Qual andava mais: MotoGP 2T ou 4T???
- marcelofreitas
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Re: [DÚVIDA] Qual anda(va) mais: MotoGP 2T ou 4T???
Marcus DT escreveu:O legal é que só fala mal de 2T quem nunca teve uma, ehehe! O único que dá suas alfinetadas nas 2T e conhece é o Gelous - mas suas críticas fazem sentido (até porque no off road a coisa é BEM diferente).
Em 2007-2008, quando morei 4 meses fora, pude conhece o marido da minha chefe, que foi piloto de motocross nos anos 80, nos EUA. O cara já estava beirando os 40 e tinha uma YZ 250 2T "do ano" (2007). Chegamos numa pistinha em Aztec (interiorzaço do Colorado), só tinha 4T, sem exceção. O cara é estilo aqueles dinossauros do motocross, anda com equipamento "antigo", etc. Perguntei pq ele ainda andava de 2T e ele dizia que era onde ele tinha "aprendido", mas confessou que até estava pensando em pegar uma 4T. Depois de uns 20~30 minutos de treino - e ter dado pau em todos que estavam na pista - a galera veio falar com ele, muitos eram amigos dele e sabiam de seu passado. Nisso um mlk de uns 17 anos, que estava com uma YZF450 daquelas brancas (0km, linda), pergunta se o "véio" não queria dar um rolé na 4T "do ano". Ele pegou a motoca, deu uma ou duas voltas pra "acostumar" e como se a moto fosse dele, zerou a pista com uma moto que nunca tinha andado na vida. Quando parou, tudo mundo bolado, ele solta "Porra, no dia que eu ficar velho vou comprar uma dessas pra mim!!". Ahaha, o mlkão dono na moto não sabia onde enfiar a cara! Eu pagava pra ver o contrário - o mlkão montar na YZ250 e zerar a pista... eu duvido!
Resumindo, 2T é velha, dá trabalho, toma pau de 4T com dobro de cilindrada e tudo mais. Só que uma coisa nenhuma 4T conseguiu fazer ainda: o prazer na tocada, MESMO SENDO MAIS LENTA. Isso é inegável, essa facilidade que as 4T dão na pilotagem geram tempos mais baixos, porém tiram um bocado do prazer da tocada. A falta de baixa, a necessidade de andar sempre em giro alto, a dificuldade de andar forte são coisas que tornam uma 2T única - e só gosta quem sabe andar. Quem só andou em voltinha de quarteirão e foi criado em cima de 4T, NUNCA vai gostar - pode falar mal, dizer que dá pau, etc..... mas NUNCA fale que 2T não presta. Tem nego comparando moto com projetos de 20 anos de diferença, no mínimo é obrigação da mais nova dar pau!!
Comecei a andar de 2T (DT180/200) e a primeira moto 4T mais forte que as minhas 2T que pilotei foi uma GS500. Me lembro como se fosse ontem, montei na GS, fiquei boladão com o peso e imaginei que a moto fosse um foguete, tava até com medo de acelerar. Sinal abriu, acelerei tudo que a moto dava, cheguei nos 180 km/h (até então nunca tinha passado dos 140 km/h), parei, devolvi a moto pro dono e falei "obrigado". E pensei "pqp, sinto mais tesão num 0 a 100 na minha DT que um 0 a 200 na GS...". Quando o assunto é tesão, não interessa quem chega primeiro, mas sim quem se diverte mais!! Até porque se a intenção fosse tranquilidade na tocada, segurança, etc. eu andaria de carro, porra. Troquei minha DT200R por uma XT600 simplesmente porque precisava de uma moto para viajar com mais conforto. Mas qual vai deixar mais saudade, qual dava mais prazer, etc. não tem nem o que comparar.
2T é uma merda!!!! Toma pau de 4T, fede, quebra direto, tem que comprar óleo 2T, polui pra caralho... tô fora!!! Ahaha...
putz ja li esse texto varias veses e naum me canso! acho q sempre que leio, tenho o mesmo sentimento que ele teve qnd escreveu esse texto!
abraço enfumaço!
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Re: [DÚVIDA] Qual anda(va) mais: MotoGP 2T ou 4T???
