MOTO GP - BRNO
Re: MOTO GP - BRNO
Eu assiti ao tape da corrida agora. De acordo com o Fausto Macieira, o Lorenzo está insatisfeito com a proposta da Yamaha de 3,5 milhões de euros pra próxima temporada (10% do que ganha o Rossi).
A Ducati estaria interessada em Lourenzo e oferecendo muito mais.
Sei lá, acho que o Lourenzo não tem força pra domar a Ducati. Ele já cai direto numa moto equilibrada...
Nas 250cc, o Bautista empinando a moto na comemoração fez uma merd@ indecente!!!! Olha o vídeo:
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A Ducati estaria interessada em Lourenzo e oferecendo muito mais.
Sei lá, acho que o Lourenzo não tem força pra domar a Ducati. Ele já cai direto numa moto equilibrada...
Nas 250cc, o Bautista empinando a moto na comemoração fez uma merd@ indecente!!!! Olha o vídeo:
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Re: MOTO GP - BRNO
Ele explicando a merda que fez:
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Re: MOTO GP - BRNO
Alguém consegue recuperar o Kalio indo mostrar um terreno pra o Melandri na última volta?
O que mais me chamou a atenção nessa imagem, é que em plena curva, com melandri na frente e kalio atrás, a ducati dá uma estilingada em plena curva pra frente, empurrando o melandri...
Já varri o "vocetube" e não achei isso...
T+
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Re: MOTO GP - BRNO
O Kallio usou a chamada "racing line" (traçado de corrida), fazendo a curva mais quadrada, para reacelerar antes e ter um ângulo de saída melhor (por isso a estilingada). Já o Melandri usou a "overtaking line" (traçado de ultrapassagem) iniciando a curva antes, porém com isso ele retarda o momento da aceleração e tem um traçado pior na saída da curva.NERO escreveu:Alguém consegue recuperar o Kalio indo mostrar um terreno pra o Melandri na última volta?
O que mais me chamou a atenção nessa imagem, é que em plena curva, com melandri na frente e kalio atrás, a ducati dá uma estilingada em plena curva pra frente, empurrando o melandri...
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Em geral, quem ultrapassa tem uma saída de curva pior, por isso, o sucesso da ultrapassagem está em se posicionar bloqueando o traçado que o outro usaria, a "racing line". Quando não se consegue isso, aí acontece o famoso "X", quando o ultrapassado consegue retomar sua posição saíndo melhor da curva. Mas pra dar o "X" tem que haver espaço pra isso, coisa que o Kallio não tinha.
Viajaire é preciso...
A curva é a distância mais divertida entre dois pontos
"Os problemas do mundo não podem ser resolvidos por céticos ou cínicos, cujos horizontes se limitam às realidades evidentes. Precisamos de pessoas capazes de imaginar o que nunca existiu." John F. Kennedy
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Re: MOTO GP - BRNO
Perfeita a explicação, MAD.MAD escreveu:O Kallio usou a chamada "racing line" (traçado de corrida), fazendo a curva mais quadrada, para reacelerar antes e ter um ângulo de saída melhor (por isso a estilingada). Já o Melandri usou a "overtaking line" (traçado de ultrapassagem) iniciando a curva antes, porém com isso ele retarda o momento da aceleração e tem um traçado pior na saída da curva.NERO escreveu:Alguém consegue recuperar o Kalio indo mostrar um terreno pra o Melandri na última volta?
O que mais me chamou a atenção nessa imagem, é que em plena curva, com melandri na frente e kalio atrás, a ducati dá uma estilingada em plena curva pra frente, empurrando o melandri...
Já varri o "vocetube" e não achei isso...
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Em geral, quem ultrapassa tem uma saída de curva pior, por isso, o sucesso da ultrapassagem está em se posicionar bloqueando o traçado que o outro usaria, a "racing line". Quando não se consegue isso, aí acontece o famoso "X", quando o ultrapassado consegue retomar sua posição saíndo melhor da curva. Mas pra dar o "X" tem que haver espaço pra isso, coisa que o Kallio não tinha.
OBS: Preciosimo = refinamento nas palavras e forma de se expressar para maior clareza e melhor entendimento.
