só prá quem gosta de harley... vambora andar de motoca...
Re: só prá quem gosta de harley... vambora andar de motoca...
Aquele cara que quis transformar a HD em motos premium só aumentando o preço... fácil não?
883 a 25mil, ainda lembro disso.
Tem mais, aumentar o preço é fácil mas ter que começar a dar desconto já não engana ninguém, esse tipo de retorno para quem estuda marketing, não deve ajudar em nada pra não dizer outras coisas.
É uma pena porque destruíram a imagem da marca como um produto quase popular, ou pelo menos menos proibitivo.
883 a 25mil, ainda lembro disso.
Tem mais, aumentar o preço é fácil mas ter que começar a dar desconto já não engana ninguém, esse tipo de retorno para quem estuda marketing, não deve ajudar em nada pra não dizer outras coisas.
É uma pena porque destruíram a imagem da marca como um produto quase popular, ou pelo menos menos proibitivo.
Re: só prá quem gosta de harley... vambora andar de motoca...
O mercado é bem "prostituto", tanto na ponta do vendedor quanto na ponta do consumidor.clovis escreveu: 26 Mar 2025, 08:44 ... É uma pena porque destruíram a imagem da marca como um produto quase popular, ou pelo menos menos proibitivo.
É só abaixar o preço e quem ficou sem comprar por causa do aumento volta a comprar rapidinho.

Marcus DT escreveu: No final, muito antes da moto, é isso que fica: a camaradagem.
- petrorroupe
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Re: só prá quem gosta de harley... vambora andar de motoca...
"Never compromise yourself. Not even in the face of Armageddon."




- petrorroupe
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Re: só prá quem gosta de harley... vambora andar de motoca...
"Never compromise yourself. Not even in the face of Armageddon."




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anderson666
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Re: só prá quem gosta de harley... vambora andar de motoca...
Prezados, bateria para Iron 1200, qual? Chegou a hora de substituir.
Re: só prá quem gosta de harley... vambora andar de motoca...
de 12v
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"The greatest trick the Devil ever pulled was convincing the world he didn't exist."
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Re: só prá quem gosta de harley... vambora andar de motoca...
Se for a mesma da Forty Eight pode ir de Route Ytx14l-bshd.
Cheguei ontem de madrugada da Gumps, que evento
!!!
Depois posto o relato.
Cheguei ontem de madrugada da Gumps, que evento
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- DINHOSMITH
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Re: só prá quem gosta de harley... vambora andar de motoca...
Depois de Yuasa , sempre usei motobatt....sem problemas.
Obs: a partida da 1200 é pesada , ficar atento ao CCA ....por isso sugiro a motobatt.
Obs: a partida da 1200 é pesada , ficar atento ao CCA ....por isso sugiro a motobatt.
Loyal to those loyal to me.
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anderson666
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Re: só prá quem gosta de harley... vambora andar de motoca...
A moto completou 1 ano comigo agora em abril. A bateria que está nela é de concessionária, pelo menos tá com um adesivo/selo Harley Davidson (12V 12Ah 225A EN ).
De todo jeito vou ter que pedir na net, aqui na roça não encontra nenhuma. Tenho achado Moura por 440,00, Route 360,00, Motobatt não cheguei a pesquisar.
De todo jeito vou ter que pedir na net, aqui na roça não encontra nenhuma. Tenho achado Moura por 440,00, Route 360,00, Motobatt não cheguei a pesquisar.
Re: só prá quem gosta de harley... vambora andar de motoca...
Tô na segunda Route já, só alegria. A partida da 1200 comparada com outras Harleys é até leve, bem de boa. Pelo CxB, durando 3 anos como tem durado, não troco.
Única ressalva que já ouvi é que as Route não gostam de ficar paradas. Se o uso da moto for largar semanas parada, melhor Motobatt.
Uso diário, Route na cabeça.
Única ressalva que já ouvi é que as Route não gostam de ficar paradas. Se o uso da moto for largar semanas parada, melhor Motobatt.
Uso diário, Route na cabeça.
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anderson666
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Re: só prá quem gosta de harley... vambora andar de motoca...
Ando pouco por dia, mas praticamente todo dia, talvez falha 1 dia na semana.Marcus DT escreveu: 23 Abr 2025, 11:31 Tô na segunda Route já, só alegria. A partida da 1200 comparada com outras Harleys é até leve, bem de boa. Pelo CxB, durando 3 anos como tem durado, não troco.
Única ressalva que já ouvi é que as Route não gostam de ficar paradas. Se o uso da moto for largar semanas parada, melhor Motobatt.
Uso diário, Route na cabeça.
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ClaudemilsonDebortoli
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Re: só prá quem gosta de harley... vambora andar de motoca...
Prefiro Motobatt
Re: só prá quem gosta de harley... vambora andar de motoca...
Eu usei Route na ex 883 e Motobatt na ex Softail e nenhuma delas deu problema.

Marcus DT escreveu: No final, muito antes da moto, é isso que fica: a camaradagem.
Re: só prá quem gosta de harley... vambora andar de motoca...
Gumps Drag Race 2025 - Dia 1 (treinos) - Sexta-feira (18ABR2025)

Acabo de voltar da Gumps desse ano, simplesmente sensacional, realizei mais um sonho. Foi minha primeira vez no “famoso” SPIDI (nos anos anteriores a prova foi no Race Valley e eu não competi), é a única pista do Brasil homologada pela NHRA, ou seja, é padrão gringo. Desde a estrutura do local, até a cronometragem, a cola da pista, a área de frenagem etc. tudo é coisa de cinema. A pista é privada, foi construída por um apaixonado por V8/Dragster (cujo “museu” fica na casa dele, digo na pista), simplesmente o sonho de qualquer ser humano gear head.