Olá, lembrei que tinha umas revistas velhas digo antigas, referente ao assunto, então decidi postar, tirei fotos das páginas pois não tenho scanner.






Aqui as fotos das duas que tive, RD 1989 exportação no ano de 1994, e CBX 750 F 1988 no ano de 1996.
Dentre as duas, a moto que mais gostei foi a RD, foi também a que mais me incomodou, trvamento do ypvs, fundiu um cilindro por excesso meu e quebra do suporte da carenagem. A CBX é um motão, mas como sempre falei, numa tocada daqui de São José dos Pinhais para o litoral, eu de RD, eu de CBX, eu de RD chego na frente.


Para mim foram boms tempos.
Valeu, abraços.






Aqui as fotos das duas que tive, RD 1989 exportação no ano de 1994, e CBX 750 F 1988 no ano de 1996.
Dentre as duas, a moto que mais gostei foi a RD, foi também a que mais me incomodou, trvamento do ypvs, fundiu um cilindro por excesso meu e quebra do suporte da carenagem. A CBX é um motão, mas como sempre falei, numa tocada daqui de São José dos Pinhais para o litoral, eu de RD, eu de CBX, eu de RD chego na frente.


Para mim foram boms tempos.
Valeu, abraços.
- marcelofreitas
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Re: [DÚVIDA] Qual anda(va) mais: MotoGP 2T ou 4T???
Os 2T contra-atacam
A KTM anunciou venda recorde em 2008 de 25.000 motos 2 tempos (2T) e diz que não enxerga o fim dos 2T de alto desempenho.
A empresa australiana Orbital está testando um motor de 2 cilindros paralelos, de 1 litro, 200 hp, totalmente compatível com a
legislação de emissão de poluentes que é mais leve e mais eficiente, em termos de consumo de combustível, do que qualquer
rival de 4T. A Aprilia, que está atrás de um motor acessível de média cilindrada e bom desempenho, diz que poderia facilmente
vir com uma versão da RS250 compatível com a Euro-3 e já, por duas vezes, esteve perto de apresentar tal moto. Os departamentos
de P&D na Europa, Ásia e América do Norte estão chegando à mesma conclusão: tudo o que se sabe sobe 2T está errado, e a vingança
deles frente aos 4T é iminente.
“A complexidade de um 4T de alto desempenho é assustadora” diz Steven Ahern da empresa australiana Orbital de P&D em engenharia,
dona das patentes chaves de injeção direta. “Para se obter potência de um 4T é preciso ir pra altos rpm, materiais especiais e você tem que
sacrificar o torque nas médias e baixas rotações. O consumidor é quem paga a conta, que está se tornando proibitiva, e está recebendo
motores com as mesmas características ruins pelas quais os 2T foram crucificados no passado.”
A Orbital acredita que o 2T é o único motor que dará aos fabricantes a margem de potência que os clientes demandarão e os especialistas
concordam que nenhum dos vícios do 2T é aplicável. É só uma questão de tempo até a verdade aparecer no meio dessa onda de 4T, diz
Denver Lawson, consultor de P&D da gigante chinesa Jialing Motorcycle Company, que está projetando uma nova gama de motores 2T
injetados: “O mundo quer eficiência. E queira você eficiência ou desempenho, o fato de um 4T desperdiçar dois dos seus tempos é uma
grande questão. Não se trata de convencer os motociclistas sobre as vantagens dos 2T tempos novamente, o mundo vai exigir de volta
esses dois tempos desperdiçados.”
A legislação antipoluição desferiu um golpe mortal nos 2T de alto desempenho nos anos 70 e 80, porém, algo mais do que aspectos técnicos
tem mantido a tampa no caixão, de acordo com Dave Blundell da Lotus Engineering: “Qualquer 2T pode ser limpo o bastante a ponto de
passar pelos padrões atuais de emissão de poluentes graças à injeção assistida a ar da Orbital. Apesar disto, os fabricantes têm investido
inimagináveis bilhões nos 4T e estão muito felizes com o fato de o preconceito das pessoas contra os 2T ‘sujos e de potência só lá no alto’
ainda existir.”