Re: MOTO GP - BRNO
Sacanagem que fizeram com o lorenzo no site GP total (recomendo)...kkkk

O texto também vale a pena....traduz bastate do que tenho achado sobre ele. E depois de ler, acabo de me dar conta de uma coisa: Ano passado ele caiu muito. Esse ano ele caiu menos....mas continua caindo.
http://www.gptotal.com.br/
Do Site GP total:
Aos oito que já tinha, mais um, e são nove títulos mundiais. O mais fenomenal piloto da motovelocidade jamais surgido na crosta terrestre cravou uma vitória imperial na pista de nome com pronúncia estranha, mas cujos segredos o piloto já conhece desde tenras eras, tendo lá vencido seu primeiro GP Mundial, de 125, em 1996.
Rossi, pode se dizer, “fechou a fatura” em Brno, na República Checa. Não de fato, pois a matemática ainda permite devaneios de título a pilotos alheios aos fatos, meros delírios surreais. Vencendo essa batalha, Rossi ganhou a guerra, alargou a 50 grandes pontos a vantagem sobre o rival e colega de time, o espanhol Jorge Lorenzo que admitiu o óbvio: será difícil alcançar o italiano. Ah, é mesmo?
No sobe-e-desce tcheco Valentino fez com Jorge algo parecido com o que fez com Casey Stoner no sobe-e-desce norte-americano, o de Laguna Seca, EUA, em 2008. Naquele GP da temporada passada sua magistral pilotagem destroçou Stoner que, dali em diante, não foi mais o mesmo. Pisoteado, Stoner até que tentou reação mas a história você já sabe: Rossi foi campeão e o australiano começou a acusar estranhos males que o levaram a férias forçadas, algo tão esquisito quanto a queda de rendimento acusada pelo piloto da metade dos GPs para frente.
Neste 2009 “The Doctor”, o melhor intérprete da melhor moto, a Yamaha M1, encontrou a rivalidade em casa mesmo, via Lorenzo, que soube tocar a M1 quase como o oito vezes e quase nove campeão mundial. Quase.
Na ânsia de superar Rossi, Jorge Lorenzo foi muitas vezes ao chão este ano, felizmente, como em Brno, sem maiores conseqüências físicas. Os que compareceram às corridas dessa temporada em Brno, Donington, Jerez e Laguna Seca, viram Lorenzo se esfregando no asfalto, vitimado pela fogosidade típica de quem tem pressa, uma pressão que é característica de campeão mas que cobra caro a inexperiência que ainda entranha o fenomenal Jorge. OK, o espanhol acusa a suspensão dianteira de sua Yamaha de não dar-lhe o feeling necessário para atacar como gosta e sabe. Pode ser. Mas não há nenhuma dúvida sobre a Yamaha M1 ser o cavalo mais em forma do haras da MotoGP.
Pilotos de moto caem, alguns por imperícia. Lorenzo por excesso de talento. Virtuoses do guidão como ele e Rossi sempre buscam dar o máximo, e a queda não é fruto de erro como querem alguns.
Agora Jorge, sem a pressão da possibilidade de virar campeão do mundo, se acalmará e certamente será capaz de fazer corridas melhores – ou ao menos chegar em pé ao final delas. A questão “título mundial” é página virada, Valentino Rossi já é o dono de mais um laurel, e ponto final.
Para Jorge, coloca-se agora a questão da renovação do contrato. Ele tem uma oferta da Yamaha, onde se continuar terá a melhor moto e a pior grana, um quarto do que o companheiro de box Rossi (3,5 milhões de euros contra 14...). É a melhor opção técnica, claro, mas há tentações rondando o espanhol.
A Honda, que era a via de fuga preferencial de Lorenzo já disse que está bem, obrigado, com Daniel Pedrosa e Andrea Dovizioso, e isso pode ser verdade. Já a Ducati, tendo em vista os estranhos males que afligem o único homem na face da terra capaz de fazer as rossas de Bolonha andar na ponta, Casey Stoner, olhou em volta e viu Lorenzo. Mandou uma oferta de 7 milhões de euros bancados pela Marlboro. Aceitará o espanhol? Se assim o fizer correrá um grande risco de empatar sua carreira sobre uma moto-problema. Tipo amante argentina...
