Royal Enfield chega ao Brasil
Re: Royal Enfield chega ao Brasil
E a posição de pilotar é muito cansativa.jucie escreveu: 21 Mar 2019, 10:07 Mumorato, a Continental GT já não é mais fabricada na versão 535cc, ela foi descontinuada em prol da Continental GT bicilíndrica.
Re: Royal Enfield chega ao Brasil
São ano 2017. Saiu de linha. Talvez 2020 cheguem as bicilíndricas 650.mumorato escreveu:Bira, por gentileza, quando tu for lá, faz umas perguntas sobre a Continental: preço, se há algum plano com juros baixos dando uns 50% de entrada e talz. To pensando em pegar uma pra muié antes que venha a interceptor e ela acabe saindo de linha...
As condições sem juros estavam legais, mas como não foi falado sobre o valor da bicilíndrica pode ser difícil vender por um preço legal no futuro.
Outra opção, muita gente vendendo Classic 500 semi nova para pegar Himalayan. Nem toda Classic tem ABS.
Du.
Re: Royal Enfield chega ao Brasil
não tem mais a continental ao que eu saiba.mumorato escreveu: 21 Mar 2019, 03:05 Bira, por gentileza, quando tu for lá, faz umas perguntas sobre a Continental: preço, se há algum plano com juros baixos dando uns 50% de entrada e talz. To pensando em pegar uma pra muié antes que venha a interceptor e ela acabe saindo de linha...
não sei se vou conseguir dar uma "escapada" na Royal Enfield antes de viajar, pois agora aos 45 do segundo tempo aparece um monte de coisa (nenhuma relacionada à viagem) pra resolver de última hora.
Abç,
Bira
“A vida é como um jardim. Momentos perfeitos podem ser desfrutados, mas não preservados, exceto na memória.” - Leonard Nimoy (1931-2015)
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Re: Royal Enfield chega ao Brasil
Porra cara, que bela merda. A qualidade da moto era o tamanho e o motor mono antigo... O jeito vai ser continuar nas bonne mesmo.jucie escreveu: 21 Mar 2019, 10:07 Mumorato, a Continental GT já não é mais fabricada na versão 535cc, ela foi descontinuada em prol da Continental GT bicilíndrica.
Poxa, mas daí é característica da moto, né?! Também não tem como comparar o conforto da bonneville com a thruxton. Café não é moto de viagem.
De todo modo vlw. Acho que vou ter que caçar uma usada mesmo, mas vão ser poucas opções, pois pelo o que vi, venderam menos de 50...Du escreveu: 21 Mar 2019, 11:31 não tem mais a continental ao que eu saiba.
não sei se vou conseguir dar uma "escapada" na Royal Enfield antes de viajar, pois agora aos 45 do segundo tempo aparece um monte de coisa (nenhuma relacionada à viagem) pra resolver de última hora.![]()
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Re: Royal Enfield chega ao Brasil
A Continental GT com motor 535 era uma moto que não entregava o que prometia. Tinha aquele visual todo bacana de café racer, mas não corria, era só pra inglês ver. Imagino que isso devia criar situações constrangedoras.mumorato escreveu: 22 Mar 2019, 00:39Porra cara, que bela merda. A qualidade da moto era o tamanho e o motor mono antigo... O jeito vai ser continuar nas bonne mesmo.jucie escreveu: 21 Mar 2019, 10:07 Mumorato, a Continental GT já não é mais fabricada na versão 535cc, ela foi descontinuada em prol da Continental GT bicilíndrica.
Já a Continental GT biciclíndrica tem o mesmo apelo do estilo, é praticamente idêntica, mas com um motor de 47 cavalos que leva a moto até 160 km/h. Aí sim.
Perdoe a falta de acentuacao. Estou temporariamente sem suporte a diacriticos no meu computador.
Re: Royal Enfield chega ao Brasil
Verdade, o desempenho não era nada de esportivo.jucie escreveu: 22 Mar 2019, 17:47A Continental GT com motor 535 era uma moto que não entregava o que prometia. Tinha aquele visual todo bacana de café racer, mas não corria, era só pra inglês ver. Imagino que isso devia criar situações constrangedoras.mumorato escreveu: 22 Mar 2019, 00:39Porra cara, que bela merda. A qualidade da moto era o tamanho e o motor mono antigo... O jeito vai ser continuar nas bonne mesmo.jucie escreveu: 21 Mar 2019, 10:07 Mumorato, a Continental GT já não é mais fabricada na versão 535cc, ela foi descontinuada em prol da Continental GT bicilíndrica.
Já a Continental GT biciclíndrica tem o mesmo apelo do estilo, é praticamente idêntica, mas com um motor de 47 cavalos que leva a moto até 160 km/h. Aí sim.
Mumorato, quanto a posição desconfortável que mencionei é pela simples razão de que poucas mulheres gostam de pilotar assim. Se a sua já andou e curtiu, beleza. Eu iria de Bonne.
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Re: Royal Enfield chega ao Brasil
No test ride que eu fiz na Continental eu odiei cada segundo em cima da moto. O meu corpo não foi feito pra ficar nessa posição.
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Re: Royal Enfield chega ao Brasil
Achei que o desempenho era melhor.
Essas 500cc mono chegam a que velocidade?
Essas 500cc mono chegam a que velocidade?
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Re: Royal Enfield chega ao Brasil
Leandro 66 escreveu:Achei que o desempenho era melhor.
Essas 500cc mono chegam a que velocidade?
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Re: Royal Enfield chega ao Brasil
Não tenho muita paciência para ver vídeos, então vou chutar a resposta: melhor para a estrada é... nenhuma?
Re: Royal Enfield chega ao Brasil
Assisti até a hora que ele fala que a 120 o motor está explodindo.
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Re: Royal Enfield chega ao Brasil
X2Joaquim escreveu: 23 Mar 2019, 09:51 Assisti até a hora que ele fala que a 120 o motor está explodindo.
Dubito ergo cogito; cogito ergo sum
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Re: Royal Enfield chega ao Brasil
Minha opinião.
Motos legais com preço ok. Mas vão ganhar $$$ com o lifestyle (coisa que eu ex-harleyro conheço beeeem)
Teria fácil uma Himalayan na cor "desert tan". Mas só vem de fábrica branca e preta. Tem trabalho com Detran pra mudar a cor.