A tecnologia de injeção direta assistida a ar (AID) da Orbital separa ao óleo do combustível, mantendo-o longe do processo de combustão
e envolvendo o vapor de combustível em uma pluma de ar a qual permite uma combustão limpa no curto espaço de tempo que o 2T dispõe.
A injeção acontece após a janela de exaustão ser fechada, assim, nada é perdido e como a injeção de ar é muito eficiente em atomizar o
combustível, a pressão do injetor pode ser mais baixa o que significa que os injetores podem ser de baixo custo, bem mais baratos do que
os usados nos motores diesel dos carros, que trabalham em pressões até 10 vezes maiores. A ADI controlada por computador da Orbital baixa
o consumo de óleo em 80% e faz a curva de torque do 2T até ultrapassar a dos 4T. E também dramaticamente domina em consumo de combustível,
como lembra Mike Ambler, projetista líder do departamento de motores da Aprilia, quando a empresa testou secretamente a ADI na sua RS250:
“A RS equipada com ADI foi tão eficiente que os gases do escapamento estavam dentro dos limites de emissão na marcha-lenta normal da RS250”.
Imagem
Comparação dinamômetro 450 2T vs. 450 4T.
O 2T do futuro no dinamômetro
Os 2T do futuro terão capacidades comparáveis às dos 4T, permitindo um ajuste mais suave do que aquele que lhes deu a reputação de “só em alta”.
O resultado desbanca o 4T em potência, torque, flexibilidade e até em intervalos de manutenção, diz a Orbital, cujo motor experimental
(ainda subdesenvolvido) monocilíndrico 2T 450cc gerou as curvas acima, comparadas às de um rival 450cc de 4T. O motor ainda se revelou menor e
mais leve, de produção mais barata, menos beberrão e com emissões de gases idênticas.
A Orbital ganha royalties em cada motor produzido com a ADI e passou os anos 90 e início dos 2000 focando em produção em massa de máquinas
utilitárias de pequena capacidade e cortejando empresas automotivas. Mas, desde então, iniciou parcerias com fabricantes de motos de alto
desempenho e diz que isto gerará frutos agora. Grandes frutos: “Estamos testando um motor 1000cc com desempenho de até 200 hp e
118lb-ft (16.3 kgf.m) por litro, com desempenho em toda a banda de giros e completamente compatível em termos de emissão de gases”, diz Ahern.
Quem são estes parceiras a Orbital não diz, embora haja rumores bem fortes sobre uma EXC300, da KTM, equipada com ADI. O que eles dizem
é que: “Todos, exceto a Honda, pensam de forma relevante sobre os 2T”, segundo Ahern.
Não é de se surpreender, diz Harald Bartol, importante engenheiro 2T e diretor técnico das atividades de competição da KTM: “Quando olho
pros 2T só vejo vantagens – a potência, o peso, o custo e a complexidade. E a dinâmica ciclística das 250 2T é muito próxima das motos
800cc da MotoGP. Se eu estivesse projetando uma moto esportiva pras ruas, escolheria uma 500cc V4 2T. Não tenho dúvida alguma de que ela
seria superior às esportivas atuais e ainda possível de passar pela legislação de emissões existente.”
Pode até acontecer, já que o Bartol está cada vez mais desiludido com o massacre dos 4T de corrida: “Os motivos técnicos para as mudanças
não têm sentido. É tudo desculpa para um plano de negócios que vem da Honda.”
É uma desilusão que tem ecoado fora das corridas. Dave Blundell da Lotus: “Há muitos engenheiros na Honda que apóiam os 2T, e eles
fizeram um progresso enorme na área, mas dentro da firma é considerado deslealdade apoiar os 2T. A influência é tão grande que distorceu
a verdade sobre a engenharia.” A verdade que até a Honda sabe, segundo Mike Ambler da Aprilia: “É que os 2T podem ser no mínimo tão limpos
quanto e mais eficientes em consumo do que os 4T – os próprios testes deles com 2T equipados com ADI contra os melhores 4T deles provaram isto.”
Ahern da Orbital: “10 anos atrás, do ponto de vista de emissão de gases, 2T e 4T eram como água e vinho. O departamento de marketing
da Honda assimilou a idéia e ficou assim.”
