras, a política da Petrobras, ao longo dos últimos anos, tem como premissa não repassar para o consumidor a volatilidade dos preços internacionais do petróleo no curto prazo. A Companhia pratica ajustes quando o valor do produto no mercado internacional estaciona em determinado patamar.
Dessa forma, os preços se mantêm alinhados aos principais concorrentes mundiais no longo prazo e o consumidor brasileiro fica protegido da extrema volatilidade do mercado internacional de derivados, que reflete muitas vezes conflitos geopolíticos, fatores climáticos ou movimentos especulativos, além do balanço de oferta e demanda, com componentes sazonais que variam entre as diversas regiões produtoras.
Sobre notícias relacionadas com eventuais desabastecimentos de combustíveis a Petrobras esclarece que vem atendendo às solicitações das distribuidoras. Além de manter suas refinarias operando a plena carga para atender a demanda nacional de derivados, cujo crescimento foi de 10% em 2010 e ficou em 5% no primeiro trimestre de 2011, a Companhia tem mobilidade para importar gasolina e outros derivados em caso de necessidade ou para manter estoque de segurança, como ocorreu em 2010 e recentemente, com a importação de 1,5 milhão de barris, suficientes para atender a demanda nacional por dois a três dias.
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