E enquanto rolam essas questões Valentino Rossi, o feinho, o lindo, il dottore, abraça seu nono mundial, o sétimo na principal categoria. Pobres homens esses que escolheram a carreira de pilotos de motos nesses tempos e tiveram de cruzar com esse indivíduo no grid. Ele jamais olha para trás, ele nunca se desconcentra, e não perde a oportunidade de mostrar que está ao menos um degrau acima de todos, e faz tempo.
Bom final de semana
Roberto Agresti

O texto também vale a pena....traduz bastate do que tenho achado sobre ele. E depois de ler, acabo de me dar conta de uma coisa: Ano passado ele caiu muito. Esse ano ele caiu menos....mas continua caindo.
http://www.gptotal.com.br/
Do Site GP total:
Aos oito que já tinha, mais um, e são nove títulos mundiais. O mais fenomenal piloto da motovelocidade jamais surgido na crosta terrestre cravou uma vitória imperial na pista de nome com pronúncia estranha, mas cujos segredos o piloto já conhece desde tenras eras, tendo lá vencido seu primeiro GP Mundial, de 125, em 1996.
Rossi, pode se dizer, “fechou a fatura” em Brno, na República Checa. Não de fato, pois a matemática ainda permite devaneios de título a pilotos alheios aos fatos, meros delírios surreais. Vencendo essa batalha, Rossi ganhou a guerra, alargou a 50 grandes pontos a vantagem sobre o rival e colega de time, o espanhol Jorge Lorenzo que admitiu o óbvio: será difícil alcançar o italiano. Ah, é mesmo?
No sobe-e-desce tcheco Valentino fez com Jorge algo parecido com o que fez com Casey Stoner no sobe-e-desce norte-americano, o de Laguna Seca, EUA, em 2008. Naquele GP da temporada passada sua magistral pilotagem destroçou Stoner que, dali em diante, não foi mais o mesmo. Pisoteado, Stoner até que tentou reação mas a história você já sabe: Rossi foi campeão e o australiano começou a acusar estranhos males que o levaram a férias forçadas, algo tão esquisito quanto a queda de rendimento acusada pelo piloto da metade dos GPs para frente.
Neste 2009 “The Doctor”, o melhor intérprete da melhor moto, a Yamaha M1, encontrou a rivalidade em casa mesmo, via Lorenzo, que soube tocar a M1 quase como o oito vezes e quase nove campeão mundial. Quase.
Na ânsia de superar Rossi, Jorge Lorenzo foi muitas vezes ao chão este ano, felizmente, como em Brno, sem maiores conseqüências físicas. Os que compareceram às corridas dessa temporada em Brno, Donington, Jerez e Laguna Seca, viram Lorenzo se esfregando no asfalto, vitimado pela fogosidade típica de quem tem pressa, uma pressão que é característica de campeão mas que cobra caro a inexperiência que ainda entranha o fenomenal Jorge. OK, o espanhol acusa a suspensão dianteira de sua Yamaha de não dar-lhe o feeling necessário para atacar como gosta e sabe. Pode ser. Mas não há nenhuma dúvida sobre a Yamaha M1 ser o cavalo mais em forma do haras da MotoGP.
Pilotos de moto caem, alguns por imperícia. Lorenzo por excesso de talento. Virtuoses do guidão como ele e Rossi sempre buscam dar o máximo, e a queda não é fruto de erro como querem alguns.
Agora Jorge, sem a pressão da possibilidade de virar campeão do mundo, se acalmará e certamente será capaz de fazer corridas melhores – ou ao menos chegar em pé ao final delas. A questão “título mundial” é página virada, Valentino Rossi já é o dono de mais um laurel, e ponto final.
Para Jorge, coloca-se agora a questão da renovação do contrato. Ele tem uma oferta da Yamaha, onde se continuar terá a melhor moto e a pior grana, um quarto do que o companheiro de box Rossi (3,5 milhões de euros contra 14...). É a melhor opção técnica, claro, mas há tentações rondando o espanhol.
A Honda, que era a via de fuga preferencial de Lorenzo já disse que está bem, obrigado, com Daniel Pedrosa e Andrea Dovizioso, e isso pode ser verdade. Já a Ducati, tendo em vista os estranhos males que afligem o único homem na face da terra capaz de fazer as rossas de Bolonha andar na ponta, Casey Stoner, olhou em volta e viu Lorenzo. Mandou uma oferta de 7 milhões de euros bancados pela Marlboro. Aceitará o espanhol? Se assim o fizer correrá um grande risco de empatar sua carreira sobre uma moto-problema. Tipo amante argentina...
