Seu DIÁRIO NO M@D
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Robson
Re: Seu DIÁRIO NO M@D
Jota escreveu:Putz, vou chamar o Jonnes pra desenhar pra vc, Robs.
Sua chance de chegar aos 40 inteiro deve ser de aproximadamente 25%.
A chance de, entre os espermatozóides, justamente vc vir a ser o premiado com o óvulo e inferior a 0,00000000000001%.
Tem certeza que vc é da área de exatas?
Jota, não me substime.......
Justamente por eu ser da área de exatas eu gosto de ser mais objetivo.
E objetivamente falando, não dá para falar em probabilidade abstraindo sobre uma coisa que vc não é (ou era)....
O espermatozóide que me deu origem não era nada antes de se juntar ao óvulo.....
Como abstrair sobre o que vc era antes de vc existir ???
Se fosse o espermatozóide do lado que tivesse chegado antes, vc não existiria ??
Ou seria meio vc, já que vc foi gerado a partir de um espermatozóide E um óvulo ?
Afinal, qdo começa a vida pra vc ?
Vc pode se sentir priviligiado por algo que te aconteceu antes de vc ganhar vida ??????
Pra mim esse assunto é muito mais para uma discussão filosófica do que para uma discussão sobre números....
Bom, vc deve se sentir infinitamente feliz por ter não parado em alguma camisinha jogada em algum cesto de lixo.
Eu me sinto premiado por viver e continuar vivo, e somente por isso... 8)
Abraços
Abraços
Re: Seu DIÁRIO NO M@D
Putz!
É tão difícil para vcs ter um pouco mais de tolerância com um sujeito ateu,mas com medo do castigo divino, que bebe pra carvalho, tem vergonha de entrar na fila de transplante de fígado e ainda por cima está com uma colônia de bicho-do-pé a lhe tormar o que resta da carcaça?
Por onde anda a compaixão?
É tão difícil para vcs ter um pouco mais de tolerância com um sujeito ateu,mas com medo do castigo divino, que bebe pra carvalho, tem vergonha de entrar na fila de transplante de fígado e ainda por cima está com uma colônia de bicho-do-pé a lhe tormar o que resta da carcaça?
Por onde anda a compaixão?
"Ruim é tanger gente, mas onde há força não se carece de jeito"
Re: Seu DIÁRIO NO M@D
Euclides escreveu:Putz!
É tão difícil para vcs ter um pouco mais de tolerância com um sujeito ateu,mas com medo do castigo divino, que bebe pra carvalho, tem vergonha de entrar na fila de transplante de fígado e ainda por cima está com uma colônia de bicho-do-pé a lhe tormar o que resta da carcaça?
Por onde anda a compaixão?
Ateu com medo de castigo divino..................
"Aqui a criança chora e a mãe vira de costas"
B12S
B12S
Russo escreveu:Mas é isso ai... no motociclismo há espaço para todos, para os que gostam de tecnologia, pros que curtem velharia e até para os babacas caras que não conseguem perceber isso, eheheheh ...
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Robson
Re: Seu DIÁRIO NO M@D
Jota escreveu: Menina, só agora vi a foto do avatar, ficou muito massa.
E aquele papo de assédio moral ??
Aderiu ???
Pega a senha e vai pro fim da fila....
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Jota
Re: Seu DIÁRIO NO M@D
Putz, Robson, bem diferente, fiz um comentário tipicamente de BROTHER com a Nina, não percebeu?Robson escreveu:Jota escreveu: Menina, só agora vi a foto do avatar, ficou muito massa.
E aquele papo de assédio moral ??
Aderiu ???
Pega a senha e vai pro fim da fila....
Sobre a absoluta improbabilidade a que me referia, putz, Robson, vc estudou análise combinatória, em um longínquo período em que vc fazia segundo grau. Vc, Robson, só é o que é pq é a combinação única de um espermatozóide com um óvulo. Cada espermatozóide tem uma carga genética específica, única. Apenas aquele que lhe deu origem seria capaz de construir vc, Robson, e não um outro, um Robson', por exemplo. E havia trilhões de combinações possíveis, pq a cada dia de vida um homem produz mais de 1 milhão de espermatozóides. E cada um é único. Faça as contas pra ver quantas pessoas possíveis, em potencial, há em cada ser humano. Você (e cada um de todos os seres humanos existentes, que existiram e que existirão) é fruto dessa absurda improbabilidade. Isso não lhe parece assombroso? Pra mim isso é algo incrivelmente espetacular, fico fascinado com os mecanismos pelos quais a evolução caminha, e esse detalhe da reprodução sexuada é apenas um entre milhões de processos fantásticos. Muito me admira vc, um cabra da área de exatas, não ficar impressionado com algo tão peculiar em análise combinatória.