Dessa vez, como o feriado foi sexta e segunda, tive que trabalhar na quinta - e a competição começava na sexta cedo – não pude ir rodando com a bicicletinha (apelei para pick-up). Consegui sair algumas horas antes do trabalho, larguei às 14h de quinta e cheguei às 02h da manhã em Itatiba-SP. Fomos com uma turma enorme esse ano, fechamos uma casa que ficava a 1,5km da pista, então deu para tirar um cochilo de umas 4/5 horas antes de ir para a pista.
A emoção já começou no desembarque da moto da pick-up, como a Harley é baixa, a rampa das motos de trilha precisa de algum apoio elevado (se não, raspa embaixo). Sem achar um local elevado (e com pressa), a rampa desencaixou quando a moto prendeu embaixo... pqp, não fosse uns 3 caminhoneiros que estavam no CD que fica ao lado da pista a me ajudar, eu tinha sido esmagado pela moto... Faz parte, com emoção sempre.

Passado o susto inicial, consegui entrar e fui entender onde buscava adesivo para a moto, pulseira de piloto etc. mas como a categoria Sportster só andaria mais tarde (11:30), foi bem de boa, deu tempo de acalmar o coração (não tem inspeção da moto). Feito aquele ritual de verificar calibragem, tampar a placa, checar óleo, esquentar motor, testar ali o básico, estava tudo 100%... daí, fui ajudar meu amigo da Dyna que iria andar primeiro (terceiro ano consecutivo que acompanho ele na pista). Dessa vez, como iria competir, perdi boa parte das outras categorias da manhã (não consegui ver a Silver Bullet passando no nitro metano) pois estava ajudando meu amigo e/ou mexendo na minha moto.
Na sexta-feira dos treinos o número de puxadas é liberado (tantas quantas derem tempo – 1h manhã/1h tarde), dá para fazer vários testes (no sábado de corrida, como são apenas 3 de manhã e 3 de tarde se não chover, não dá para testar). Escolher a melhor pista, qual a calibragem ideal, até quanto esticar as marchas, se familiarizar com o pinheirinho etc. Aqui cabe um adendo, a pista é tão profissional que realmente não notei diferença entre os lados (apenas após a passagem do dragster, aí realmente prejudicou a cola do lado da passada).
Pista aberta para as Dynas, lá fomos nós para a pista. A Dyna do brother já passou por diversas preparações, sendo a atual: motor 103, com cabeçotes de 103 preparados, comando Feuling de média/alta e embreagem de competição. Nunca acompanhei a passagem dela no dino, mas a julgar pelas puxadas com as VRod originais e o que ele disse são em torno de 125 cv. Se considerar o motor 103, é um número digamos “otimista”, pois geralmente é 1 pra 1 (1pol = 1cv). Ele começou puxando 8.2/8.3 e fechou o treino na casa dos 8.1 de pista. Essa moto já havia rodado na casa dos 7.8 em outra pista, o que me fez crer que a pista estava “pesada”, “lenta” (pode ter a ver com a altitude de 1000m, a cola que nessa pista é nela toda e não apenas na largada, etc).

As preparadas de verdade (sobrealimentadas, maioria nitro) estavam girando na casa dos 7.3/7.6. A moto mais aguardada da categoria era a Dyna 124 + nitro da Pavilhão, mas parece que apenas em uma única puxada deu 7.1... depois, não vi nada que assustasse. O “mundo real” é ingrato, essa moto no dinamômetro apresentou números absurdos, a expectativa era de 6 alto, mas não foi dessa vez (pelo menos nos treinos).
Esse momento acompanhando meu amigo na pista é importante para mim, pois serve para me acalmar, abaixar a ansiedade e quando chega a hora já estou “no clima”. Dessa vez o negócio era tão chique que, além do piloto conseguir ver o cronometro no final da reta durante a puxada (na Race Valley e no Speedway você não enxerga o cronometro no final da pista quando tá correndo), você já recebe instantaneamente no whatsapp os tempos da puxada (dá para conferir a reação, etc). E chegou a nossa hora, bora lá...
A primeira puxada a gente sempre diz que vai aliviar, mas na prática não existe isso, quando a moto que vai largar na tua frente começa a dar aqueles tiros sinistros do two-step e o borrachão começa a subir fumaça, tu só pensa em acelerar tuduquidá e ir o mais forte possível. O nervosismo é natural, mas como não era a minha primeira vez mais na pista, o básicão meio que você não esquece: pré-stage, segunda amarela “cedo” acendeu e “só” largar quando o segundo amarelo apagar e rezar para não queimar...


