Re: Tolerância Zero
Enviado: 30 Jun 2008, 13:51
toca o terror!!!!!!!!!

CADEIA NELEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEESSSSSSSSSSSS!!!!!!!!!!

CADEIA NELEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEESSSSSSSSSSSS!!!!!!!!!!

http://www.debatemotos.com/phpBB2/viewtopic.php?t=4143Felipe Ghost Rider escreveu:0,6.
Eu não bebo na balada, mas o limite zero é extremista. Fazendo a fiscalização com os 0,6 já estaria de bom tamanho.
Fiuuuuum
jecastro escreveu:Acontece que a bebida que mata não é a de 0,3, 0,4 ou 0,5mg.Smoker escreveu:E a liberdade do cidadão que quer passear com a família, sem se preocupar com o bebado, que a qualquer momento pode privar a sua família da vida, apenas para satisfazer seu prazer??? Ou do cara que tinha toda liberdade de comprar pão às 07h da matina e foi atropelado por um bebado que voltava da noitada???Toni escreveu:Acredito que o Estado tem que trabalhar para garantir a liberdade do cidadão e não para lutar CONTRA ela. O que mata no Brasil é a criminalidade, a desigualdade de distribuiçao de renda e a corrupção. Não é quem toma duas ou três, ou vinte, cervejas e dirige.
A bebida mata tanto quanto a criminalidade, a desigualdade e a corrupção.
Eu não disse que nao deva existir uma fiscalização contra o excesso de alcool e irresponsabilidade no volante. Muitas pessoas quando bebem alem da conta nao conseguem passar dos 20km/h. Outras bebem e se sentem o super-homem. Não dá para botar tudo no mesmo saco e estipular uma multa de mil reais e suspensão da carteira por um ano para qualquer um dos dois.decoh6 escreveu:Toni escreveu: O que mata no Brasil é a criminalidade, a desigualdade de distribuiçao de renda e a corrupção. Não é quem toma duas ou três, ou vinte, cervejas e dirige.![]()
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disse nada, 75.000 brasileiros morrem por ano devido a acidentes de trânsito, sendo que destes acidentes mais de 85% são devido ao consumo exagerado de álcool...acha pouco?
Russo escreveu:Ae Kamerads:
Nesse nosso país de "bugres", é oito ou oitenta.
...existe uma grande parcela, uma "bugrada" formada por milhões de brazukas que estão kagando-e-andando para isso. enchem a cara e saem por aí fazendo merda, destruindo patrimônio alheio e ceifando vidas. então tem mais é que proibir..
Para nós todos os otários pagarem e um pequeno grupo (policiais, politicos...) lucrar. Não se esqueça que quase todo o transporte de mercadorias do país é feito via malha rodoviária. Qualquer alteração no código de transito significa aumento em todas as mercadorias.Smoker escreveu:jecastro escreveu:Acontece que a bebida que mata não é a de 0,3, 0,4 ou 0,5mg.Smoker escreveu:E a liberdade do cidadão que quer passear com a família, sem se preocupar com o bebado, que a qualquer momento pode privar a sua família da vida, apenas para satisfazer seu prazer??? Ou do cara que tinha toda liberdade de comprar pão às 07h da matina e foi atropelado por um bebado que voltava da noitada???Toni escreveu:Acredito que o Estado tem que trabalhar para garantir a liberdade do cidadão e não para lutar CONTRA ela. O que mata no Brasil é a criminalidade, a desigualdade de distribuiçao de renda e a corrupção. Não é quem toma duas ou três, ou vinte, cervejas e dirige.
A bebida mata tanto quanto a criminalidade, a desigualdade e a corrupção.
Com certeza não, mas é a de 0,3, 0,4, ou 0,5 mg x2, x3, x4 ou mais que mata, e muito.
jecastro, tu pode parar de beber no 0,6, como era permitido antigamente. O problema são os que ultrapassam esses limites, e não são poucos. Feliz, ou infelizmente, a lei é para todos, não para um determinado grupo.
E outra, enquanto a consciência de que o "prazer individual" deve prevalecer sobre o "direito a vida", tem que ser tolerância zero mesmo.
É isso aí! Quase não pagamos nada de impostos mesmo...diablero escreveu:Eu faria mais além da tolerancia zero, aumentaria o imposto de bebida e cigarro de maneira que cada garrafa de cerveja não custe menos que 15 reais, (sendo 12 reais de imposto...), e investiria esse dinheiro na saúde, para dar conta dos milhões de doentes e acidentados causados por essas drogas.
