Moto de 250/300 cc p/ a cidade/estrada? Atualizado p.18
Re: Moto de 250/300 cc p/ a cidade? Escolhida - fotos pág 8
Russo, a D. Patroa já andou na garupa?
abs
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Re: Moto de 250/300 cc p/ a cidade? Escolhida - fotos pág 8
To atrasado mas ia comentar isto:
"o giro vai baixando até ficar um pouco acima de 1000 rpm,"
Giro dela tem que ser perto dos 1500rpm!
"o giro vai baixando até ficar um pouco acima de 1000 rpm,"
Giro dela tem que ser perto dos 1500rpm!
Ex's: XTZ 2004 - Fazer 2006 / RX125 (???) - Falcon 2001 - Virago 98 - YBR 2005 - GS500 2008 - XTZ125 2006 - Lander 2007 - XT600 97 - Bandit 1200N 2006 - CB500X ABS 2015 - Tiger 800XR 2017 - NC700 2014 ABS
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Re: Moto de 250/300 cc p/ a cidade? Escolhida - fotos pág 8
Mesma curiosidade.omago escreveu:Russo, a D. Patroa já andou na garupa?
abs
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Re: Moto de 250/300 cc p/ a cidade? Escolhida - fotos pág 8
Não, ela ainda não andou na garupa, apenas montou na motoka, e reclamou um bocado da altura da moto.Sir Camelot escreveu:Mesma curiosidade.omago escreveu:Russo, a D. Patroa já andou na garupa?
abs
Reclamou também do fato do "segundo andar" ser baixo (da pouca diferença de altura entre o banco do piloto e o banco da garupa), pois ela gosta de ir olhando por sobre a cabeça do piloto.
Aliás, se é raro a D. Russo andar na garupa em viagens, andar de garupa na cidade é "mosca branca de olhoz azuis".

Marcus DT escreveu: No final, muito antes da moto, é isso que fica: a camaradagem.
Re: Moto de 250/300 cc p/ a cidade? Escolhida - fotos pág 8
Então Kameraden depois de rodar 790 km em estrada asfaltada com a Yamarreka Tenebrosa (Curitiba - Pitanga - Curitiba), vamos às primeiras impressões da motokinha na estrada:
Desempenho - A motoka surpreendeu positivamente e confesso que esperava menos em função da baixa cilindrada. Nos últimos 8 anos eu fiquei mal acostumado, rodando só com motos com mais de 34 cv (todas jakas, obviamente), mas os 21 pocotós da Te250 mostraram que têm muita saúde. Viajei com a motokinha carregada, com baú de 33 L e alforjes laterais. Essa tralha toda causou algum "arrasto", mas nada que prejudicasse efetivamente o desempenho.