Comecei as puxadas de “aquecimento” (pista+reação):
1 – 8.346 (reação triplo 0)
2 – 8.242 (reação triplo 0) – tempo de pista 8.144
3 – 8.555 (reação horrorosa: 00,3)
4 – 8,436 (reação horrorosa: 00,2)
5 – 8,379 (reação 0,01)
Como o tempo é escasso (1h de pista manhã / 1h tarde se não chover), não dá muito para parar e analisar friamente, no máximo você altera a calibragem e faz a reflexão mental (opinião de quem tá de fora olhando ajuda também). No meu caso, o “mantra” é sempre atenção a reação (largar triplo zero), capricho na largada (não engolir caroço), WOT (borboleta 100% aberta), não errar marcha, não deixar cortar e, o mais difícil: largar 100% e saber a hora certa de trocar de marcha. Aí tem vários fatores envolvidos, pois se você erra a largada (sai “fraco” demais a moto engole caroço, forte demais a moto empina, etc), muda toda a estratégia da puxada.
Como sou cabaço, me atenho primeiro a fazer uma boa reação e não deixar a moto engolir caroço (sair no giro correto). Já na hora de trocar de marcha (1/2/3) “a hora ideal é o ponto onde o torque encontra a potência máxima”, isso é bonito no papel, ahaha... Na pratica a teoria é outra. É foda de você conseguir escutar o motor na pista (porrada de moto acelerando), olhar o conta-giros, etc... cheguei à conclusão de que na pista da esquerda eu consigo escutar melhor o meu motor (você na esquerda o escape da outra moto fica colado na mureta do outro lado e não na tua orelha) e é isso o que me faz ter a certeza da hora correta da troca de marcha, o feeling (som e o que a moto tá empurrando).
Como na Liberty eu rodei na casa dos 7.9, tava meio puto por “não vir tempo”, mas como meu amigo da Dyna também tava rodando ali 0.3 acima do “tempo normal”, senti que meu tempo “ótimo” seria puxar nos 8.1 (pista+reação) e fui buscar isso.


Tentando refinar as puxadas:
6 – 8.419 (reação 0,01)
7 – 8.242 (reação 00,009, excepcional) – tempo de pista 8.233
8 – 8.329 (reação 00,007, excepcional) – tempo de pista 8.322
9 – 8.284 (reação 00,086) – tempo de pista 8.198
A melhora não é uma constante, você nem sempre consegue saber por que uma puxada foi melhor do que a outra (exceto quando comete erros). Nas motos “fracas” (originais), se por um lado é mais fácil de largar e manter a constância das puxadas (tempos variam pouco), por outro lado, é muito difícil recuperar um erro (não tem um nitro para “corrigir” uma largada com motor xoxo, por exemplo).
Percebi rapidamente que o meu diferencial teria que ser no tempo de reação, então fui bem crítico nisso (queimei algumas largadas até pegar o timing do pinheirinho). Pois, de resto, é apenas “não atrapalhar a moto” (o que é difícil para um caralho: largar perfeito, trocar as marchas no ponto perfeito, borboleta sempre aberta, não errar marcha, etc). Conseguir casar a melhor passada com o melhor tempo de reação é algo quase impossível, por isso são tantas as variáveis para você controlar nesses 8s (imagina nas motos mais rápidas em apenas 6,4s e com diversas outras variáveis tipo botão de nitro, É FODA).
Encerrei o treino da manhã com o menor tempo de pista sendo 8.144 e o menor tempo total (pista + reação) sendo duas passadas idênticas em 8.242. Ou seja, se tivesse conseguido casar a melhor passada (menor tempo de pista 8.144) com a melhor reação (00,007), teria conseguindo andar nos 8.1 (8.151) que foi a minha meta estipulada. Mas não consegui pela manhã. A gente só consegue saber “como estamos” quando saem os tempos totais:

P1 – 6,630 - Julio Gump – Sportster de pista turbo/nitro rodando no metanol, organizador da nossa farra
Com um tempo “sub 7s”, apesar dele poder andar na categoria Sportster (não existe praticamente regulamento, vale tudo), eu já sabia que ele iria passar para a lista (o top 10, aí sai da categoria).
P2 – 07,702 – DD – Sportster de rua Turbo Fuel Tech rodando no metanol – moto de um brother também de Brasília, andamos juntos na Liberty, a moto lá estava em fase de acerto... agora ele estava afinando para valer e eu torcendo para ele ganhar a prova.
P3 – 8.017 – Brizola Brutal Garage – Sportster Bi-Turbo de pista full depenada rodando no metanol – essa moto também andou na Liberty em fase de acertos, dessa vez tava lá para ganhar.
P4 – 8,242 – MARCUS DT – Sportster aspirada manca de rua motor lacrado, comando original, embreagem original, rodando de podium (primeira vez), sem mexer no corte de giro: apenas FILTRO, ESCAPE, REMAP.... BRAÇO E VONTADE.
Confesso fiquei eufórico, pois jamais esperaria “bater” em tantas motos com o dobro da potência da minha (tudo comandão+nitro, embreagens especiais, etc). Porém, não sou ingênuo, sabia que diversas motos preparadas tinham tido problemas e que os tempos começariam a despencar a tarde (das preparadas, pq da minha eu tinha no máximo 0,1s para tirar). Aproveitei para ir trocar uma idéia com o campeão reinante, o Belzinho, que já se tornou um grande “amigo de insta” e por diversas vezes me orientou e ajudou. Cabra nota 11!
O mais legal desse evento – pra mim – é que todo mundo se ajuda, os pilotos ficam felizes quando os outros conseguem se superar. É mais uma corrida contra você mesmo do que contra os outros. A maioria dos que estão ali alinhando comigo são meus amigos ou, pelo menos, “amigos virtuais”, pessoas que eu troco ideia quase que diariamente. Então, sei das dificuldades e do quanto cada um batalhou para estar ali. Ninguém torce pelo prejuízo do outro, todos estão ali torcendo para que cada um consiga dar o seu melhor e que vença aquele que mais mereceu, por mérito mesmo, não por erro/quebra de alguém.
Conversando com o Belzin, ele explicou que estava com dificuldades para acertar a Fuel Tech (controle de largada, etc) e a moto falhando quando nitrava. Quanto mais original a moto, menos coisa para dar problema (e maior o tempo, rs). Quanto mais mexida, maior o número de variáveis que precisam conspirar a favor para tudo dar certo. O Belzin – além de multi-campeão e grande piloto – é um tuner profissional, ele trabalha acertando máquinas preparadas (vive disso). Agora imagina, se pra ele é difícil, fico pensando pra um amador como eu se quiser começar a inventar moda: instalar nitro, quick-shift, fuel tech, etc... tudo isso – quando funciona – é do caralho, mas quando não tá 100% acertado, corrigir NA PISTA, é uma missão FODA. Enfim, sempre que penso em mexer mais na moto, fico cabreiro. E o treino da manhã estava encerrado!
Para, come churrasco, vai ver outras categorias (particularmente eu adoro assistir, o evento é fantástico, até mesmo sem andar eu sou apaixonado pela coisa), farra, etc. Se “na teoria” seria um tempo para descansar, esperar a temperatura mais amena do fim da tarde, etc. na prática, não é bem assim. O sol vai te estafando, ficar em pé 12h começa a cobrar seu preço, etc. Diria que pela manhã (no caso da Sportster 11:30 de sol a pino), apesar do maior calor (e menor potência), você está bem mais descansado. Se a tarde as condições para a moto são melhores, para o piloto, não mesmo. E, para quem gosta do show, é impossível não ficar lá no sol torrando assistindo as motos derreterem o asfalto... não consigo sair da mureta da pista quase hora nenhuma.