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Bira
Re: Seu DIÁRIO NO M@D
Poisé, Jota, tem coisas que só Deus explica...Jota escreveu:Putz, Robson, bem diferente, fiz um comentário tipicamente de BROTHER com a Nina, não percebeu?Robson escreveu:Jota escreveu: Menina, só agora vi a foto do avatar, ficou muito massa.
E aquele papo de assédio moral ??
Aderiu ???
Pega a senha e vai pro fim da fila....![]()
Sobre a absoluta improbabilidade a que me referia, putz, Robson, vc estudou análise combinatória, em um longínquo período em que vc fazia segundo grau. Vc, Robson, só é o que é pq é a combinação única de um espermatozóide com um óvulo. Cada espermatozóide tem uma carga genética específica, única. Apenas aquele que lhe deu origem seria capaz de construir vc, Robson, e não um outro, um Robson', por exemplo. E havia trilhões de combinações possíveis, pq a cada dia de vida um homem produz mais de 1 milhão de espermatozóides. E cada um é único. Faça as contas pra ver quantas pessoas possíveis, em potencial, há em cada ser humano. Você (e cada um de todos os seres humanos existentes, que existiram e que existirão) é fruto dessa absurda improbabilidade. Isso não lhe parece assombroso? Pra mim isso é algo incrivelmente espetacular, fico fascinado com os mecanismos pelos quais a evolução caminha, e esse detalhe da reprodução sexuada é apenas um entre milhões de processos fantásticos. Muito me admira vc, um cabra da área de exatas, não ficar impressionado com algo tão peculiar em análise combinatória.
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Jota
Re: Seu DIÁRIO NO M@D
Bacana é que quanto mais passa o tempo e a ciência avança mais podemos abrir mão dessas explicações místicas, desde o big bang, passando pelo inconsciente, a evolução, as leis universais da física, etc. Conhecer o mundo, sem dogmas, é algo fascinante.Bira escreveu:Poisé, Jota, tem coisas que só Deus explica...![]()
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Robson
Re: Seu DIÁRIO NO M@D
Jota escreveu:Muito me admira vc, um cabra da área de exatas, não ficar impressionado com algo tão peculiar em análise combinatória.
Não fico mesmo Jota...
Pq pra mim esse é um tipo de análise sem sentido, já que as inúmeras combinações nunca serão conhecidas, pq não tem como saber no que resultarão.
Abraços
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Jota
Re: Seu DIÁRIO NO M@D
Blz, Robson, realmente o que fascina um pode ser sem graça pra outro, claro.
O Dalton, por exemplo, o cara gosta de homem, vai entender.
Lembrei da sua frase, sugerindo conversar com um saco de cimento, vc é um cara concreto.
Abraço
Querido diário, hoje andei de moto com meu filho pela primeira vez. Foram só uns 500 metros, de segunda marcha, 40km/h, num lugar sem trânsito, da casa dele até a escola de futebol, ida e volta, mas estou convicto que foi inesquecível pro moleque. Ele ria sozinho um tempão, gostou pacarai! Fiquei muito feliz. Na volta, fiquei preocupado de tomar um torra da Soraya (mãe), mas ela aprovou.
O Dalton, por exemplo, o cara gosta de homem, vai entender.
Lembrei da sua frase, sugerindo conversar com um saco de cimento, vc é um cara concreto.
Abraço
Querido diário, hoje andei de moto com meu filho pela primeira vez. Foram só uns 500 metros, de segunda marcha, 40km/h, num lugar sem trânsito, da casa dele até a escola de futebol, ida e volta, mas estou convicto que foi inesquecível pro moleque. Ele ria sozinho um tempão, gostou pacarai! Fiquei muito feliz. Na volta, fiquei preocupado de tomar um torra da Soraya (mãe), mas ela aprovou.
Re: Seu DIÁRIO NO M@D
Querido diario,
O M@D ta ficando chique! Tem discussão no melhor estilo do Guia do Mochileiro das Galaxias...

O M@D ta ficando chique! Tem discussão no melhor estilo do Guia do Mochileiro das Galaxias...
Márcio
Re: Seu DIÁRIO NO M@D
Querido diário, boa tarde!
Por onde anda o pc?
Por onde anda o pc?
"Olhos abertos, o longe é perto, o que vale é o sonho..."
Re: Seu DIÁRIO NO M@D
pronto.....Wagner escreveu:Querido diário, boa tarde!
Por onde anda o pc?
"Ruim é tanger gente, mas onde há força não se carece de jeito"
Re: Seu DIÁRIO NO M@D
jota estudou matrizes, análise combinatória, fatoriais, fractais, analisou suas probabilidades e desistiu de entrar na fila.