A motoka ainda está em fase de amaciamento do motor, porisso não exagerei na mão, mas o giro sobe rápido e a motoka atinge rapidamente os 110 km/h. Dos 110 aos 120 km/h, demora um pouquinho mais e o acelerador já está em fim de curso, o cabo todo torcido. Depois dos 120 km/h a velocidade vai aumentando bem devagar, no plano, a motoka chegou a 134 km/h (125 km/h reais, pelo GPS).
Nas subidas, o giro cai, mas não despenca, mas inevitavelmente chega a hora de reduzir a marcha. Rodei a maior parte do tempo na faixa dos 100 a 110 km/h com o contagiros marcando entre 6 e 7,5K rpm. - nessa velocidade, a vibração e o vento não incomodam e a moto ainda tem alguma reserva para ultrapassagens seguras.
Definitivamente, não é uma motoka para viajar o tempo todo acima dos 110 km/h. Ela até aguenta mas, nesse ritmo, a reserva de potência é mínima e as chances de acontecerem kagadas aumentam.
Ciclística - Prá quem está acostumado com jakas, a ciclística da Te250 é outro mundo. No começo ainda usei o "jeito Harley de curvar", reduzindo a velocidade antes das curvas e calculando mentalmente como contorná-las, mas aos poucos fui pegando as manhas e passei a entrar nas curvas de forma mais natural, apenas desenrolando um pouco o cabo nas curvas de alta. Nas curvas mais acentuadas, o macete é outro, jogar uma marcha para baixo para ter mais tração na saída das curvas. A motoka é firme, leve, fácil e segura, a frente é muito estável, não é nada "passarinheira" . O ajuste de fábrica das suspensões é bom, a suspensão traseira é super estável e suspensão dianteira é firme, porém afunda um pouco nas freadas. Ambas as suspensões copiam muito bem as irregularidades do asfalto mas não às transmitem para a moto. Para o piloto, asfalto ruim é praticamente a mesma coisa que asfalto bom.
Freios - É nesse ponto que a motoka deixa um pouquinho à desejar, pois os freios poderiam ser melhores. Nessa viagem, fui acompanhando o Renato, que estava de Twister e o Kalixto, que estava de Ninjinha. Pelo que pude perceber, os freios da Te250 são um pouco inferiores aos da Twister e bem inferiores aos da Ninjete, que são excelentes. Mas, para quem está acostumado com freio de jaka, os freios da Te 250 decepcionaram, pois esperava mais.
Consumo - Para percorrer os 790 km foram consumidos exatos 25L de gasolina VPower -média de 31,6 km/L - mais do que bom. Na cidade, a média tem sido entre 24 e 27 km/L. A injeção eletrônica mostrou-se bem calibrada, sem engasgos ou falhas - carburossauro? nunca mais!
Conforto - Outra surpresa positiva. Na cidade, a bolha até atrapalha, gerando muita turbulência no capacete, mas em velocidades acima de 90 km/h ela mostra a que veio, pois é realmente eficiente. A posição de pilotagem, para a minha altura (1,80m) é excelente, e o banco é ótimo, largo e com espuma um pouquinho dura, mas muito confortável. As suspensões, como já citei, absorvem muito bem a maior parte das irregularidades. O que incomoda é a vibraçãozinha do motor mono, que lembra broca de dentista. Na ida, as mãos e os pés formigaram, mas na volta, seguindo dica do Mestre Kalixto, mudei um pouco a posição de pilotagem e, já mais acostumado com a motoka, adotei uma postura mais relaxada. Resultado: nada de formigamento, apesar da vibraçãozinha chata.
Os próximos passos serão usá-la em estrada de chão e depois, num of-rod leve.
Desempenho - A motoka surpreendeu positivamente e confesso que esperava menos em função da baixa cilindrada. Nos últimos 8 anos eu fiquei mal acostumado, rodando só com motos com mais de 34 cv (todas jakas, obviamente), mas os 21 pocotós da Te250 mostraram que têm muita saúde. Viajei com a motokinha carregada, com baú de 33 L e alforjes laterais. Essa tralha toda causou algum "arrasto", mas nada que prejudicasse efetivamente o desempenho.