Iniciando as puxadas da tarde:
10 – 8.338 (reação triplo 0)
11 – 8.723 (puxada abortada, errei)
12 – 8.254 (queimei)
13 – 8.370 (reação triplo 0)
14 – 8.320 (reação triplo 0)
15 – 8.499 (cansado, começando a errar)
16 – 8.214 (queimei)
Nessas horas você não pode se desesperar, eu sabia que a moto já estava acertada, que quem estava errando era eu, não fazia mais sentido ficar “puxando a esmo” (depois que “calibra” a moto, é “acertar” o braço). Eu estava cansado, errando e sem saber como melhorar (só estava piorando). Nesse momento é a hora de você dar aquela parada de 5 minutos, ir conversar com a turma ali na mureta da pista, relaxar, descontrair... sempre alguém fala algum detalhe que nessa hora já está passando despercebido pelo cansaço.
Continuando as puxadas da tarde:
17 – 8.202 (reação 00,035) – tempo de pista 8.167
18 – 8.289 (reação triplo 0)
Já eram 18h e foi encerrado o último treino da categoria. Terminei o dia satisfeito comigo mesmo, pois sempre rola aquela pressão psicológica de não ir dormir “mais lento do que estava pela manhã”. É bom concluir o dia com aquele sentimento de melhora, de evolução, de que vai terminar o dia com pé direito, para começar assim no dia seguinte...
A penúltima passada foi a terceira do dia com tempo de pista de 8.1, foi importante para ver que “era possível” andar nessa casa decimal, que dependia só de mim. E, por outro lado, estava apreensivo, pois em 18 passadas só consegui 03 vezes rodar dentro dos 8.1 de pista e, em nenhuma delas, fui capaz de fazer 8.1 de pista+reação. Mas preferi olhar “o copo cheio”: o menor tempo do dia (8.202) foi atingido no final do dia. Com fé em Deus, no dia seguinte eu conseguiria entrar na casa do 8.1 de pista+reação, custe o que custar!!! Maaaas, a gente só sabe como está ao ver o tempo dos outros né?

P1 – Julio Gump – Depois do temporal da manhã não puxou a tarde (nem precisava, lista)
P2 – 7,589 – Belzim campeão reinante – acertou a moto e a puxada, animal!
P3 – 7,617 – DD – baixou 0,1s da manhã – porém a moto estava forte demais (empinando full) – brother iria trabalhar no mapa a noite (para abaixar a potência)
P4 – 7,715 – Brizola – baixou 0,3s
P5 – 7,958 – Marlos – Essa é uma XR1200X com nitro e outras coisas mais – se pela manhã ele não tinha conseguido andar forte, a tarde conseguiu acertar a moto.
P6 – 8,202 – MARCUS DT – Fiquei feliz por ter baixado meu tempo, porém, sabia que ainda tinham outras motos sobrealimentadas que estavam “em acerto” e que, possivelmente, iriam passar a noite ajustando para me “engolir” no dia seguinte na corrida.
Vamos viver um dia de cada vez né? Fui dormir feliz com o P6 e reflexivo para como conseguiria fazer o “milagre” no dia seguinte: 8.1 de pista+reação. Se isso valeria de alguma coisa no dia da corrida (sábado), depois das sobrealimentadas se acertarem, eu não tinha como saber... mas como já disse, a batalha é contra você mesmo. Era questão de HONRA andar nos 8.1s para poder voltar com a sensação de dever cumprido, de ter feito a minha parte.
Voltamos para o air bnb, comemoração bruta com os amigos, churrasco, cerveja e farra... eu e meu brother da Dyna estávamos felizes pra caralho com nossas motos e com a diversão. Depois de dormir 4/5h na noite anterior, estava totalmente quebrado, mas não tinha como ir dormir... A bagunça foi até umas 2h da manhã, eu estava em um quarto com 5 marmanjo, na beliche de cima, tendo que descer toda hora para mijar (bebo, rezando para não levar um tombo) e com umas 2 evolution fazendo potato-potato interminável (ronco). Faz parte!!!!
(cont)