Com óleo e combustível separados, injeção mapeada por computador e a mistura assistida pela injeção de ar, a nova linhagem dos 2T não
apresentará as ancestrais fumaça, alterações de regime e força só lá no alto. Nem se parecerão com os antigos em termos de comportamento.
A Orbital agora acredita em motores 2T de comportamento comparável aos 4T, girando em rotações menos frenéticas, oferecendo a melhor
combinação da força explosiva do 2T com a curva plana e forte de torque do 4T.
A combinação dá água na boca da Aprilia. Mike Ambler: “Em 2005-06 pensamos seriamente em uma 600cc 2T num chassis de RS250.
O protótipo teria em torno de 110-125hp a 8-9000rpm, e pesaria 145kg. Seria um foguete, mas no fim decidiu-se que teríamos mais
chance de comercializar a Mana do que uma RS600DI.” Perguntado se uma média cilindrada 2T preencheria o vazio na gama de esportivas
da Aprilia, o gerente de produto, Francesco Polimeni, responde: “Concordo plenamente. E as coisas parecem estar mudando nos últimos
12 meses, com clientes se preparando pra este tipo de moto. Estamos de olhos abertos pra agarrar qualquer oportunidade que apareça.”
fonte:
http://www.debatemotos.com/phpBB3/viewt ... =1&t=13620
A KTM anunciou venda recorde em 2008 de 25.000 motos 2 tempos (2T) e diz que não enxerga o fim dos 2T de alto desempenho.
A empresa australiana Orbital está testando um motor de 2 cilindros paralelos, de 1 litro, 200 hp, totalmente compatível com a
legislação de emissão de poluentes que é mais leve e mais eficiente, em termos de consumo de combustível, do que qualquer
rival de 4T. A Aprilia, que está atrás de um motor acessível de média cilindrada e bom desempenho, diz que poderia facilmente
vir com uma versão da RS250 compatível com a Euro-3 e já, por duas vezes, esteve perto de apresentar tal moto. Os departamentos
de P&D na Europa, Ásia e América do Norte estão chegando à mesma conclusão: tudo o que se sabe sobe 2T está errado, e a vingança
deles frente aos 4T é iminente.
“A complexidade de um 4T de alto desempenho é assustadora” diz Steven Ahern da empresa australiana Orbital de P&D em engenharia,
dona das patentes chaves de injeção direta. “Para se obter potência de um 4T é preciso ir pra altos rpm, materiais especiais e você tem que
sacrificar o torque nas médias e baixas rotações. O consumidor é quem paga a conta, que está se tornando proibitiva, e está recebendo
motores com as mesmas características ruins pelas quais os 2T foram crucificados no passado.”
A Orbital acredita que o 2T é o único motor que dará aos fabricantes a margem de potência que os clientes demandarão e os especialistas
concordam que nenhum dos vícios do 2T é aplicável. É só uma questão de tempo até a verdade aparecer no meio dessa onda de 4T, diz
Denver Lawson, consultor de P&D da gigante chinesa Jialing Motorcycle Company, que está projetando uma nova gama de motores 2T
injetados: “O mundo quer eficiência. E queira você eficiência ou desempenho, o fato de um 4T desperdiçar dois dos seus tempos é uma
grande questão. Não se trata de convencer os motociclistas sobre as vantagens dos 2T tempos novamente, o mundo vai exigir de volta
esses dois tempos desperdiçados.”
A legislação antipoluição desferiu um golpe mortal nos 2T de alto desempenho nos anos 70 e 80, porém, algo mais do que aspectos técnicos
tem mantido a tampa no caixão, de acordo com Dave Blundell da Lotus Engineering: “Qualquer 2T pode ser limpo o bastante a ponto de
passar pelos padrões atuais de emissão de poluentes graças à injeção assistida a ar da Orbital. Apesar disto, os fabricantes têm investido
inimagináveis bilhões nos 4T e estão muito felizes com o fato de o preconceito das pessoas contra os 2T ‘sujos e de potência só lá no alto’
ainda existir.”
A tecnologia de injeção direta assistida a ar (AID) da Orbital separa ao óleo do combustível, mantendo-o longe do processo de combustão
e envolvendo o vapor de combustível em uma pluma de ar a qual permite uma combustão limpa no curto espaço de tempo que o 2T dispõe.