De degrau em degrau, vamos descendo até o grunhido.Jota escreveu:pra quem está habituado a ver uma foto com uma frase de efeito, 3 parágrafos é um himalaia.
José Saramago
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Jota
Re: Seu DIÁRIO NO M@D
vc tb bebeu?Nina escreveu:jota estudou matrizes, análise combinatória, fatoriais, fractais, analisou suas probabilidades e desistiu de entrar na fila.
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achei que era só o euclides, que me mandou um mail estranho mais cedo.
peraí, vc bebeu, o euclides bebeu...
vcs estavam bebendo juntos?
Re: Seu DIÁRIO NO M@D
[align=center](putz, môclides, podia contar não?? carái, agora acho q jota tem um infarto.)[/align]
De degrau em degrau, vamos descendo até o grunhido.Jota escreveu:pra quem está habituado a ver uma foto com uma frase de efeito, 3 parágrafos é um himalaia.
José Saramago
Re: Seu DIÁRIO NO M@D
bom dia, diário.
ontem eu carreguei pedras como uma mula velha.
e hoje não será diferente.
ontem eu carreguei pedras como uma mula velha.
e hoje não será diferente.
De degrau em degrau, vamos descendo até o grunhido.Jota escreveu:pra quem está habituado a ver uma foto com uma frase de efeito, 3 parágrafos é um himalaia.
José Saramago
Re: Seu DIÁRIO NO M@D
Bom dia diário (bom nem tanto)
Sol de rachar na rua, vontade feladaputa de andar de moto, e pilhas de papel na minha frente. Mais uma vez com vontade de ver os sprinklers funcionando.
Sol de rachar na rua, vontade feladaputa de andar de moto, e pilhas de papel na minha frente. Mais uma vez com vontade de ver os sprinklers funcionando.
"Aqui a criança chora e a mãe vira de costas"
B12S
B12S
Russo escreveu:Mas é isso ai... no motociclismo há espaço para todos, para os que gostam de tecnologia, pros que curtem velharia e até para os babacas caras que não conseguem perceber isso, eheheheh ...
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Bira
Re: Seu DIÁRIO NO M@D
Bom dia diário,
sol de rachar na rua, nenhuma pilha de papel na minha frente, não preciso fazer slide pra apresentar a aula de amanhã (que será aula de exercício), só entro no emprego "oficial" às 12h30, e nenhuma vontade de andar de moto. Acho que vou voltar pra cama.
(só pra ser do contra...
)
sol de rachar na rua, nenhuma pilha de papel na minha frente, não preciso fazer slide pra apresentar a aula de amanhã (que será aula de exercício), só entro no emprego "oficial" às 12h30, e nenhuma vontade de andar de moto. Acho que vou voltar pra cama.
(só pra ser do contra...
Re: Seu DIÁRIO NO M@D
querido diário, não vou abrir mais um tópico só pra postar um texto leve mas interessante. e como as pessoas mais interessantes do fórum freqüentam ESTE tópico, resolvi postar aqui.
Onde estive enquanto vivia minha vida?
Dulce Critelli
Não existe forma mais clara de perceber a passagem do tempo do que encontrar pessoas que há muito não se via. Meninos que, agora, são pais e mães. Jovens pais e mães que, agora, são senhores e senhoras. Crianças, de quem a última memória é da chupeta na boca, falando dos seus trabalhos e dos seus projetos.
Um susto! Foi o que vivi no casamento da filha de uma prima, na semana passada. É claro que sei quantos anos tenho, marcados no meu registro de nascimento e na contabilidade dos calendários. Mas esse cálculo dos dias e dos anos está muito longe de qualquer experiência de tempo. Há um contraste, na verdade, entre a percepção do envelhecimento e o sentimento de vida jovem que me habita.
Estranho sempre que me chamam de senhora ou quando me vejo nos vídeos e nas fotografias. E estranho ainda mais quando os olhares sedutores que me alcançam vêm de alguém com mais de 50 anos.
Difícil, em circunstâncias como essas, não nos fazermos a pergunta angustiante sobre quanto tempo já vivemos e por quanto tempo ainda podemos durar. Porque o tempo a gente mede mesmo é com a própria vida. Existe tempo porque morremos e sabemos disso.
Alguns filósofos existenciais, como Heidegger, consideram a morte, essa companheira secreta da vida, nosso destino. "O homem é um ser para a morte", ele nos diz. Eu, no entanto, acredito que ela é apenas uma contingência, uma condição do nosso ser.
O espanto com o tempo já sido, já passado, deveria funcionar como um lembrete que nos tirasse da distração de que algum dia sairemos de cena. Deveria ser um estímulo para escolhermos como é melhor viver ou como emprestar à vida a nossa própria cara. Em outras palavras, como queremos gastar o tempo vivo, não que temos, mas que somos.