Acabo de voltar da Gumps desse ano, simplesmente sensacional, realizei mais um sonho. Foi minha primeira vez no “famoso” SPIDI (nos anos anteriores a prova foi no Race Valley e eu não competi), é a única pista do Brasil homologada pela NHRA, ou seja, é padrão gringo. Desde a estrutura do local, até a cronometragem, a cola da pista, a área de frenagem etc. tudo é coisa de cinema. A pista é privada, foi construída por um apaixonado por V8/Dragster (cujo “museu” fica na casa dele, digo na pista), simplesmente o sonho de qualquer ser humano gear head.


Dessa vez, como o feriado foi sexta e segunda, tive que trabalhar na quinta - e a competição começava na sexta cedo – não pude ir rodando com a bicicletinha (apelei para pick-up). Consegui sair algumas horas antes do trabalho, larguei às 14h de quinta e cheguei às 02h da manhã em Itatiba-SP. Fomos com uma turma enorme esse ano, fechamos uma casa que ficava a 1,5km da pista, então deu para tirar um cochilo de umas 4/5 horas antes de ir para a pista.
A emoção já começou no desembarque da moto da pick-up, como a Harley é baixa, a rampa das motos de trilha precisa de algum apoio elevado (se não, raspa embaixo). Sem achar um local elevado (e com pressa), a rampa desencaixou quando a moto prendeu embaixo... pqp, não fosse uns 3 caminhoneiros que estavam no CD que fica ao lado da pista a me ajudar, eu tinha sido esmagado pela moto... Faz parte, com emoção sempre.

Passado o susto inicial, consegui entrar e fui entender onde buscava adesivo para a moto, pulseira de piloto etc. mas como a categoria Sportster só andaria mais tarde (11:30), foi bem de boa, deu tempo de acalmar o coração (não tem inspeção da moto). Feito aquele ritual de verificar calibragem, tampar a placa, checar óleo, esquentar motor, testar ali o básico, estava tudo 100%... daí, fui ajudar meu amigo da Dyna que iria andar primeiro (terceiro ano consecutivo que acompanho ele na pista). Dessa vez, como iria competir, perdi boa parte das outras categorias da manhã (não consegui ver a Silver Bullet passando no nitro metano) pois estava ajudando meu amigo e/ou mexendo na minha moto.
Na sexta-feira dos treinos o número de puxadas é liberado (tantas quantas derem tempo – 1h manhã/1h tarde), dá para fazer vários testes (no sábado de corrida, como são apenas 3 de manhã e 3 de tarde se não chover, não dá para testar). Escolher a melhor pista, qual a calibragem ideal, até quanto esticar as marchas, se familiarizar com o pinheirinho etc. Aqui cabe um adendo, a pista é tão profissional que realmente não notei diferença entre os lados (apenas após a passagem do dragster, aí realmente prejudicou a cola do lado da passada).
Pista aberta para as Dynas, lá fomos nós para a pista. A Dyna do brother já passou por diversas preparações, sendo a atual: motor 103, com cabeçotes de 103 preparados, comando Feuling de média/alta e embreagem de competição. Nunca acompanhei a passagem dela no dino, mas a julgar pelas puxadas com as VRod originais e o que ele disse são em torno de 125 cv. Se considerar o motor 103, é um número digamos “otimista”, pois geralmente é 1 pra 1 (1pol = 1cv). Ele começou puxando 8.2/8.3 e fechou o treino na casa dos 8.1 de pista. Essa moto já havia rodado na casa dos 7.8 em outra pista, o que me fez crer que a pista estava “pesada”, “lenta” (pode ter a ver com a altitude de 1000m, a cola que nessa pista é nela toda e não apenas na largada, etc).

As preparadas de verdade (sobrealimentadas, maioria nitro) estavam girando na casa dos 7.3/7.6. A moto mais aguardada da categoria era a Dyna 124 + nitro da Pavilhão, mas parece que apenas em uma única puxada deu 7.1... depois, não vi nada que assustasse. O “mundo real” é ingrato, essa moto no dinamômetro apresentou números absurdos, a expectativa era de 6 alto, mas não foi dessa vez (pelo menos nos treinos).
Esse momento acompanhando meu amigo na pista é importante para mim, pois serve para me acalmar, abaixar a ansiedade e quando chega a hora já estou “no clima”. Dessa vez o negócio era tão chique que, além do piloto conseguir ver o cronometro no final da reta durante a puxada (na Race Valley e no Speedway você não enxerga o cronometro no final da pista quando tá correndo), você já recebe instantaneamente no whatsapp os tempos da puxada (dá para conferir a reação, etc). E chegou a nossa hora, bora lá...
A primeira puxada a gente sempre diz que vai aliviar, mas na prática não existe isso, quando a moto que vai largar na tua frente começa a dar aqueles tiros sinistros do two-step e o borrachão começa a subir fumaça, tu só pensa em acelerar tuduquidá e ir o mais forte possível. O nervosismo é natural, mas como não era a minha primeira vez mais na pista, o básicão meio que você não esquece: pré-stage, segunda amarela “cedo” acendeu e “só” largar quando o segundo amarelo apagar e rezar para não queimar...