A injeção acontece após a janela de exaustão ser fechada, assim, nada é perdido e como a injeção de ar é muito eficiente em atomizar o
combustível, a pressão do injetor pode ser mais baixa o que significa que os injetores podem ser de baixo custo, bem mais baratos do que
os usados nos motores diesel dos carros, que trabalham em pressões até 10 vezes maiores. A ADI controlada por computador da Orbital baixa
o consumo de óleo em 80% e faz a curva de torque do 2T até ultrapassar a dos 4T. E também dramaticamente domina em consumo de combustível,
como lembra Mike Ambler, projetista líder do departamento de motores da Aprilia, quando a empresa testou secretamente a ADI na sua RS250:
“A RS equipada com ADI foi tão eficiente que os gases do escapamento estavam dentro dos limites de emissão na marcha-lenta normal da RS250”.
Imagem
Comparação dinamômetro 450 2T vs. 450 4T.
O 2T do futuro no dinamômetro
Os 2T do futuro terão capacidades comparáveis às dos 4T, permitindo um ajuste mais suave do que aquele que lhes deu a reputação de “só em alta”.
O resultado desbanca o 4T em potência, torque, flexibilidade e até em intervalos de manutenção, diz a Orbital, cujo motor experimental
(ainda subdesenvolvido) monocilíndrico 2T 450cc gerou as curvas acima, comparadas às de um rival 450cc de 4T. O motor ainda se revelou menor e
mais leve, de produção mais barata, menos beberrão e com emissões de gases idênticas.
A Orbital ganha royalties em cada motor produzido com a ADI e passou os anos 90 e início dos 2000 focando em produção em massa de máquinas
utilitárias de pequena capacidade e cortejando empresas automotivas. Mas, desde então, iniciou parcerias com fabricantes de motos de alto
desempenho e diz que isto gerará frutos agora. Grandes frutos: “Estamos testando um motor 1000cc com desempenho de até 200 hp e
118lb-ft (16.3 kgf.m) por litro, com desempenho em toda a banda de giros e completamente compatível em termos de emissão de gases”, diz Ahern.
Quem são estes parceiras a Orbital não diz, embora haja rumores bem fortes sobre uma EXC300, da KTM, equipada com ADI. O que eles dizem
é que: “Todos, exceto a Honda, pensam de forma relevante sobre os 2T”, segundo Ahern.
Não é de se surpreender, diz Harald Bartol, importante engenheiro 2T e diretor técnico das atividades de competição da KTM: “Quando olho
pros 2T só vejo vantagens – a potência, o peso, o custo e a complexidade. E a dinâmica ciclística das 250 2T é muito próxima das motos
800cc da MotoGP. Se eu estivesse projetando uma moto esportiva pras ruas, escolheria uma 500cc V4 2T. Não tenho dúvida alguma de que ela
seria superior às esportivas atuais e ainda possível de passar pela legislação de emissões existente.”
Pode até acontecer, já que o Bartol está cada vez mais desiludido com o massacre dos 4T de corrida: “Os motivos técnicos para as mudanças
não têm sentido. É tudo desculpa para um plano de negócios que vem da Honda.”
É uma desilusão que tem ecoado fora das corridas. Dave Blundell da Lotus: “Há muitos engenheiros na Honda que apóiam os 2T, e eles
fizeram um progresso enorme na área, mas dentro da firma é considerado deslealdade apoiar os 2T. A influência é tão grande que distorceu
a verdade sobre a engenharia.” A verdade que até a Honda sabe, segundo Mike Ambler da Aprilia: “É que os 2T podem ser no mínimo tão limpos
quanto e mais eficientes em consumo do que os 4T – os próprios testes deles com 2T equipados com ADI contra os melhores 4T deles provaram isto.”
Ahern da Orbital: “10 anos atrás, do ponto de vista de emissão de gases, 2T e 4T eram como água e vinho. O departamento de marketing
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combinação da força explosiva do 2T com a curva plana e forte de torque do 4T.
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O protótipo teria em torno de 110-125hp a 8-9000rpm, e pesaria 145kg. Seria um foguete, mas no fim decidiu-se que teríamos mais
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- Eudy
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Re: [DÚVIDA] Qual anda(va) mais: MotoGP 2T ou 4T???