A motoka ainda está em fase de amaciamento do motor, porisso não exagerei na mão, mas o giro sobe rápido e a motoka atinge rapidamente os 110 km/h. Dos 110 aos 120 km/h, demora um pouquinho mais e o acelerador já está em fim de curso, o cabo todo torcido. Depois dos 120 km/h a velocidade vai aumentando bem devagar, no plano, a motoka chegou a 134 km/h (125 km/h reais, pelo GPS).
Nas subidas, o giro cai, mas não despenca, mas inevitavelmente chega a hora de reduzir a marcha. Rodei a maior parte do tempo na faixa dos 100 a 110 km/h com o contagiros marcando entre 6 e 7,5K rpm. - nessa velocidade, a vibração e o vento não incomodam e a moto ainda tem alguma reserva para ultrapassagens seguras.
Definitivamente, não é uma motoka para viajar o tempo todo acima dos 110 km/h. Ela até aguenta mas, nesse ritmo, a reserva de potência é mínima e as chances de acontecerem kagadas aumentam.
Ciclística - Prá quem está acostumado com jakas, a ciclística da Te250 é outro mundo. No começo ainda usei o "jeito Harley de curvar", reduzindo a velocidade antes das curvas e calculando mentalmente como contorná-las, mas aos poucos fui pegando as manhas e passei a entrar nas curvas de forma mais natural, apenas desenrolando um pouco o cabo nas curvas de alta. Nas curvas mais acentuadas, o macete é outro, jogar uma marcha para baixo para ter mais tração na saída das curvas. A motoka é firme, leve, fácil e segura, a frente é muito estável, não é nada "passarinheira" . O ajuste de fábrica das suspensões é bom, a suspensão traseira é super estável e suspensão dianteira é firme, porém afunda um pouco nas freadas. Ambas as suspensões copiam muito bem as irregularidades do asfalto mas não às transmitem para a moto. Para o piloto, asfalto ruim é praticamente a mesma coisa que asfalto bom.
Freios - É nesse ponto que a motoka deixa um pouquinho à desejar, pois os freios poderiam ser melhores. Nessa viagem, fui acompanhando o Renato, que estava de Twister e o Kalixto, que estava de Ninjinha. Pelo que pude perceber, os freios da Te250 são um pouco inferiores aos da Twister e bem inferiores aos da Ninjete, que são excelentes. Mas, para quem está acostumado com freio de jaka, os freios da Te 250 decepcionaram, pois esperava mais.
Consumo - Para percorrer os 790 km foram consumidos exatos 25L de gasolina VPower -média de 31,6 km/L - mais do que bom. Na cidade, a média tem sido entre 24 e 27 km/L. A injeção eletrônica mostrou-se bem calibrada, sem engasgos ou falhas - carburossauro? nunca mais!
Conforto - Outra surpresa positiva. Na cidade, a bolha até atrapalha, gerando muita turbulência no capacete, mas em velocidades acima de 90 km/h ela mostra a que veio, pois é realmente eficiente. A posição de pilotagem, para a minha altura (1,80m) é excelente, e o banco é ótimo, largo e com espuma um pouquinho dura, mas muito confortável. As suspensões, como já citei, absorvem muito bem a maior parte das irregularidades. O que incomoda é a vibraçãozinha do motor mono, que lembra broca de dentista. Na ida, as mãos e os pés formigaram, mas na volta, seguindo dica do Mestre Kalixto, mudei um pouco a posição de pilotagem e, já mais acostumado com a motoka, adotei uma postura mais relaxada. Resultado: nada de formigamento, apesar da vibraçãozinha chata.
Os próximos passos serão usá-la em estrada de chão e depois, num of-rod leve.
Editado pela última vez por Russo em 13 Abr 2011, 14:25, em um total de 2 vezes.