Comecei as puxadas de “aquecimento” (pista+reação):
1 – 8.346 (reação triplo 0)
2 – 8.242 (reação triplo 0) – tempo de pista 8.144
3 – 8.555 (reação horrorosa: 00,3)
4 – 8,436 (reação horrorosa: 00,2)
5 – 8,379 (reação 0,01)
Como o tempo é escasso (1h de pista manhã / 1h tarde se não chover), não dá muito para parar e analisar friamente, no máximo você altera a calibragem e faz a reflexão mental (opinião de quem tá de fora olhando ajuda também). No meu caso, o “mantra” é sempre atenção a reação (largar triplo zero), capricho na largada (não engolir caroço), WOT (borboleta 100% aberta), não errar marcha, não deixar cortar e, o mais difícil: largar 100% e saber a hora certa de trocar de marcha. Aí tem vários fatores envolvidos, pois se você erra a largada (sai “fraco” demais a moto engole caroço, forte demais a moto empina, etc), muda toda a estratégia da puxada.
Como sou cabaço, me atenho primeiro a fazer uma boa reação e não deixar a moto engolir caroço (sair no giro correto). Já na hora de trocar de marcha (1/2/3) “a hora ideal é o ponto onde o torque encontra a potência máxima”, isso é bonito no papel, ahaha... Na pratica a teoria é outra. É foda de você conseguir escutar o motor na pista (porrada de moto acelerando), olhar o conta-giros, etc... cheguei à conclusão de que na pista da esquerda eu consigo escutar melhor o meu motor (você na esquerda o escape da outra moto fica colado na mureta do outro lado e não na tua orelha) e é isso o que me faz ter a certeza da hora correta da troca de marcha, o feeling (som e o que a moto tá empurrando).
Como na Liberty eu rodei na casa dos 7.9, tava meio puto por “não vir tempo”, mas como meu amigo da Dyna também tava rodando ali 0.3 acima do “tempo normal”, senti que meu tempo “ótimo” seria puxar nos 8.1 (pista+reação) e fui buscar isso.


Tentando refinar as puxadas:
6 – 8.419 (reação 0,01)
7 – 8.242 (reação 00,009, excepcional) – tempo de pista 8.233
8 – 8.329 (reação 00,007, excepcional) – tempo de pista 8.322
9 – 8.284 (reação 00,086) – tempo de pista 8.198
A melhora não é uma constante, você nem sempre consegue saber por que uma puxada foi melhor do que a outra (exceto quando comete erros). Nas motos “fracas” (originais), se por um lado é mais fácil de largar e manter a constância das puxadas (tempos variam pouco), por outro lado, é muito difícil recuperar um erro (não tem um nitro para “corrigir” uma largada com motor xoxo, por exemplo).
Percebi rapidamente que o meu diferencial teria que ser no tempo de reação, então fui bem crítico nisso (queimei algumas largadas até pegar o timing do pinheirinho). Pois, de resto, é apenas “não atrapalhar a moto” (o que é difícil para um caralho: largar perfeito, trocar as marchas no ponto perfeito, borboleta sempre aberta, não errar marcha, etc). Conseguir casar a melhor passada com o melhor tempo de reação é algo quase impossível, por isso são tantas as variáveis para você controlar nesses 8s (imagina nas motos mais rápidas em apenas 6,4s e com diversas outras variáveis tipo botão de nitro, É FODA).
Encerrei o treino da manhã com o menor tempo de pista sendo 8.144 e o menor tempo total (pista + reação) sendo duas passadas idênticas em 8.242. Ou seja, se tivesse conseguido casar a melhor passada (menor tempo de pista 8.144) com a melhor reação (00,007), teria conseguindo andar nos 8.1 (8.151) que foi a minha meta estipulada. Mas não consegui pela manhã. A gente só consegue saber “como estamos” quando saem os tempos totais:

