Royal Enfield - quero uma!
Re: Royal Enfield - quero uma!
Bacana os filminhos...
... aqui vão mais dois, pro pessoal entender o por que da comparação que fiz entre a Royal Enfield e a Savage... a "batida" dos Big Single de baixa rotação é muito gostosa.
... aqui vão mais dois, pro pessoal entender o por que da comparação que fiz entre a Royal Enfield e a Savage... a "batida" dos Big Single de baixa rotação é muito gostosa.
ROYAL ENFIELD 500
CILINDRADA - 499cc
POTÊNCIA - 27,2 cv a 5200 rpm
TORQUE - 4,21 mkgf a 4000 rpm
TANQUE DE COMBUSTÍVEL- 14,5L
PESO - 183 Kg
SUZUKI SAVAGE LS 650
CILINDRADA - 652cc
POTÊNCIA - 31 cv a 5400 rpm
TORQUE - 4,7 mkgf a 3400 rpm
TANQUE DE COMBUSTÍVEL- 10,5L
PESO - 160 Kg

Marcus DT escreveu: No final, muito antes da moto, é isso que fica: a camaradagem.
Re: Royal Enfield - quero uma!
A moto é linda, mas deve dar uma tremedeira....
Re: Royal Enfield - quero uma!
meu pai teve uma, ficou uns 10 anos com ela... comprou quando a BMW trouxe umas 10 pra vender em Curitiba...
a moto era noventa e pouco, não lembro, mas modelo 52... ou seja, era exatamente igual a Norton 500 da década de 50 que ele tinha...
feita na Índia, mas era inglesa de alma... descompressor pra fazer pegar, partida no pedal... tinha que pegar o jeito, acionava o descompressor e pedalava até o amperímetro marcar negativo (faísca de vela), botava no tempo de compressão e pedalava...
pegava na primeira, se o cabra fosse bom e fizesse certinho... senão, era contra com direito a quase quebra de canela...
tinha coisas que nem moto nova tem, mas que já existiam na década de 50, como o pedalzinho em cima do pedal de marchas, que bastava vc encostar e a moto ia pro neutro, independente de que marcha estivesse... tinha também o lubrificador automático de corrente, uma tubulação que pegava a névoa do carter e jogava pra corrente... a Norton do velho tinha o mesmo sistema e ficou uns 20 anos com a mesma corrente...
a Royal Enfield dele era a Bullet 500... o símbolo era um canhão, pois era o que a Enfield fabricava na época da guerra.... a moto tinha torque de sobra, mas potencia faltava... andava em última marcha a 10 por hora, mas não passava de 120... tremia tudo nessa velocidade... viagem uma vez com ela pra Uniao da Vitoria (uns 180 ida e volta), foi bem, mas passava insegurança na estrada... é moto pra passear...
se eu achasse uma com bom preço eu me abraçava...
claro que dava um ou outro problema, como qualquer moto dá, inclusive BMW, KTM, as japonesas...
mas era moto pra quem gosta de moto, era um tesão...
vai uma foto véia aí, do tempo que eu tinha cabelo...

a moto era noventa e pouco, não lembro, mas modelo 52... ou seja, era exatamente igual a Norton 500 da década de 50 que ele tinha...
feita na Índia, mas era inglesa de alma... descompressor pra fazer pegar, partida no pedal... tinha que pegar o jeito, acionava o descompressor e pedalava até o amperímetro marcar negativo (faísca de vela), botava no tempo de compressão e pedalava...
pegava na primeira, se o cabra fosse bom e fizesse certinho... senão, era contra com direito a quase quebra de canela...
tinha coisas que nem moto nova tem, mas que já existiam na década de 50, como o pedalzinho em cima do pedal de marchas, que bastava vc encostar e a moto ia pro neutro, independente de que marcha estivesse... tinha também o lubrificador automático de corrente, uma tubulação que pegava a névoa do carter e jogava pra corrente... a Norton do velho tinha o mesmo sistema e ficou uns 20 anos com a mesma corrente...
a Royal Enfield dele era a Bullet 500... o símbolo era um canhão, pois era o que a Enfield fabricava na época da guerra.... a moto tinha torque de sobra, mas potencia faltava... andava em última marcha a 10 por hora, mas não passava de 120... tremia tudo nessa velocidade... viagem uma vez com ela pra Uniao da Vitoria (uns 180 ida e volta), foi bem, mas passava insegurança na estrada... é moto pra passear...
se eu achasse uma com bom preço eu me abraçava...
claro que dava um ou outro problema, como qualquer moto dá, inclusive BMW, KTM, as japonesas...
mas era moto pra quem gosta de moto, era um tesão...
vai uma foto véia aí, do tempo que eu tinha cabelo...

Andrei
R1200GORDA
R1200GORDA
Re: Royal Enfield - quero uma!
Eheheheh... ontem mesmo eu estava vendo o filminho que mostra como se dá a partida na Royal Enfield. É bem como você descreveu.Andrei escreveu:meu pai teve uma, ficou uns 10 anos com ela...
feita na Índia, mas era inglesa de alma... descompressor pra fazer pegar, partida no pedal... tinha que pegar o jeito, acionava o descompressor e pedalava até o amperímetro marcar negativo (faísca de vela), botava no tempo de compressão e pedalava...
pegava na primeira, se o cabra fosse bom e fizesse certinho... senão, era contra com direito a quase quebra de canela...
PS. As mais novas já tem partida elétrica.
A Savage 650 também é assim... o que muda é o designin... a Royal Enfield é uma clássica inglesa e a Savage é uma bobber.Andrei escreveu:
... a moto tinha torque de sobra, mas potencia faltava... andava em última marcha a 10 por hora, mas não passava de 120... tremia tudo nessa velocidade... viagem uma vez com ela pra Uniao da Vitoria (uns 180 ida e volta), foi bem, mas passava insegurança na estrada... é moto pra passear...
se eu achasse uma com bom preço eu me abraçava...
mas era moto pra quem gosta de moto, era um tesão...
Nunca andei numa Royal Enfield, mas acredito, pelo que conheço da Savage e pelas similaridades dos motores, que a "pegada" de ambas deva ser muito semelhante.

Marcus DT escreveu: No final, muito antes da moto, é isso que fica: a camaradagem.