Marcus DT escreveu: No final, muito antes da moto, é isso que fica: a camaradagem.
Re: Moto de 250/300 cc p/ a cidade/estra? Atualizado p.18
Aí tio Russóvski, bom teu relato, interessante o consumo, é inverso da xre, na cidade faz na média 28 a 30, na estrada andando a 120 constante com picos de 130 despenca pra 20
.
.

Sou primo irmão do Mano Lima, genro do Xirú Missioneiro e sogro do Porca Véia, mas bah
Bagé@tchê.rs
Se Deus é grande, O MATO É MAIOR
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Re: Moto de 250/300 cc p/ a cidade/estra? Atualizado p.18
Ae Kamerad Bagé:
Acho que essa diferença no consumo é mais em função do estilo de pilotagem do que de diferença nas motos.
Aqui em Curitiba tenho que ficar esperto, pois se bobear nos semáforos o povo passa por cima, então, as "largadas" tem que ser mais fortes.
Já na estrada, por hábito de jakeiro, eu acelero com muita suavidade, trocando as marchas na casa das 6 mil rpm.
Acho que essa diferença no consumo é mais em função do estilo de pilotagem do que de diferença nas motos.
Aqui em Curitiba tenho que ficar esperto, pois se bobear nos semáforos o povo passa por cima, então, as "largadas" tem que ser mais fortes.
Já na estrada, por hábito de jakeiro, eu acelero com muita suavidade, trocando as marchas na casa das 6 mil rpm.