Motos legais com preço ok. Mas vão ganhar $$$ com o lifestyle (coisa que eu ex-harleyro conheço beeeem)
Teria fácil uma Himalayan na cor "desert tan". Mas só vem de fábrica branca e preta. Tem trabalho com Detran pra mudar a cor.








Abç,
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- jucie
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Re: Royal Enfield chega ao Brasil
A questão mais relevante nesse caso nem é qual a velocidade final, mas sim COMO a moto chega na velocidade final.
O motor monocilíndrico das Royal Enfield não é um motor girador, é um motor simples que privilegia torque em baixa rotação. Então se pro seu uso andar a 80 ou 90 km/h está bom, você não terá problemas com ele. Esse motor tem uma quantidade enorme de proprietários satisfeitos.
Agora, se você precisa costumeiramente andar acima dessa velocidade, como é o caso quando se tem estradas bem pavimentadas, então você pode se preparar para manutenções mais frequentes, não no motor, mas na moto. A vibração proveniente do pistão grande e pesado, de longo curso, se espalha pela estrutura. Fica ruim usar este motor perto da velocidade máxima, não só pelo desconforto. Começa a soltar parafuso, rasgar o escapamento, etc.
A vantagem do bicilíndrico é que ele tem um projeto pensado para condições diferentes. Os engenheiros procuraram manter o torque em baixa, tão apreciado pelos clientes da Royal Enfield, mas buscando uma faixa útil maior e, de quebra, eliminando as vibrações. Sendo assim você não apenas consegue mais final, mas principalmente, a condução em velocidades mais altas ficou suave, tanto para o piloto quanto para a moto.
Perdoe a falta de acentuacao. Estou temporariamente sem suporte a diacriticos no meu computador.
Re: Royal Enfield chega ao Brasil
Na minha opinião, tudo depende da moto que o cara tem antes. Eu não compraria para pegar estrada. Tudo 110 por aqui e com certa frequência pego Bandeirantes a 120 ( 128 contando com os 7% )
Talvez alguém que venha de uma moto ou Scooter muito fraca. Ou só ande em estradas 80
Como uma segunda moto uso exclusivo urbano, Uma Classic ou GT eu teria coragem.
Du.
Talvez alguém que venha de uma moto ou Scooter muito fraca. Ou só ande em estradas 80
Como uma segunda moto uso exclusivo urbano, Uma Classic ou GT eu teria coragem.
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- Leandro 66
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Re: Royal Enfield chega ao Brasil
80 ou 90 parece coisa de moto 110cc.
120-130 de maxima é foda.
Essas motos sao mais para tirar uma onda. Para usar como moto mesmo sao bem limitadas.
120-130 de maxima é foda.
Essas motos sao mais para tirar uma onda. Para usar como moto mesmo sao bem limitadas.
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Re: Royal Enfield chega ao Brasil
A Royal só vai conseguir expandir quando trouxer as bicilíndricas, principalmente se virem até 25 mil (totalmente viável, levando em conta a comparação dos preços dos outros modelos la fora e aqui). Mas parece que no Brasil só em 2020, uma pena não sei pq a Royal ta se enrolando com isso.