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Re: [DÚVIDA] Qual anda(va) mais: MotoGP 2T ou 4T???
Klein, muito maneira a matéria. Infelizmente não pude viver essa "época dourada" do motociclismo, mas imagino o prazer que devia ser ter uma moto dessas (RD/CBX) na época.
Marcelo, irado o texto. Tenho o sonho de tirar uma moto 2T zero alguma vez na vida (sem ser scooter, mini-moto, etc), tomara que seja possível um dia! O mais próximo disso foi minha DT200R 1998 que comprei com 4.800 km... se a próxima me der 1/4 do prazer já to feliz.
Abs,
Marcus DT
Marcelo, irado o texto. Tenho o sonho de tirar uma moto 2T zero alguma vez na vida (sem ser scooter, mini-moto, etc), tomara que seja possível um dia! O mais próximo disso foi minha DT200R 1998 que comprei com 4.800 km... se a próxima me der 1/4 do prazer já to feliz.
Abs,
Marcus DT
Re: [DÚVIDA] Qual anda(va) mais: MotoGP 2T ou 4T???
Gaucho escreveu:a 1ª CBX é 86 e a RD é 87luizgcs escreveu: Não sei até onde é verdade ou mito a 750 vir por causa da RD, fala-se muito
82 cvs X 55 cvs
na arrancada saiam juntas (pulava na frente quem pilotasse melhor).......mas depois de 140 a CBX sumia na frente
A primeira RD é 86 e não 87.
A CBX foi lançada primeiro sim, mas com pouca diferença de tempo.
- marcelofreitas
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Re: [DÚVIDA] Qual anda(va) mais: MotoGP 2T ou 4T???
videozinho das 500cc 2T
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Re: [DÚVIDA] Qual anda(va) mais: MotoGP 2T ou 4T???
Uma motinha 4T animadinha!
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Essa sobe só no acelerador! rsrsrs
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Essa sobe só no acelerador! rsrsrs
Re: [DÚVIDA] Qual anda(va) mais: MotoGP 2T ou 4T???
Em tempo: não to dizendo que anda mais que 2T, até porque já cansei! rsrsrs Só postei pra gente ir conhecendo umas motinhas legais, seja 2T ou 4T!
- Eudy
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Re: [DÚVIDA] Qual anda(va) mais: MotoGP 2T ou 4T???
Fala a verdade. Eu tenho uma DT180 e vc tá "jealous"
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-
Gaucho
Re: [DÚVIDA] Qual anda(va) mais: MotoGP 2T ou 4T???
pena q não fiz 1 vídeo desse de DRGelous escreveu:Uma motinha 4T animadinha!
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Essa sobe só no acelerador! rsrsrs
era igualzinha
- Eudy
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Re: [DÚVIDA] Qual anda(va) mais: MotoGP 2T ou 4T???
Qual DR? A 350, a 650 ou 400Z?
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- Eudy
- Motoqueiro
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Re: [DÚVIDA] Qual anda(va) mais: MotoGP 2T ou 4T???
Essa tb sobe só no acelerador:
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Re: [DÚVIDA] Qual anda(va) mais: MotoGP 2T ou 4T???
quer vender?Eudy escreveu:Fala a verdade. Eu tenho uma DT180 e vc tá "jealous"![]()
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Re: [DÚVIDA] Qual anda(va) mais: MotoGP 2T ou 4T???
Uma 2T pro pessoal curtir!
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- marcelofreitas
- Roda Presa
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Re: [DÚVIDA] Qual anda(va) mais: MotoGP 2T ou 4T???
heeeeeeeeeee

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Re: [DÚVIDA] Qual anda(va) mais: MotoGP 2T ou 4T???
Que delícia deve ser pilotar uma motinha dessas!Eudy escreveu:Essa tb sobe só no acelerador:
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Re: [DÚVIDA] Qual anda(va) mais: MotoGP 2T ou 4T???
Mais um:
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Re: [DÚVIDA] Qual anda(va) mais: MotoGP 2T ou 4T???
Umas abelhinhas...
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- marcelofreitas
- Roda Presa
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Re: [DÚVIDA] Qual anda(va) mais: MotoGP 2T ou 4T???
essa 2T espertinha! rsrsrs
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