Marcus DT escreveu: No final, muito antes da moto, é isso que fica: a camaradagem.
Re: Moto de 250/300 cc p/ a cidade/estra? Atualizado p.18
Em breve uma jaca aposentada.
Bem-vindo ao mundo das motos!

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Re: Moto de 250/300 cc p/ a cidade/estra? Atualizado p.18
É mais provável que a Te250 fique pouco comigo... já estou pensando numa Transalp 700, eheheheh...Well escreveu:Em breve uma jaca aposentada.
Bem-vindo ao mundo das motos!![]()
![]()
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Mas, honestamente, se tiver que (e tenho como) optar entre viajar com a Te250 ou com a Harley, sou muito mais a Harley.
Aproveitando para fazer um comparativo rápido:
Desempenho: HD 7 X 4 Te250
Ciclística: HD 5 X 8 Te250
Freios: HD 6 X 6 Te250
Consumo: HD 4 X 9 Te250
Conforto: HD 8 X 7 Te250
Editado pela última vez por Russo em 13 Abr 2011, 14:34, em um total de 1 vez.

Marcus DT escreveu: No final, muito antes da moto, é isso que fica: a camaradagem.
- minholi
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Re: Moto de 250/300 cc p/ a cidade? Escolhida - fotos pág 8
Valeu o relato!Russo escreveu:Viajei com a motokinha carregada, com baú de 33 L e alforjes laterais. Essa tralha toda causou algum "arrasto", mas nada que prejudicasse efetivamente o desempenho.
Que alforges são esses? To precisando de um par para usar no mamute.
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Re: Moto de 250/300 cc p/ a cidade? Escolhida - fotos pág 8
São uns alforjes genéricos, bem simples, marca Norts - paguei R$ 110,00 por eles numa promoção em uma loja de motopeças.minholi escreveu:Valeu o relato!Russo escreveu:Viajei com a motokinha carregada, com baú de 33 L e alforjes laterais. Essa tralha toda causou algum "arrasto", mas nada que prejudicasse efetivamente o desempenho.![]()
Que alforges são esses? To precisando de um par para usar no mamute.

Marcus DT escreveu: No final, muito antes da moto, é isso que fica: a camaradagem.
Re: Moto de 250/300 cc p/ a cidade/estra? Atualizado p.18
Aí tio Russóvski, se a Transalp tiver o mesmo conforto da xre, é a moto pra umas viajadas, já viajei bastante de xre, fui a rivera e voltei no mesmo dia, 1100km, é muito boa, a merda é o motor naqueles retões, quem se fudeu foi o Magro de 1300 me acompanhandoRusso escreveu:É mais provável que a Te250 fique pouco comigo... já estou pensando numa Transalp 700, eheheheh...Well escreveu:Em breve uma jaca aposentada.
Bem-vindo ao mundo das motos!![]()
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Mas, honestamente, se tiver que (e tenho como) optar entre viajar com a Te250 ou com a Harley, sou muito mais a Harley.
Aproveitando para fazer um comparativo rápido:
Desempenho: HD 7 X 4 Te250
Ciclística: HD 5 X 8 Te250
Freios: HD 6 X 6 Te250
Consumo: HD 4 X 9 Te250
Conforto: HD 8 X 7 Te250
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Sou primo irmão do Mano Lima, genro do Xirú Missioneiro e sogro do Porca Véia, mas bah
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Re: Moto de 250/300 cc p/ a cidade/estra? Atualizado p.18
Bagé escreveu:Quem se fudeu foi o Magro de 1300 me acompanhando![]()
Cruel ...
FLWs