E enquanto rolam essas questões Valentino Rossi, o feinho, o lindo, il dottore, abraça seu nono mundial, o sétimo na principal categoria. Pobres homens esses que escolheram a carreira de pilotos de motos nesses tempos e tiveram de cruzar com esse indivíduo no grid. Ele jamais olha para trás, ele nunca se desconcentra, e não perde a oportunidade de mostrar que está ao menos um degrau acima de todos, e faz tempo.
Bom final de semana
Roberto Agresti
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Re: MOTO GP - BRNO
E pra próxima temporada, o Bautista (das 250cc) assinou com a Suzuki, acaretando isso na Saída do Vermeulen da equipe:
Do site moto.com.br:
Chris Vermeulen, o único piloto a vencer uma corrida da MotoGP com a Suzuki GSV-R, vai deixar a equipe ao final da temporada 2009.
O australiano, campeão Mundial da Supersport e dez vezes vencedor de corridas do WSBK pela Honda, fez sua estréia na MotoGP na equipe Camel Honda, por duas corridas, em 2005. Vermeulen, então, se assegurou numa equipe em 2006, quando foi para a Suzuki e lá permanece até hoje.
O piloto de 27 anos conseguiu duas poles e um pódio durante o ano final da classe 990cc, e depois fez história para a Suzuki na quinta rodada da primeira temporada da 800cc, quando venceu na chuva, em Le Mans. A vitória foi a primeira da marca desde 2001, em Valência, quando Sete Gibernau ganhou com a 500cc dois tempos.
Vermeulen conseguiu dois pódios em 2008 e terminou o campeonato na oitava posição, comparado com um pódio e o décimo lugar para seu companheiro de equipe Loris Capirossi. Nenhum dos pilotos da Suzuki chegaram ao pódio na temporada 2009.
Depois do Grande Prêmio da República Checa foi anunciado que o piloto da 250cc, Alvaro Bautista, assinou um contrato de dois anos com a Suzuki. Capirossi insinuou que estava muito perto de fechar um novo contrato para 2010, portanto a partida de Vermeulen já era esperada.
“Vermeulen deixou a Suzuki definitivamente”, disse o empresário do piloto, Phil Baker. “Sentimos que uma mudança era necessária para que ele pudesse correr na frente, procurando vitórias, seja na MotoGP ou no WSBK”, completou.
A única certeza no futuro do piloto australiano é a saída da marca japonesa no final da temporada 2009.
Fonte:
Equipe MOTO.com.br
Do site moto.com.br:
Chris Vermeulen, o único piloto a vencer uma corrida da MotoGP com a Suzuki GSV-R, vai deixar a equipe ao final da temporada 2009.
O australiano, campeão Mundial da Supersport e dez vezes vencedor de corridas do WSBK pela Honda, fez sua estréia na MotoGP na equipe Camel Honda, por duas corridas, em 2005. Vermeulen, então, se assegurou numa equipe em 2006, quando foi para a Suzuki e lá permanece até hoje.
O piloto de 27 anos conseguiu duas poles e um pódio durante o ano final da classe 990cc, e depois fez história para a Suzuki na quinta rodada da primeira temporada da 800cc, quando venceu na chuva, em Le Mans. A vitória foi a primeira da marca desde 2001, em Valência, quando Sete Gibernau ganhou com a 500cc dois tempos.
Vermeulen conseguiu dois pódios em 2008 e terminou o campeonato na oitava posição, comparado com um pódio e o décimo lugar para seu companheiro de equipe Loris Capirossi. Nenhum dos pilotos da Suzuki chegaram ao pódio na temporada 2009.
Depois do Grande Prêmio da República Checa foi anunciado que o piloto da 250cc, Alvaro Bautista, assinou um contrato de dois anos com a Suzuki. Capirossi insinuou que estava muito perto de fechar um novo contrato para 2010, portanto a partida de Vermeulen já era esperada.
“Vermeulen deixou a Suzuki definitivamente”, disse o empresário do piloto, Phil Baker. “Sentimos que uma mudança era necessária para que ele pudesse correr na frente, procurando vitórias, seja na MotoGP ou no WSBK”, completou.