É o próprio Martin Heidegger quem afirma que o homem é um tempo que se esgota, que se emprega nisto ou naquilo, que se omite, que se retrai ou que se desperdiça.
Talvez, então, não seja só e, justamente, a passagem do tempo o que nos assombra, mas a possibilidade de termos empregado mal o tempo da nossa existência, que é única e irrepetível. O receio de termos gasto nosso tempo com o que pouco importava, com besteiras, com o que não era do nosso próprio interesse.
Esta é a maior inquietação em ver que o tempo passou: a percepção da inconsciência com que vivemos os acontecimentos da nossa vida e o medo de termos desperdiçado um tempo de ser, tão precioso.
Essa é, também, a razão de eu, muitas vezes, pensando no passado, perguntar-me: onde estive enquanto vivia a minha vida?
Dulce Critelli , terapeuta existencial e professora de filosofia da PUC-SP
Fonte: Caderno Equilíbrio, jornal Folha de São Paulo
Onde estive enquanto vivia minha vida?
Dulce Critelli
Não existe forma mais clara de perceber a passagem do tempo do que encontrar pessoas que há muito não se via. Meninos que, agora, são pais e mães. Jovens pais e mães que, agora, são senhores e senhoras. Crianças, de quem a última memória é da chupeta na boca, falando dos seus trabalhos e dos seus projetos.
Um susto! Foi o que vivi no casamento da filha de uma prima, na semana passada. É claro que sei quantos anos tenho, marcados no meu registro de nascimento e na contabilidade dos calendários. Mas esse cálculo dos dias e dos anos está muito longe de qualquer experiência de tempo. Há um contraste, na verdade, entre a percepção do envelhecimento e o sentimento de vida jovem que me habita.
Estranho sempre que me chamam de senhora ou quando me vejo nos vídeos e nas fotografias. E estranho ainda mais quando os olhares sedutores que me alcançam vêm de alguém com mais de 50 anos.
Difícil, em circunstâncias como essas, não nos fazermos a pergunta angustiante sobre quanto tempo já vivemos e por quanto tempo ainda podemos durar. Porque o tempo a gente mede mesmo é com a própria vida. Existe tempo porque morremos e sabemos disso.
Alguns filósofos existenciais, como Heidegger, consideram a morte, essa companheira secreta da vida, nosso destino. "O homem é um ser para a morte", ele nos diz. Eu, no entanto, acredito que ela é apenas uma contingência, uma condição do nosso ser.
O espanto com o tempo já sido, já passado, deveria funcionar como um lembrete que nos tirasse da distração de que algum dia sairemos de cena. Deveria ser um estímulo para escolhermos como é melhor viver ou como emprestar à vida a nossa própria cara. Em outras palavras, como queremos gastar o tempo vivo, não que temos, mas que somos.
É o próprio Martin Heidegger quem afirma que o homem é um tempo que se esgota, que se emprega nisto ou naquilo, que se omite, que se retrai ou que se desperdiça.
Talvez, então, não seja só e, justamente, a passagem do tempo o que nos assombra, mas a possibilidade de termos empregado mal o tempo da nossa existência, que é única e irrepetível. O receio de termos gasto nosso tempo com o que pouco importava, com besteiras, com o que não era do nosso próprio interesse.
Esta é a maior inquietação em ver que o tempo passou: a percepção da inconsciência com que vivemos os acontecimentos da nossa vida e o medo de termos desperdiçado um tempo de ser, tão precioso.
Essa é, também, a razão de eu, muitas vezes, pensando no passado, perguntar-me: onde estive enquanto vivia a minha vida?
Dulce Critelli , terapeuta existencial e professora de filosofia da PUC-SP
Fonte: Caderno Equilíbrio, jornal Folha de São Paulo
De degrau em degrau, vamos descendo até o grunhido.Jota escreveu:pra quem está habituado a ver uma foto com uma frase de efeito, 3 parágrafos é um himalaia.
José Saramago
Re: Seu DIÁRIO NO M@D
Bira escreveu:Bom dia diário,
sol de rachar na rua, nenhuma pilha de papel na minha frente, não preciso fazer slide pra apresentar a aula de amanhã (que será aula de exercício), só entro no emprego "oficial" às 12h30, e nenhuma vontade de andar de moto. Acho que vou voltar pra cama.
(só pra ser do contra...![]()
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Respondo, não respondo, respondo, não respondo, respondo....................
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B12S
Russo escreveu:Mas é isso ai... no motociclismo há espaço para todos, para os que gostam de tecnologia, pros que curtem velharia e até para os babacas caras que não conseguem perceber isso, eheheheh ...