Re: Moto de 250/300 cc p/ a cidade/estra? Atualizado p.18
Nessas horas que a gente conhece quem é amigoFuSoYa escreveu:Bagé escreveu:Quem se fudeu foi o Magro de 1300 me acompanhando![]()
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Sou primo irmão do Mano Lima, genro do Xirú Missioneiro e sogro do Porca Véia, mas bah
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Re: Moto de 250/300 cc p/ a cidade/estra? Atualizado p.18
Pois é... a D. Russa implica com motokas altas, não fosse isso, eu venderia a Harley e a Te250 para pegar a Transalp 700.Bagé escreveu: Aí tio Russóvski, se a Transalp tiver o mesmo conforto da xre, é a moto pra umas viajadas...
.
Mas acho que, mais prá frente, assim que terminar de pagar a Harley, vou vender a Te250 e me abraçar num carnezão da Transalp.

Marcus DT escreveu: No final, muito antes da moto, é isso que fica: a camaradagem.
Re: Moto de 250/300 cc p/ a cidade/estra? Atualizado p.18
Bagé escreveu:Nessas horas que a gente conhece quem é amigoFuSoYa escreveu:Bagé escreveu:Quem se fudeu foi o Magro de 1300 me acompanhando![]()
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Cruel ...
FLWs![]()
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Pobre Magro.
Parece meu cunhado andando a 90 com a Shadow e eu sofrendo com a 1300.
Re: Moto de 250/300 cc p/ a cidade/estrada? Atualizado p.18
Amigo que é amigo acompanha Intruder 125 na estrada. Isso que é ser amigo, acompanhar uma Intruder 125 berrando a 80 Km/h é coisa de AMIGO! Amigo com hagá maiúsculo!
Só que... pensando bem... Intruder 125 é moto?
Russo, legal seu relato, muita informação valiosa para quem está pesquisando sobre a Té 250.
Gostei da sua honestidade quanto ao desempenho dela porque coisa que a gente mais lê é gente que parece que dá duas voltas no velocimetro de tanto que conseguem com própria moto!
Só que... pensando bem... Intruder 125 é moto?
Russo, legal seu relato, muita informação valiosa para quem está pesquisando sobre a Té 250.
Gostei da sua honestidade quanto ao desempenho dela porque coisa que a gente mais lê é gente que parece que dá duas voltas no velocimetro de tanto que conseguem com própria moto!
atual: Baby King 250 - em contrato de experiência - já faz parte da família
anterior: CBombinha 300 2011 - boa moto, tem mais qualidades que defeitos.
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Re: Moto de 250/300 cc p/ a cidade/estrada? Atualizado p.18
Ou seja, é exatamente a Fazer com uma suspensão decente. Os mesmos limites e as mesmas medidas de consumo.
O motor tem mesmo um desempenho muito bom pra os 21 pocotos que tem. Uso alforjes também e mesmo com garupa dá pra andar bem.
Parabéns pela motoca e pelo passeio.
O motor tem mesmo um desempenho muito bom pra os 21 pocotos que tem. Uso alforjes também e mesmo com garupa dá pra andar bem.
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Re: Moto de 250/300 cc p/ a cidade? Escolhida - fotos pág 8
Desenterrei...
Interessante, ela não usa a mesma relação que a fazer 250? Ou você não deu tudo realmente da moto?
a fazer a 100 estava em torno de 6k rpm e 110 a 7k rpm... mas em situação normal ela ia até 140 (de painel e lógico que bem demorado).. num morrão abaixo com bastante espaço cortava a injeção a 150... Mas independente disto eu viajava nela entre 110 e 120 km/h e mantendo nas subidas mesmo com bauleto entupido.... já testei em subida forte e o mínimo que a velocidade caiu foi 125 mais ou menos, em condições normais ainda mantinha 130 km/h.. (com motor quase no talo e consumo a 21 km/l, kkkkkk)
Russo escreveu:A motoka ainda está em fase de amaciamento do motor, porisso não exagerei na mão, mas o giro sobe rápido e a motoka atinge rapidamente os 110 km/h. Dos 110 aos 120 km/h, demora um pouquinho mais e o acelerador já está em fim de curso, o cabo todo torcido. Depois dos 120 km/h a velocidade vai aumentando bem devagar, no plano, a motoka chegou a 134 km/h (125 km/h reais, pelo GPS).
Nas subidas, o giro cai, mas não despenca, mas inevitavelmente chega a hora de reduzir a marcha. Rodei a maior parte do tempo na faixa dos 100 a 110 km/h com o contagiros marcando entre 6 e 7,5K rpm. - nessa velocidade, a vibração e o vento não incomodam e a moto ainda tem alguma reserva para ultrapassagens seguras.
Definitivamente, não é uma motoka para viajar o tempo todo acima dos 110 km/h. Ela até aguenta mas, nesse ritmo, a reserva de potência é mínima e as chances de acontecerem kagadas aumentam.
Interessante, ela não usa a mesma relação que a fazer 250? Ou você não deu tudo realmente da moto?
a fazer a 100 estava em torno de 6k rpm e 110 a 7k rpm... mas em situação normal ela ia até 140 (de painel e lógico que bem demorado).. num morrão abaixo com bastante espaço cortava a injeção a 150... Mas independente disto eu viajava nela entre 110 e 120 km/h e mantendo nas subidas mesmo com bauleto entupido.... já testei em subida forte e o mínimo que a velocidade caiu foi 125 mais ou menos, em condições normais ainda mantinha 130 km/h.. (com motor quase no talo e consumo a 21 km/l, kkkkkk)
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Re: Moto de 250/300 cc p/ a cidade? Escolhida - fotos pág 8
EduLeitão escreveu:Desenterrei...Russo escreveu:A motoka ainda está em fase de amaciamento do motor, porisso não exagerei na mão, mas o giro sobe rápido e a motoka atinge rapidamente os 110 km/h. Dos 110 aos 120 km/h, demora um pouquinho mais e o acelerador já está em fim de curso, o cabo todo torcido. Depois dos 120 km/h a velocidade vai aumentando bem devagar, no plano, a motoka chegou a 134 km/h (125 km/h reais, pelo GPS).
Nas subidas, o giro cai, mas não despenca, mas inevitavelmente chega a hora de reduzir a marcha. Rodei a maior parte do tempo na faixa dos 100 a 110 km/h com o contagiros marcando entre 6 e 7,5K rpm. - nessa velocidade, a vibração e o vento não incomodam e a moto ainda tem alguma reserva para ultrapassagens seguras.
Definitivamente, não é uma motoka para viajar o tempo todo acima dos 110 km/h. Ela até aguenta mas, nesse ritmo, a reserva de potência é mínima e as chances de acontecerem kagadas aumentam.
Interessante, ela não usa a mesma relação que a fazer 250? Ou você não deu tudo realmente da moto?
a fazer a 100 estava em torno de 6k rpm e 110 a 7k rpm... mas em situação normal ela ia até 140 (de painel e lógico que bem demorado).. num morrão abaixo com bastante espaço cortava a injeção a 150... Mas independente disto eu viajava nela entre 110 e 120 km/h e mantendo nas subidas mesmo com bauleto entupido.... já testei em subida forte e o mínimo que a velocidade caiu foi 125 mais ou menos, em condições normais ainda mantinha 130 km/h.. (com motor quase no talo e consumo a 21 km/l, kkkkkk)
Putz... esses coveiros são phoda, eheheh...

Marcus DT escreveu: No final, muito antes da moto, é isso que fica: a camaradagem.