A única certeza no futuro do piloto australiano é a saída da marca japonesa no final da temporada 2009.
Fonte:
Equipe MOTO.com.br
Maurício Ricci - (XR200 e TDR180)
Que a MOTO seja sempre UM MEIO, jamais O FIM...
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Re: MOTO GP - BRNO
Saiu o vídeo free de Brno.
http://www.motogp.com/
E aqui, o vídeo da batida entre o Kallio e o Melandri.
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http://www.motogp.com/
E aqui, o vídeo da batida entre o Kallio e o Melandri.
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Re: MOTO GP - BRNO
Achei impressionante essa imagem (por que será que demorou tanto pra recuperar essa parte?).braniak escreveu:Saiu o vídeo free de Brno.
http://www.motogp.com/
E aqui, o vídeo da batida entre o Kallio e o Melandri.
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Na minha ignorancia, a ultrapassagem já estava consumada e não tinha como o que estava atrás alcançar , durante a curva o que estava na frente.
Porém , parece que apertaram o botão do turbo na moto do kallio e ela avaça com tudo pra frente...levando tudo por diante...
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Re: MOTO GP - BRNO
Para mim, o que aconteceu e que o Kallio estava baixo muita pressao para ter bom resultados com a Ducati oficial, para assim ele poder segurar um posto no time oficial algum dia (Ou talvez num dos outros grandes times). Ele nao queria deixar o cara que fracasou o ano pasado na mesma moto que ele estava pilotando chegar na frente dele.
E corrida, essas coisas acontecem. Nao foi etico, nem o ideal, mais assim acontece cuando voce joga pessoas cheias de adrenalina num foguete de +200 HP.
Coitado do Melandri, ate fora do time uma Ducati segue fodendo suas corridas :(
E corrida, essas coisas acontecem. Nao foi etico, nem o ideal, mais assim acontece cuando voce joga pessoas cheias de adrenalina num foguete de +200 HP.
Coitado do Melandri, ate fora do time uma Ducati segue fodendo suas corridas :(
E melhor ser um corredor por 5 minutos, do que um espectador por toda uma vida.
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Nina escreveu: acho que deveria ser criado um outro FOL. os fãs do optimus leo.
Re: MOTO GP - BRNO
Concordo, Leo....mas foi um erro grosseiro que causou prejuízo ao Melandri e era passível de punição pela FIM. Estivessem disputando posições à frente teria atraído a atenção da arbitragem da FIM.Optimus Leo escreveu:Para mim, o que aconteceu e que o Kallio estava baixo muita pressao para ter bom resultados com a Ducati oficial, para assim ele poder segurar um posto no time oficial algum dia (Ou talvez num dos outros grandes times). Ele nao queria deixar o cara que fracasou o ano pasado na mesma moto que ele estava pilotando chegar na frente dele.
E corrida, essas coisas acontecem. Nao foi etico, nem o ideal, mais assim acontece cuando voce joga pessoas cheias de adrenalina num foguete de +200 HP.
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Re: MOTO GP - BRNO
Eu concordaria com uma punicao somente se os comisionados da FIM fossem ex-pilotos. So um piloto sabe o que pasa pela mente de outro piloto.
Eu nao gostaria de que o MotoGP termine como a F1, aonde os comisionados fazem umas punicoes injustas por incidentes tipicos de corrida, e os caras nem dirigem, porque tem chofer.
Eu nao gostaria de que o MotoGP termine como a F1, aonde os comisionados fazem umas punicoes injustas por incidentes tipicos de corrida, e os caras nem dirigem, porque tem chofer.
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Nina escreveu: acho que deveria ser criado um outro FOL. os fãs do optimus leo.
Re: MOTO GP - BRNO
Apesar de sua franca oposição aos comissários ( com alguma razão ), essa manobra foi tão grosseiramente errada que nada justifica a impunidade.
Um coisa é a disputa de posição "ombro a ombro" no estilo que marcou as famosas brigas entre Gibernau e Rossi e que é também situação muito comum no motocross, outra coisa é jogar literalmente sua moto sobre a do outro.
Um coisa é a disputa de posição "ombro a ombro" no estilo que marcou as famosas brigas entre Gibernau e Rossi e que é também situação muito comum no motocross, outra coisa é jogar literalmente sua moto sobre a do outro.