FILIPE
[EX] CBR 450 SR 1993 [EX] NXR 125 kS 2004 Bros [EX] XRE 300 ABS 2011
Agora no MSM!

AVISO
Por razões de segurança, a gerência agradece que não alimentem as aves.
Obrigado .
Re: Royal Enfield chega ao Brasil
As Royal Enfield, assim como as Harley-Davidson e as Ural, tem motor de concepção antiga, pistão de curso longo, tipo bielão... cavalaria não é o forte deles, mas produzem torque em abundância com baixísimas rotações. Não tem como comparar com motores de concepção mais moderna. Uma motoca de 110 cc roda a 90 km/h... mas se peida toda na primeira subida. Uma RE sobe a mesma subida de boa, sem esforço.

Marcus DT escreveu: No final, muito antes da moto, é isso que fica: a camaradagem.
- Leandro 66
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Re: Royal Enfield chega ao Brasil
Mas e na reta da estrada ? Nao segura nada.
Muito melhor negocio uma cb500f usada.
Gosto é gosto.
O que ela entrega de bom? Acho que só o visual. Por 20 mil tem coisa bem melhor.
Esse tipo de moto não me serve .
Muito melhor negocio uma cb500f usada.
Gosto é gosto.
O que ela entrega de bom? Acho que só o visual. Por 20 mil tem coisa bem melhor.
Esse tipo de moto não me serve .
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Re: Royal Enfield chega ao Brasil
O que é melhor para um não necessariamente será para outro e arrisco dizer que o que é melhor para alguém em um contexto poderá não o ser em outro, pois existem situações e situações.
Nosso amigo Luiz Almeida, por exemplo, saiu lá do Ceará e veio cá para o sul com uma GS1200. Mas para ir para a Transamazônica ele foi de Teneré 250
O Ary (Custom), viajava aqui pelo sul de Intruder 1400, depois com um Harlão 1600, mas para ir para Machu Picchu foi com uma XL 250, snme.
Essas RE não são as motos mais adequadas para viajar longas distâncias em rodovias movimentadas, como a maioria do pessoal aqui está acostumado, porém, se elas estivessem disponíveis na época, acredito que tanto o Luiz Almeida quanto o Ary iriam com elas para o sertão ao invés de ir com as 250. Aliás, ouvi dizer que o Ary comprou uma dessas e está rodando o Brasil.
E também acho que as RE devam ser motokas interessantes para se rodar pela cidade, pois são pequenas e econômicas e também devem ser boas para rolezinhos despretensiosos nos finais de semana.
Nosso amigo Luiz Almeida, por exemplo, saiu lá do Ceará e veio cá para o sul com uma GS1200. Mas para ir para a Transamazônica ele foi de Teneré 250
O Ary (Custom), viajava aqui pelo sul de Intruder 1400, depois com um Harlão 1600, mas para ir para Machu Picchu foi com uma XL 250, snme.
Essas RE não são as motos mais adequadas para viajar longas distâncias em rodovias movimentadas, como a maioria do pessoal aqui está acostumado, porém, se elas estivessem disponíveis na época, acredito que tanto o Luiz Almeida quanto o Ary iriam com elas para o sertão ao invés de ir com as 250. Aliás, ouvi dizer que o Ary comprou uma dessas e está rodando o Brasil.
E também acho que as RE devam ser motokas interessantes para se rodar pela cidade, pois são pequenas e econômicas e também devem ser boas para rolezinhos despretensiosos nos finais de semana.
Editado pela última vez por Russo em 23 Mar 2019, 21:14, em um total de 1 vez.

Marcus DT escreveu: No final, muito antes da moto, é isso que fica: a camaradagem.


