Re: Harley-Davidson processa Grupo Izzo
Enviado: 01 Jul 2010, 17:18
Não sei porque o nome revisão de 1.000 se o maximo que os caras fazem é trocar oleo e o filtro, deviam mudar o nome para PRIMEIRA TROCA DE OLEO.
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Pode chegar ao fim nesta semana a disputa entre a fabricante de motos americana Harley Davidson e a sua única rede de concessionárias no Brasil, a HDSP Comércio de Veículos, pertencente ao Grupo Izzo, de São Paulo. A queda-de-braço gira em torno de R$ 3 milhões. As empresas devem chegar a um acordo fora dos tribunais.
A possibilidade foi aberta com a suspensão da sentença proferida em junho deste ano em favor da Harley Davidson. Agora, as ex-parcerias –que atuaram juntas por mais de 19 anos — devem buscar uma negociação até a próxima sexta-feira (24/9).
“O Grupo Izzo ajuizou uma ação no tribunal para suspender a eficácia da sentença até que o recurso de apelação deles seja decidido. Com isso, é possível um acordo ainda nesta semana”, afirmou Celso Xavier advogado do escritório Demarest & Almeida e porta-voz da Harley Davidson.
A fabricante havia conseguido na Justiça a suspensão dos contratos entre as partes, mas o Grupo Izzo recorreu da decisão.
A briga entre as duas começou no final do ano passado porque a fabricante alegou ter havido violação do acordo de exclusividade entre as partes, a associação da marca Harley Davidson à de concorrentes, além de um suposto mau atendimento a clientes. Além disso, a multinacional pretende agir diretamente no Brasil, sem representantes.
Em nota publicada no site da empresa, o Grupo Izzo, cujo contrato com a Harley Davidson se encerraria em 2015, disse que estava em busca de acordo, diferentemente da fabricante de motos.
“A gestão global da marca optou unilateralmente por uma ação judicial que funcionasse como um atalho para a rescisão do contrato”, afirmou o Grupo Izzo.
Fonte: http://colunistas.ig.com.br/leisenegoci ... re-acordo/Harley Davidson e Grupo Izzo criam mistério sobre acordo
Harley Davidson e Grupo Izzo tentam acordo fora dos tribunais
A guerra travada entre a fabricante de motos americana Harley Davidson e a sua única rede de concessionárias no Brasil, a HDSP Comércio de Veículos, pertencente ao Grupo Izzo, de São Paulo, ainda não acabou.
As empresas, que tentam acordo fora dos tribunais, estão prestes a bater o martelo, mas fazem mistério. Pudera, a queda-de-braço gira em torno de R$ 3 milhões e um acordo seria a melhor saída para evitar um desgaste da marca.
Leis e Negócios buscou as partes. A Harley Davidson, por meio de sua assessoria, disse que a questão continua sendo discutida e que “não tem novidades, por enquanto”. Já os advogados do Grupo Izzo, do escritório Lacaz Martins Halembeck Pereira Neto Gurevich & Schoueri, confirmaram a possibilidade de acordo, antecipada pela coluna na semana passada, mas disseram que nada foi fechado ainda.
Da discussão
A briga entre as duas começou no final do ano passado porque a fabricante alegou ter havido violação do acordo de exclusividade entre as partes, a associação da marca Harley Davidson à de concorrentes, e também de um suposto mau atendimento a clientes. Além disso, a multinacional pretende agir diretamente no Brasil, sem representantes.