Se você estiver certo, não haverá o pequeno grupo a lucrar. Eles lucram em cima do seu erro, e não do seu acerto.Toni escreveu:Para nós todos os otários pagarem e um pequeno grupo (policiais, politicos...) lucrar. Não se esqueça que quase todo o transporte de mercadorias do país é feito via malha rodoviária. Qualquer alteração no código de transito significa aumento em todas as mercadorias.Smoker escreveu:jecastro escreveu:Acontece que a bebida que mata não é a de 0,3, 0,4 ou 0,5mg.Smoker escreveu:E a liberdade do cidadão que quer passear com a família, sem se preocupar com o bebado, que a qualquer momento pode privar a sua família da vida, apenas para satisfazer seu prazer??? Ou do cara que tinha toda liberdade de comprar pão às 07h da matina e foi atropelado por um bebado que voltava da noitada???Toni escreveu:Acredito que o Estado tem que trabalhar para garantir a liberdade do cidadão e não para lutar CONTRA ela. O que mata no Brasil é a criminalidade, a desigualdade de distribuiçao de renda e a corrupção. Não é quem toma duas ou três, ou vinte, cervejas e dirige.
A bebida mata tanto quanto a criminalidade, a desigualdade e a corrupção.
Com certeza não, mas é a de 0,3, 0,4, ou 0,5 mg x2, x3, x4 ou mais que mata, e muito.
jecastro, tu pode parar de beber no 0,6, como era permitido antigamente. O problema são os que ultrapassam esses limites, e não são poucos. Feliz, ou infelizmente, a lei é para todos, não para um determinado grupo.
E outra, enquanto a consciência de que o "prazer individual" deve prevalecer sobre o "direito a vida", tem que ser tolerância zero mesmo.
O mais hilario foi o investimento na saude.... hheheheheheToni escreveu:É isso aí! Quase não pagamos nada de impostos mesmo...diablero escreveu:Eu faria mais além da tolerancia zero, aumentaria o imposto de bebida e cigarro de maneira que cada garrafa de cerveja não custe menos que 15 reais, (sendo 12 reais de imposto...), e investiria esse dinheiro na saúde, para dar conta dos milhões de doentes e acidentados causados por essas drogas.
Eu ia dizer isso, mas, na contrapartida poderiam retirar na mesma proporção os impostos dos alimentos que compoem a cesta basica e quisá dos combustiveis, visto que se na colombia o litro custa 0,08 centavos de patacas...diablero escreveu:Eu faria mais além da tolerancia zero, aumentaria o imposto de bebida e cigarro de maneira que cada garrafa de cerveja não custe menos que 15 reais, (sendo 12 reais de imposto...), e investiria esse dinheiro na saúde, para dar conta dos milhões de doentes e acidentados causados por essas drogas.
Quantos caminhoneiros serão eventualmente prejudicados por essa lei? Esse preju vai ser repassado no valor do frete, na mesma lógica do diesel e do pedágio, já que a maioria dos caminhoneiros são autonomos.Smoker escreveu:Se você estiver certo, não haverá o pequeno grupo a lucrar. Eles lucram em cima do seu erro, e não do seu acerto.Toni escreveu:Para nós todos os otários pagarem e um pequeno grupo (policiais, politicos...) lucrar. Não se esqueça que quase todo o transporte de mercadorias do país é feito via malha rodoviária. Qualquer alteração no código de transito significa aumento em todas as mercadorias.Smoker escreveu:jecastro escreveu:Acontece que a bebida que mata não é a de 0,3, 0,4 ou 0,5mg.Smoker escreveu: E a liberdade do cidadão que quer passear com a família, sem se preocupar com o bebado, que a qualquer momento pode privar a sua família da vida, apenas para satisfazer seu prazer??? Ou do cara que tinha toda liberdade de comprar pão às 07h da matina e foi atropelado por um bebado que voltava da noitada???
A bebida mata tanto quanto a criminalidade, a desigualdade e a corrupção.
Com certeza não, mas é a de 0,3, 0,4, ou 0,5 mg x2, x3, x4 ou mais que mata, e muito.
jecastro, tu pode parar de beber no 0,6, como era permitido antigamente. O problema são os que ultrapassam esses limites, e não são poucos. Feliz, ou infelizmente, a lei é para todos, não para um determinado grupo.
E outra, enquanto a consciência de que o "prazer individual" deve prevalecer sobre o "direito a vida", tem que ser tolerância zero mesmo.
Não vi nexo entre a alteração no Código de Trânsito, no caso a intolerância á bebida, com o significativo aumento no preço das mercadorias.
Se o pedágio aumentar, por exemplo, tudo bem, mas proibir a bebida???? Desenha aí