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Re: MOTO GP - BRNO
O pior foi ver o Kallio indo acima e reclamando para o Melandri! Como se tivesse sido culpa dele.
Realmente o accidente foi muito vistoso, o Kallio estava totalmente errado, ja o Melandri tinha feito uma ultrapassagem limpa, mais eu tambem penso "Ultima volta, ultima curva, tendo que mostrar tudo que eu puder mostrar para os chefoes da Ducati oficial...all or nothing". Pena que levou o Melandri.
Realmente o accidente foi muito vistoso, o Kallio estava totalmente errado, ja o Melandri tinha feito uma ultrapassagem limpa, mais eu tambem penso "Ultima volta, ultima curva, tendo que mostrar tudo que eu puder mostrar para os chefoes da Ducati oficial...all or nothing". Pena que levou o Melandri.
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Nina escreveu: acho que deveria ser criado um outro FOL. os fãs do optimus leo.
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Re: MOTO GP - BRNO
Pra mim aquilo não foi um lance normal de corrida, por bem menos que isso a organização já puniu outros pilotos. A manobra do Melandri foi legítima e limpa, e não havia espaço algum para o Kallio passar. O fato de ser na última volta não lhe tira a responsabilidade de manter a briga limpa. Outra coisa, o Kallio é reincidente nesse erro, já tinha derrubado o Aoyama em situação semelhante no ano passado em Misano. O fato de ele ter empurrado o Melandri deveria ser levado em conta também como motivo de punição, ainda mais que ele foi o culpado pela queda dos dois.Optimus Leo escreveu:E corrida, essas coisas acontecem. Nao foi etico, nem o ideal, mais assim acontece cuando voce joga pessoas cheias de adrenalina num foguete de +200 HP.
Leo, pelo que tenho visto a MotoGP pune muito raramente, talvez até menos do que deveria. Os pilotos já se expõe a riscos suficientes pela própria natureza das corridas e das disputas, então além desse risco inerente, para que expô-los ainda a acidentes absurdos como esse, totalmente evitáveis e desnecessários. O Melandri poderia ter se ferrado, ficou com a perna sob a moto e com a moto do Kallio por cima, deu muita sorte de ter saído sem ferimentos. Fiquei espantado com a calma dele depois do incidente.
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Re: MOTO GP - BRNO
Ainda mais com o causador do "acidente" vindo tirar satisfação.MAD escreveu:Fiquei espantado com a calma dele depois do incidente.
Uma pancada boa no casco alheio serviria de calmante...
Re: MOTO GP - BRNO
x 2MAD escreveu: Fiquei espantado com a calma dele depois do incidente.
Ainda mais considerando que o Melandri é italiano, a hora que o kalio deu a deixa indo pra cima dele tirar satisfação, em seu lugar, eu teria perdido o controle e a dignidade e dado um punhado de pontapés no fdp!
Teve muita cabeça fria naquela hora.
-
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Re: MOTO GP - BRNO
Barros vê Granado, Chiari e Lucas no Mundial
Embora o presente do Brasil no Mundial de Motovelocidade não seja nada satisfatório afinal, faz dois anos que o país está sem um representante na competição, o futuro parece reservar boas esperanças. Três, na opinião de Alexandre Barros.
Para o veterano competidor, que disputou 276 provas na principal categoria do motociclismo, Eric Granado, Antonio Chiari e Lucas Barros (seu filho) têm totais condições de representar, em breve, a nação no torneio. “Eles já estão bem encaminhados internacionalmente e acredito que vão sim chegar lá”, afirmou.
Vencedor de sete etapas na MotoGP, Barros admitiu estar bastante impressionado com o talento da trinca juvenil, especialmente em relação a Granado. “Ele é o mais técnico dos três, o mais veloz e o mais forte neste momento”, elogiou.
“O Toninho (Chiari) é o mais arrojado e tem totais condições de progredir. Já o Lucas, por enquanto, é o menos experiente. Começou há pouco tempo, mas está evoluindo constantemente”, prosseguiu o brasileiro.
Apesar de toda a experiência acumulada no exterior, Barros admite ser difícil transmitir conselhos para os pequenos. “O que posso dizer é que para conquistar os sonhos é preciso amadurecer muito, lutar pelo crescimento contínuo a cada volta, cada corrida completada”, finalizou.