P1 – 6,630 - Julio Gump – Sportster de pista turbo/nitro rodando no metanol, organizador da nossa farra
Com um tempo “sub 7s”, apesar dele poder andar na categoria Sportster (não existe praticamente regulamento, vale tudo), eu já sabia que ele iria passar para a lista (o top 10, aí sai da categoria).
P2 – 07,702 – DD – Sportster de rua Turbo Fuel Tech rodando no metanol – moto de um brother também de Brasília, andamos juntos na Liberty, a moto lá estava em fase de acerto... agora ele estava afinando para valer e eu torcendo para ele ganhar a prova.
P3 – 8.017 – Brizola Brutal Garage – Sportster Bi-Turbo de pista full depenada rodando no metanol – essa moto também andou na Liberty em fase de acertos, dessa vez tava lá para ganhar.
P4 – 8,242 – MARCUS DT – Sportster aspirada manca de rua motor lacrado, comando original, embreagem original, rodando de podium (primeira vez), sem mexer no corte de giro: apenas FILTRO, ESCAPE, REMAP.... BRAÇO E VONTADE.
Confesso fiquei eufórico, pois jamais esperaria “bater” em tantas motos com o dobro da potência da minha (tudo comandão+nitro, embreagens especiais, etc). Porém, não sou ingênuo, sabia que diversas motos preparadas tinham tido problemas e que os tempos começariam a despencar a tarde (das preparadas, pq da minha eu tinha no máximo 0,1s para tirar). Aproveitei para ir trocar uma idéia com o campeão reinante, o Belzinho, que já se tornou um grande “amigo de insta” e por diversas vezes me orientou e ajudou. Cabra nota 11!
O mais legal desse evento – pra mim – é que todo mundo se ajuda, os pilotos ficam felizes quando os outros conseguem se superar. É mais uma corrida contra você mesmo do que contra os outros. A maioria dos que estão ali alinhando comigo são meus amigos ou, pelo menos, “amigos virtuais”, pessoas que eu troco ideia quase que diariamente. Então, sei das dificuldades e do quanto cada um batalhou para estar ali. Ninguém torce pelo prejuízo do outro, todos estão ali torcendo para que cada um consiga dar o seu melhor e que vença aquele que mais mereceu, por mérito mesmo, não por erro/quebra de alguém.
Conversando com o Belzin, ele explicou que estava com dificuldades para acertar a Fuel Tech (controle de largada, etc) e a moto falhando quando nitrava. Quanto mais original a moto, menos coisa para dar problema (e maior o tempo, rs). Quanto mais mexida, maior o número de variáveis que precisam conspirar a favor para tudo dar certo. O Belzin – além de multi-campeão e grande piloto – é um tuner profissional, ele trabalha acertando máquinas preparadas (vive disso). Agora imagina, se pra ele é difícil, fico pensando pra um amador como eu se quiser começar a inventar moda: instalar nitro, quick-shift, fuel tech, etc... tudo isso – quando funciona – é do caralho, mas quando não tá 100% acertado, corrigir NA PISTA, é uma missão FODA. Enfim, sempre que penso em mexer mais na moto, fico cabreiro. E o treino da manhã estava encerrado!
Para, come churrasco, vai ver outras categorias (particularmente eu adoro assistir, o evento é fantástico, até mesmo sem andar eu sou apaixonado pela coisa), farra, etc. Se “na teoria” seria um tempo para descansar, esperar a temperatura mais amena do fim da tarde, etc. na prática, não é bem assim. O sol vai te estafando, ficar em pé 12h começa a cobrar seu preço, etc. Diria que pela manhã (no caso da Sportster 11:30 de sol a pino), apesar do maior calor (e menor potência), você está bem mais descansado. Se a tarde as condições para a moto são melhores, para o piloto, não mesmo. E, para quem gosta do show, é impossível não ficar lá no sol torrando assistindo as motos derreterem o asfalto... não consigo sair da mureta da pista quase hora nenhuma.

Iniciando as puxadas da tarde:
10 – 8.338 (reação triplo 0)
11 – 8.723 (puxada abortada, errei)
12 – 8.254 (queimei)
13 – 8.370 (reação triplo 0)
14 – 8.320 (reação triplo 0)
15 – 8.499 (cansado, começando a errar)
16 – 8.214 (queimei)
Nessas horas você não pode se desesperar, eu sabia que a moto já estava acertada, que quem estava errando era eu, não fazia mais sentido ficar “puxando a esmo” (depois que “calibra” a moto, é “acertar” o braço). Eu estava cansado, errando e sem saber como melhorar (só estava piorando). Nesse momento é a hora de você dar aquela parada de 5 minutos, ir conversar com a turma ali na mureta da pista, relaxar, descontrair... sempre alguém fala algum detalhe que nessa hora já está passando despercebido pelo cansaço.
Continuando as puxadas da tarde:
17 – 8.202 (reação 00,035) – tempo de pista 8.167
18 – 8.289 (reação triplo 0)
Já eram 18h e foi encerrado o último treino da categoria. Terminei o dia satisfeito comigo mesmo, pois sempre rola aquela pressão psicológica de não ir dormir “mais lento do que estava pela manhã”. É bom concluir o dia com aquele sentimento de melhora, de evolução, de que vai terminar o dia com pé direito, para começar assim no dia seguinte...
A penúltima passada foi a terceira do dia com tempo de pista de 8.1, foi importante para ver que “era possível” andar nessa casa decimal, que dependia só de mim. E, por outro lado, estava apreensivo, pois em 18 passadas só consegui 03 vezes rodar dentro dos 8.1 de pista e, em nenhuma delas, fui capaz de fazer 8.1 de pista+reação. Mas preferi olhar “o copo cheio”: o menor tempo do dia (8.202) foi atingido no final do dia. Com fé em Deus, no dia seguinte eu conseguiria entrar na casa do 8.1 de pista+reação, custe o que custar!!! Maaaas, a gente só sabe como está ao ver o tempo dos outros né?