Neste ano, as três promessas brasileiras disputam, na Espanha, o Campeonato Mediterrâneo de Motovelocidade, na categoria PréGP 125. O melhor desempenho após quatro corridas é de Granado, atual vice-líder do certame com quatro pontos a menos que o primeiro colocado da tabela, o espanhol Jorge Navarro.
Eric é também o único a correr no Cuna de Campeones Bancaja, onde lidera a classificação da PréGP 125 com 82 pontos, provenientes de duas vitórias, três poles, três voltas mais rápidas e um segundo lugar.
O próximo desafio dos brasileiros está agendado para o dia 20 de setembro, na penúltima etapa do Mediterrâneo, em Albacete
http://www.moto.com.br/motovelocidade/c ... 24592.html
Embora o presente do Brasil no Mundial de Motovelocidade não seja nada satisfatório afinal, faz dois anos que o país está sem um representante na competição, o futuro parece reservar boas esperanças. Três, na opinião de Alexandre Barros.
Para o veterano competidor, que disputou 276 provas na principal categoria do motociclismo, Eric Granado, Antonio Chiari e Lucas Barros (seu filho) têm totais condições de representar, em breve, a nação no torneio. “Eles já estão bem encaminhados internacionalmente e acredito que vão sim chegar lá”, afirmou.
Vencedor de sete etapas na MotoGP, Barros admitiu estar bastante impressionado com o talento da trinca juvenil, especialmente em relação a Granado. “Ele é o mais técnico dos três, o mais veloz e o mais forte neste momento”, elogiou.
“O Toninho (Chiari) é o mais arrojado e tem totais condições de progredir. Já o Lucas, por enquanto, é o menos experiente. Começou há pouco tempo, mas está evoluindo constantemente”, prosseguiu o brasileiro.
Apesar de toda a experiência acumulada no exterior, Barros admite ser difícil transmitir conselhos para os pequenos. “O que posso dizer é que para conquistar os sonhos é preciso amadurecer muito, lutar pelo crescimento contínuo a cada volta, cada corrida completada”, finalizou.
Neste ano, as três promessas brasileiras disputam, na Espanha, o Campeonato Mediterrâneo de Motovelocidade, na categoria PréGP 125. O melhor desempenho após quatro corridas é de Granado, atual vice-líder do certame com quatro pontos a menos que o primeiro colocado da tabela, o espanhol Jorge Navarro.
Eric é também o único a correr no Cuna de Campeones Bancaja, onde lidera a classificação da PréGP 125 com 82 pontos, provenientes de duas vitórias, três poles, três voltas mais rápidas e um segundo lugar.
O próximo desafio dos brasileiros está agendado para o dia 20 de setembro, na penúltima etapa do Mediterrâneo, em Albacete
http://www.moto.com.br/motovelocidade/c ... 24592.html
"Evitar o perigo não é, a longo prazo, tão seguro quanto se expor ao perigo. A vida é uma aventura ousada ou, então, não é nada." (Helen Keller)
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Re: MOTO GP - BRNO
Tomara que esses guris chegam no MotoGP algum dia, ou ate mesmo no WSBK. Brasil sempre manda carroceiros para todas as categorias do mundo, mais engracado que nunca tenha tido a mesma representacao nas 2 rodas.
E melhor ser um corredor por 5 minutos, do que um espectador por toda uma vida.
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Nina escreveu: acho que deveria ser criado um outro FOL. os fãs do optimus leo.
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Re: MOTO GP - BRNO
Optimus Leo escreveu:Tomara que esses guris chegam no MotoGP algum dia, ou ate mesmo no WSBK. Brasil sempre manda carroceiros para todas as categorias do mundo, mais engracado que nunca tenha tido a mesma representacao nas 2 rodas.

Viajaire é preciso...
A curva é a distância mais divertida entre dois pontos
"Os problemas do mundo não podem ser resolvidos por céticos ou cínicos, cujos horizontes se limitam às realidades evidentes. Precisamos de pessoas capazes de imaginar o que nunca existiu." John F. Kennedy
A curva é a distância mais divertida entre dois pontos
"Os problemas do mundo não podem ser resolvidos por céticos ou cínicos, cujos horizontes se limitam às realidades evidentes. Precisamos de pessoas capazes de imaginar o que nunca existiu." John F. Kennedy