P1 – Julio Gump – Depois do temporal da manhã não puxou a tarde (nem precisava, lista)
P2 – 7,589 – Belzim campeão reinante – acertou a moto e a puxada, animal!
P3 – 7,617 – DD – baixou 0,1s da manhã – porém a moto estava forte demais (empinando full) – brother iria trabalhar no mapa a noite (para abaixar a potência)
P4 – 7,715 – Brizola – baixou 0,3s
P5 – 7,958 – Marlos – Essa é uma XR1200X com nitro e outras coisas mais – se pela manhã ele não tinha conseguido andar forte, a tarde conseguiu acertar a moto.
P6 – 8,202 – MARCUS DT – Fiquei feliz por ter baixado meu tempo, porém, sabia que ainda tinham outras motos sobrealimentadas que estavam “em acerto” e que, possivelmente, iriam passar a noite ajustando para me “engolir” no dia seguinte na corrida.
Vamos viver um dia de cada vez né? Fui dormir feliz com o P6 e reflexivo para como conseguiria fazer o “milagre” no dia seguinte: 8.1 de pista+reação. Se isso valeria de alguma coisa no dia da corrida (sábado), depois das sobrealimentadas se acertarem, eu não tinha como saber... mas como já disse, a batalha é contra você mesmo. Era questão de HONRA andar nos 8.1s para poder voltar com a sensação de dever cumprido, de ter feito a minha parte.
Voltamos para o air bnb, comemoração bruta com os amigos, churrasco, cerveja e farra... eu e meu brother da Dyna estávamos felizes pra caralho com nossas motos e com a diversão. Depois de dormir 4/5h na noite anterior, estava totalmente quebrado, mas não tinha como ir dormir... A bagunça foi até umas 2h da manhã, eu estava em um quarto com 5 marmanjo, na beliche de cima, tendo que descer toda hora para mijar (bebo, rezando para não levar um tombo) e com umas 2 evolution fazendo potato-potato interminável (ronco). Faz parte!!!!
(cont)
Re: só prá quem gosta de harley... vambora andar de motoca...
@Marcus DT parabéns véio, que bacana!


Marcus DT escreveu: No final, muito antes da moto, é isso que fica: a camaradagem.
Re: só prá quem gosta de harley... vambora andar de motoca...
Valeu, Russo
!
Dessa vez não teve transmissão ao vivo igual a Liberty, nem meu velho a tira colo filmando 100%, mas pegaram algumas puxadas:
1 - Eu x Cesar Soter (multi-campeão da Touring TC e detentor do recorde brasileiro da categoria 7.173):
Essa teve um gostinho especial. Primeiro porque o Soter é um cara espetacular, grande piloto e uma simpatia (sou fã), segundo porque vários "impossíveis" aconteceram: ele errou a saída (algo raríssimo), mesmo assim ele conseguiu me buscar (será que esse 124' nitro é forte?
) e o mais improvável aconteceu - os tempos foram iguais, levei na reação. Já dizia o ditado, se botou do lado é porque achava que dava
! Falando sério, não tem como competir com o Soter, foi pura sorte a minha.
Sente só o monstro em ação:
2 - Eu x XR1200
Essa puxada foi linda, diria que acertei uns 90% e o tempo veio. Fora ver a Forty Eight abrindo de luneta da XR1200, não tem preço
!!!
Dessa vez não teve transmissão ao vivo igual a Liberty, nem meu velho a tira colo filmando 100%, mas pegaram algumas puxadas:
1 - Eu x Cesar Soter (multi-campeão da Touring TC e detentor do recorde brasileiro da categoria 7.173):
Essa teve um gostinho especial. Primeiro porque o Soter é um cara espetacular, grande piloto e uma simpatia (sou fã), segundo porque vários "impossíveis" aconteceram: ele errou a saída (algo raríssimo), mesmo assim ele conseguiu me buscar (será que esse 124' nitro é forte?
Sente só o monstro em ação:
2 - Eu x XR1200
Essa puxada foi linda, diria que acertei uns 90% e o tempo veio. Fora ver a Forty Eight abrindo de luneta da XR1200, não tem preço
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ClaudemilsonDebortoli
- Roda Presa
- Mensagens: 304
- Registrado em: 07 Abr 2022, 11:42
- Localização: Rio Grande do Sul
Re: só prá quem gosta de harley... vambora andar de motoca...
Muito massa Marcus!
Re: só prá quem gosta de harley... vambora andar de motoca...
top esses relatos emocionados.
nunca fui nesse evento... e pelo jeito nunca irei
nunca fui nesse evento... e pelo jeito nunca irei
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"The greatest trick the Devil ever pulled was convincing the world he didn't exist."
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Re: só prá quem gosta de harley... vambora andar de motoca...
Claudemilson, valeu
!
b0th, tu é um cara que mexe, conhece, futuca por meios próprios... Fonte de inspiração para nós M@Dianos mirins em Harley, deveria ir! Terceiro ano seguido que vou, meu primeiro na pista. Pra mim, é o melhor evento do calendário... Eu adoro ver as Harleys sendo usadas como se deve.
Terminando o relato do sábado (competição).
b0th, tu é um cara que mexe, conhece, futuca por meios próprios... Fonte de inspiração para nós M@Dianos mirins em Harley, deveria ir! Terceiro ano seguido que vou, meu primeiro na pista. Pra mim, é o melhor evento do calendário... Eu adoro ver as Harleys sendo usadas como se deve.
Terminando o relato do sábado (competição).
Re: só prá quem gosta de harley... vambora andar de motoca...
eu n ia nesses eventos p/ evitar aporrinhação c/ roubo de moto, etc… e agora só c/ 11+h de voo até guarulhos… já era.Marcus DT escreveu: 25 Abr 2025, 09:04 Claudemilson, valeu!
b0th, tu é um cara que mexe, conhece, futuca por meios próprios... Fonte de inspiração para nós M@Dianos mirins em Harley, deveria ir! Terceiro ano seguido que vou, meu primeiro na pista. Pra mim, é o melhor evento do calendário... Eu adoro ver as Harleys sendo usadas como se deve.
Terminando o relato do sábado (competição).
minha restante harley tá enferrujando dentro de um container desde janeiro, a coitada. quero só ver o estado que vai chegar aqui, se é que chega
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